12 de jan. de 2026

YouTuber divulga o iPhone dobrável, mesmo estando a ser processado pela Apple

 Apesar de estar a ser processado pela Apple por fugas de informação anteriores, o YouTuber Jon Prosser decidiu divulgar novos detalhes sobre um dos produtos mais aguardados da marca. Desta vez, o alvo é o alegado iPhone dobrável, um equipamento que tem alimentado rumores há anos e que poderá finalmente ver a luz do dia em 2026.

O conhecido YouTuber, que enfrenta um processo judicial movido pela Apple devido a divulgações anteriores, revelou novos detalhes sobre aquele que poderá ser um dos produtos mais aguardados da marca.

Tudo aponta para que a Apple esteja a preparar o lançamento do seu primeiro smartphone dobrável em 2026, reforçando rumores que circulam há vários anos.

Fontes reforçam a possibilidade do lançamento em 2026

As informações mais recentes vão ao encontro do que já tinha sido avançado por fontes credíveis do setor. Mark Gurman, jornalista da Bloomberg com histórico de acertos sobre a Apple, indicou que a empresa planeia lançar um iPhone dobrável no próximo ano.

Além dele, o analista Ming Chi Kuo confirmou, também, o equipamento, referindo que a Apple já enfrenta desafios na produção em escala suficiente para responder à procura prevista.

Imagens em 3D revelam possíveis detalhes do iPhone dobrável

Num vídeo publicado no canal FrontPageTech poucos dias antes do Natal, Jon Prosser apresentou imagens em 3D e alegadas especificações finais do dispositivo.

Um dos principais focos do vídeo foi um problema técnico que, segundo o próprio, terá atrasado o lançamento durante anos: a marca visível no centro do ecrã dobrável.

De acordo com Prosser, a Apple conseguiu ultrapassar este obstáculo recorrendo a uma placa metálica capaz de dispersar a pressão exercida na dobra, em conjunto com a utilização de metal líquido no mecanismo da dobradiça.

Um iPhone que se transforma num mini iPad

Os dados avançados indicam que o iPhone dobrável contará com um ecrã exterior de 5,5 polegadas e um ecrã interior dobrável de 7,8 polegadas, aproximando a experiência de utilização à de um iPad em formato compacto.

Em termos de espessura, o equipamento terá cerca de nove milímetros quando fechado e aproximadamente 4,5 milímetros quando aberto, tornando-se mais fino do que o atual iPhone Air. O conjunto fotográfico deverá incluir quatro câmaras.

Dobrável poderá coincidir com o iPhone 18

Segundo Jon Prosser, este novo modelo dobrável deverá ser apresentado em conjunto com os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, integrando-se na linha principal de lançamentos da Apple.

Caso se confirmem estas informações, a empresa entrará finalmente no segmento dos smartphones dobráveis, esperando-se uma proposta alinhada com a sua estratégia de design e engenharia.

Fonte: Pplware.

Novo ataque de malware tenta infetar o macOS ao tentar enganar o Gatekeeper

 Apesar do macOS ser muito seguro, as campanhas de ataques com malware nunca param. Desta vez, um grupo de investigadores de cibersegurança identificaram uma nova variante do malware MacSync Stealer que está a explorar os mecanismos de confiança do macOS para contornar as proteções nativas da Apple, como o Gatekeeper e o XProtect.

Ilustração de ataque ao macOS com o mal MacSync Stealer

Os atacantes recorrem a uma aplicação em Swift devidamente assinada e autenticada que, por si só, não contém código malicioso.

Contudo, este software descarrega um script encriptado a partir de um servidor remoto, que é posteriormente executado para instalar o malware no sistema.

Entrega através de instaladores aparentemente legítimos

Ao contrário de versões anteriores que exigiam que os utilizadores introduzissem comandos no Terminal ou executassem truques de engenharia social, o novo MacSync é distribuído num instalador que parece autêntico: uma aplicação em Swift assinada e notarizada digitalmente e disfarçada como um instalador de um suposto mensageiro (zk-Call & Messenger).

Esta técnica permite que o malware passe sem bloqueio inicial pelas proteções do macOS, porque o sistema confia em aplicações com assinatura válida.

O ficheiro de instalação, com cerca de 25,5 MB, inclui ainda documentos falsos para parecer mais credível.

O que é o MacSync?

MacSync é um malware do tipo stealer direcionado ao macOS, concebido para roubar dados sensíveis dos utilizadores. Distingue-se por recorrer a uma aplicação em Swift legitimamente assinada e autenticada pela Apple, o que lhe permite contornar, numa fase inicial, mecanismos de segurança como o Gatekeeper.

A aplicação utilizada como instalador não contém código malicioso direto. Em vez disso, funciona como intermediário, descarregando um script encriptado a partir de um servidor remoto. Esse script é depois executado no sistema, instalando o verdadeiro componente malicioso.

Uma vez ativo, o MacSync pode recolher credenciais, dados do sistema, informação de navegadores e carteiras de criptomoedas, enviando tudo para os servidores controlados pelos atacantes. Esta abordagem torna a ameaça mais difícil de detetar e reforça a importância de descarregar software apenas de fontes oficiais e de manter o macOS atualizado.

Como funciona o ataque

Depois de instalado, o dropper verifica a ligação à Internet e descarrega um script codificado que é executado em segundo plano. Este script instala a componente maliciosa que começa a infiltrar-se no sistema e a capturar dados sensíveis, como credenciais, informações de carteira de criptomoedas ou outros ficheiros pessoais.

Os autores do MacSync abusaram de um certificado de programador Apple (Team ID) para assinar a aplicação, permitindo que o instalador fosse executado facilmente. Após a descoberta, a Apple revogou o certificado associado.

Riscos e recomendações

Esta evolução do MacSync mostra que os mecanismos de confiança digital podem ser usados pelos cibercriminosos para disfarçar malware como software legítimo, complicando a deteção por ferramentas tradicionais.

Para evitar infeções, especialistas recomendam verificar sempre os instaladores, descarregar software apenas de fontes oficiais e manter as defesas do sistema atualizadas.

A investigação destaca a necessidade de ferramentas de segurança adicionais e vigilância constante, especialmente em ambientes corporativos com Macs.

Fonte: Pplware.

Tesla estará a preparar o suporte para integrar a chave do carro na app Carteira do seu iPhone

 Nota-se uma maior aproximação da Tesla à Apple e, por sua vez, os serviços do iOS a unificar a experiência tecnológica entre os carros elétricos e o iPhone... ou mesmo o Apple Watch. Desta vez a empresa de Elon Musk poderá permitir ao iOS adicionar a chave do carro diretamente na app Carteira.

Imagem dos serviços Apple aos carros elétricos da Tesla

A Tesla pode permitir adicionar a chave do carro diretamente na app Carteira no iPhone. A descoberta de referências no código da versão mais recente da app Tesla sugere que a marca está a trabalhar num suporte mais profundo para chaves digitais, potencialmente alinhado com o sistema nativo da app Apple Carteira.

Contexto atual das chaves Tesla

Atualmente, proprietários de veículos Tesla podem usar o iPhone ou Apple Watch como “Phone Key” através da app Tesla, baseada em Bluetooth para desbloquear e ligar o carro.

A análise da app Tesla (versão 4.52.0) revelou referências a algo chamado “Harmony Wallet Key Card”, que aponta para um sistema de chave digital integrado a nível do sistema operativo em dispositivos compatíveis.

Esta implementação inicial parece estar a ser focada no mercado chinês, recorrendo ao ecossistema Huawei/HarmonyOS, mas dá pistas de que a Tesla poderá expandir este suporte para a app Carteira e Carteira do Google no futuro.

Vantagens da Carteira nativa

Se a Tesla passar a suportar chaves do carro através da Apple Wallet, os proprietários de iPhone poderão utilizar funcionalidades como:

  • Bloquear, destrancar e ligar o carro diretamente da Carteira.
  • Utilizar tecnologias como NFC e UWB de forma nativa, sem necessidade de manter a app Tesla aberta em segundo plano.
  • Partilhar chaves digitalmente via Mensagens, Mail ou AirDrop.
  • Continuar a usar a chave do carro até cinco horas após o iPhone esgotar a bateria, graças ao modo de Modo expresso com cartões da Carteira.

Situação no mercado e concorrência

Este movimento surge num contexto em que outras marcas já começaram a adotar o suporte para chaves digitais nativas na Apple Carteira e Carteira do Google. Por exemplo, a Rivian já lançou suporte para chaves Apple Wallet em alguns modelos.

Contudo, refira-se, ainda não existe confirmação oficial da Tesla sobre quando ou se este suporte chegará a todos os mercados, incluindo Portugal ou Europa.

No entanto, a presença destas referências no código aponta para um possível passo importante na integração entre Tesla e o ecossistema Apple, melhorando a experiência de utilização para proprietários de veículos da marca.

Fonte: Pplware.