28 de mar. de 2023

iPhone apenas com eSIM chegará a mais países este ano e a Europa está na mira

 Quando apresentou o iPhone 14, a Apple criou uma versão apenas com eSIM para o seu mercado caseiro. A marca eliminava assim o SIM físico e tornava mais simples mudar entre equipamentos. Agora, e do que é avançado, este iPhone apenas com eSIM vai ser alargado a mais países e a Europa deverá ser quem recebe este novo modelo.

iPhone SIM eSIM Apple Europa

Appel quer alargar a venda do iPhone só com eSIM

A utilidade do eSIM está mais que provada há vários anos. Ao eliminar o cartão SIM físico, fica mais simples aos utilizadores mudarem de operadora ou de smartphone. Este é totalmente virtual e simples de transferir, sem que haja uma dependência física para além do smartphone.

Com o iPhone 14, a Apple criou uma versão deste smartphone que abandona totalmente o cartão SIM, dependendo apenas do eSIM para ligação às redes dos operadores. Este ficou limitado na altura apenas ao mercado dos EUA, provavelmente num teste para verificar a sua aceitação.

Agora, e do que está a ser avançado, este modelo deverá se repetido com o iPhone 15, mas não se limitará aos EUA. A Apple quer alargar a sua presença a outros mercados, tendo escolhido os países da Europa para receber esta mudança importante no seu smartphone.

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Europa deverá ser quem recebe este modelo sem SIM

Do que foi avançado, esta é uma certeza para o mercado francês, mas não se deverá limitar a este. Existem muitos mais países onde este modelo poderá ser colocado à venda e Portugal poderá ser um dos que está na lista da Apple para receber o iPhone apenas com eSIM.

Na verdade, os modelos de iPhone que estão à venda em Portugal já contam com a presença do eSIM, mas apenas como dual-SIM. Isto significa que o SIM principal continua a ser físico, sendo o segundo o virtual, o eSIM.

Caso se confirme esta mudança, não será complicada de aplicar na Europa e em Portugal, visto que a grande maioria das operadoras já tem propostas de eSIM para os seus utilizadores. Apenas vai obrigar todos os que ainda usam um cartão SIM a trocar por uma proposta eSIM quando trocarem para o iPhone 15.

Fonte: Pplware.

Apple lança o iOS 16.4 para todos os iPhones suportados

 Estava prometido e, depois de 4 versões beta e uma RC, a Apple lançou finalmente o iOS 16.4. Vamos ver o que há de novo.

Como já havíamos deixado aos nossos leitores, a Apple estaria prestes a lançar as versões mais recentes dos seus sistemas operativos ao público em geral. Assim, a atualização de hoje inclui as seguintes melhorias e correções de erros.

O que há de novo no iOS 16.4?

  • 21 novos emoji, incluindo animais, gestos e objetos, agora disponíveis no teclado de emoji.
  • Notificações para aplicações web adicionadas ao ecrã principal.
  • O isolamento de voz para chamadas da rede móvel dá prioridade à sua voz e bloqueia o ruído ambiente à sua volta.
  • O álbum Duplicados na aplicação Fotografias suporta agora a deteção de fotografias e vídeos duplicados numa fototeca partilhada em iCloud.
  • Suporte do VoiceOver para mapas na aplicação Meteorologia.
  • Definição de acessibilidade para esbater automaticamente um vídeo quando são detetadas luzes intermitentes.
  • Resolução de um problema que poderia impedir a apresentação, no dispositivo dos pais, dos pedidos de Pedir para comprar feitos por crianças.
  • Resolução de problemas que poderiam fazer com que termostatos compatíveis com Matter ficassem sem resposta ao serem emparelhados com a aplicação Casa.
  • Otimização da funcionalidade de deteção de acidente nos modelos de iPhone 14 e iPhone 14 Pro.

Algumas funcionalidades podem não estar disponíveis em todas as regiões ou em todos os dispositivos Apple.

Existem também alguns novos recursos não mencionados nas notas de lançamento da Apple, mas incluídos no iOS 16.4. Isso inclui suporte 5G autónomo, 5G noutros países e a reintrodução da nova arquitetura HomeKit da Apple. A atualização também muda a forma como a Apple lança as betas do iOS.

Com este lançamento, a Apple também disponibilizou os updates:

  • iPadOS 16.4
  • watchOS 9.4
  • tvOS 16.4
  • macOS Ventura 13.3
Fonte: Pplware.

27 de mar. de 2023

Apesar da insatisfação, funcionários da Apple regressam aos escritórios em breve

 A partir do dia 23 de maio, os funcionários da Apple terão de ir ao escritório, pelo menos, três vezes por semana. Para o assegurar, a empresa monitorizará a assiduidade.

Escritórios

A questão do teletrabalho não parece estar a dar descanso às empresas que, apesar da vontade dos funcionários de exercerem as suas tarefas a partir de casa, não encontram apenas vantagens e querem retomar e exigir o trabalho presencial.

Assim como a Amazon, a Apple também repensou a sua política e, segundo relatado pelo The Verge, no início deste mês, os funcionário terão de comparecer no escritório três vezes por semana, a partir do dia 23 de maio.

Além disso, por forma forma a assegurá-lo, a Apple está a monitorizar a assiduidade dos funcionários, planeando penalizar aqueles que não cumprirem as normas, de acordo com a jornalista e editora-chefe da Platformer, Zoë Schiffer, nomeadamente com rescisões de contrato, embora não pareça ser uma política da empresa, globalmente.

Segundo comunicado por Tim Cook, CEO da Apple, no início do mês, o plano de regresso ao escritório começará no dia 11 de abril, com os funcionários dos Estados Unidos da América a trabalharem presencialmente uma vez por semana. Depois de três semanas, os funcionários terão de comparecer em dois dias. Por fim, a partir do dia 23 de maio, as segundas, terças e quintas-feiras serão sinónimo de trabalho presencial. Aqueles que quiserem, poderão trabalhar a partir de casa nos dois dias restantes, quartas e sextas-feiras.

Tim Cook, CEO da Apple

Este projeto-piloto que pretende testar um modelo híbrido vai variar, dependendo do país em questão. No entanto, o objetivo é transversal e passa por reforçar a cultura da Apple.

Para Nicholas Bloom, professor de economia da Stanford University, a política de controlo de assiduidade resultará na saída dos profissionais mais qualificados para as empresas concorrentes.

Fonte: Pplware.


Funcionários da Apple duvidam do potencial do headset de realidade mista

 A Apple parece estar preparada para, dentro de poucos meses, lançar o seu próprio headset de realidade mista. Contudo, alguns funcionários parece que já saíram do projeto por não acreditarem nele e os que ficaram são céticos quanto ao potencial de sucesso do produto.

Funcionários da Apple duvidam do potencial do headset de realidade mista

O headset de realidade mista da Apple, que envolverá uma experiência de realidade aumentada e realidade virtual, deverá ser lançado ainda este ano. Contudo, nem todos parece acreditar no potencial do produto. O The New York Times publicou um artigo onde fala que os funcionários da Apple alocados ao projeto estão céticos quanto ao seu sucesso e muitos já o abandonaram por não acreditarem no produto.

Segundo os rumores mais recentes, a Apple deverá apresentar o headset na WWDC - a conferência dedicada aos programadores -, em junho. De acordo com Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple recentemente demonstrou o dispositivo aos seus 100 principais executivos no Steve Jobs Theatre na Califórnia, "sugerindo que uma apresentação pública estaria próxima".

No entanto, por trás da apresentação, o NYT sugere que houve alguma turbulência interna sobre o futuro do headset de realidade mista. Embora isso pareça normal sempre que uma empresa faz uma incursão numa categoria de produto completamente nova (algo que a Apple fez várias vezes no passado), o jornal diz que as coisas desta vez são diferentes.

Não se prevê sucesso com este produto Apple?

No texto pode ler-se que "alguns céticos internos questionaram se o novo dispositivo seria uma solução em busca de um problema". É ainda dito que, ao contrário do iPod, que colocou músicas digitais no bolso das pessoas, e do iPhone, que combinou as habilidades de um reprodutor de música e um telefone, "o headset não foi impulsionado pela mesma clareza".

Uma série de saídas de executivos da equipa de design de produtos, que começou com Jony Ive em 2019 e foi seguida pela saída do seu sucessor, Evans Hankey, no ano passado, parecem ter sido o mote para esta dúvida. A Apple não nomeou um novo chefe de design industrial desde então e supostamente deixou o engenheiro Mike Rockwell encarregado do desenvolvimento do novo produto.

Supostamente, estas situações levaram a que alguns funcionários se perguntassem se a empresa adiaria o lançamento do headset, mas não parece que isso vá acontecer, principalmente, porque a sua produção está em andamento. 

Ainda sem uma imagem divulgada, fala-se que os óculos possam vir a ter uma aparência semelhante a óculos de ski, com uma coroa física que permita entrar e sair do VR. O preço apontado pelos analistas deverá rondar os 3000 dólares.

Fonte: Pplware.

26 de mar. de 2023

Quer problemas com a justiça? Então roube uns AirPods

 A Apple tem um sistema poderoso, global e muito bem afinado. A Rede Encontrar conta com os AirTags para localizar objetos perdidos. Contudo, os dispositivos Apple, como os AirPods, também estão nessa rede, e poderão levar a polícia até sua casa, se roubar estes auscultadores.

Muitas vezes as histórias contam não só o que se passou, mas, acima de tudo, exploram as possibilidades tecnológicas dos dispositivos utilizados.

É um pouco assim que tem sido com os AirTags que ajudam as pessoas a recuperar as suas bagagens perdidas, os seus equipamentos roubados e até permitem às forças de autoridade seguir o caminho da droga. No entanto, a Apple blindou uma série de dispositivos com a mesma capacidade dos AirTags, como, por exemplo, os AirPods.

 

AirPods: De perdidos a roubados

O avião de Alisabeth Hayden aterrou em São Francisco, vindo de Tóquio, Japão, e a mulher levantou-se para sair do avião. Ainda dentro do avião, já na porta, Alisabeth percebeu que deixou o seu casaco no assento da aeronave. No bolso do casaco estavam os AirPods. Ainda tentou voltar ao lugar, mas foi barrada pela hospedeira.

Percebi antes mesmo de sair do avião, mas a hospedeira recusou-se a deixar-me voltar ao meu lugar para recuperar o casaco.

Disse a mulher à CNN.

Do lado de fora do avião, Alisabeth esperou que a hospedeira fosse buscar o casaco. Agarrou no casaco e apressou-se a embarcar noutro voo, para Seattle. Foi então que deu conta que os seus AirPods haviam desaparecido.

Os bolsos estavam abertos, e os meus AirPods tinham desaparecido

Disse Alisabeth.

Claro que, uma vez que os AirPods da Apple são localizáveis através da rede Encontrar (Find My), Alisabeth usou a aplicação no seu iPhone para ver a localização dos auscultadores "perdidos". Enquanto os AirPods estavam inicialmente ainda no aeroporto de São Francisco, pouco tempo depois mudaram-se para uma unidade da United Cargo no aeroporto.

Horas mais tarde, os AirPods foram localizados num endereço residencial em San Mateo, na Bay Area.

A mulher contactou a United e o Aeroporto de São Francisco para relatar o incidente, mas nada foi feito a esse respeito. Posteriormente contactou a polícia e obteve ajuda de um detetive que trabalhava para a polícia de São Mateo.

Juntos, seguiram os AirPods até à casa de um empregado do aeroporto que tem a tarefa de carregar alimentos para a aeronave.

 

Funcionário poderia ter sido acusado de roubo

Alguns dias mais tarde, a detetive telefonou-lhe novamente para dizer que o funcionário tinha sido interrogado. Inicialmente negou ter os AirPods, até lhe terem sido mostradas as imagens de localização que indicavam a sua casa como paradeiro dos auscultadores.

O funcionário disse que tinha de facto uns AirPods, mas que tinha sido um empregado de limpeza das aeronaves que os oferecera. A pessoa que esteve na limpeza da aeronave negou ter conhecimento da situação.

Quase duas semanas mais tarde, a mulher recuperou os seus AirPods, mas os auscultadores não estavam em boas condições. Após várias queixas, a United deu-lhe 271,91 dólares para comprar uns novos AirPods, mais 5.000 milhas de bónus como pedido de desculpas.

Embora estes AirPods não sejam tão caros como um iPhone ou um iPad, a acusação de roubo poderia ter avançado contra o funcionário envolvido. A United assumiu a culpa, mas o seu empregado poderá ter de responder num inquérito interno.

Fonte: Pplware