24 de nov. de 2021

Dois meses após o lançamento, iPhone 13 perde menos valor do que qualquer outro iPhone

 O iPhone 13 apareceu numa altura em que o iPhone 12 batia recordes de vendas e o mundo enfrentava uma nova realidade de falta de componentes. Contudo, apesar de muitos não verem grandes novidades neste novo smartphone, ele tem-se conseguido impor e atualmente é o iPhone que menos valor perdeu dois meses depois do seu lançamento.

Quem o afirma é a pesquisa da SellCell. Os dados apresentados revelam que a linha do iPhone 13, depois de 60 dias no mercado, não se desvalorizou tanto quanto o esperado.

Imagem iPhone 13 Pro Max e iPhone 12 Pro Max

iPhone 13 foi o que menos desvalorizou

Os dados de 45 fornecedores indicam que o iPhone 13 manteve o seu valor melhor do que qualquer outro smartphone da Apple nos primeiros dois meses após o lançamento.

Segundo o que nos mostra a SellCell, os modelos do iPhone 13 sofreram desvalorização de apenas 25,5%, em média. Para referência, o intervalo do iPhone 11 caiu 44,6% do seu valor no mesmo período de tempo após o lançamento. Da mesma forma, os modelos do iPhone 12 também perderam 41% do seu valor de revenda nos primeiros dois meses no mercado.

Um mês depois do seu lançamento, o valor do smartphone da Apple mais recente caiu 24,9%, e no outro mês a seguir, desvalorizou 25,5%. Portanto, em média, os modelos do iPhone 13 sofreram desvalorização de apenas 0,6% entre o primeiro e o segundo mês após o lançamento. Curiosamente, alguns modelos do iPhone 13 recuperaram o valor perdido após a queda inicial quando foram lançados.

Imagem dos dados apresentados do valor do iPhone 13 pela SellCell

A variante de 1 TB do iPhone 13 Pro Max recuperou 1,4% do seu valor, enquanto o modelo de 512 GB recuperou 1,7% e o modelo de 128 GB recuperou 1,8% dos seus valores. O iPhone 13 Pro avançou ainda mais e o modelo de 128 GB recuperou 2% do seu valor inicial, enquanto o modelo de 256 GB recuperou 4,6% do valor inicial de venda.

De todas as variantes do iPhone 13, o iPhone 13 mini foi o que mais se depreciou. Na variante de 128 GB, o mini desvalorizou 5%, e o modelo de 256 GB caiu 7,5% no seu preço de revenda nos primeiros dois meses após o lançamento. No entanto, o modelo de 512 GB do iPhone 13 mini recuperou 4% do seu preço.

iPhone é o que perde menos valor de todos os smartphones do mercado

A SellCell observou que o iPhone tem a melhor retenção de valor do que qualquer outra marca de smartphone num período de 12 meses. Segundo a empresa, “este nível de depreciação é inédito” e especulou que os modelos do novo smartphone da Apple poderão recuperar ainda mais do seu valor até o final deste ano, porque a Apple provavelmente não atenderá à forte procura tão cedo.

A empresa de análise de mercado atribui a fantástica retenção do valor do iPhone 13 à sua escassez no mercado e à "procura sem precedentes". A necessidade foi alimentada pela crise de saúde global e pela escassez de chips que afetou praticamente todos os setores.

Além disso, o relatório diz que a procura não deve diminuir, já que a Apple supostamente cortou a produção do iPhone em 20%.

Fonte: Pplware.

23 de nov. de 2021

Apple processa a empresa de hackers NSO Group pelo uso de spyware contra o iPhone

 A Apple perdeu a paciência com a empresa israelita NSO Group. Este grupo tem desenvolvido ferramentas de spyware que desafiam a segurança dos equipamentos Apple. Atualmente parece mais uma relação entre o gato e o rato. A empresa de Cupertino tenta fechar a todo o custo o seu sistema ao malware e o grupo de hackers tenta encontrar fendas na segurança para explorar e espiar alvos políticos e jornalísticos.

Além de mudar a forma de combate a este grupo, a Apple lançou também uma nova luz sobre os métodos de vigilância do grupo NSO.

ilustração da empresa NSO Group que criou spyware através de software proprietário Pegasus para iPhone da Apple

Apple ataca a empresa de israelita NSO Group

A NSO Group Technologies é uma empresa de tecnologia israelita conhecida principalmente pelo seu spyware proprietário Pegasus, capaz de ter uma ação de vigilância remota com zero clique nos smartphones.

A fabricante do iPhone entrou com um processo contra a NSO para "responsabilizá-la" por governos espiados e que visavam utilizadores de dispositivos da Apple. Além de punir a NSO, a Apple também procura proibir o programador do software de vigilância de usar produtos da Apple para pesquisas futuras.

O vice-presidente da Apple, Craig Federighi, reconheceu que o spyware Pegasus do Grupo NSO visa apenas vigiar um pequeno número de utilizadores em várias plataformas, incluindo Android, mas que os alvos são frequentemente ativistas, jornalistas e outros críticos de regimes que normalmente suprimem a dissidência política.

Apple acusou ainda a NSO de "violações flagrantes" das leis federais e estaduais nos Estados Unidos.

Ilustração software Pegasus

 

Exploit FORCEDENTRY exposto

Segundo informações, o processo também lança mais luz sobre a utilização do exploit"FORCEDENTRIA" relatado pela NSO. De acordo com a Apple, os intrusos utilizaram o FORCEDENTRY para criar identidades falsas da Apple com o objetivo de enviar código malicioso sem alertar os alvos. A Apple disse que os seus servidores não foram comprometidos no processo, mas claramente não ficou contente por o seu sistema de contas ter sido utilizado para esta vigilância.

Paralelamente ao processo, a Apple promete doar 10 milhões de dólares (e eventualmente algo mais) para grupos que defendam ou investigam este tipo de vigilância digital. É ainda prometida a ajuda gratuita de engenharia, inteligência e técnica para quem descobrir quem usa o exploit FORCEDENTRY e outras organizações com objetivos semelhantes.

Esta empresa é acusada de ter fornecido o Pegasus aos agentes sauditas que assassinaram o jornalista Jamal Khashoggi. Contudo, a empresa israelita negou tal facto e contratou um advogado para combater essa acusação que dizem ser uma difamação.

Relembramos que a Apple lançou uma atualização de software de emergência depois dos investigadores de segurança cibernética terem descoberto uma nova vulnerabilidade que permitia a hackers usar a ferramenta de spyware da empresa NSO Group através da app Mensagens (iMessage).

Fonte: Pplware.

22 de nov. de 2021

Black Friday ou apenas uma sexta-feira normal? Recondicionados podem ser uma opção

 Quando falamos em Black Friday surge sempre na ideia um dia de grandes descontos em milhares de produtos um pouco por todas as lojas. No entanto, sabemos também que muitas começam a aumentar os preços antecipadamente, para depois, em produtos estratégicos, lhes aplicarem "grandes descontos". Sem artimanhas e sempre com bons preços associados, os recondicionados podem ser uma opção para ter acesso a um equipamento de qualidade a qualquer dia.

Por isso, para algumas lojas, o conceito de Black Friday acontece o ano todo, sendo a próxima sexta-feira só mais um dia normal.

A compra de um smartphone de topo, dos melhores earbuds do mercado ou de um tablet para tornar as tarefas do dia a dia mais produtivas é, acima de tudo, um investimento para muitas pessoas. Aplicar o dinheiro em material de qualidade tem que ser uma decisão ponderada. No entanto, o conceito de Black Friday, promove tudo menos compras ponderadas.

O mês de novembro destaca-se com um grande volume de vendas, não só motivadas pela aproximação ao Natal, mas por ser um mês onde são feitos grandes descontos. A Black Friday que acontece no próximo dia 26 de novembro, antecede o dia de Ação de Graças, com grande importância nos Estados Unidos, e a sua génese está no escoar de stocks das lojas, dando início a uma nova temporada de vendas.

Com a globalização deste conceito, já são muitas as lojas que têm todo mês campanhas promocionais. Outras preferem ter todo o ano, produtos a preços baixos e competitivos.

A Back Market é uma loja especializada na venda de recondicionados, que tem uma vasta gama de produtos disponíveis e que, nesta sexta-feira negra, garante que terá os seus produtos com preços muito interessantes, sem pressas ou restrições de um dia. A Black Friday será, por isso, uma "normal friday".

Assim, deixamos-lhe sugestões de produtos Apple recondicionados que pode aproveitar nesta Black Friday, ou em qualquer dia do ano. 

iPhone 11 Pro

iPhone 11 Pro é um smartphone que consegue, hoje, garantir um desempenho muito bom, com uma qualidade fotográfica excecional, garantida por um módulo de câmaras triplo com sensores de 12 MP.

O seu ecrã Super Retina XDR OLED tem 5,8" e uma resolução de 1125 x 2436 píxeis. Vem equipado com o processador Apple A13 Bionic e as atualizações do sistema operativo são garantidas pela marca por muitos anos.


Apple compra empresa com tecnologia para melhorar as fotos do iPhone

Este smartphone pode ser comprado com 64 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, em diversas cores e em estados de conservação diferentes. Neste caso a Back Market garante que apenas são comercializados produtos em bom estado, em muito bom estado ou como novos.

iPhone 12 Pro

O modelo de iPhone lançado no ano passado tem melhorias significativas em relação ao modelo 11 Pro, tanto ao nível de desempenho, como fotográfico e até mesmo em termos de autonomia.

O seu ecrã é de 6,1" com tecnologia Super Retina XDR OLED e o processador já é um Apple A14 Bionic (5 nm). Também neste caso temos câmaras com 12 MP (Wide, telefoto, ultrawide) e ainda um sensor LiDAR para melhorar as funcionalidades de realidade aumentada e mesmo a captação de fotos com efeito desfocado.

iPhone 12 Pro pode ser encontrado nas cores azul pacífico, grafite, prateado e dourado, com 128 GB, 256 GB ou 512 GB. É o comprador que define se quer pagar um pouco mais para ter um smartphone como novo, ou se não se importa de ter um modelo em bom estado, que pode apresentar riscos ligeiros e algumas marcas que não afetam de todo a utilização ou desempenho.

AirPods Pro

Os AirPods Pro são dos melhores earbuds do mercado. Aliás, os auriculares da Apple são mesmo dos mais vendidos em todo o mundo e garantem uma excelente qualidade de reprodução de som, som tecnologias associadas como som espacial, cancelamento ativo de ruído, modo transparência e muito mais.

Imagem AirPods Pro firmware

iPad Pro

iPad Pro é muito mais do que um tablet. Este equipamento, em termos de desempenho é capaz de executar tarefas tal como um computador portátil, nomeadamente, é competente para edição de vídeo, áudio, fotos ou até para programar.

O modelo de 2018 vem equipado com o processador Apple A12X Bionic (7 nm), tem um ecrã de 11 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Permite acoplar um teclado e ainda é compatível com caneta Apple Pencil.

O iPad Pro está disponível nas cores cinzento sideral e prateado, em bom estado e como novo.

Existem muitos outros dispositivos recondicionados disponíveis na Back Market, tanto da Apple como de outras grandes marcas, onde são garantidos preços baixos e promoções durante todo o ano.

Normal Friday da Back Market

Fonte: Pplware.

Ranking da app Podcasts do iOS dispara depois da Apple ter mudado as regras de avaliação

 As apps da Apple sempre estiveram protegidas das opiniões dos utilizadores, ao não poderem ser avaliadas. Este cenário foi alterado recentemente, com a gigante de Cupertino a colocar as suas propostas sob escrutínio.

Este movimento começa agora a dar frutos, mas levanta também algumas questões bem difíceis. A mais visível foi a app Podcasts, que subiu rapidamente demais e está já no topo da lista das apps do iOS, deixando sérias dúvidas sobre como isso aconteceu.

Apple app avaliações pontuações Podcasts

App Podcasts dispara na tabela de avaliações

O que o programador Kosta Eleftheriou detetou e o site The Verge confirmou, foi um movimento anormal da app da Apple. Esta estava no fundo da tabela de apps desta categoria, com uma pontuação de apenas 1.8 pontos. Ao fim de algumas semanas, e sem razão lógica, disparou para o topo, onde ficou com 4.8 pontos.

Este movimento ascendente aconteceu demasiado rápido e depois de um surto de avaliações. Estas surgiram sem qualquer alteração na app e sem que exista uma mudança que justifique quer a nova pontuação, quer todas as novas avaliações.

Apple mudou as regras da avaliação das apps

A Apple mudou recentemente a forma como estas avaliações acontecem nas suas apps. Está a pedir aos utilizadores que avaliem a app durante a utilização, tal como outras fazem. O problema é que maioria dos utilizadores está a avaliar o conteúdo e não a própria app e a sua qualidade.

Curiosamente, esta situação parece não afetar outras apps da Apple. A pontuação do Apple Maps está ainda nos 2.8, sem alterações grandes. Também o iTunes tem 4.8 pontos, mas com avaliações focadas na app e não no conteúdo que oferecem aos utilizadores.

Avaliações não têm a ver com o que esta oferece

Ao avaliar as revisões e as pontuações aplicadas, fica claro o que está a acontecer. As pontuações máximas são dadas a conteúdos que os utilizadores ouviram recentemente e as pontuações mínimas são efetivamente dadas à app e ao que esta oferece aos utilizadores.

Tudo parece estar percebido e com uma causa identificada. A forma como a Apple está agora ativamente a pedir feedback das suas apps está a induzir os utilizadores em erro, por parecerem focadas nos conteúdos. Ainda assim, os resultados parecem positivos e neste caso a pender para o lado da app Podcasts.

Fonte: Pplware.




Rumor: Apple trabalha nos futuros AirPods Max com condução óssea

 Depois da Apple ter atualizado os AirPods "entrada de gama" com a saída dos AirPods 3, e depois de terem já saído rumores sobre os AirPods Pro 2, é a vez dos AirPods Max. Que futuro se espera para os auscultadores topo de gama da Apple?

Segundo os rumores, baseados numa patente, a empresa de Cupertino poderá estar já a trabalhar numa tecnologia com condução óssea para melhorar a privacidade.

Imagem AirPods Max

Os auscultadores que todos conhecemos, sejam eles abertos, fechados ou encaixados dentro da orelha, não são a única forma de transmitir som aos nossos ouvidos.

A tecnologia de condução óssea é também uma opção interessante em certas áreas ou para certas utilizações. Assim, segundo indicia uma patente, esta tecnologia parece ter atraído a atenção da Apple.

A principal atração do sistema de transmissão de som de condução óssea é que não é emitido qualquer som. Como tal, ninguém à nossa volta é capaz de ouvir o que ouvimos.

Basicamente existe um sistema que emite uma vibração diretamente nos nossos ossos cranianos que só nós podemos converter em som e audição.

 

Bone conduction transducers for privacy

Este rumor orbita em torno de uma patente registava pela Apple que tem o título de "Bone conduction transducers for privacy". O nome e o descritivo da patente deixam claro o interesse da Apple nesta tecnologia.

Portanto, pelo que dá a entender, a empresa de Cupertino está interessada nesta tecnologia principalmente pela parte da privacidade.

Devido à sua natureza exterior ao ouvido, existem, tanto quanto sabemos, dois candidatos para tirar partido desta tecnologia: o AirPods Max e um futuro Apple Glass.

De acordo com a patente, os auscultadores utilizados poderiam ter canais de áudio diferentes. Um deles, chamado privado, utilizaria esta condução óssea para garantir que apenas ouvimos o conteúdo de, por exemplo, uma chamada telefónica.

 

Apple Glass ou AirPods Max?

Bom, de facto a Apple poderá estar a olhar para um lado diferente daquele que o rumor aponta. Isto é, se transferirmos esta tecnologia para os Apple Glass, podemos imaginar algo como as próprias hastes serem capazes de nos transmitir o som do dispositivo.

Nesse sentido, a abordagem torna-se ainda mais interessante, na medida que nos afastamos de um possível auricular de realidade virtual e nos aproximamos dos óculos do dia a dia.

Não faria muito sentido que uns óculos "convencionais" fosse acompanhado por um auscultador que transmitisse notificações e conversas através de altifalantes.

O som condutivo ósseo permite-nos usar os nossos ouvidos livres e, ao mesmo tempo, ouvir sons que só nós podemos ouvir.

Ilustração Apple Glass com condução ossea

 

Condução óssea associada à inteligência dos dispositivos Apple

Há, contudo, um dado muito interessante. Na patente, a Apple explica que a informação das câmaras do dispositivo poderia ser utilizada para determinar qual o canal de áudio a utilizar.

Assim, os óculos ou os auscultadores, podem perceber onde estamos, ou perceber que há uma pessoa a falar connosco à nossa frente, para encaminhar o áudio para o sistema que garante total privacidade.

Em resumo, a patente abre várias linhas de possibilidades relacionadas com a evolução da tecnologia auditiva na Apple. Será que vai ser aplicada aos AirPods Max 2 ou aos Apple Glass?

Fonte: Pplware.