27 de jun. de 2026

Apple poderá estar a preparar-se para lançar um anel inteligente

 O projeto do anel inteligente da Apple, há muito alvo de rumores, ressurgiu no mundo da tecnologia. Um conhecido leaker afirma que a empresa está a desenvolver um dispositivo wearable. Esta nova proposta poderá rivalizar com produtos como o Oura Ring e o Samsung Galaxy Ring.

Apple anel inteligente

Esta afirmação trouxe à tona memórias do trabalho da Apple em dispositivos de rastreio biométrico baseados em impressões digitais, que tem sido alvo de vários pedidos de patente e fugas de informação ao longo dos anos. Anteriormente, sabia-se que a empresa considerava esta tecnologia como uma forma de expandir a sua linha de produtos wearable.

Para os utilizadores que procuram um acessório biométrico menos chamativo do que o Apple Watch, um anel inteligente é visto como uma opção estratégica. Acredita-se que o recente aumento da popularidade do Oura Ring tenha reacendido o interesse da Apple nesta área.

A Oura é uma empresa de destaque que opera no setor das tecnologias de saúde desde 2015. O modelo atual, Oura Ring 5, consegue monitorizar métricas essenciais de saúde, como o ritmo cardíaco, os dados do sono e o ritmo respiratório.

Concorrência forte num mercado em crescimento

O modelo atual do Oura Ring está equipado com características avançadas, como a deteção da tendência da pressão arterial e a análise da respiração noturna. O dispositivo oferece ainda aos utilizadores novas ferramentas de monitorização de saúde, como o rastreio da medicação com GLP-1.

Ainda não há informações oficiais sobre como a Apple irá proceder nesta área ou quando será lançado um produto. A fonte da fuga, Kosutami, afirmou apenas que o projeto está em fase de desenvolvimento. Dado o sucesso da Apple na tecnologia wearable, é interessante observar como um anel inteligente se integrará no ecossistema existente. 

Resta saber se a empresa conseguirá replicar o sucesso anteriormente alcançado com o Apple Watch num formato mais compacto. Os esforços da Apple para expandir a sua linha de produtos continuam a ser um tema constante de debate no mundo da tecnologia.

Apple pede à administração Trump que aprove memória RAM chinesa

 A Apple está a tentar obter autorização do governo de Donald Trump para adquirir chips de memória a uma empresa chinesa sancionada. A empresa está a tentar desesperadamente mitigar o impacto da escalada de preços dos componentes.

Esta empresa foi colocada numa lista restritiva devido a alegadas ligações às forças armadas da China, o que impede transações diretas sem o aval de Washington.

A tecnológica liderada por Tim Cook tenta assim contornar as barreiras impostas pela lista negra militar do Pentágono.

Aumento de custos força subida de preços nos Mac e iPad

A urgência desta medida surge num momento em que o mercado global de semicondutores enfrenta uma pressão inflacionária. Recentemente, a Apple viu-se obrigada a aumentar os preços de vários dos seus dispositivos mais populares, incluindo Macs e iPads.

A justificação oficial aponta diretamente para o encarecimento dos chips de armazenamento e memória. O próprio Tim Cook referiu que a empresa não tinha outra alternativa senão ajustar as margens de lucro através de uma subida generalizada de preços.

Embora a legislação norte-americana não proíba tecnicamente a compra de componentes a marcas como a CXMT ou a YMTC, as diretrizes de segurança nacional tornam o processo extremamente complexo. Para utilizar estes fornecedores sem sofrer represálias ou sanções, a Apple necessita de obter licenças específicas do Departamento de Comércio.

Cook já tinha sugerido que todas as opções de fornecimento deveriam estar abertas para garantir a estabilidade do ecossistema de produção.

Apple aumenta preços de vários produtos. Há modelos a subir centenas de euros…

 A Apple avançou com uma atualização dos preços de vários dos seus equipamentos, confirmando informações que já circulavam nos últimos dias. Os aumentos afetam sobretudo a gama Mac e iPad, com algumas versões a registarem subidas de várias centenas de euros.

Um dos exemplos mais evidentes é o do MacBook Neo. O portátil mais acessível da marca deixou de custar 699 euros na sua configuração base e passa agora a estar disponível por 799 euros. Já a variante equipada com 512 GB de armazenamento chega aos 899 euros.

Macs registam algumas das maiores subidas

Apesar do aumento aplicado ao MacBook Neo, existem outros modelos da gama Mac que sofreram ajustes ainda mais expressivos. Os novos preços apresentados pela empresa de Cupertino representam, em vários casos, acréscimos de centenas de euros face aos valores anteriormente praticados. Entre as alterações mais relevantes destacam-se:

  • MacBook Air de 13 polegadas: de 1249 para 1449 euros;
  • MacBook Air de 15 polegadas: de 1499 para 1749 euros;
  • MacBook Pro de 14 polegadas com chip M5: de 1949 para 2249 euros;
  • MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro: de 3099 para 3499 euros;
  • MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max: de 4549 para 5199 euros;
  • Mac Studio com M4 Max: de 2329 para 3049 euros; Mac Studio com M3 Ultra: de 4849 para 6399 euros;
  • Mac mini com M4 Pro: de 1719 para 1929 euros;
  • iMac: de 1519 para 1829 euros.

A única exceção relevante nesta categoria é o Mac mini equipado com o processador M4, que mantém o preço inicial de 979 euros.

Apple aplica reajustes importantes também ao iPad

Os tablets da Apple não escaparam à atualização de preços. Tanto a família iPad Air como os modelos Pro passaram a custar mais do que anteriormente. Os novos valores de entrada são os seguintes:

  • iPad Air de 11 polegadas: de 679 para 829 euros;
  • iPad Air de 13 polegadas: de 879 para 1029 euros;
  • iPad Pro de 11 polegadas: de 1129 para 1329 euros;
  • iPad Pro de 13 polegadas: de 1479 para 1679 euros.

No segmento do entretenimento doméstico, o Apple TV 4K também recebeu novos preços. A versão de 64 GB com ligação Wi-Fi passa para 229 euros, acima dos anteriores 169 euros. Por sua vez, o modelo de 128 GB com Wi-Fi e Ethernet sobe de 189 para 299 euros.

As alterações não estão limitadas a Portugal ou ao mercado europeu. A estratégia de atualização de preços está a ser aplicada em diferentes regiões onde a Apple comercializa os seus produtos.

Apple dá sinal verde ao iPhone Ultra 2, o segundo dobrável da empresa

 A Apple poderá já estar a trabalhar na próxima geração do seu iPhone dobrável. Uma nova informação divulgada por uma fonte conhecida da indústria indica que o alegado iPhone Ultra 2 recebeu autorização para avançar para a fase de desenvolvimento.

De acordo com uma nova publicação do conhecido leaker chinês Digital Chat Station na rede social Weibo, a Apple terá aprovado oficialmente o desenvolvimento do chamado "iPhone Ultra 2". Caso a informação se confirme, este será o segundo smartphone dobrável da empresa.

Segundo a mesma fonte, o equipamento deverá recorrer ao mesmo ecrã utilizado pela primeira geração do dispositivo dobrável, cuja apresentação é apontada para os próximos meses.

Os rumores indicam que o primeiro iPhone dobrável contará com um painel OLED flexível de 7,8 polegadas fornecido pela Samsung. Este componente deverá destacar-se por uma construção mais avançada, que elimina uma das camadas habitualmente presentes nos ecrãs deste tipo.

Em vez disso, a camada responsável pela filtragem de cor será integrada diretamente na estrutura do painel. Esta abordagem permite reduzir a espessura do ecrã, diminuir o peso do equipamento e melhorar a eficiência energética.

Segundo iPhone dobrável poderá chegar em 2027

Recentemente, Mark Gurman, jornalista da Bloomberg conhecido pelas suas previsões sobre a Apple, afirmou que a segunda geração do iPhone dobrável poderá chegar ao mercado no outono de 2027.

Na mesma altura, a empresa deverá também apresentar modelos especiais para assinalar o 20.º aniversário do iPhone. Entre os nomes apontados para esses equipamentos encontram-se o iPhone 20 Pro e o iPhone 20 Pro Max.

A publicação de Digital Chat Station refere ainda que o alegado iPhone Air 3 ainda não entrou na fase de protótipo. O avanço deste projeto poderá depender do desempenho comercial do futuro iPhone Air 2previsto para a primavera de 2027.

Os rumores sugerem que o iPhone Air 2 deverá introduzir uma segunda câmara traseira e oferecer melhorias na autonomia da bateria.