21 de mar de 2017

Apple corrige o problema mais incômodo do iPhone

A Apple finalmente extinguiu o iPhone de 16 GB. A empresa anunciou uma nova versão do iPhone SE que dobra a capacidade de armazenamento e soluciona o eterno problema de falta de espaço para guardar vídeos, fotos e apps. Agora, o modelo é vendido nas versões de 32 GB e 128 GB.
O iPhone de 16 GB é um problema de longa data, gerando reclamações por parte do público e da imprensa por anos. A queixa é que o espaço é insuficiente quando pelo menos um terço do armazenamento é consumido pelo próprio sistema operacional. Além disso, aplicativos ficam maiores e mais pesados ano após ano, os vídeos chegaram à resolução 4K e fotos são capturadas em maior resolução, tornando a convivência com o espaço limitado, sem a capacidade de usar cartão microSD, insustentável.
Em 2016, quando apresentou o iPhone 7, a Apple finalmente reconheceu o problema e agiu para solucioná-lo. Não só os novos smartphones traziam pelo menos 32 GB de espaço, a família 6s também foi renovada com capacidade para, no mínimo, 32 GB. No entanto, o iPhone SE havia ficado de fora da atualização, o que finalmente foi corrigido agora.
Como nota o VentureBeat, a Apple ficou famosa ao longo dos anos por não ter o menor pudor em abandonar formatos de armazenamento defasados para forçar seu público a se adaptar ao futuro, como os CDs, os disquetes e o leitor de mídia óptica. Isso torna a insistência nos 16 GB por tantos anos ainda mais estranha.
O novo iPhone SE com mais armazenamento manterá os mesmos preços da versão antiga: o modelo de 32 GB custará R$ 2.500, e o de 128 GB será vendido por R$ 2.900. Os aparelhos estarão à venda a partir de 24 de março.
Mais novidades
O dia foi movimentado para a Apple. Além de atualizar o iPhone SE, a empresa também lançou uma nova versão do iPhone 7 na cor vermelha. Como dita a tradição, a linha de produtos vermelhos da Apple direciona o lucro das vendas para ações de apoio ao combate à AIDS e outras causas humanitárias.
O iPad também foi um destaque do dia. A empresa lançou um tablet mais barato, chamado apenas de iPad, que substitui o modelo Air 2 no line-up da Apple. O modelo de 9,7 polegadas custa R$ 2.500 (metade do preço do iPad Pro do mesmo tamanho), traz o processador A9X. A diferença entre os dois modelos é que o mais barato não tem suporte à caneta ou ao teclado retrátil da empresa.
Fonte: Olhar Digital.