10 de fev. de 2026

Como fazer o reset de fábrica ao AirTag 2

 Atualmente, utilizo AirTags em tudo o que seja possível monitorizar. Por vezes é preciso redefinir estas etiquetas, quer esteja a entregar o AirTag a outra pessoa ou a tentar resolver problemas de emparelhamento. Como tal, é importante saber fazer um reset. E hoje falamos sobretudo do AirTag 2.

Imagem AIrTag 2

Como fazer a reposição de fábrica?

Cada AirTag só pode estar associado a uma única Conta Apple. Se quiser oferecer o seu AirTag a outra pessoa, terá de o repor. Com a chegada da versão 2, entreguei alguns da primeira geração a outra pessoa.

Portanto, vamos repor as configurações iniciais, com cuidado, mas o processo pode ser feito em cerca de um minuto.

Antes de começar, é altamente recomendável que mantenha crianças pequenas e animais afastados enquanto faz o reset do AirTag.

⚠️ Atenção: Antes de começar, é altamente recomendável que mantenha crianças pequenas e animais afastados enquanto faz o reset do AirTag.

Como fazer o reset ao AirTag

  1. Segure o AirTag com a tampa prateada da bateria virada para cima.
  2. Com pressão firme, carregue na tampa da bateria com os polegares e rode-a no sentido dos ponteiros do relógio até se libertar do AirTag.
  3. Retire a bateria e aguarde cinco segundos.
  4. Volte a colocar a bateria. O AirTag emitirá um som a indicar que está ligado.
  5. Repita o processo mais quatro vezes, num total de cinco remoções e inserções da bateria.
  6. Na quinta vez, o AirTag emitirá um som diferente, indicando que foi reposto. No AirTag 2, este som pode demorar mais tempo, podendo ser necessário aguardar até 12 segundos.
  7. Volte a colocar a tampa da bateria.
  8. Com pressão firme, rode a tampa no sentido dos ponteiros do relógio até ficar bem encaixada no AirTag.

Aproveite para trocar a bateria

Se já tem o AirTag há algum tempo, esta é uma boa oportunidade para substituir a bateria.

O Apple AirTag utiliza uma bateria padrão CR2032, mas a Apple recomenda que escolha uma versão sem revestimento amargo, pois pode interferir com a ligação.

Emparelhar novamente o AirTag

Depois de concluído o reset, terá de emparelhar o AirTag com o dispositivo que pretende utilizar. O iPhone deverá detetar automaticamente o AirTag.

Se isso não acontecer, não se preocupe. Abra a aplicação Encontrar e toque no botão de adicionar, representado por um sinal de mais.

Quando surgir a opção, basta tocar em ligar. A partir daí, o iPhone irá guiá-lo por todo o processo de emparelhamento.


Como identificar a geração do AirTag

Se não tem a certeza sobre a geração do seu AirTag, existe uma forma simples de descobrir.

Vire o AirTag de modo a que a tampa prateada fique voltada para si. Se o texto estiver todo em maiúsculas e não tiver a frase “Designed by Apple in California”, trata-se de um AirTag de segunda geração.

Se encontrar texto com maiúsculas e minúsculas e a frase “Designed by Apple in California” à volta do logótipo da Apple, então é um AirTag original.

Felizmente, o processo de emparelhamento entre as duas versões é praticamente igual.

Fonte: Pplware.

Apple vai abrir CarPlay à IA. Conversar com ChatGPT e Gemini enquanto conduz

 A Apple vai em breve permitir a utilização do ChatGPT e do Gemini no CarPlay. Segundo o conhecido Mark Gurman, a empresa de Cupertino trabalha numa funcionalidade para interagir com chatbots de IA através da interface do carro. A integração poderá chegar nos próximos meses, embora ainda não haja confirmação oficial.

CarPlay IA Apple Siri

Boas notícias! Apple vai abrir CarPlay à IA

Segundo uma notícia da Bloomberg, a Apple tem planos para permitir que os assistentes de IA funcionem dentro do CarPlay. Esta abertura a terceiros possibilitaria comandos de voz para assistentes como ChatGPT, Gemini e Claude. Os condutores poderiam então fazer perguntas e conversar com a IA, tal como fariam com o modo de voz de um chatbot.

Atualmente, o ChatGPT e o Gemini podem ser ativados por voz. No entanto, a integração com o CarPlay ofereceria uma interface otimizada para o automóvel. As interações serão naturais, como quando se conversa com uma IA. Poder-ser-á colocar questões como “Qual a diferença entre carros híbridos e elétricos?” ou “Dê-me um resumo das principais notícias do dia”, e o ChatGPT responderá instantaneamente, sem truques ou passos extra.

Embora a Siri possa responder a perguntas e pesquisar informações, os utilizadores já preferem a IA. O avanço do ChatGPT, Gemini e Claude nos últimos dois anos foi tão significativo que já ultrapassou os assistentes tradicionais. A Apple tem um plano para melhorar a Siri com a ajuda da Google, embora os benefícios desta parceria só sejam visíveis a partir do iOS 26.4.

Conversar com ChatGPT e Gemini enquanto conduz

Apesar das suas limitações, a Apple não tem planos para substituir a Siri no CarPlay. A assistente da Apple continuará a tratar das funções nativas do automóvel, como enviar mensagens de texto, fazer chamadas, reproduzir música e fornecer instruções de navegação passo a passo com o Apple Maps. Algumas características avançadas, como ajustar o ar condicionado, os bancos e os controlos internos, permanecerão exclusivas do CarPlay Ultra.

Gurman sublinha que a Apple não permitirá que os utilizadores substituam o botão da Siri ou a palavra de ativação. A empresa é responsável por manter a segurança no veículo, pelo que confiará em tecnologia comprovada para controlar o carro e as aplicações integradas. A integração do ChatGPT e do Gemini no CarPlay impedirá os condutores de tirar os olhos da estrada, algo que poderá ter consequências fatais.

Não há data definida para esta implementação de momento. Fontes indicam que o suporte de IA de terceiros chegará ao CarPlay nos próximos meses. Uma vez ativado, a OpenAI, a Google e outras empresas poderão atualizar as suas aplicações para oferecer uma experiência nativa no automóvel.

Fonte: Pplware.

Apple lança watchOS 11.6.2 para corrigir falha nas chamadas de emergência

 A Apple disponibilizou uma nova atualização para o Apple Watch destinada sobretudo a quem ainda utiliza versões anteriores do sistema. O watchOS 11.6.2 chega com correções importantes, especialmente relacionadas com ligações a redes móveis em cenários de emergência.

Imagem Apple Watch 112 com watchOS 11.6.2

Atualização foca problema de ligação a serviços de emergência

De acordo com a informação avançada, o watchOS 11.6.2 corrige uma falha que afetava vários modelos do Apple Watch quando estes tentavam estabelecer ligação a serviços de emergência na Austrália.

A empresa também afirma que a nova versão contém "correções importantes de bugs e é recomendada para todos os utilizadores", mas não está claro se as correções vão além dos problemas de ligação dos serviços de emergência australianos.

O problema atingia diferentes gerações do equipamento, incluindo:

  • Apple Watch Series 6
  • Apple Watch Series 7
  • Apple Watch Series 8
  • Apple Watch Series 9
  • Apple Watch Series 10
  • Apple Watch SE (2.ª geração)
  • Apple Watch Ultra
  • Apple Watch Ultra 2

Segundo a Apple, a nova versão inclui “correções importantes e é recomendada para todos os utilizadores”, embora não seja claro se existem outras melhorias além do problema específico com as ligações de emergência.

watchOS 11.6.2 surge meses após a versão anterior

Esta atualização chega cerca de seis meses depois do watchOS 11.6.1, demonstrando que a Apple continua a dar suporte a versões mais antigas do sistema, sobretudo quando estão em causa funcionalidades críticas como as chamadas de emergência.

Apesar de ser uma atualização focada, a recomendação é que os utilizadores a instalem assim que possível, de forma a garantir o correto funcionamento das ligações móveis e dos recursos de segurança do relógio.

Fonte: Pplware.

Jornalista desmontou o novo AirTag 2 e encontrou uma “falha grave”

 Lançado no final de janeiro, o novo AirTag 2 já foi alvo de uma análise, que levantou questões sobre a sua segurança. Embora este tipo de acessório seja amplamente valorizado pela sua utilidade no dia a dia, continua a suscitar debates sobre a potencial utilização para fins maliciosos.

Apple AirTag 2 a ser aberta pelo jornalista da ZDNet

À medida que as marcas procuram equilibrar conveniência com proteção do utilizador, é essencial avaliar até que ponto as medidas implementadas são eficazes.

Apesar de pouparem inúmeros dissabores, desde localizar objetos perdidos até reduzir preocupações durante viagens, é conhecido que dispositivos como o AirTag podem ser utilizados para fins maliciosos.

E foi neste sentido que o novo modelo da Apple preocupou um jornalista, recentemente.

AirTag pode ser facilmente modificado

Ainda que a Apple (assim como a Google) façam um grande esforço para impedir que este tipo de dispositivo seja usado para perseguir pessoas, o hardware modificado continua a ser um problema.

Pelas "investigações" citadas, é sugerida a existência de um mercado significativo para localizadores, especialmente AirTags, modificados.

A modificação mais comum consiste na desativação do altifalante, que facilita o rastreio silencioso de pessoas.

Na perspetiva do jornalista Adrian Kingsley-Hughes, do ZDNet, esperava-se que a Apple tivesse aproveitado a oportunidade do lançamento de um novo modelo para tornar o AirTag mais difícil de modificar.

Após comprar um conjunto de novos AirTag 2, o jornalista desmontou um deles, sem recorrer a ferramentas adequadas. Foi utilizada apenas uma ferramenta: um spudger, que serve de alavanca.

Segundo ele, sem grandes detalhes, conseguiu "abrir facilmente o AirTag e desativar o altifalante em poucos minutos", além de ter conseguido remontá-lo "sem qualquer problema".

Uma última coisa: será que a tag ainda funcionava? Coloquei a pilha e o AirTag ganhou vida em silêncio.

Escreveu o jornalista, contando sobre o teste, sublinhando que "todo o processo demorou dois minutos, e tudo o que usei foi o spudger".

Segundo ele, a Apple "claramente não tornou os AirTags mais difíceis de adulterar". Os novos pareceram-lhe, aliás, "ainda mais fáceis de abrir".

Posto isto, a principal questão levantada por este teste é a vulnerabilidade dos AirTags a modificações físicas que podem comprometer a sua segurança e permitir usos indevidos, como o rastreio de pessoas sem que elas percebam.

Fonte: Pplware.