7 de jun. de 2023

iOS 17: Descarregar e utilizar mapas offline com o novo Apple Mapas

 A Apple apresentou o iOS 17 e com ele chegam muitas novidades. Entre elas está a possibilidade do utilizador poder descarregar e utilizar mapas offline. O novo Apple Mapas aproxima-se cada vez mais do Google Maps e esta novidade é mais um passo nessa perseguição ao concorrente. Hoje mostramos como usar um mapa sem necessidade de ligação à internet.

A plataforma de Mapas da Apple melhorou muito na última década, mas uma área que sempre faltou foi o uso offline. O Google Maps e outros permitem que o utilizador descarregue mapas para ficarem disponíveis offline durante muito tempo. Agora, no novo iOS 17, a empresa de Cupertino vem colmatar esta lacuna.

O Apple Mapas permite descarregar uma região do mapa para armazenar no dispositivo para ser utilizada quando não existe uma ligação de internet ou o utilizador não permite gastar dados móveis.

Apple Mapas com mais recursos

Os mapas offline são úteis quando viaja para o estrangeiro, mas também em casa, ou dentro de edifícios quando há problemas de ligação à rede. Se viaja frequentemente através de pontos mortos de rede móvel, especialmente em zonas mais remotas e áreas suburbanas, ter mapas disponíveis offline é uma boa prática, para nunca deixar de saber onde está e para onde vai.

Com o Apple Maps no iOS 17, pode guardar uma região do mapa localmente no seu iPhone. Desde que se mantenha dentro dos limites do mapa descarregado, pode obter direções passo a passo totalmente offline; para conduzir, caminhar, andar de bicicleta, para o trânsito. Pode também deslocar e ampliar o mapa na aplicação Mapas, sem ter de esperar que o mapa carregue. Os mapas offline também incluem dados de PDI, como horários de funcionamento.

Outra boa novidade é que os mapas da Apple descarregados para o iPhone também estarão disponíveis no Apple Watch, quando o iPhone emparelhado estiver por perto. No entanto, o relógio não pode descarregar mapas diretamente.

Como descarregar um mapa offline no iOS 17

  1. Para descarregar um mapa, prima o seu avatar no painel e prima o novo botão Mapas offline.
  2. Selecione "Descarregar novo mapa".
  3. Procure a área que pretende transferir. O iOS sugere automaticamente a sua área de residência.
  4. Na pré-visualização, pode refinar os limites e a aplicação indica-lhe o espaço de armazenamento necessário para guardar o mapa.
  5. Prima o botão "Transferir" para confirmar e o mapa aparecerá na lista Transferidos.

Como é óbvio, quanto maior for a região, maior será o tamanho da transferência. Pode repetir o processo e descarregar o número de regiões diferentes que necessitar. O que também é bom é que os mapas offline não são uma imagem estática única; serão automaticamente atualizados com as últimas alterações, quando estiver disponível uma rede.

Por predefinição, os downloads são efetuados apenas através da rede Wi-Fi. Pode alterar a definição para descarregar também através do iPhone.

Modo apenas offline

Com um mapa descarregado, quando não houver uma rede disponível, o Apple Mapas utilizará o mapa descarregado, se aplicável à sua localização atual. Quando a internet está disponível, o Mapas procura sempre dados através da rede para inserir informações como o trânsito em tempo real.

No entanto, pode forçar a aplicação a utilizar apenas o conteúdo do mapa descarregado. Para tal, no mesmo painel de definições descrito acima, ative a opção "Usar apenas mapas offline".

Este é mais um passo para a Apple alcançar o seu concorrente que já não está longe. Aliás, em várias ferramentas está já melhor que o serviço da Google.

Fonte: Pplware.


Apple volta a copiar o Android! As novidades do iOS 17 que já se conhecem há anos

 Apresentado na WWDC deste ano, o iOS 17 rapidamente mostrou as suas novidades. Estas pareciam encaixar bem no iPhone, mas despertaram a atenção dos mais atentos. Muitas das novidades foram copiadas pela Apple à Google e ao Android e são já bem conhecidas há vários anos. Descubra quais são.

Apple iOS 17 Android novidades Google

Não é anormal a Apple criar novidades para o iOS que são conhecidas no universo Android. Mesmo sendo sistemas distintos, acabam por querer dar o melhor aos utilizadores. Com o iOS 17 voltou a acontecer o cenário que já vimos noutros anos, com muitas novidades a não o serem para quem usa o Android.

Standby é um velho conhecido dos Pixel da Google

Uma das novidades apresentadas foi o Standby. Este novo modo surge quando o iPhone é colocado a carregar de forma horizontal. Aqui vai ser visto um relógio de dimensões maiores e os widgets presentes vão ajudar com muita informação adicional.

Esta suposta novidade é algo que já temos no Android há vários anos, em especial nos Pixel. Se os colocarmos na base de carregamento sem fio, mostrará um ecrã com imagens do Google Fotos, um reprodutor multimédia, controlos de automação caseira, acesso direto ao Google Assistant, entre outras.

Apple iOS 17 Android novidades Google

Mapas Apple também já podem ser usados sem Internet

Outra novidade veio para os Mapas Apple e para a sua utilização em cenários mais complicados. Falamos de poder descarregar os mapas para as zonas que vamos visitar, libertando o iPhone do acesso à Internet e facilitando a vida aos utilizadores.

Quem acompanha o Android e os serviços Google sabe que a gigante das pesquisas suporta a capacidade de descarregar mapas desde 2012. Esse foi o ano em que o Apple Maps chegou ao iPhone. A forma como estas duas propostas funcionam em modo offline é muito similar.

Apagar palavras sugeridas no iOS 17? Isso não é nada de novo

O teclado do iOS foi também alvo de melhorias da Apple, com várias novidades. Uma das mais vistas é a possibilidade de corrigir texto das palavras apresentadas pela autocorreção. Bastará tocar nessa palavra para que a original seja trazida.

Se os utilizadores do iOS 17 vão agora conhecer este comportamento, a verdade é que no Android isso é algo padrão. O Google Board tem já há muitos anos esta novidade, mostrando como um teclado deve ser e revelando-o a todos.

Hey Siri ou apenas Siri? O melhor é apenas Google

Uma das novidades mais falada é a mudança da forma como a assistente da Apple é chamada. O conhecido Hey Siri foi reduzido e agora bastará usar a palavra Siri e dar uma série de comandos consecutivos e sem necessidade de repetir ou partir em partes.

Isso é extremamente útil, mas muito já passado no Android. O Ok Google desde 2010 que suporta que os utilizadores possam ter uma conversa com a assistente e que lhe forneçam muitas ordens sem quebra ou interrupção.

Apple iOS 17 Android novidades Google

Chamadas perdidas no FaceTime, como já fez no Android

Com o iOS 17, a Apple deu às chamadas do FaceTime alguns extras importantes. A mais falada é a possibilidade de podermos deixar uma mensagem nas chamadas que não nos atenderem, bem ao jeito de um atendedor automático.

Essa é uma função que já estava presente no extinto Google Duo desde 2018. Esta antiga app de videochamadas da Google permitia deixar mensagens de vídeo de 30 segundos caso alguém não atendesse uma videochamada.

Há muito mais Android no novo iOS 17 da Apple

Na verdade, estas são apenas a principais e mais visíveis funcionalidades do iOS 17 que os utilizadores Android já se habituaram a usar. Há muitos mais pormenores que depois vão ser descobertos e que têm claramente uma inspiração no sistema da Google.

Mesmo com esta proximidade e com estas funcionalidades que se repetem, o iOS 17 é mais um sistema de consolidação do que focado em novidades de peso. Estas existem, mas a Apple terá ainda muito para mostrar no campo da estabilidade e do desempenho.

Fonte: Pplware.

Apple afinal deixa todos testarem já o iOS 17, iPadOS 17, macOS Sonoma e restantes SOs

 Com a apresentação os novos sistemas operativos da Apple, a empresa lançou também as primeiras versões dedicadas aos programadores. Estas estavam limitadas apenas a quem tivesse uma conta paga, mas a Apple mudou agora as regras e agora já todos podem testar as primeiras versões do iOS 17, iPadOS 17, macOS Sonoma e outros gratuitamente.

Apple iOS 17 iPadOS 17 macOS Sonoma programadores

Programadores querem acesso aos sistemas apresentados

Não se esperava que a Apple abrisse o acesso aos seus novos sistemas. A gigante de Cupertino mudou as regras há algum tempo e passou a exigir que os programadores pagassem para ter acesso a estas versões, integradas na sua conta de programador.

Com este cenário foi dado como certo que seria difícil a qualquer um ter acesso a estas novas versões sem terem de pagar. A alternativa era esperar pelas versões de testes públicos, ou aceitar o valor que a Apple estava a exigir para uma conta de programador.

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iOS 17, iPadOS 17, macOS Sonoma acessíveis a todos

Afinal isso mudou agora e já todos os que quiserem podem aceder às primeiras versões do iOS 17, iPadOS 17, macOS Sonoma e restantes sistemas. De forma silenciosa, como muitas vezes faz, a Apple criou agora um nível gratuito no seu programa dedicado aos programadores.

Este não requer qualquer pagamento, as também não dá acesso a tudo o que a Apple oferece. Quem escolher esta versão tem acesso a ferramentas do Xcode , betas do Xcode, testes no dispositivo, fóruns de programadores, relatórios de falhas via Feedback Assistant e versões beta de programador dos sistemas operativos.

Uma mudança da Apple que se pensava ser um erro

Inicialmente pensou-se que a Apple teria cometido uma falha e dado acesso antecipado às suas versões de testes do iOS 17, iPadOS 17, macOS Sonoma e outros. Rapidamente se percebeu que afinal tudo era apenas uma mudança interna e que este novo nível para os programadores dava já acesso a estas.

Ainda que estejam já disponíveis, importa recordar que são versões de desenvolvimento e ainda muito iniciais. Têm certamente bugs e falhas que as podem limitar, não devendo por isso ser usadas em equipamentos de produção e com informações sensíveis.

Fonte: Pplware.



Os óculos Apple Vision Pro são compatíveis com óculos graduados?

 A Apple desenvolveu um dispositivo que poderá mudar o mundo da realidade aumentada e virtual. Os Apple Vision Pro são um conjunto de tecnologias que irão mostrar o que os nossos olhos nunca viram. Mas serão compatíveis com óculos graduados? Bom, nem todos irão "ver bem"!

Apple Vision Pro serão só para pessoas que não usam óculos graduados?

Os Apple Vision Pro foram o grande anúncio da keynote inaugural da WWDC 2023, mas ainda há várias questões por resolver. A compatibilidade com óculos graduados é algo que a Apple falou mas... pouco.

Bom, o que a empresa de Cupertino ontem apresentou é único. Um conjunto de tecnologias que apresentam um resultado fabuloso. Claro, tantos sensores, processadores, qualidade de construção e desenvolvimento ergonómico têm um preço: 3.499 dólares (3.273,86 €), para sermos mais precisos.

Agora, como na base da experiência sensorial estão os olhos, como irão as pessoas míopes e que sofrem de outros problemas oculares percecionar o conteúdo sem os seus óculos graduados?

Os Vision Pro, bem como sobre o seu novo sistema operativo, o visionOS suscitaram algumas dúvidas, legítimas, sobre a utilização e muitas pessoas já deixaram a preocupação.

A informação deixada é escassa. Apesar de podermos dizer que sim, que a Apple pensou nisso, é apenas uma meia resposta. Como vimos, a empresa concebeu uma solução muito interessante em colaboração com a Zeiss para o conseguir.

O problema é que ainda não se sabe até que ponto os Apple Vision Pro suportarão a utilização de óculos graduados. Além disso, a empresa de Cupertino já deixou claro no seu site que nem todas as prescrições oftálmicas são compatíveis com os seus óculos de realidade aumentada. No entanto, eles não forneceram mais detalhes sobre o assunto.

Apple Vision Pro podem ser utilizados com lentes de prescrição da Zeiss

Como já foi referido, as pessoas com deficiências visuais poderão utilizar o Apple Vision Pro através de acessórios especiais desenvolvidos pela Zeiss e personalizados consoante as necessidades.

Estes são conhecidos como Zeiss Optical Inserts e são fixados magneticamente às lentes dos óculos de realidade aumentada, permitindo uma visualização precisa e com a capacidade de seguir os olhos.

Este último ponto é muito importante, tendo em conta que a navegação através do visionOS e das aplicações é feita com os olhos.

Não esqueçamos que o Apple Vision Pro incorpora sensores de infravermelhos e iluminadores LED no interior, onde se encontram os ecrãs, que são dedicados exclusivamente à leitura ocular.

Mas não nos vamos desviar do que é importante. As letras pequenas do sítio Web do Apple Vision Pro deixam claro que nem tudo o que brilha é ouro.

É necessária uma receita médica válida. Nem todas as receitas são compatíveis. Isto significa que as inserções óticas Zeiss não serão uma opção viável para todos os que necessitam de óculos graduados para uso permanente.


O que ainda não sabemos é se se trata de uma limitação técnica. Isto é, se o utilizador tiver umas lentes muito grossas, o dispositivo poderá não funcionará corretamente.

No entanto, a limitação poderá ser mais severa, isto é, se a experiência Apple Vision Pro não é recomendada para condições como miopia, astigmatismo, hipermetropia, etc., devido a possíveis efeitos adversos.

Outro aspeto a ter em conta é que as lentes adicionais desenvolvidas pela Zeiss serão vendidas separadamente. Até ao momento, a Apple ainda não disse quanto custarão, mas tendo em conta o preço do Vision Pro, é pouco provável que sejam baratas.

Contas rápidas, em Portugal se este dispositivo sofrer o aumento do IVA e ainda tivermos de pagar um par de lentes, facilmente o custo atira-se para os 5 mil euros.

Fonte: Pplware.