1 de set. de 2022

Está à espera do novo iPhone SE? Prepare-se para um regresso ao iPhone XR

 O iPhone SE é já um "clássico" da Apple que tende a surgir de 2 em 2 anos e que traz aos consumidores uma máquina numa estrutura antiga, mas com novo hardware e claro, todas as novidades do iOS mais recente que esteja disponível para os smartphones da Apple. 

Em março deste ano, a Apple apresentou o novo iPhone SE com SoC A15 Bionic, mas com design de 2017, em 2024 deverá lançar uma nova versão, finalmente com design renovado... inspirado no iPhone XR.

Está à espera do novo iPhone SE? Prepare-se para um regresso ao iPhone XR

Novo iPhone SE, uma evolução do iPhone XR

A Apple apresentou este ano uma nova geração do iPhone SE, o seu smartphone mais acessível. Enquanto o iPhone SE 2022 manteve o mesmo design da geração anterior, que é baseada no iPhone 8, parece que as coisas irão finalmente mudar com a próxima geração. De acordo com o YouTuber Jon Prosser, o próximo iPhone SE terá o mesmo formato do iPhone XR... o que não é propriamente uma grande novidade. 

Na verdade, já se falava no início do ano que a Apple iria reservar este estilo de smartphone para um futuro smartphone.

Finalmente, a Apple irá abandonar um design completamente desatualizado para uma máquina com desempenho de topo. É natural que as especificações gerais sejam mais modestas face à linha principal, mas ter um dispositivo com ecrã 16:9 e margens enormes, já não é bem aceite pela generalidade dos consumidores. Já para não falar na não inclusão de uma das mais seguras tecnologias de reconhecimento facial, o Face ID.

O atual iPhone SE tem um ecrã LCD de 4,7 polegadas e o iPhone XR já apresenta uma evolução em termos de tamanho, com um LCD de 6,1 polegadas. Também a bateria é significativamente maior entre um modelo e outro. 

É natural que, em 2024, quando se espera que seja lançada a nova versão, o smartphone venha equipado com o mais recente processador da empresa desenvolvido para smartphones, tal como tem acontecido a cada nova geração. E o mesmo poderá acontecer com as câmaras fotográficas, que ainda que os sensores possam ser mantidos em relação ao XR original, deverá haver uma melhoria significativa em termos de software. 

Imagem iPhone SE 2020 versus iPhone XR

Ainda que a evolução seja natural, a verdade é que, a acontecer, a Apple deixará de ter como argumento o facto de ainda haver público a querer smartphones com ecrãs pequenos. Além de ir acabar com a versão mini da sua linha principal que será atualizada já no próximo dia 7 de setembro, este futuro e expectável iPhone SE de quarta geração de 2024 será substancialmente maior que o antecessor.

Fonte: Pplware.

iPhone 14: onde e como assistir ao anúncio da Apple


 O evento de revelação do iPhone 14 está mais próximo do que nunca, e a Apple já marcou data e horário para anunciar não somente a tão esperada nova linha de smartphones, mas também outros gadgets importantes.

Onde e quando?

A apresentação da Apple acontecerá no próximo dia 7 de setembro, pleno feriado de Dia da Independência, para nós brasileiros. O encontro está marcado para começar às 14h no Horário de Brasília, diretamente da sede da companhia em Cupertino, na Califórnia.

Diferentemente de outros anos, por conta da pandemia, o evento voltará a ter jornalistas no local para fazer a cobertura dos anúncios, porém, ainda não será uma apresentação ao vivo, e sim pré-gravada com o atual CEO da companhia, Tim Cook, e os demais chefões de cada divisão da empresa.

Como assistir?

O evento, intitulado de "Far Out", poderá ser assistido através do canal oficial da Apple no YouTube, assim como no próprio site da companhia. Nas redes sociais, como o Twitter, a Maçã ainda costuma publicar os principais destaques em tempo real, caso você não consiga acompanhar a livestream.


O que esperar?

Por enquanto, é esperado que a Apple lance quatro modelos da família: iPhone 14, iPhone 14 Pro, iPhone 14 Max e iPhone 14 Pro Max. Os celulares devem receber o tão aguardado processador A16, com processo de fabricação da TSMC, que pode entregar grandes saltos de performance, mas principalmente, mais de 20% em eficiência energética.

Além da poderosa CPU, podemos esperar 6 GB de RAM LPDDR5 e a substituição do notch frontal nos modelos Pro e Pro Max por um entalhe em formato de pílula para abrigar a câmera frontal e o Face ID. Além disso, a Apple ainda deve anunciar o novo Apple Watch Series 8 e o fone de ouvido AirPods Pro 2.

Fonte: Tecmundo.

29 de ago. de 2022

5 razões pelas quais a Siri não é a melhor assistente de voz

 As pessoas ficaram impressionadas quando a Apple lançou a Siri pela primeira vez há mais de uma década. Alguns pensavam que não teria futuro, enquanto outros defendiam que iria ser dominante por esta altura. Apesar da divergência de opiniões, não deixa de ser óbvio que existem assistentes melhores como, por exemplo, a Alexa.

Mesmo conseguindo um avanço no espaço dos assistentes de voz, a Siri ainda está um pouco aquém da concorrência.

1. O modo offline torna a Siri ainda mais limitada

A razão pela qual a Siri pode, por vezes, ser mais limitada, é que durante muitos anos o processamento vocal não era feito diretamente no seu aparelho. Em vez disso, esse trabalho era descarregado para os servidores da Apple para processamento, e as respostas eram-lhe enviadas de volta. Basicamente, sem ligação à Internet não havia Siri.

Com o iOS 15, os utilizadores tiveram finalmente a opção de permitir uma versão offline, mas as suas capacidades são muito mais limitadas do que o habitual. Se estiver offline, não conseguirá obter informações da Internet como o tempo ou a sua localização, mas poderá ficar surpreendido com algumas das outras coisas que a Siri não consegue fazer.

 

2. A Apple precisa de trazer de volta o apoio de terceiros

Antes do iOS 15 sair, a Siri era muito mais inteligente. Podia executar uma tonelada de comandos diferentes em muitas aplicações populares. Isso incluía coisas como poder chamar um Uber ou ajustar o AC do seu carro através do CarPlay. No entanto, no iOS 15, a Apple decidiu reduzir quase todo o apoio de terceiros da Siri.

Imagem Apple Watch com Siri, tecnologia debaixo de olho da UE

Embora ainda se possa usar a App Atalhos para configurar uma ação personalizada, isso não resolve o problema de compatibilidade muito maior da Siri. Durante algum tempo, parecia que a Apple estava lentamente a tornar-se mais séria em conseguir que o seu assistente de voz trabalhasse com mais aplicações que as pessoas utilizam diariamente.

Mas infelizmente, por agora, pelo menos, a Apple tem retirado a maior parte do apoio de terceiros da Siri. Isso é uma enorme perda tanto para os criadores de aplicações como para os consumidores.

 

3. A Siri não é muito boa para gerir a sua casa

A Apple quer que os seus utilizadores utilizem a Siri para gerir todos os seus dispositivos domésticos inteligentes, mas em muitos aspetos, esta não consegue acompanhar a Alexa. Para além da enorme gama de aparelhos Echo da Amazon, há uma tonelada de aparelhos compatíveis com a Alexa de outros fabricantes, desde termostatos a luzes e muito mais.

Alexa, Amazon

Tentar integrar a Siri com a sua casa pode transformar-se numa dor de cabeça muito rapidamente. Para começar, terá de usar um HomePod ou num HomePod mini, que são muito mais caros do que a maioria das colunas.

Depois, qualquer dispositivo doméstico inteligente que escolher precisa de ser compatível com o HomeKit da Apple. Trata-se de uma gama muito mais pequena de produtos que normalmente são vendidos a preços muito mais elevados do que a concorrência.

 

4. A Siri precisa de compreender melhor o contexto

Muitos apreciarão o facto de que se usar a Siri para marcar um lembrete para "amanhã" um pouco depois da meia-noite, ela confirmará se disse amanhã, ou se quis dizer hoje mais tarde. Ainda que isso seja uma ótima característica a ter, na maioria das vezes, é preciso ter cuidado com o que se pede e como se pede.

Um dos maiores quebra-cabeças para a Siri é usar mais do que uma data ou hora numa frase. Por exemplo, se usar a frase "Lembra-me a 30 de Agosto que tenho uma consulta no dentista amanhã", a Siri pode esquecer completamente a data e apenas marcar o seu lembrete para o dia seguinte. Até que a Siri possa compreender melhor as linguagens, muitas pessoas irão descartar o seu uso.

 

5. Este assistente de voz precisa de muitas mais funcionalidades

Uma das coisas mais espantosas sobre a Siri é que ainda não consegue lidar com mais do que um pedido ou pergunta de cada vez. Se pedir à Siri a hora ou uma previsão do tempo, ela pode lidar com isso sem qualquer problema. Mas pergunte por ambos simultaneamente e veja o resultado.

Muitas das vezes, a Siri parece mais uma máquina de pesquisa da Google do que um assistente de IA fiável. Falando da Google, o Google Assistant pode até traduzir discursos de 27 línguas diferentes em tempo real, uma ferramenta inestimável para viajar e comunicar com pessoas de outras culturas. Há muitas maneiras de usar o Google Assistant para facilitar a sua vida, e parece que na maioria das vezes, a Siri simplesmente não consegue acompanhar o ritmo.

Fonte: Pplware.

Ciclista diz que Apple Watch lhe salvou a vida, num acidente que o deixou tetraplégico

 É um assunto recorrente, mas não há dúvida da utilidade do Apple Watch, assim como de outros smartwatches, no auxílio e socorro de pessoas em perigo. Desta vez foi creditado ao relógio da Apple o mérito pela ajuda ao salvamento de um ciclista que teve um acidente na montanha.

O homem diz que um Apple Watch ajudou a salvar a sua vida, permitindo que ele recebesse assistência depois que um acidente que o deixou tetraplégico.

Imagem Apple watch modo SOS

Apple Watch ajuda a salvar vida de ciclista

O desenvolvimento das tecnologias dos dispositivos "vestíveis" tornou-os importantes guardiões da vida humana quando atuam no socorro dos seus utilizadores.

Vimos já vários casos onde o Apple Watch salvou a vida das pessoas através do alerta para irregularidades cardíacas, quando chamou o auxílio automático após quedas graves, ou quando permitiu que os acidentados, ou em situação de risco, chamassem ajuda.

Ryan McConnaughey, praticante de BTT, visitante regular das trilhas em Jamul, envolveu-se num grave acidente, em abril. O homem de Spring Valley, Califórnia, fazia o seu passeio diário quando tudo mudou completamente na sua vida.

Ilustração deteção de queda Apple Watch num ciclista

Segundo o que foi relatando pelo canal 10News San Diego, McConnaughey explica que o acidente ocorreu cerca de 40 minutos após o início da viagem.

Era um trilho íngreme. A minha bicicleta ficou para trás e eu passei por cima do guiador, e fui de cabeça ao chão.

Disse o ciclista.

Após o impacto no chão, e apesar de ter capacete, McConnaughey acabou por ficar de costas, e soube imediatamente que se tratava de um problema sério.

Eu não tinha movimento do pescoço para baixo.

Tinha a certeza de que precisava de ajuda médica o mais rapidamente possível. O meu cérebro ficou num estado tipo "modo de sobrevivência".

Explicou o jovem de 23 anos.

Segundo as suas afirmações, ele percebeu que não conseguia alcançar o seu iPhone que estava dentro da mochila que trazia às costas. Foi então que McConnaughey se lembrou que estava a usar o seu relógio Apple.

 

Smartwatch tem um modo de SOS

O jovem ciclista usava o relógio sobretudo para gravar as suas atividades físicas através da app Treino. Em estado grave e com algumas dores, ele usou a assistente digital Siri para ligar para um amigo, que sabia onde ele estava e para o 911 (112 dos EUA) para pedir assistência. Deixou também uma mensagem no correio de voz da namorada.

Com a chegada dos paramédicos, Ryan foi levado para o hospital, onde foi submetido a vários exames e cirurgias. O jovem ficou num estado tetraplégico, perdendo os movimentos do tronco, braços e pernas.

Apesar do trágico resultado da queda, o jovem diz que:

Este relógio salvou a minha vida. Sem dúvida. De outra forma ninguém teria conseguido encontrar-me.

McConnaughey, que se formou no Grossmont College com uma licenciatura em gestão, tinha sido admitido na SDSU para o período de outono. Ele ainda tem esperança de poder assistir às aulas na primavera.

Foi criada uma campanha de angariação de fundos online para ajudar McConnaughey com despesas médicas e outras.

 

O Apple Watch não tem um sistema de deteção de quedas?

Sim, o Apple Watch tem o sistema de deteção de quedas que funciona com o Apple Watch SE e Apple Watch Series 4 ou posterior. Este sistema foi inclusive melhorado no outono passado.

A Apple atualizou o software do relógio para melhorar o desempenho da deteção de quedas durante os treinos, incluindo o ciclismo. A otimização baseia-se no reconhecimento de movimentos e impactos específicos de quedas durante a prática de ciclismo e outras atividades.

Contudo, este sistema tem de estar ativo. No caso em apreço, não se sabe o modelo do Apple Watch nem se tinha este sistema ativo. O mais provável era estar desligado.

Para o ativar, basta ir à app Watch, no iPhone, depois no separador O meu relógio (canto inferior direito) escolher a opção SOS emergência. Dentro deste menu ativar a opção Deteção de queda > Sempre ativa.

Depois disto, se o Apple Watch Series 4 ou posterior detetar uma queda grave enquanto estiver a utilizar o relógio, irá começar a vibrar, tocar um alarme e apresentar um aviso.

Pode optar por contactar os serviços de emergência ou fechar o aviso ao premir a Digital Crown, tocar em Fechar no canto superior esquerdo ou tocar em "Estou bem".

Se o Apple Watch detetar que está em movimento, irá esperar que responda ao aviso e não entrará automaticamente em contacto com os serviços de emergência. Se o relógio detetar que está inerte há cerca de 1 minuto, irá efetuar a chamada automaticamente.

Quando a chamada terminar, o relógio envia uma mensagem aos contactos de emergência com a sua localização, para que saibam que o relógio detetou uma queda grave e que entrou em contacto com os serviços de emergência. O relógio obtém os contactos de emergência a partir da Ficha médica.

Fonte: Pplware.