27 de jul de 2016

Vendas de iPhone caem pelo segundo trimestre consecutivo no mundo.

Companhia de Redmond fechou trimestre com receita de US$42,4 bilhões e lucro de US$7,8 bilhões, mais do que o esperado por analistas.

Após o decepcionante segundo trimestre em que as vendas do iPhone caíram pela primeira vez na história, a empresa precisava compensar. E, apesar de os números terem mantido a queda no trimestre encerrado em junho, indo de 47,5 milhões de unidades no Q3 de 2015 para 40 milhões de unidades para o mesmo período neste ano, o balanço dos últimos três meses foi mais forte do que o esperado pela Apple e pelos próprios analistas de mercado.

A Apple estava sim esperando a queda, assim como os analistas, mas ela não foi tão feia como se previa. A empresa registrou receita de 42,4 bilhões de dólares no trimestre, com lucro de 7,8 bilhões de dólares, o que ficou acima dos 42 bilhões de dólares esperados inicialmente. Para efeito de comparação, a companhia de Cupertino registrou receita de 49,6 bilhões de dólares no mesmo trimestre de 2015.
Apesar de não terem evitado o resultado negativo, os números do iPhone SE, lançado em março, foram considerados fortes pela Apple. “Tivemos um lançamento muito bem-sucedido do iPhone SE e estamos animados com a resposta dos consumidores e desenvolvedores aos serviços e aos softwares que mostramos na WWDC em junho”, afirmou o CEO da empresa, Tim Cook.
Serviços em alta
A Apple continuou colhendo os frutos da sua divisão de serviços, que inclui vendas do Apple Music, iTunes Store e App Store, além do Apple Pay. O setor registrou aumento de 19% na comparação ano a ano e a App Store registrou novo recorde de receita.
iPad Pro: Uma luz?
Mas as vendas de hardware caíram de forma geral, atingindo também os Macs, com vendas de 4,2 milhões de unidades e queda de 11%, e os iPads, com 9,9 milhões de unidades vendidas, número 9% menor.
Por outro lado, o iPad Pro apareceu como um ponto de luz no segmento para a Apple. Apesar de as vendas do iPad terem caído, a companhia registrou um crescimento de 7% nos números do iPad Pro em relação ao mesmo período do ano passado – e de 10% na comparação com o trimestre anterior. Isso significa que os consumidores estão focando no mais caro iPad Pro, mesmo que menos iPads estejam sendo vendidos no geral.
Fonte: Macworld.