30 de set. de 2026

Apple Watch no Android? Xiaomi 18 Pro vai tratar disso em breve

 A rivalidade entre o Android e o ecossistema fechado da Apple acaba de ganhar uma novidade. Durante anos, a dependência dos gadgets da Apple foi um dos maiores obstáculos para os utilizadores que queriam abandonar o iPhone. A Xiaomi decidiu quebrar essa barreira e anunciou algo inédito no novo Xiaomi 18 Pro, permitindo a comunicação direta com o Apple Watch.

A Xiaomi decidiu quebrar essa barreira e anunciou algo inédito no novo Xiaomi 18 Pro, permitindo a comunicação direta com o Apple Watch.

Esta nova integração oficial foi detalhada pela liderança da divisão móvel da marca chinesa e surge como uma ponte direta entre plataformas rivais. O objetivo central passa por atrair utilizadores da concorrência que hesitam em mudar de smartphone pelo receio de perder os investimentos já realizados em relógios inteligentes. A proposta é simplificar a transição, tornando a mudança de sistema operativo num processo quase transparente.

Notificações, chamadas e saúde totalmente integradas

Ao emparelhar o Apple Watch com o Xiaomi 18 Pro, a experiência mantém os pontos essenciais que os utilizadores esperam no seu quotidiano. A ligação permite receber e atender chamadas diretamente pelo relógio, além de espelhar as notificações do smartphone em tempo real. Esta resposta imediata no pulso assegura que as funcionalidades comunicativas mais relevantes continuam operacionais sem a necessidade do equipamento original da Apple.

A compatibilidade vai bastante além dos alertas básicos do sistema e entra diretamente no segmento do bem-estar físico. Todo o registo de atividade desportiva, métricas de treino e histórico de saúde captados pelo relógio passam a sincronizar sem perdas com o terminal da marca chinesa. Com isto, os dados corporais e desportivos acumulados ao longo dos anos mantêm a sua continuidade, contornando uma das barreiras mais críticas na retenção de utilizadores no universo iOS.

Evolução estratégica da ponte entre Android e Apple

Esta funcionalidade faz parte de um plano contínuo desenvolvido através da plataforma de comunicação entre dispositivos da Xiaomi. A empresa tem vindo a estreitar laços com os equipamentos da Apple em várias frentes de produtividade, facilitando transferências diretas de ficheiros, fotografias e vídeos em alta resolução entre telemóveis de ambas as marcas, bem como a partilha de conteúdos na nuvem.

A Xiaomi decidiu quebrar essa barreira e anunciou algo inédito no novo Xiaomi 18 Pro, permitindo a comunicação direta com o Apple Watch.

O suporte avançado abrange também o ambiente dos computadores Mac e dos tablets iPad. Os utilizadores já contam com a possibilidade de espelhar o ecrã do telemóvel em janelas redimensionáveis no computador, desbloquear sessões remotas com o sensor Touch ID e gerir aplicações móveis com total fluidez. A aproximação consolidada entre estas plataformas reforça uma estratégia clara de conveniência técnica no ecossistema de produtividade pessoal.

O suporte agora revelado para o Apple Watch estabelece um novo patamar de interoperabilidade no mercado de consumo tecnológico global. Ao transformar um dos acessórios mais exclusivos da Apple num companheiro funcional para o seu topo de gama, a Xiaomi reduz o impacto do bloqueio ecológico habitual e oferece uma liberdade de escolha muito mais apelativa para quem deseja experimentar o ambiente Android.

Dica: como criar uma película de privacidade virtual no iPhone

 O iPhone tem uma funcionalidade de acessibilidade que pode tornar o ecrã mais escuro para quem está à sua volta. Com a opção “Reduzir ponto branco” e o toque na parte traseira, é possível ativar ou desativar este efeito rapidamente.

Reduza a intensidade do ecrã do iPhone

Não é necessário instalar aplicações ou comprar uma película especial para alterar rapidamente a aparência do ecrã. A funcionalidade “Reduzir ponto branco”, integrada no iOS, diminui a intensidade das áreas claras e das cores mais luminosas.

Para começar, abra as Definições e entre em Acessibilidade. De seguida, escolha Tamanho do texto e visualização e percorra as opções até encontrar Reduzir ponto branco.

Ative a funcionalidade e coloque o nível nos 100%. O ecrã deverá ficar consideravelmente menos intenso. Depois de configurar este valor, pode voltar a desligar a opção.

O objetivo desta preparação é permitir que o nível definido seja utilizado posteriormente através da aplicação Atalhos, sem ser necessário voltar constantemente às Definições.

Crie um atalho para o ponto branco

Abra agora a aplicação Atalhos e clique no símbolo +. Selecione a opção para pesquisar ações e escreva Definir ponto branco.

Quando aparecer a opção para ligar o ponto branco, clique nessa definição e altere-a para Alternar. Desta forma, o mesmo atalho poderá ativar ou desactivar a funcionalidade.

Ative o toque na traseira do iPhone

Com o atalho criado, falta apenas associá-lo a um gesto físico. Regresse às Definições, entre em Acessibilidade, escolha Toque e desça até encontrar Toque na parte de trás. Selecione Duplo toque. 

Procure o atalho Definir ponto branco na lista de ações disponíveis. Ao escolhê-lo, o gesto ficará associado à alteração do ponto branco.

Alterar o ecrã com dois toques

A configuração fica concluída neste momento. Quando pretender tornar o ecrã menos intenso, basta tocar duas vezes na parte traseira do iPhone. O ponto branco será ativado e o aspeto do ecrã será alterado.

Para regressar à configuração habitual, faça novamente dois toques. A funcionalidade será desligada, permitindo alternar entre os dois modos de forma muito mais rápida do que através dos menus das Definições.

Segredo mais bem guardado da Apple sobre o iPhone Duo pode pesar na carteira

 O lançamento do primeiro smartphone dobrável da Apple aproxima-se a passos largos e promete agitar o mercado. Apresentado no evento da marca, o iPhone Duo tem gerado enorme curiosidade pelas suas características e pela eliminação quase total do vinco no ecrã. Contudo, a gigante de Cupertino mantém um silêncio absoluto em relação a uma informação determinante para quem vai comprar o equipamento.

Trata-se de um dispositivo que atinge valores históricos, fixando-se nos 1.999 dólares (2400 euros em Portugal), o que faz dele o telemóvel mais caro de sempre da Apple. O grande dilema em torno do equipamento reside na ausência da tabela oficial de reparações fora de garantia, uma omissão que gera apreensão dado o cariz mais delicado dos painéis dobráveis.

Para quem optar pela proteção adicional, a marca já revelou os valores aplicados através do plano AppleCare. A substituição do ecrã dobrável interior terá uma franquia de 100 dólares (aproximadamente 92 euros), enquanto a proteção contra perda ou roubo ascende aos 149 dólares (cerca de 137 euros). Esta modalidade pretende mitigar os receios associados à fragilidade inerente aos painéis dobráveis e ao mecanismo de dobradiça.

O cenário torna-se muito mais cinzento para quem decidir não subscrever esta garantia adicional. Historicamente, os arranjos fora de cobertura nos topos de gama da tecnológica implicam valores muito pesados, o que deixa antever despesas exorbitantes caso ocorra algum imprevisto técnico ou queda acidental com o novo modelo.

Reparações fora de garantia no iPhone Duo

Basta analisar a tabela dos modelos convencionais para perceber a dimensão do problema. No caso do iPhone 18 Pro Max, trocar a bateria fora da cobertura custa 129 dólares (149 euros em Portugal), enquanto a reparação de outros danos atinge os 899 dólares (1059 euros em Portugal). Perante a complexidade acrescida da engenharia do modelo dobrável, vários analistas estimam que reparar o ecrã interno ou a estrutura mecânica sem seguro possa ultrapassar facilmente os 1.000 dólares (cerca de 918 euros).

Este valor hipotético representa cerca de metade do preço total do próprio telefone, colocando o utilizador numa posição delicada. No panorama da concorrência direta, arranjar o painel interior de modelos como o Xiaomi 18 Fold, vendido a nível internacional por cerca de 1.639 dólares (cerca de 1.505 euros), custa sensivelmente 536 dólares (cerca de 492 euros), o que demonstra os custos elevados inerentes a este formato.

Especialistas do setor apontam que a ausência deliberada destes números poderá servir para pressionar os consumidores a aderirem ao serviço de garantia alargada, reforçando as receitas na divisão de serviços da marca. Resta aguardar pelo início oficial das pré-reservas, a 16 de outubro, para que a empresa clarifique de vez quanto custará consertar o seu dispositivo mais ambicioso.

O iPhone 18 Pro Max pode deixar de fazer chamadas a qualquer momento

 O lançamento de um novo topo de gama da Apple costuma ser um momento de celebração para os entusiastas da marca. No entanto, os primeiros dias no mercado para vários utilizadores do recém-chegado iPhone 18 Pro Max estão longe de ser tranquilos. Relatos recentes revelam que alguns equipamentos estão a ficar totalmente bloqueados no que toca às comunicações essenciais.

Sem qualquer aviso prévio ou ação por parte do utilizador, o ecrã do smartphone passa a exibir uma mensagem persistente de SOS. Esta indicação retira de imediato o acesso à rede móvel, impedindo chamadas normais e navegação na Internet.

As queixas sobre este comportamento anómalo começaram a surgir e a multiplicar-se rapidamente em plataformas públicas como o Reddit, o X e os fóruns oficiais de suporte da Apple. Os utilizadores afetados descrevem um cenário idêntico, no qual o smartphone funciona de forma exemplar durante as primeiras horas ou dias, até entrar repentinamente em falha permanente de sinal celular.

Mesmo com a ligação Wi-Fi a manter o tráfego de dados ativo, a realização e a receção de chamadas tradicionais continuam impossíveis. As mensagens de texto sofrem atrasos substanciais ou simplesmente não chegam ao destino. Qualquer tentativa de reiniciar as definições de rede ou o próprio sistema operativo tem-se revelado ineficaz.

Mistério entre o modem da Qualcomm e as operadoras

Uma análise aos dados partilhados pelas vítimas aponta para um padrão técnico muito específico. O incidente afeta exclusivamente as unidades do iPhone 18 Pro Max vendidas nos Estados Unidos e associadas à AT&T. Ao contrário dos modelos globais que integram o chip proprietário C2 da Apple, a versão norte-americana recorre ao modem Snapdragon X80 da Qualcomm.

Apesar de as suspeitas iniciais apontarem para uma incompatibilidade direta de rede com a AT&T, essa hipótese perde alguma força perante o histórico de hardware da marca. A geração anterior, composta pelos iPhone 17 Pro e Pro Max, também utilizou o mesmo modem Snapdragon X80 sem nunca manifestar um bloqueio com estas características.

Solução passa pela substituição e atualização de software

Face à incapacidade da operadora de telecomunicações para desbloquear o sinal ou resolver o impasse por vias remotas, a única resposta eficaz encontrada até ao momento tem sido a substituição do smartphone. Tudo indica que na origem do problema estará uma falha crítica ao nível do próprio software que faz a gestão das comunicações no sistema operativo.

17 de set. de 2026

Se deixar cair o iPhone 18 Pro prepare-se! Preços de reparação Apple assustam

 A Apple já atualizou o seu portal de suporte em Portugal com os preços oficiais para reparar a nova gama de smartphones fora da garantia. Tal como acontecia com os modelos anteriores, os novos modelos da Apple têm preços elevados para as peças de substituição. Assim, cuidado se deixar cair o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max.

iPhone 18 Pro Apple reparar preço

A tabela oficial da gigante de Cupertino reflete o nível de precisão dos componentes internos e a sofisticação da montagem dos novos topos de gama. Quem comprar um destes equipamentos arrisca-se a pagar quantias muito elevadas na assistência técnica oficial. E isto logo no primeiro descuido, caso dispense uma proteção adequada no dia a dia.

iPhone 18 Pro Apple reparar preço

Preço da Apple para trocar ecrã e câmaras do iPhone 18 Pro

O ecrã frontal continua a ser o elemento mais exposto a acidentes e é a principal diferença entre os novos dispositivos. A substituição do painel no iPhone 18 Pro custa 405 euros, enquanto a intervenção no iPhone 18 Pro Max sobe para os 489 euros. Quando a queda parte a frente e a traseira ao mesmo tempo, a fatura dispara para os 499 euros no modelo base e atinge os 585 euros na versão de maiores dimensões.

No módulo fotográfico traseiro, a Apple decidiu manter a mesma tabela de custos para ambos os smartphones da linha. O utilizador que precisar de arranjar as câmaras posteriores terá de desembolsar 299 euros em Portugal, independentemente do modelo escolhido. Como o procedimento exige a troca de todo o bloco ótico calibrado de fábrica, a marca não disponibiliza soluções intermédias mais acessíveis.

iPhone 18 Pro Apple reparar preço

Trocar a bateria e danos graves custam no iPhone 18 Pro Max

O desgaste natural dos componentes também segue valores idênticos nos dois novos telefones da Apple. A substituição oficial da bateria custa 149 euros em território nacional, garantindo a reposição da autonomia com componentes originais. Por sua vez, a troca isolada do vidro traseiro fixa-se nos 169 euros em qualquer uma das variantes, desde que o chassis metálico permaneça direito e sem danos estruturais.

O cenário mais complicado surge nos outros danos. Está reservada para incidentes como contacto com água ou avarias irreparáveis na placa principal. Nestes casos, em que a recuperação localizada é inviável, a Apple cobra 999 euros no iPhone 18 Pro e uns expressivos 1.059 euros no iPhone 18 Pro Max. Ter atenção redobrada no manuseamento continua a ser a melhor forma de evitar surpresas desagradáveis.

iPhone Duo: há cinco novidades que nenhum outro iPhone oferece

 A Apple trouxe finalmente ao mercado um iPhone diferente, dirão alguns, que já tardava. O Duo tem potencial para marcar uma mudança na história do equipamento, como aconteceu com o iPhone X e, antes dele, com o iPhone 6 e o iPhone 4. Estou curioso para lhe pôr as mãos e perceber o que este formato permite fazer no dia a dia. Afinal, que novidades traz o Duo face aos iPhones que já conhecemos? Há cinco que merecem atenção.

Imagem iPhone Duo da Apple

Ainda assim, a qualidade do software da Apple e as possibilidades deste formato justificam olhar para o Duo com atenção, sobretudo frente ao iPhone 18 Pro.

Afinal, o que oferece este novo modelo que os iPhones anteriores não conseguiam oferecer?

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O primeiro iPhone dobrável não se limita a ter um ecrã maior. A Apple adaptou as câmaras e o iOS ao novo formato, criando funções exclusivas que fazem a diferença quando o equipamento está aberto, fechado ou pousado sobre uma mesa.

O iPhone Duo tem um ecrã exterior de 5,4 polegadas e outro, dobrável, de 7,6 polegadas. É esta combinação que permite usá-lo como um iPhone convencional ou abrir espaço para trabalhar e ver conteúdos. Mas o que pode fazer com os dois ecrãs?

Um iPhone que se dobra e continua a resistir à água

A dobradiça permite abrir o iPhone Duo por completo ou deixá-lo numa posição intermédia, útil para uma videochamada ou para gravar sem tripé. A estrutura é de titânio e a Apple anuncia classificação IP68 para resistência à água e ao pó.

A certificação, contudo, não significa que essa resistência se mantenha intacta ao longo da vida do equipamento.

Embora a Samsung já fabrique telemóveis dobráveis há vários anos, este é um grande passo para a Apple. A empresa de Cupertino não só conseguiu tornar o iPhone dobrável, como o fez com estilo. No iPhone Duo, IP68 indica resistência ao pó e à água (6: proteção contra a entrada de pó e 8: resistência à imersão em água). A Apple especifica que fez testes em laboratório até 6 metros de profundidade durante 30 minutos.

Uma câmara escondida sob o ecrã interior

Quando está aberto, o Duo dispõe de uma câmara FaceTime por baixo do ecrã. Esta só se torna visível quando é utilizada, deixando a área de visualização livre durante as restantes tarefas.

No exterior, mantém-se uma câmara frontal Center Stage de 12 MP.

Menos reflexos no ecrã dobrável

O ecrã interior tem um acabamento de nanotextura com aspeto mate que, segundo a Apple, reduz os reflexos e ajuda a disfarçar a dobra central. É uma escolha importante num equipamento pensado para ser usado aberto, seja para ler, trabalhar ou ver vídeos.

A Apple anuncia até 3000 nits de brilho no exterior, mas só um teste em condições reais permitirá perceber até que ponto o ecrã se mantém confortável sob luz solar intensa.

Duas aplicações abertas ao mesmo tempo

O iOS 27 aproveita a superfície interior para apresentar duas aplicações lado a lado. É possível, por exemplo, consultar uma página no Safari enquanto se escreve noutra aplicação, ou abrir duas janelas do próprio Safari.

O Duo também poderá ser usado com o Apple Pencil USB‑C, embora a Apple indique que esse suporte chegará mais tarde.

Fotografias em que os dois lados participam

As funções Captura inteligente, Duo Preview e Animação para crianças tiram partido do formato dobrável. A primeira deteta quando as pessoas estão prontas e capta a fotografia automaticamente.

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A segunda mostra a imagem no ecrã exterior a quem está a ser fotografado; a terceira apresenta animações para ajudar a captar a atenção das crianças.

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Numa chamada, o Duo FaceTime permite que outra pessoa participe através do ecrã exterior.

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Em Portugal, o iPhone Duo está anunciado a partir de 2399 euros, com reservas a partir de 16 de outubro e disponibilidade prevista para 23 de outubro de 2026.

Será uma aposta que o leitor pretende fazer, ou não tem interesse?