25 de fev. de 2024

Apple volta a ultrapassar a Samsung nas vendas de smartphones na Europa

 A batalha entre a Apple e a Samsung está focada em controlar o mercado dos smartphones. A gigante Coreana tem sido a dominadora nos últimos anos, mas a empresa de Cupertino reage e conquista novas posições. Na mais recente foi mostrado que a Apple voltou a ultrapassar a Samsung nas vendas de smartphones, agora na Europa.

Apple Samsung smartphones Europa vendas

Apple volta a ultrapassar a Samsung

As vendas de smartphones da Samsung na Europa caíram 12% no último trimestre do ano passado, enquanto os iPhones aumentaram a sua quota de mercado. O resultado desta situação foi que a Apple ultrapassou a Samsung em vendas na Europa, pela primeira vez em quase dois anos.

A Canalys revelou há poucos dias que, embora o mercado europeu de smartphones tenha caído 3%, a Samsung sofreu uma perda muito maior, enquanto a Apple conseguiu um crescimento de 1%. Isto permitiu-lhe ultrapassar a Samsung em vendas na Europa.

Apple Samsung smartphones Europa vendas

Vendas de smartphones na Europa

Esta nova informação revela que as remessas de smartphones para a Europa, excluindo a Rússia, caíram 3% ano a ano, para 37,8 milhões de unidades no quarto trimestre de 2023. No entanto, a Apple recuperou a posição de liderança após sete trimestres atrás da Samsung, crescendo 1% ano a ano, para 12,4 milhões de unidades. Por outro lado, a Samsung sofreu uma queda de 12% para 10,8 milhões de unidades, o que a levou para a segunda posição.

Embora a Samsung tenha liderado ao longo do ano, a procura pelo iPhone 15 impulsionou a Apple para este primeiro lugar, aumentando também a procura por modelos premium, que nunca foi tão alta. Mais especificamente, os smartphones topo de gama atingiram uma quota recorde no mercado europeu no quarto trimestre de 2023, com quase 40% das remessas de smartphones com preços iguais ou superiores a 800 euros.

Apple Samsung smartphones Europa vendas

Como será que o futuro vai mudar?

O iPhone 15 e o iPhone 15 Pro foram uma boa atualização ao adicionar novos recursos em comparação com a geração anterior. Isso foi especialmente notado nos modelos Pro e Pro Max, com design ligeiramente renovado, action button, armação de titânio e USB-C.

Este cenário deverá mudar em breve na Europa, com a Samsung a recuperar a sua posição, graças às vendas dos seus novos smartphones. Esta é uma oscilação normal e que garante alguma vibração ao mercado e a quem gere estes mercados.

Fonte: Pplware.

Tem falhas constantes no Bluetooth do seu iPhone 15? Então não está sozinho

 Apesar de terem sido já tratados na sua maioria, o iPhone 15 teve vários problemas reportados desde que foi lançado. A Apple focou-se nestas situações, ainda que tenha deixado algumas para trás. Uma destas está agora a ser reportada pelos utilizadores. São falhas constantes no Bluetooth e cada vez mais utilizadores do iPhone alertam para esta situação.

iPhone 15 Bluetooth Apple problemas

Problemas com o Bluetooth no iPhone 15

Ainda que não seja generalizado, alguns utilizadores do iPhone 15 e iPhone 15 Pro têm estado a reportar problemas constantes de ligação Bluetooth. Estas situações existem e persistem desde o lançamento destes novos dispositivos, segundo as reclamações da comunidade de suporte da Apple.

Em alguns casos, os utilizadores reportam ter problemas para manter o iPhone 15 ligado via Bluetooth a dispositivos mais antigos. Nesta categoria temos sistemas de entretenimento de carros ou auscultadores que dependem desse tipo de ligação. Embora a grande maioria das reclamações venha destes utilizadores, outros afirmam ter problemas em manter os seus AirPods conectados.

Ainda que não seja um problema alargado a muitos utilizadores, é um erro que está por resolver há algum tempo. Em outubro de 2023, um mês após o lançamento do novo iPhone, começaram a surgir os primeiros relatos destes problemas. Durante todo esse tempo, não foram resolvidos, apesar das múltiplas atualizações lançadas, já que persistem no iOS 17.3.1.

iPhone 15 Bluetooth Apple problemas

Apple demora demasiado a resolver situação

O curioso de todo estes problemas é que as reclamações só vêm de utilizadores com o iPhone 15, Plus, Pro ou Pro Max. Em alguns casos, a única solução tem sido conseguir a troca de equipamento para o problema desaparecer. Espera-se que o iOS 17.4, a próxima atualização a ser lançada, seja a solução que todos esperam para acabar com estes problemas.

Esta é de longe uma situação normal, ainda mais dado o histórico da Apple neste tipo de situações. Esperava-se que estivesse já tratado, dado que surgiu há alguns meses, assim que os novos iPhone 15 foram apresentados ao público e chegaram ao mercado.

Ainda assim, nem tudo são más notícias para a Apple e para estes equipamentos. Na passada semana a Apple relatou que a bateria do iPhone 15 afinal tem uma duração ainda maior do que o esperado, o que parece aumentar a vida útil deste componente essencial.

Fonte: Pplware.

23 de fev. de 2024

Regulador americano opõe-se ao uso de smartwatches para vigiar diabetes

 É uma das tecnologias mais requisitadas à Apple. Muitos indicadores e declarações de responsáveis da empresa de Cupertino dão conta de que o Apple Watch terá tecnologia de monitorização dos níveis de glicose no sangue, para controlo da diabetes. Aliás, são várias as empresas de tecnologia que estão há anos a trabalhar em novos métodos não invasivos para este tipo de função, sobretudo através dos smartwatches e dispositivos semelhantes. A FDA, no entanto, tem uma opinião diferente.

Sensor de monitorização da diabetes nos smartwatches: seria útil?

Desde há vários anos que a Apple e outras marcas, como, por exemplo, a Samsung, trabalham para conseguir, através de um smartwatch, monitorizar com rigor os níveis de glicose no sangue do utilizador. Esta informação poderá ser imensamente útil a diabéticos e possíveis candidatos a ter esta condição. No fundo, será uma funcionalidade útil para todos os utilizadores.

No Pplware falámos deste trabalho de investigação pelo menos há 10 anos, onde as empresas estudam vários "vestíveis" para terem um controlo neste parâmetro de saúde.

Regulador americano não concorda com estas tecnologias vestíveis

A FDA - Food and Drug Administration pronunciou-se agora contra esta tecnologia, alegando que não é exata e que pode levar a que os doentes sejam mal diagnosticados.

Num artigo partilhado pela agência de saúde (via Reuters) na quarta-feira, o regulador argumenta que os dispositivos portáteis que medem os níveis de glicose no sangue sem perfurar a pele podem resultar em "medições imprecisas". A FDA sublinha que não existem atualmente smartwatches e dispositivos semelhantes capazes de testar diretamente os níveis de glicose no sangue.

A agência afirma que as pessoas que dependem da medição constante dos níveis de glicose no sangue - como as pessoas com diabetes - podem acabar por tomar a dose errada de insulina ou outros medicamentos se os resultados não forem exatos.

Tomar uma dose excessiva destes medicamentos pode levar rapidamente a um nível perigosamente baixo de glucose, conduzindo a confusão mental, coma ou morte.

Afirma a FDA.

O regulador também refere que nunca certificou quaisquer dispositivos capazes de medir os níveis de glucose no sangue sem perfurar a pele.

Os vendedores destes smartwatches e anéis inteligentes afirmam que os seus dispositivos medem os níveis de glucose no sangue sem que as pessoas tenham de picar o dedo ou perfurar a pele. Alegam utilizar técnicas não invasivas.

Afirma a agência.

Por enquanto, os únicos dispositivos portáteis certificados pela FDA para medir os níveis de glicose no sangue são os dispositivos de monitorização contínua da glicose (CGM).

Apple quer trazer a tecnologia para o Apple Watch

Como referimos, a Apple tem-se esforçado muito para desenvolver uma tecnologia que permita medir os níveis de glicose no sangue com o Apple Watch sem perfurar a pele. Embora este seja um projeto muito ambicioso, Bloomberg informou no ano passado que a empresa já alcançou "marcos importantes" com os seus protótipos.

A empresa tem vindo a experimentar uma tecnologia conhecida como fotónica de silício e um processo chamado espetroscopia de absorção ótica que utiliza lasers para emitir comprimentos de onda de luz para uma área sob a pele onde existe fluido intestinal com substâncias que podem ser absorvidas pela glicose.

Dada a importância desta funcionalidade, parece improvável que a Apple a disponibilize aos utilizadores sem a aprovação da FDA. Vale a pena notar que a FDA certificou o Apple Watch como capaz de fazer eletrocardiogramas e monitorizar o histórico de fibrilhação auricular.

Fonte: Pplware

21 de fev. de 2024

Apple anuncia criptografia pós-quântica mais avançada até agora; entenda


 A Apple anunciou, nesta quarta-feira (21), que o iMessage ganhará um protocolo de criptografia pós-quântica. A novidade, que é conhecida como PQ3, chegará ao app de mensagens como uma feature do iOS 17.4, iPadOS 17.4, macOS 14.4 e watchOS 10.4.

De acordo com a Maçã, o método contra computação quântica tem as “propriedades de segurança mais fortes que qualquer protocolo de mensagem em escala do mundo”.

A empresa pontuou que este é o maior upgrade de segurança “da história do iMessage” e que o aplicativo foi reconstruído “do zero”.

AppleA Apple explicou os protocolos de segurança utilizados pelos principais apps de mensagem (Imagem: Divulgação/Apple)

Ainda segundo a Apple, o PQ3 é o primeiro protocolo a alcançar o nível 3 de segurança criptográfica. Para se ter uma ideia, a criptografia de ponta a ponta utilizada pelo WhatsApp está no nível 1 de proteção.

Anteriormente, o Signal tinha sido o primeiro aplicativo de larga escala a introduzir um modelo de proteção de criptografia pós-quântica (PQC).

Mitigar os riscos do futuro

Os computadores quânticos ainda não são populares e, portanto, ainda não representam um grande perigo para a segurança dos usuários. Contudo, ao lançar o PQ3, a Apple defendeu que está se adiantando aos problemas.

De acordo com a Apple, apesar de os computadores ainda não existirem, nada impede que hoje em dia agentes maliciosos coletem uma grande quantidade de dados criptografados.

iMessageO novo protocolo de segurança do iMessage está em fase beta e chegará para usuários em breve (Imagem: hocus-focus/Getty Images)

“Mesmo que eles não possam descriptografar nenhum desses dados hoje, eles podem retê-los até adquirirem um computador quântico que possa descriptografá-los no futuro, um cenário de ataque conhecido como Harvest Now, Decrypt Later”, explicou trecho de um comunicado da dona do iPhone.

Fonte: Tecmundo.

Vida útil da bateria do iPhone 15 pode durar o dobro do prometido, afirma Apple


 A bateria dos celulares que fazem parte da linha iPhone 15 tem uma vida útil mais longa do que a estimada inicialmente pela Apple. É o que afirma a fabricante em uma atualização no canal de suporte da marca divulgada na terça-feira (20).

Segundo a Apple, as baterias da nova geração do iPhone foram projetadas para reter até 80% da sua capacidade original em 500 ciclos completos de carga. No entanto, os testes mais recentes com o componente mostraram o dobro da estimava anterior.

Fonte: Tecmundo.

20 de fev. de 2024

Apple trabalha numa ferramenta de IA para fazer frente ao GitHub Copilot

 A Apple está a trabalhar numa nova funcionalidade para o seu ambiente de desenvolvimento Xcode que poderá tornar a codificação mais fácil para os programadores. A funcionalidade, alegadamente semelhante ao GitHub Copilot da Microsoft, utilizará Inteligência Artificial (IA) para sugerir e completar blocos de código em tempo real.

Inteligência Artificial generativa para o Xcode

A Apple também está a estudar a utilização de IA para gerar código para testar aplicações, o que pode ser uma tarefa demorada e entediante para os programadores. A empresa está a testar as novas ferramentas internamente antes de as lançar ao público, possivelmente ainda este ano.

A nova funcionalidade para o Xcode faz parte do impulso da Apple na IA, que o CEO Tim Cook disse ser um grande foco para a empresa. Em fevereiro, Cook disse que a Apple está a gastar "uma quantidade enorme de tempo e esforço" em projetos de IA que serão anunciados nos próximos meses.

A Apple está a planear outras funcionalidades de IA para seus produtos, como a capacidade de criar automaticamente listas de reprodução do Apple Music e decks de slides no seu software de apresentação de negócios. A fonte também afirmou que a empresa quer lançar numa nova versão da sua funcionalidade de pesquisa "Spotlight" que poderá ir mais fundo nas aplicações e permitir que os utilizadores façam pedidos em linguagem natural, como no ChatGPT, para aceder a funções específicas.

A Apple tem estado relativamente quieta no espaço da IA em comparação com os seus rivais, mas lançou alguns produtos de IA impressionantes nos últimos meses. Estes incluem o MLX, uma estrutura de aprendizagem automática open-source que facilita o treino de modelos de IA nos chips de silício da Apple; o MGIE, um modelo de IA de edição de texto para imagem; e o Keyframer, um animador de IA.

A visão para a IA da Apple

Cook tem-se mostrado cauteloso em relação à IA generativa, ao contrário da Google e da Microsoft. Ainda assim, confirmou numa chamada de investidores este mês que mais funcionalidades de IA generativa serão lançadas este ano.

As gigantes da IA, Google e OpenAI, também não estão a ficar atrás da Apple na corrida. Ambas lançaram novos modelos de IA capazes de criar vídeos incríveis a partir de mensagens de texto e de lidar com grandes quantidades de dados linguísticos.

Estes modelos, Gemini 1.5 e Sora, demonstram o poder e a versatilidade da IA na criação de conteúdos realistas e criativos. O Gemini 1.5 é o resultado da inovação incessante da Google no domínio do processamento de linguagem natural (PNL), o ramo da IA que se ocupa da compreensão e da criação da linguagem humana.

A Google afirma que o Gemini 1.5 pode processar até 1 milhão de tokens de entrada, o equivalente a cerca de 4 milhões de caracteres ou 800 mil palavras. Isto é 7 vezes mais do que o anterior detentor do recorde, o GPT-4 da OpenAI, que apenas consegue processar 128 mil tokens.

O novo modelo de texto para vídeo da Open AI, Sora, pode gerar cenários complexos com várias personagens, tipos específicos de movimento e detalhes precisos do objeto e do fundo. Também pode criar vários planos num único vídeo.

Fonte: Pplware.