20 de jul. de 2022

iOS 16 introduz novas capacidades para acessórios com integração do chip U1

 A Apple quer expandir a sua rede Encontrar mesmo na vertente de proximidade, quando o utilizador tira partido do chip U1 para comunicação através de banda ultralarga (UWB). Assim, conforme foi referido no evento WWDC no mês passado, o iOS 16 permitirá que os acessórios de terceiros com integração de chip U1 interajam com aplicações do iPhone, mesmo quando a aplicação estiver a ser executada em segundo plano.

Esta funcionalidade irá criar experiências inovadoras de utilização do tipo "mãos livres".

Imagem Rede Encontrar com chip U1 UWB no iOS 16

iOS 16 trará mais acessórios para facilitar a vida ao utilizador

Num comunicado de imprensa, o fabricante de chips Qorvo disse que esta nova funcionalidade permitirá que acessórios com U1 funcionem em conjunto com aplicações iOS 16 para desencadear ações em tempo real com base na sua localização precisa, tais como acender luzes ou ligar a música quando o utilizador entra numa sala, mesmo que não esteja a utilizar ativamente as aplicações na altura.

A empresa anunciou também que os seus chips Ultra Wideband estão agora certificados pelo Programa MFi da Apple, o que deverá abrir caminho para acessórios de marcas de terceiros com certificação MFi U1. Os fabricantes de acessórios podem usar os chips do Qorvo para criar acessórios compatíveis com os modelos iPhone e Apple Watch equipados com U1.

Os próprios acessórios da Apple oferecem experiências precisas e com consciência de direção. Por exemplo, os utilizadores podem segurar um iPhone equipado com U1 perto de um HomePod mini para "tomar conta" da reprodução de música, com efeitos visuais, sonoros, e tácteis.

Os iPhones equipados com U1 podem tirar partido da funcionalidade para ativar a procura de precisão que facilita a localização de um AirTag, conforme imagem à direita em cima.

Incorporado nos modelos iPhone 11 e mais recentes, os modelos Apple Watch Series 6 e mais recentes, o HomePod mini, e o AirTag, o chip U1 da Apple utiliza a tecnologia Ultra Wideband para uma consciência espacial ultra-precisa a curtas distâncias.

Mais detalhes estão disponíveis na página Nearby Interactions with U1 no site de desenvolvimento da Apple.

Fonte: Pplware.




iPhone fica 7 horas no fundo do mar e volta a funcionar


 A resistência à água disponível em muitos celulares costuma ser imprevisível, podendo funcionar em alguns casos e em outros não. Para o dono de um iPhone que caiu no mar durante uma sessão de paddleboarding (prancha de remada) no Reino Unido, esta proteção se mostrou eficiente.

Em postagem que viralizou no Reddit na segunda-feira (18), o usuário “VAN_DOOM” contou que perdeu o smartphone após cinco minutos de paddleboarding no Canal da Mancha, na costa britânica. Cerca de sete horas após o incidente, o telefone voltou a funcionar, no fundo do mar, e teve o sinal captado pela ferramenta Buscar iPhone.

O internauta conta que foi possível resgatar o dispositivo após a localização fornecida pelo app da Apple (veja na imagem abaixo), mas não dá maiores detalhes a respeito de como ocorreu esta ação. Aparentemente, o telefone foi localizado nas proximidades da costa de Brighton, na Inglaterra.

No post, é informado ainda que o celular resgatado do fundo do mar não possui “nenhum dano”, mesmo tendo ficado submerso por várias horas. O internauta também não comentou qual modelo de iPhone era usado quando o aparelho afundou no Canal da Mancha.

Brasileiro não teve a mesma sorte

Ao contrário do iPhone recuperado no fundo do mar no Reino Unido, que voltou a funcionar, um brasileiro cujo smartphone entrou em contato com a água não teve a mesma sorte. Conforme noticiou a FolhaMax, o iPhone XR de um morador de Cuiabá (MT) parou de funcionar após o aparelho receber “respingos de água”.

Com a garantia ainda em vigor, o proprietário acionou a Apple, que se recusou a reparar o telefone, alegando que os defeitos na tela não eram passíveis de reparo. Diante da negativa, ele entrou com processo contra a fabricante e saiu vitorioso, tendo direito a receber uma indenização de R$ 9,6 mil por danos morais e materiais — a decisão ainda cabe recurso.

Fonte: Tecmundo.



19 de jul. de 2022

Apple Watch ajudou uma mulher a descobrir tumor oculto e mortal

 Este é mais um caso onde o Apple Watch poderá ter sido determinante na vida de um utilizador. Mais concretamente, foi através das notificações de Fibrilação auricular que uma mulher descobriu um tumor oculto, mortal e que já estava a ter implicações severas na sua saúde.

Segundo a informação da CBS News, a mulher, que vive em Maine, EUA, atribui ao smartwatch da Apple os créditos desta descoberta que lhe pode salvar a vida.

Imagem Apple Watch com app ECG que detetou fibrilação auricular

Notificações do coração do Apple Watch

Temos falado em muitos casos. São alertas que o Apple Watch dá ao utilizador de irregularidades cardíacas, de notificações de quedas, onde as pessoas ficam inconscientes, até a pedidos de ajuda pelo relógio quando os utilizadores estão em perigo e só este dispositivo lhes pode valer.

O caso que hoje é contado aconteceu nos Estados Unidos. Em maio, Kim Durkee recebeu avisos do seu Apple Watch duas noites seguidas a alertar de que o seu coração estava a sofrer fibrilação auricular. No início, a mulher desvalorizou, pensou que o relógio estava a dar erros de leitura, mas depois recebeu outro aviso.

Na terceira noite, os números foram um pouco altos demais. Então pensei para mim "vai às urgências se disserem que não há motivo de preocupação, atira o relógio fora".

Comentou Kim Durkee à CBS News.

A verdade é que ao visitar o médico, Kim descobriu que afinal o que o Apple Watch detetou foi de facto uma fibrilação auricular, mas que era causada por um tumor desconhecido e agressivo.

Os médicos do Hospital de Maine confirmaram logo que o seu coração batia de forma irregular por uma razão simples e assustadora. A mulher tinha um mixoma, um tumor raro, de crescimento rápido, que estava a sufocar o fornecimento de sangue do seu coração e que poderia eventualmente causar um AVC.

Devido aos avisos da Apple Watch, os médicos conseguiram levá-la ao Hospital Geral de Massachusetts onde removeram o tumor mortal durante uma cirurgia cardíaca, aberta, que demorou cinco horas.

Imagem da americana que foi salva pelo seu Apple Watch que ajudou a descobrir um tumor

 

Tumor silencioso que a poderia matar

Notavelmente, a mulher não teve outros sintomas para além da fibrilação auricular que o Apple Watch detetou e alertou. O tumor de quatro centímetros e de crescimento rápido deveria tê-la "quase certamente" matado se não tivesse sido encontrado.

Agora, Durkee está a recuperar em casa e diz que o Apple Watch "salvou-me verdadeiramente a vida".

O dispositivo da Apple está cada vez mais a tornar-se num guardião da saúde e bem-estar dos utilizadores. Razão pela qual a Apple já passou a fasquia dos 100 milhões de smartwatches ativose a vigiar os sinais vitais dos seus utilizadores. Este mercado, que tem muitas outras marcas, está a crescer em termos de confiança das pessoas.

Fonte: Pplware.

Jailbreak para iOS 15 poderá surgir em breve

 O primeiro Jailbreak para iPhones e iPads a correr iOS 15 parece que está já em desenvolvimento, com um "bom progresso" por parte da equipa de programadores.

As primeiras imagens já foram partilhada pela Odyssey Team que está a desenvolver o novo jailbreak.

Jailbreak para iOS 15 poderá surgir em breve

O grupo Odyssey Team tem vindo a desenvolver ao longo das várias versões do iOS soluções de jailbreak para iPhones e iPads. Agora partilhou as primeiras imagens de uma nova ferramenta de jailbreak chamada “Cheyote” que funciona com o iOS 15.

Jailbreak para iOS 15 está a chegar, com limitações

O processo de jailbreak é criado para remover as restrições de software em dispositivos iOS para que o utilizador possa acessar e modificar ficheiros do sistema, o que permite todo o tipo de modificações, como ajustes, temas e sideload de apps fora da App Store. Evidentemente, a Apple sempre se opôs ao processo de jailbreak nos seus dispositivos.

Um dos programadores por trás da Odyssey Team confirmou no Reddit a equipa “está afazer um bom progresso” com a ferramenta e que deve ser lançada para todos “num futuro próximo”.

Infelizmente, mas sem novidades, a ferramenta Cheyote tem algumas limitações, uma vez que só funcionará com versões do iOS 15.0 ao iOS 15.1.1, lançada em novembro de 2021.

Neste momento, segundo relatado, a equipa diz que está a trabalhar no sentido de expandir o suporte para versões até o iOS 15.4.1, algo que deverá demorar ainda algum tempo. 

Este desfazamento do desenvolvimento da solução de jailbeak face às versões atuais do iOS tende a acontecer porque a Apple faz alterações internas no iOS para tornar o processo de jailbreak ainda mais difícil com as versões mais recentes do sistema operativo.

Fonte:


eSIM: Apple pode acabar com o cartão SIM já no iPhone 14

 Atualmente já é possível não usarmos cartão SIM da operadora nos nossos iPhones mais recentes. Este componente de comunicação pode ser substituído por um eSIM. Esta tecnologia é um cartão SIM digital que permite ativar um plano móvel da sua operadora sem ter de utilizar um cartão nano-SIM físico. Com os clientes na Europa e na Ásia a adotar o eSIM, as operadoras dos EUA preparam-se para um futuro não tão distante.

Se esta tecnologia avançar a bom ritmo, alguns mercados poderão já não receber o iPhone 14 com porta SIM.

Imagem iPhone com eSIM e SIM

O meu iPhone pode ter um eSIM?

Nem todos podem. Segundo a própria Apple, os modelos que suportam eSIM são o iPhone 13 Pro Max, iPhone 13 Pro, iPhone 13 e iPhone 13 mini. Aliás, estes podem mesmo utilizar o Dual SIM com dois eSIM ativos ou um nano-SIM e um eSIM. Os modelos de iPhone 12, iPhone 11, iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR possuem Dual SIM com um nano-SIM e um eSIM.

A Apple deu também um salto interessante ao colocar no iPhone SE de terceira geração, a sua oferta mais em conta, a opção nano-SIM e eSIM.

 

Começa nos EUA mas poderá espalhar-se para a Europa e Ásia

Um novo relatório do Wall Street Journal mostra que a tecnologia eSIM tornou-se já popular na Europa e na Ásia, onde os consumidores tendem a alternar entre planos pré-pagos para obter o melhor pacote de dados disponível, e porque esta tecnologia está a ter mais adeptos em vários dispositivos, como nos smartwatches.

Mesmo nos EUA, onde poderá não haver o mesmo entusiasmo que na Europa, por exemplo (também por causa das dinâmicas das ofertas dos fornecedores de comunicações), os três principais fornecedores também se preparam para este futuro sem cartão SIM físico.

O WSJ nos lembrou que, nos Estados Unidos, com o iPhone 13 do ano passado, a Apple parou de incluir cartões SIM físicos na caixa, enquanto alguns fabricantes de Android pararam de oferecer suporte a SIMs físicos.

iPhone 14: Há maior pressão para se acabar com cartões SIM

No início do ano, a analista da GlobalData Emma Mohr-McClune disse:

Um iPhone apenas eSIM é sempre uma questão de 'quando', e não de 'se' - mas, até agora, tem havido insuficiente consideração quanto a 'como'". Embora a Apple seja diferente nestas abordagens "big bang", com o iPhone 14, livrando-se do SIM físico e apostando apenas na tecnologia eSIM, este smartphone poderia ser o único a começar a trazer apenas a opção eSIM.

A Apple começou a criar espaço para a tecnologia eSIM com o iPhone XS. Agora, com o iPhone 13, a empresa permite-lhe ter dois cartões eSIM a funcionar em simultâneo, o que significa que nem sequer tem de usar um cartão SIM físico para ter várias linhas.

Para o Wall Street Journal, o presidente do grupo de tecnologia e responsável de estratégia da Amdocs, uma empresa de software eSIM, Anthony Goonetilleke, disse que também há razões de segurança pelas quais um futuro só com eSIM é o caminho a seguir.

Enquanto a Apple prepara este ano um iPhone Pro renovado com um novo design, a recente pressão da União Europeia quer tornar obrigatório que o iPhone tenha USB-C, uma vez que a entidade europeia chegou a um acordo sobre a porta de carregamento comum.

Enquanto os analistas preveem que a Apple aposte num iPhone USB-C só para 2023, isso poderá também significar que a empresa desenvolva tecnologia competente para remover inclusive a porta de carregamento, tendo apenas carregamento MagSafe.

Fonte: Pplware.




18 de jul. de 2022

SSD dos novo MacBook Air com M2 de entrada de gama podem desapontar os utilizadores

 Apresentados na última WWDC, os novos MacBook Air estão já a tirar partido do novo SoC M2 da Apple. Este traz uma melhoria de desempenho considerável face ao SoC anterior e à sua concorrência, mas poderá ter um problema.

Agora que estão finalmente a chegar às mãos dos utilizadores e os primeiros testes e avaliações estão a surgir, há um elemento que poderá desapontar. Falamos do SSD que equipa o modelo base, que terá um desempenho inferior ao do modelo do ano anteriores e a outros dentro da mesma gama.

SSD MacBook Air desempenho desapontar Apple

Foi na passada sexta-feira que os novos MacBook Air com M2 começaram a chegar ao mercado. Os utilizadores podem agora ter acesso a esta nova máquina e ao que esta pode oferecer. Tal como aconteceu com o MacBook Pro com o M2, os ganhos são visíveis e percetíveis.

Algo que tem estado a ser entretanto reportado é que o SSD que equipa o modelo base, de 256GB, poderá ter um problema de desempenho, em especial na leitura. Os testes realizados revelaram isso mesmo e iso tem estado a gerar alguma polémica.

Do que é possível observar, as diferenças existem e são bem visíveis, indo mais longe que o modelo de 512GB de SSD. Comparado com o modelo similar do ano anterior, equipado com o SoC M1, os resultados são também visíveis e colocam este SSD num patamar muito inferior.

A Apple, entretanto, já veio a público justificar esta diferença e explicar a sua razão. A marca aposta agora num SSD que tem uma nova NAND de maior densidade, o que leva a que não possam ser usadas tecnologias de escrita e leituras paralelas, algo normal em situações de 2 ou mais NANDS.

Graças aos avanços de desempenho do M2, o novo MacBook Air e Pro de 13” são incrivelmente rápidos, mesmo comparados com o poderoso chip M1. Estes novos sistemas usam uma nova NAND de maior densidade que oferece armazenamento de 256 GB usando um único chip. Embora os benchmarks do SSD de 256 GB possam mostrar uma diferença em relação à geração anterior, o desempenho desses sistemas baseados em M2 é ainda mais rápido nas atividades do mundo real.

Michelle Del Rio Porta-voz da Apple

Provavelmente, e para a maioria dos utilizadores, esta diferença não será percetível. No entanto, revela que há mudanças que podem estar a limitar este modelo de entrada de gama e que se vão refletir noutras áreas.

Os testes mostram melhorias neste modelo com o SoC M2, que bate o modelo anterior e até se equipara ao MacBook Pro com o M2. No entanto, há que ter em conta algumas limitações, como a ausência de um sistema de ventilação e refrigeração ativo, o que poderá levar a situações mais complicadas.

Fonte: Pplware.