10 de jan. de 2021

Rumores: iPhone 13 da Apple terá módulo TrueDepth mais fino e um notch menor

 O notch, ou o entalhe no topo do ecrã do iPhone, “incomoda” de alguma forma o explanar pelo ecrã total as imagens apresentadas. Contudo, este incomodo traz como vantagem o melhor sistema de segurança num smartphone. Agora, a Apple parece comprometida em minimizar este impacto.

Segundo alguns rumores, o próximo modelo do smartphone da empresa de Cupertino, com lançamento previsto para este outono, pode apresentar um “entalhe” TrueDepth mais fino.

Imagem iPhone 12 Pro

Novidades no iPhone 13 da Apple

Com base nalgumas informações, a Apple manterá o design da geração atual com um corpo mais grosso. Além disso, espera-se que ambos os modelos Pro apresentem o mesmo módulo de câmara.

Segundo citações de alguém na cadeira de fornecedores chineses da Apple, Mac Otakara relata que o “iPhone 13” integrará pequenas, mas importantes mudanças de design para permitir um emagrecimento do conjunto TrueDepth do telefone.

Todos os quatro modelos do iPhone 13 (que se espera seguirem os tamanhos da série 12) terão praticamente o mesmo design. Isto é, a altura e largura dos dispositivos permanecerão inalteradas, mas a espessura aumentará 0,26 mm.

Ilustração do que poderá ser o notch no iPhone 13

Rumor de como será o notch no iPhone 13

 

Alterar a disposição dos elementos no notch

Os elementos poderão assumir novas posições. Especificamente, o auscultador da unidade deve ser reposicionado em direção à borda do ecrã perto do chassi. Embora não seja detalhado no relatório, o design pode mostrar o auscultador posicionado na moldura do iPhone.

Os modelos atuais de iPhone com Face ID posicionam o auscultador entre componentes importantes – e fisicamente grandes – com o projetor de pontos do sistema e a câmara frontal colorida à direita, e o iluminador infravermelho e a câmara infravermelha à esquerda.

Ilustração do módulo face ID da Apple no iPhone X

Nesta mais recente versão da tecnologia, a Apple miniaturizou certos componentes TrueDepth no iPhone 12, mas o processo falhou em produzir uma região de “entalhe” menor como era prometido em rumores no ano passado.

 

iPhone 13: Câmaras traseiras também serão mais imponentes

O relatório mais recente também observa que a unidade da câmara traseira do “iPhone 13” será 0,9 mm mais grossa em todos os modelos de próxima geração. Segundo as fontes, em vez de uma “saliência” da câmara com lentes salientes, o novo design contará com uma unidade integrada com cada módulo da câmara embutido e potencialmente coberto por uma placa de vidro safira.

Além disso, as unidades de câmara nos chamados “iPhone 13 Pro” e “iPhone 13 Pro Max” são consideradas idênticas em tamanho. Então, isso sugere que o modelo de camada inferior ganhará estabilização de imagem ótica com estabilizador de sensor em 2021.

Módulo de câmara do iPhone 12 Pro Max ao lado do iPhone 11 Pro Max

A Apple expandiu o aumento da câmara no iPhone 12 Pro Max para acomodar um sensor grande angular 47% maior, que também foi o primeiro módulo de câmara do iPhone a beneficiar da estabilização de deslocação do sensor.

O notch, para quem usa o iPhone, não tem um grande impacto. Isso deve-se à otimização do sistema operativo e das apps para o mesmo. Contudo, ao longo dos anos, tem sido uma preocupação para quem não tem o equipamento. Provavelmente, será esse o motivo pelo qual a Apple não tem interesse em prejudicar a segurança em favorecimento de um design mais limpo.

Fonte: Pplware.

Materiais do iPhone 12 custam mais 21% do que os do modelo anterior

 Apesar de estar a ser um sucesso de vendas, o iPhone 12 tem um custo elevado. A Apple não abdica dos componentes de elevada qualidade e de toda a sua máquina de marketing e isso eleva o custo destes smartphones.

Uma nova análise aos componentes e ao seu custo, revelou que o novo iPhone custa mais 21% do que os do modelo anterior, o iPhone 11.

iPhone 12 custos materiais modelo preço

Preço dos materiais do iPhone 12

Uma análise que é normalmente feita quando sai um novo smartphone topo de gama está no seu preço de produção e dos seus componentes. Estes valores ficam sempre longe do preço final, o que deixa no ar a dúvida onde esta diferença de custo surge.

A primeira avaliação destas ao iPhone revelou um custo de 373 dólares e um valor de 341 euros (406 dólares) para o iPhone 12 Pro. Uma nova análise feita, desta vez pela conhecida Counterpoint, revelou a BoM (Bill Of Materials) deste smartphone.

Aumento dos custos foi bem justificados

A informação apresentada revela que o novo iPhone de 128 GB tem presentes 415 dólares em materiais. Os responsáveis por este aumento de custo são a presença do 5G e a alteração dos ecrãs da tecnologia LCD para a OLED.

Esta análise revelou que o custo dos componentes projetados e criados pela Apple têm um valor de 16,7% no valor total do iPhone 12. Aqui encontram-se o processador A14 Bionic, os controladores de áudio e o chip para comunicação UWB.

iPhone 12 custos materiais modelo preço

Modelo anterior é mais barato e preço foi mantido

Os grandes causadores do aumento do custo dos componentes do iPhone são mesmo o processador e o modem 5G. O SoC A14 Bionic trouxe o processo N5 (5 nm) da TSMC. A compatibilidade com as redes 5G veio com o modem Qualcomm Snapdragon X55.

O estudo foi feito com a versão norte-americana do novo iPhone, que inclui suporte as redes mmWave. No caso do modelo global — compatível com as frequências sub-6GHz — o aumento do custo em relação ao iPhone 11 é menor e fica em 18%.

Fonte: Pplware.

7 de jan. de 2021

TikTok lança efeito AR que tira proveito do LiDAR existente no iPhone 12 Pro

 Apesar de haver enormes controvérsias ao redor do TikTok, esta rede social continua a crescer, a ter mais conteúdo e, agora, novas tecnologias. Conforme pode ser já usado, a rede social adicionou um novo efeito de vídeo com Realidade Aumentada para os utilizadores com o iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. Isto porque a tecnologias LiDAR ajuda a combinar imagens digitais em vídeos.

Se é um utilizador com os topos de gama da Apple, então usufrua já da primeira série de “efeitos inovadores”.

Imagem TikTok no iPhone 12 Pro Max

TikTok tira proveito do LiDAR do iPhone 12 Pro

O TikTok é uma rede social que tem à sua volta mais 800 milhões de utilizadores. Permite vídeos de 15 ou 60 segundos e tem conquistado miúdos e graúdos. O ano de 2020 foi complicado, tendo em conta as pressões norte-americanas aos interesses da empresa chinesa. No entanto, a plataforma não deixou de crescer e de se modernizar.

Agora, os utilizadores dos dispositivos Apple com scanner LiDAR irão usa luz infravermelha para determinar com precisão as distâncias entre os objetos ao redor do utilizador. Assim, o sistema constrói um mapa 3D do espaço e os programadores podem então criar objetos digitais que aparecem de forma realista ao lado de objetos físicos.


Anunciado no feed do Twitter da TikTok, o novo efeito ainda não está disponível em todo o mundo. De acordo com o TechCrunchalguns países não identificados não terão o efeito. Assim, Para ver se está disponível, os utilizadores podem tocar no sinal de mais do TikTok para começar a criar um vídeo e escolher Efeitos.

A nova opção de AR estará na guia Novos efeitos da app TikTok. Em Portugal, pelo que testamos, está disponível.

Fonte: Pplware.




Intel apresenta ‘RealSense ID’ como alternativa ao Face ID para dispositivos inteligentes

 O Face ID é ainda o mais seguro método de identificação utilizado nos dispositivos móveis. A Apple desenvolveu esta tecnologia depois de ter adquirido duas empresas israelitas especialistas em cibersegurança, machine learning (aprendizagem automática) e reconhecimento facial: a RealFace, no início de 2017 e a PrimeSense em 2013. O primeiro equipamento a usufruir desta inovação foi o iPhone X, equipamento que veio inaugurar uma nova linha de smartphones da empresa. Agora, a Intel apresenta o ‘RealSense ID’ como uma alternativa ao Face ID para dispositivos inteligentes.

Poderá a tecnologia da Intel superar o Face ID?

RealSense ID da Intel na peugada do Face ID da Apple

A Intel anunciou hoje uma nova solução chamada RealSense ID. Assim, estamos perante uma tecnologia que combina sensores de profundidade com inteligência artificial para autenticação facial. Se a descrição parece o que o ID Facial faz, é porque é.

Assim como o Face ID, o RealSense ID é baseado em duas lentes de câmara e sensores especiais que podem captar profundidade. Além disso, a tecnologia combinada com uma rede neuronal avançada permite detetar e distinguir o rosto de uma pessoa. Tal comportamento torna o sistema útil como um método de autenticação para dispositivos inteligentes.

De acordo com a Intel, o processo de configuração é fácil e também conta com um chip de segurança que armazena e criptografa os dados do utilizador. Conforme sabemos, é isso que faz o Secure Enclave no iPhone e no iPad.

Com um processo de inscrição fácil e nenhuma configuração de rede necessária, o Intel RealSense ID traz uma solução natural e altamente precisa que simplifica a entrada segura. Usando apenas um olhar, os utilizadores podem desbloquear rapidamente o que é importante para eles. O Intel RealSense ID combina profundidade ativa com uma rede neuronal especializada, um sistema dedicado no chip e um elemento seguro integrado para criptografar e processar os dados do utilizador de forma rápida e segura.

Segurança: Uma num milhão

A empresa afirma que o RealSense ID pode ser integrado em cadeados inteligentes, controlo de acesso, sistemas de ponto de venda, caixas eletrónicas, quiosques e muitos outros dispositivos. A Intel construiu a sua tecnologia com um sistema anti-spoofing que funciona contra as tentativas de desbloquear o dispositivo com imagens, vídeos ou máscaras.

A probabilidade de alguém enganar o sistema de reconhecimento facial da Intel é de uma num milhão – o mesmo número que a Apple refere sobre a precisão do ID Facial.

Desde que o Face ID foi introduzido com o iPhone X em 2017, não se tem visto os concorrentes a incluir uma tecnologia semelhante nos seus produtos. Provavelmente porque os sensores de Face ID são caros e exigem um espaço interno considerável disponível (razão pela qual o iPhone ainda tem o entalhe).

No entanto, outros smartphones, tablets e computadores que ofereçam reconhecimento facial, geralmente funcionam com base na simples identificação do rosto do utilizador numa imagem 2D.

Será interessante ver se o RealSense ID da Intel trará um sistema de reconhecimento facial ao nível de ID de rosto para outros dispositivos. Enquanto isso, rumores sugerem que a Apple adicionará o Touch ID de volta em iPhones futuros. Isto porque a pandemia poderá ter espoletado uma “nova” necessidade, o reconhecimento biométrico tradicional, já que o rosto está tapado.

Fonte: Pplware.




 



Futuros Apple Watch poderão incluir tecnologia de medição da pressão arterial

 O Apple Watch, a cada versão, incrementa a oferta de novas tecnologias que servem para o utilizador dedicar mais atenção à saúde e bem-estar. Assim, depois da monitorização do batimento cardíaco, da deteção de quedas, do sistema de SOS, do ECG, da monitorização do ruído e da leitura do oxigénio no sangue, esta máquina poderá trazer na próxima versão a medição da pressão arterial.

Existem já vários sistemas que se podem acoplar ao relógio para fazer esta medição, mas a Apple poderá trazer uma abordagem nova.

Imagem Apple Wtach a monitorizar a pressão arterial

Apple Watch poderá medir a pressão arterial

A gama de smartwatches da Apple possui uma série de recursos destinados a ajudar os utilizadores a monitorizar a sua saúde. Isso inclui monitor de frequência cardíaca, monitor de ECG e até mesmo o sensor de medição do oxigénio no sangue. Contudo, parece que a empresa procura agora adicionar outro recurso de saúde ao seu smartwatch na forma de um sistema de vigilância da pressão arterial.

De acordo com informações reveladas do pedido de patente, a Apple mais uma vez entrou com um pedido de registo de tecnologia que sugere que a empresa considera a possibilidade de adicionar uma ferramenta de monitorização da pressão arterial em futuros relógios Apple.

Atualmente, a verificação deste parâmetro envolve o uso de manguitos de oscilometria, que é o método não invasivo mais comummente usado para obter uma estimativa precisa e reproduzível da pressão arterial.

Embora os manguitos de oscilometria realmente forneçam leituras precisas de pressão arterial, eles são muito volumosos e pouco portáteis. Então, se a Apple conseguir ter outra tecnologia, mas com o mesmo desempenho, será sem dúvida uma evolução substancial neste tipo de equipamentos.

Contudo, a patente registada pela Apple reconhece que um smartwatch pode não necessariamente fornecer leituras tão precisas quanto as braçadeiras de oscilometria convencionais. Assim, é referido na patente que o relógio poderá fazer algumas correções internas para tornar as leituras mais precisas.

O uso de um ou mais fatores de correção aqui divulgados pode permitir dispositivos e métodos de medição de pressão arterial vestíveis mais compactos, convenientes e/ou precisos.

Informação disponível no resumo da patente.

Fonte: Pplware.

Tim Cook recebeu ordenado milionário em 2020 para ser o CEO da Apple

Tim Cook é há muitos anos a cara da Apple e a pessoa que gere o futuro da empresa. Depois de muitos anos debaixo do controlo Steve Jobs, onde se afirmou, esta mudança foi fácil e até vista como natural.

Com a responsabilidade de gerir uma das maiores empresas do planeta, Tim Cook tem um ordenado à altura desta posição. A mais recente informação apresentada dá conta de que em 2020 o CEO da Apple recebeu mais de 14 milhões de dólares.


Ano de crescimento para a Apple

Num ano em que se esperava uma quebra das vendas e dos resultados financeiros, a Apple acabou por se destacar ao crescer. Esse cenário acabou por ser possível graças a Tim Cook e à sua equipa, em especial na forma como geriram as novidades e os seus serviços.

Na mais recente declaração anual da Apple foi conhecido um lado menos público deste cenário. Foi revelado o ordenado que o atual CEO recebeu durante 2020, tendo sido avançado o valor de 14.769.300 dólares. Este valor é composto por vários elementos.

Ordenado milionário para Tim Cook

Estes 14 milhões de dólares resultam de uma base de 3 milhões, ao qual se soma ainda um valor de 10.731 milhões que resulta de um prémio de desempenho (que é variável todos os anos). Há ainda um valor de 1,038,200 dólares que resultam de outras compensações.

Estas compensações são compostas por vários elementos. Temos despesas com seguros de vida, despesas de férias, de segurança e de viagens. A componente de segurança é importante para a Apple e Tim Cook é obrigado a voar em voos privados, o que levou a que esta despesas fossem de 470 mil e 430 mil dólares.




CEO recebeu outros prémios

Para além do salário anunciado, Tim Cook recebeu ainda outros incentivos em setembro. Estes eram compostos por ações da empresa, que ascendiam a 100 milhões de dólares. Ao receber este incentivo da Apple, o atual homem forte da Apple terá de continuar a ser CEO da empresa até 2025.

Com todos estes valores elevados, Tim Cook acabou por subir também a um novo patamar. Com um valor de bens calculado em mais de mil milhões de dólares, ascende assim ao restrito grupo de bilionários

Fonte: Pplware.


Dica: Sabia que seu Apple Watch pode funcionar como ecrã de vlogging?

 Não há a mínima dúvida que ainda há muito para inventar e reinventar. Aliás, descobrem-se funcionalidades tão simples que ficamos admirados como só agora foram lembradas ou descobertas. Assim, o que vamos mostrar foi uma dica muito interessante partilhada por um utilizador do Twitter @PeterSciretta. Tire partido da funcionalidade do Apple Watch, mais concretamente da app Comando da câmara.

Poderá usar o seu iPhone como câmara para vlogging e o ecrã do Apple Watch irá ajudar a perceber o que está a ser captado.

Imagem Apple Watch como ecrã vlogging com o iPhone

Usar o Apple Watch como ecrã remoto do iPhone

Quem não tem cão, caça com gato e este adágio popular cai que nem uma luva na dica que deixamos hoje. A capacidade do Apple Watch de atuar como um controlo remoto para a câmara do seu telefone foi mencionada no seu anúncio. Quer isto dizer que já existe há algum tempo, mas muitas pessoas ou nunca usaram, ou usam esporadicamente para “brincar”.

No nosso caso, usamos esta funcionalidade para pousar o iPhone para fotografar um grupo, e esta app mostra se está tudo enquadrado e permite o disparo remoto. Contudo, ainda há outra funcionalidade muito interessante.

O utilizador do Twitter @PeterSciretta apontou que também podemos tirar proveito desta app usando-a como um auxiliar de vlog. Isto é, quando temos o iPhone a gravar-nos, não vemos o ecrã. Assim, ativando esta câmara no Apple Watch e colocando o relógio à volta do iPhone, ganhamos um ecrã extra.

Vlogging: Também dá para fazer com Android Pixel Phone

Os utilizadores do Android também poderão, alguns, ter esta capacidade. Isto é, os dispositivos Wear OS também podem atuar como um monitor da câmara quando ligados a telefones Pixel.

Além disso, o truque do Apple Watch também funcionará com a popular aplicação de câmara de vídeo FiLMiC Pro. Dessa forma, é possível obter todos os benefícios que a aplicação de terceiros oferece, além da visualização remota usado no relógio.

Sim, é verdade que esta não será a melhor opção para quem quer de facto fazer vlogging “à séria”. mas para desenrascar, é uma solução muito interessante à ali à mão de semear.

Fonte: Pplware.

Apple: App Store volta a bater recorde de vendas no final de 2020

 O final do ano é, por norma um momento de muita atividade nos produtos da Apple. Com as vendas a subir, também as suas lojas de apps ganham um novo fôlego, disparando a instalação de novas propostas e também as vendas.

Depois de um ano conturbado, a App Store voltou a ter um bom desempenho no final de 2020. Segundo a Apple, foram gastos 1,8 mil milhões de dólares na sua loja de apps e estes números não se ficam por aqui.

Apple App Store vendas Apps lojaMais um final de ano épico para a App Store

Sendo o único ponto para obter app para o ecossistema iOS da Apple, é normal que a App Store ganhe mais atividade nos momentos de maior venda de dispositivos. A Apple tem no final do ano um momento normalmente de grandes números de vendas e este ano passado não foi diferente.

Com um leque de propostas que os utilizadores querem usar, muitas vezes não se limitam a instalar as apps gratuitas e compram também muito. No final de 2020, e segundo a Apple, os valores das vendas voltaram a disparar e atingiram os 1,8 mil milhões de dólares.

Vendas cresceram para a loja da Apple

Este é um valor impressionante, mas pode ser ofuscado por outro ainda mais importante. Apenas no dia de ano novo a App Store disparou e foram gastos 540 milhões de dólares em apps. Este valor representa um crescimento de 40% face ao ano anterior.

Apple App Store vendas Apps loja

A Apple destacou ainda o papel da App Store no seu ecossistema e em especial em todos os que criam apps para o iOS. Revelou que desde 2008 os programadores já receberam mais de 200 mil milhões de dólares.

Não vive apenas das apps disponíveis

Na mesma publicação da Apple a marca fez referência a outros dos seus serviços e aos seus resultados no final de 2020. Mais de 90% dos utilizadores do iOS 14 usaram as novas funcionalidades do Apple Music. Também o Apple Books cresceu e tem já 90 milhões de utilizadores mensais e o Apple Arcade tem mais de 140.

Estes são valores excelentes para a App Store, prometendo um ano de 2021 muito ativo. A empresa deverá começar em breve uma verdadeira batalha contra várias entidades que querem uma loja mais aberta e mais justa para os programadores.

Fonte: Pplware.