30 de jan. de 2026

Apple consegue o impossível! Preço do iPhone 18 não deve aumentar

 O aumento dos preços da memória DRAM e da memória flash NAND tornou a Apple numa das empresas mais faladas no mundo da tecnologia. Em particular, a questão de saber se a série iPhone 18, com lançamento previsto para o final deste ano, também terá um aumento de preço é atualmente um dos grandes questões.

iPhone Apple RAM preço

Apple consegue o impossível!

Embora a gigante tecnológica esteja alegadamente a garantir contratos de fornecimento a longo prazo apenas para o primeiro semestre de 2026, rumores anteriores sugeriam que os modelos do iPhone 18 com maior capacidade de armazenamento teriam aumentos de preço. No entanto, um analista especializado acredita que a Apple pode transformar esta situação numa vantagem. 

Segundo o mesmo, a empresa deverá beneficiar integralmente desta turbulência no mercado, absorvendo os custos dos chips. A rentabilidade consistente da divisão de Serviços da empresa pode proporcionar proteção financeira suficiente para compensar este aumento de custos.

O analista Ming-Chi Kuo, da TF International Securities, partilhou detalhes importantes sobre a estratégia de preços de memória da Apple. Já se sabia que a empresa tinha destacado executivos para negociar contratos de longo prazo com a Samsung e a SK Hynix. Segundo Kuo, a Apple já não consegue fechar acordos de fornecimento de DRAM a cada seis meses. 

Preço do iPhone 18 não deve aumentar

Em vez disso, os preços são negociados trimestralmente . O analista observa ainda que os aumentos de preço da memória NAND são ligeiramente menores em comparação com os da DRAM. O melhor cenário para a Apple seria evitar qualquer aumento de preços . Os analistas defendem que esta é uma oportunidade ideal para capitalizar a atual crise de memória. 

Se a Apple mantiver o compromisso de manter os preços estáveis ​​no lançamento do iPhone 18, poderá aumentar significativamente a sua quota de mercado. A divisão de Serviços da empresa de Cupertino, que gera receitas estáveis ​​a cada trimestre, tem o poder de compensar esta absorção de preços.

Manter os preços estáveis ​​pode ser uma excelente estratégia de marketing, uma vez que nenhuma outra empresa terá de suportar estes custos. Atualmente, estima-se que a Apple pague 70 dólares por 12 GB de memória RAM LPDDR5X . Isto representa um aumento de 230% em comparação com o valor que será pago à cadeia de abastecimento no início de 2025. Sugere-se que a mesma estratégia possa ser aplicada à linha Mac e, ao adotá-la, a Apple poderá conquistar quota de mercado aos seus concorrentes no mercado dos portáteis.

Fonte: Pplware.

Novo sistema transforma smartphones em detetores de radiação

 Pode não ter essa percepção, mas o telefone que carrega consigo, é das peças tecnológicas mais avançadas do planeta. De tal forma que investigadores desenvolveram uma forma de aproveitar as câmaras dos smartphones para fornecer leituras de radiação precisas.

Um conjunto tecnológico incrível... sim, estamos a falar do teu telemóvel

Quando uma pessoa é exposta à radiação, cada segundo conta no que diz respeito a receber tratamento. A administração de citocinas pode estimular a produção de glóbulos brancos que é danificada pela exposição; o tratamento com iodeto de potássio ou azul da Prússia pode ajudar a eliminar partículas radioativas do organismo, e uma lavagem adequada pode prevenir queimaduras na pele que podem demorar dias a manifestar-se.

De facto, aqueles que recebem uma dose de radiação de corpo inteiro equivalente a 4 grays têm 50% de probabilidade de morrer no prazo de 60 dias se não forem tratados.

Configuração do sistema de digitalização portátil: um smartphone posicionado acima de uma câmara iluminada por LED para captura consistente da imagem do filme. (Bantan et al., 2026, Radiation Measurements, CC BY-NC-ND 4.0)

Grays (Gy) são unidades que exprimem a quantidade de radiação que uma pessoa recebeu, sendo que um gray equivale a um joule de energia de radiação absorvida por quilograma de tecido.

Dito isto, muitos métodos atuais de medição da exposição à radiação dependem de análises laboratoriais complexas ou de equipamento dispendioso.

Países que têm centrais nucleares estão sempre mais expostos

Para ajudar a alargar a capacidade de testar a exposição após eventos catastróficos, como o que ocorreu na central nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, em 2011, os investigadores da HU combinaram um filme radiocrómico conhecido como EBT4 com um scanner portátil dobrável e um smartphone.

O filme muda de cor instantaneamente quando exposto à radiação. E, embora a alteração seja visível a olho nu, não é realmente possível determinar os níveis de exposição apenas observando-o. É aqui que entram o scanner e o telefone.

Depois de o filme mudar de cor, pode ser colocado no scanner e a imagem pode ser captada pela câmara do smartphone. Utilizando aplicações móveis de processamento de imagem, o nível de exposição pode ser calculado, até um máximo de 10 Gy. Isto permite uma deteção de radiação no terreno acessível e precisa, poupando tempo significativo ao evitar a necessidade de levar as pessoas afetadas para ambientes clínicos para avaliação.

Para proteger as pessoas em caso de um acidente radiológico ou nuclear grave, avaliações voluntárias da dose no local e decisões rápidas sobre ações médicas devem ser realizadas imediatamente.

A simplicidade, a universalidade e a relação custo-benefício são fatores críticos para estas medidas de emergência.

Afirma o autor correspondente do estudo, Hiroshi Yasuda, professor no Instituto de Investigação em Biologia e Medicina da Radiação da Universidade de Hiroshima.

Samsung e Apple... OK

O sistema foi testado com sucesso utilizando smartphones da Samsung e da Apple. Agora, Yasuda e a sua equipa estão focados na normalização de protocolos e em garantir que o sistema funciona de forma fiável numa grande variedade de condições ambientais.

O artigo que descreve o sistema foi publicado na revista Radiation Measurements e é de acesso aberto, para que outros possam beneficiar dos resultados.

Embora o sistema funcione ainda melhor com scanners de secretária, Yasuda afirma que pretendiam algo mais portátil.

O nosso objetivo foi conceber um sistema que funcione mesmo nos piores cenários de acidentes, como após um desastre natural em que as infraestruturas possam estar danificadas.

Conclui.

Fonte: Pplware.

Apple bate recordes com as vendas do iPhone a impulsionar trimestre histórico

 Já se sabia que as vendas do iPhone estavam a superar todas as expetativas dos analiastas e até da própria Apple. Este é um dos seus principais produtos e isso tem ficado patente ao longo dos anos. Mais uma prova surge agora, com a Apple a bater recordes com as vendas do iPhone a impulsionar um trimestre histórico.

Apple iPhone trimestre receitas vendas

A Apple encerrou o seu primeiro trimestre fiscal de 2026 com resultados que superaram as projeções mais otimistas de Wall Street. Assim, consolidou um dos períodos mais lucrativos da sua história.

Num desempenho acima do esperado, alcançou uma receita global recorde de 143,8 mil milhões de dólares. Isso representa um crescimento de 16% face ao período homólogo, demonstrando uma vitalidade invulgar no setor tecnológico.

iPhone lidera supera expectativas de receita

O grande protagonista deste balanço financeiro foi, sem surpresa, o iPhone. O dispositivo gerou sozinho 85,3 mil milhões de dólares, marcando o melhor trimestre da sua história em quase duas décadas de existência.

Este volume de vendas foi fundamental para que a Apple atingisse um lucro líquido impressionante de 43,5 mil milhões de dólares. Isto apoiado por uma margem bruta que se fixou nos 46,7%.

O sucesso nas vendas não se limitou ao mercado americano. A Apple registou uma recuperação notável na China, onde a faturação cresceu 38%, e obteve recordes de vendas em praticamente todos os segmentos geográficos onde opera.

Apple iPhone trimestre receitas vendas

Serviços e ecossistema reforçam trimestre recorde da Apple

Para além do hardware, a divisão de Serviços, que engloba a App Store, Apple Music e iCloud. Esta consolidou-se como a segunda maior fonte de rendimento da companhia. Com uma faturação de 30 mil milhões de dólares, este setor importante para a marca cresceu 14% e ajudou a diversificar as fontes de receita da empresa.

Atualmente, a base instalada de dispositivos ativos da Apple já ultrapassa os 2,5 mil milhões de unidades. É um marco que reforça a capacidade da marca em converter utilizadores de hardware em clientes recorrentes dos serviços digitais.

Apesar de uma ligeira quebra nas vendas dos Mac, o desempenho positivo dos iPads e dos wearables garantiu o equilíbrio necessário para este balanço financeiro histórico.

Com estes números, a tecnológica entra em 2026 com uma posição financeira extremamente confortável, acumulando um fluxo de caixa operacional de 54 mil milhões de dólares.

O mercado olha agora para os próximos meses, onde se espera que a integração de novas funcionalidades de IA e a estabilidade da linha iPhone continuem a ditar o ritmo de crescimento e a garantir resultados recorde no próximo trimestre.

Fonte: Pplware.

Apple compra startup Q.ai, numa das suas maiores aquisições de sempre

 A Apple adquiriu a startup de Inteligência Artificial (IA) Q.ai. O negócio estará avaliado em cerca de dois mil milhões de dólares, fazendo desta uma das maiores aquisições de sempre da empresa de Cupertino.

Apple adquire a empresa de IA Q.ai

Conforme avançado pelo Financial Times, a Apple adquiriu uma startup de IA sediada em Israel, de nome Q.ai. O negócio, avaliado em cerca de dois mil milhões de dólares, segundo a mesma fonte, deverá ser uma das maiores aquisições de sempre da empresa.

De facto, o seu maior negócio até à data foi a aquisição da Beats, em 2014, por três mil milhões de dólares,, numa compra que ajudou a gigante tecnológica a alcançar o Spotify na sua expansão no streaming de música com o Apple Music.

A Q.ai é uma empresa notável que está a abrir novos caminhos criativos na utilização de imagem e aprendizagem automática. Estamos entusiasmados por adquirir a empresa, com o Aviad à frente, e ainda mais entusiasmados com o que está para vir.

Afirmou Johny Srouji, vice-presidente sénior de tecnologias de hardware da Apple, num comunicado à Reuters, que informou que a equipa fundadora da Q.ai irá juntar-se à Apple, incluindo o diretor-executivo, Aviad Maizels.

Curiosamente, esta é a segunda empresa que Aviad Maizels vende à Apple, depois do negócio da PrimeSense, em 2013, por 345 milhões de dólares.

A PrimeSense, adquirida pela Apple, desenvolveu tecnologia que permitia aos sensores detetar a distância entre objetos, uma capacidade integrada no Face ID da Apple a partir de 2017.

Na altura, a PrimeSense desenvolveu tecnologia que permitia aos sensores detetar a distância entre objetos, uma capacidade integrada no Face ID da Apple a partir de 2017.

Até agora, a Q.ai operava de forma discreta e não tinha apresentado publicamente qualquer produto. No entanto, o seu site sugere que estava a trabalhar em algo relacionado com áudio.

O que estará a Apple a preparar?

Embora tenha anunciado um acordo com a Google para que os modelos Gemini alimentem algumas funcionalidades da Apple Intelligence, este mês, a Apple opta mais frequentemente por comprar empresas pequenas que tenham tecnologias específicas para integrar nos seus produtos.

A Apple tem melhorado os AirPods Pro ao longo do tempo e, mais recentemente, potencializou os seus auriculares com IA. Alimentada pela Apple Intelligence, a Tradução em direto permite ouvir nos seus AirPods Pro 3 a tradução do que uma pessoa lhe diz numa língua estrangeira. Para responder, basta falar naturalmente.

De facto, segundo o diretor-executivo da Apple, Tim Cook, em julho, "estamos muito abertos a fusões e aquisições que acelerem o nosso plano estratégico".

Além disso, alguns investidores têm apelado à empresa para fazer uma grande aquisição na área da IA, enquanto outras gigantes tecnológicas investem fortemente em modelos de ponta e na infraestrutura necessária para suportá-los.

Com base em pedidos de patentes, a Q.ai desenvolveu tecnologia de aprendizagem automática para áudio e input de voz "silenciosa", incluindo sistemas concebidos para compreender e melhorar a comunicação em ambientes ruidosos.

A empresa investigou, também, tecnologia que interpreta micro movimentos faciais e expressões para comunicar sem produzir som audível.

Fonte: Pplware.