15 de jul. de 2021

Apple é a primeira empresa pública dos EUA a valer $2,5 biliões

 Depois de dois dias conturbados, a Apple bateu o recorde enquanto primeira empresa pública (empresa cotada em bolsa) dos Estados Unidos da América a conseguir atingir a marca dos 2,5 biliões de dólares de Capitalização de Mercado.

A empresa de Cupertino conseguiu, finalmente, um novo recorde relacionado com o valor das suas ações.

Apple

Conforme adianta a AppleInsider, as ações da gigante de Cupertino subiram mais de 2% durante as horas de trading, ontem, dia 14 de julho. Isto promoveu uma valorização de mercado inédita, superior a 2,5 biliões de dólares. Recorde-se que em agosto de 2020 a Apple atingiu a marca dos 2 biliões.

As ações da empresa têm vindo a subir e, desde o início do ano de 2021, subiram 14,33%. Neste momento, a gigante de Cupertino é a única empresa cotada em bolsa dos EUA capaz de ultrapassar a marca de avaliação de 2,5 biliões de dólares de Capitalização de Mercado.

Apple

Timo Lenzen/The New York Times

Apple cresce a cada dia

Segundo o Tech Times, vários eram os analistas que previam que a Apple iria ser capaz de atingir a marca dos 3 biliões de dólares de Capitalização de Mercado. Antes dos vários lançamentos que a empresa protagonizou ao longo do último ano, o analista Gene Munster observou, em agosto de 2020, que, com o 5G e outras funcionalidades relacionadas com a saúde, a empresa tinha um “caminho bastante claro” em direção a esse valor estimado.

Embora os setores da Apple tenham conhecido um abrandamento, após o anúncio oficial da sua gama com o SoC M1, a empresa registou um aumento das vendas do Mac. Mais do que isso, apesar da pandemia, o mundo conheceu o iPhone 12 e é, então, o telefone 5G mais vendido do mundo.

Desde o marco dos 2 biliões de dólares em Capitalização de Mercado, a Apple tem introduzido produtos como o Apple Fitness+ no pacote Apple One, novos AirTags, um iMac de 24 polegadas redesenhado e a TV 4k da marca.

Ora, parada a Apple não tem estado e os esforço parece ver-se recompensado.

Fonte: Pplware.

Zero-day exploit permitiu que hackers russos extraíssem informações de dispositivos iOS

 Isto é uma espécie de jogo entre o gato e o rato. Se por um lado a Apple trabalha constantemente para melhorar a segurança dos seus dispositivos, os hackers estão sempre à procura de novas formas de violar os sistemas de segurança encontrados no iPhone, iPad, Mac e outros dispositivos. No início deste ano, um zero-day exploit encontrado no motor do Safari, o WebKit, permitiu que os hackers extraíssem informações de login de dispositivos iOS.

A falha foi explorada quando funcionários do governo clicaram em links nas mensagens do LinkedIn.

Ilustração Hacker do iOS zero-day exploit

Zero-day exploit: Apple, Google e Microsoft na mira dos hackers

Como foi relatado pela primeira vez pelo Grupo de Análise de Ameaças do Google, um zero-day exploit, encontrada em algumas versões do iOS 14, permitiu aos hackers do SolarWinds redirecionar os utilizadores para domínios que executavam código malicioso em iPhones e iPads. Os mesmos hackers também visavam utilizadores do Windows, de acordo com a pesquisa.

Após alguma investigação, foi revelado que o mesmo grupo de hackers estava por detrás de outro zero-day exploit encontrado em dispositivos iOS. Este exploit, identificado como “CVE-2021-1879“, permitiu aos hackers recolher informações de login de vários sites, incluindo Google, Microsoft, LinkedIn, Facebook, e Yahoo.

Numa publicação da Google nesta quarta-feira, os investigadores Maddie Stone e Clement Lecigne disseram que um “provável elemento apoiado pelo governo russo” explorou a vulnerabilidade então desconhecida, enviando mensagens para funcionários do governo pelo LinkedIn.

Para quem não está familiarizado com o termo, um zero-day exploit é basicamente uma vulnerabilidade recentemente descoberta que os criadores do sistema afetado ainda desconhecem a correção.

Neste caso em particular, a Apple corrigiu subsequentemente esta falha de segurança com o iOS 14.4.2, mas, na verdade, os hackers continuaram a ter a capacidade de executar código malicioso em versões recentemente lançadas do iOS.

Imagem iOS zero-day exploit

 

Quem está por trás deste ataque?

Segundo os investigadores, os ataques visam a vulnerabilidade CVE-2021-1879, e uma vez que o exploit é detetado, este redireciona os utilizadores para domínios que instalam componentes maliciosos nos iPhones totalmente atualizados. Os ataques coincidiram com uma campanha dos mesmos hackers que injetaram malware aos utilizadores de Windows.

Este ataque é muito parecido com um que foi detetada em maio pela Microsoft. Nesse caso, a Microsoft disse que o Nobelium – o nome que a empresa usa para identificar os hackers por detrás do ataque à cadeia de fornecimento SolarWinds – conseguiu primeiro comprometer uma conta pertencente à USAID, uma agência governamental dos EUA que administra ajuda externa civil e assistência ao desenvolvimento.

Com o controlo da conta da agência para a empresa de marketing online Constant Contact, os hackers poderiam enviar e-mails que pareciam usar endereços conhecidos pertencerem à agência dos EUA.

O governo atribuiu o ataque à cadeia de fornecimento, ocorrido ano passado, a hackers que trabalham para o Serviço de Informações Externas da Rússia (abreviado como SVR). Durante mais de uma década, o SVR tem levado a cabo campanhas de malware contra governos, grupos de reflexão política, e outras organizações em países como a Alemanha, Usbequistão, Coreia do Sul e os EUA.

Os alvos incluíam o Departamento de Estado dos EUA e a Casa Branca. Outros nomes utilizados para identificar o grupo são APT29, os Dukes e Cozy Bear.

Ilustração hackers da Rússia

 

A vulnerabilidade zero-day continua ativa

Os ataques ao iOS fazem parte de um exploit zero-day. No primeiro semestre deste ano, o grupo de investigação sobre vulnerabilidade do Projecto Zero do Google registou 33 exploits zero-dayutilizadas. Isto é, houve mais 11 ataques que no mesmo número total de dias em 2020.

O crescimento tem várias causas, incluindo uma melhor deteção pelos sistemas de defesa e melhores softwares de defesa que requerem múltiplas artimanhas para o comprometeram.

A vulnerabilidade do iOS foi um dos quatro “in-the-wild zero-days” detalhados no Google na quarta-feira. Os outros três foram:

Apesar de ser sempre importante os equipamentos terem a versão mais recente do sistema operativo, para este tipo de vulnerabilidades, isso nem sempre é o suficiente.

Apesar disso, este tipo de ataque é muito dirigido, tem como alvo pessoas ou instituições que interessam particularmente a quem está por trás do ataque.

Fonte: Pplware.

14 de jul. de 2021

Apple não quer produzir baterias de seu carro na China, diz site


 Fontes indicaram que companhias taiwanesas, em vez de chinesas, podem produzir baterias para o Apple Car, segundo o DIGITIMES Asia. O movimento, de acordo com o site, se daria pelo fato de que a empresa da Maçã espera que a montagem dos componentes ocorra nos Estados Unidos, mas a CATL e a BYD, ambas do território comandado por Xi Jinping e grandes candidatas ao posto, não possuem instalações no país norte-americano.

Com isso, complementa o portal, entram na jogada a Foxconn e a Advanced Lithium Electrochemistry (Aleees), já que as duas têm planos de estabelecerem fábricas na região. Aliás, a opção impulsionaria, ainda, o projeto de divisão de cadeias de suprimentos da big tech, sendo que uma das citadas responderia por baterias LFP e outra por baterias NMC.

Se, por um lado, peças chinesas são conhecidas por baixo custo e alto desempenho, por outro a Apple estaria atenta à guerra comercial entre as duas potências mundiais e priorizaria o mercado doméstico, teriam salientado os informantes. Nem Foxconn ou Aleees atenderam a pedidos de comentários.

Nada de concreto

Toda e qualquer informação a respeito do Apple Car deve ser tratada como rumor, uma vez que a gigante não realizou anúncio oficial sobre o veículo.

De todo modo, há diversos relatos de tentativas de parcerias potenciais com nomes expressivos de vários setores industriais, além de sugestões de que o modelo ultrapassará a linha de veículo premium e de que seu preço será consideravelmente mais alto em relação ao de carros elétricos convencionais.

Por fim, a expectativa geral aponta para um lançamento até 2024, o que pode ser adiado, logo é possível que tenhamos mais uma série de informações supostamente vazadas até lá.

Fonte: Tecmundo.



Apple lança iOS 15 beta 3 e iPadOS 15 beta 3 para programadores

 No caminho até à versão final, a Apple acaba de lançar para programadores o iOS 15 beta 3 e iPadOS 15 beta 3. Estas versões sairão em setembro com o lançamento do novo iPhone 2021. Agora, a empresa disponibiliza mais uma versão para corrigir alguns bugs e eventualmente introduzir mais algumas das promessas feitas aquando da apresentação.

Depois de há duas semanas o iOS 15 beta 2 ter trazido um punhado de mudanças para o iPhone e iPad, incluindo um novo ícone do Maps, SharePlay, entre outras coisas, hoje já cá está outra versão.

Imagem iOS 15 beta 3 no iPhone 12 Pro Max

Apple lança iOS 15 beta 3 para programadores

O iOS 15 beta 3 e iPadOS 15 beta 3 estão disponíveis para programadores através de uma atualização over-the-air na aplicação Definições. Como de costume, se a atualização não aparecer imediatamente para download, é uma questão de ir insistindo.

Conforme pode ser visto no site dos programadores, o número da compilação para a versão beta 3 do iOS 15 de hoje é 19A5297e.

Para quem quiser seguir o desenvolvimento da versão atual, o iOS 14.7 beta, a Apple lançou a versão pública há alguns dias.

Para quem quer e pode já instalar o iOS 15 beta 3, as recomendações são sempre para ter atenção que esta ainda é uma versão de teste. Apesar disso, está bastante estável. Vamos ver então as novidades.

A empresa de Cupertino também lançou agora o macOS Monterey beta 3 para programadores.

Fonte: Pplware.

Fornecedora da Apple anunciou tecnologia para medição não invasiva de açúcar no sangue

 A tecnologia para medição do açúcar no sangue com métodos não invasivos é um Santo Graal dos dispositivos “vestíveis”. Nesse sentido, a Rockley Photonics, fornecedora da Apple, revelou estar já a testar tecnologia de monitorização de saúde que provavelmente virá no Apple Watch.

Fala-se há alguns anos que a Apple estará a trabalhar para trazer este recurso importante para a área de saúde do Apple Watch. Poderá ser este o passo para a empresa avançar numa próxima versão do smartwatch.

Imagem dispositivo de monitorização de açúcar no sangue da Rockley Photonics que poderá fazer parte do Apple Watch

Tecnologia para ajudar a controlar a diabetes

empresa revelou agora um sistema de sensor de saúde digital “clínica no pulso” completo, permitindo que dispositivos vestíveis monitorizem vários biomarcadores, incluindo temperatura corporal central, pressão sanguínea, hidratação corporal, álcool, lactato e tendências de glicose, entre outros.

A tecnologia usa uma solução de chip miniaturizado com sensores óticos que fornecem monitorização contínua e não invasiva de vários biomarcadores, numa tentativa de superar muitos dos desafios associados à vigilância proativa de saúde dos dispositivos vestíveis. Esta tecnologia evita os sensores invasivos que precisam do método que perfura a pele.

Imagem sensores do Apple Watch

Muitos dispositivos usam LEDs verdes para monitorizar a frequência cardíaca, mas o sensor de Rockley usa espectrofotómetros infravermelhos que podem detetar e vigiar uma gama muito mais ampla de biomarcadores para aumentar drasticamente a funcionalidade dos dispositivos vestíveis.

O sensor gera lasers para analisar o sangue, fluidos intersticiais e camadas da derme, de forma não invasiva sob a pele, na procura de constituintes específicos e fenómenos físicos.

Apple poderá começar a trabalhar no próximo Apple Watch com esta tecnologia

A Rockley está a lançar inicialmente a sua solução de deteção full-stack como uma pulseira que contém o módulo do sensor e se comunica com uma aplicação e será usada numa série de estudos em humanos nos próximos meses, mas a empresa sugeriu que o seu módulo de sensor e design, incluindo hardware e firmware da aplicação, estarão disponíveis para outros produtos de consumo.

No início deste ano, foi revelado que a Apple é o maior cliente da Rockley Photonics. Os documentos da empresa informam que a empresa de Cupertino foi responsável pela maior parte da sua receita nos últimos dois anos e que ela tem um “contrato de fornecimento e desenvolvimento” em andamento com a empresa, segundo o qual espera continuar a depender fortemente da Apple para a maior parte da sua receita.

Dado o crescimento da Rockley Photonics e a escala da parceria da Apple com a empresa, parece altamente provável que a tecnologia de sensores de saúde da empresa chegue ao Apple Watch mais cedo ou mais tarde, fornecendo a tecnologia que corresponda às expectativas.

A Rockley havia referido anteriormente que os seus sensores poderiam estar em smartwatches de consumo e outros dispositivos eletrónicos já no próximo ano, o que poderia alinhar-se com o lançamento dos modelos Apple Watch Series 8.

Esta é uma importante notícia para todos os que lutam contra a diabetes e para todos aqueles que poderão beneficiar desta monitorização permanente. A medição não invasiva de açúcar no sangue será um salto importante no mercado dos smartwatches.

Fonte: Pplware.