19 de mar. de 2026

MacBook Neo: estas são as principais limitações que a Apple não mostrou a todos

 Revelado esta semana, o novo MacBook Neo pode mudar o ecossistema Apple, com uma proposta muito mais acessível. De imediato gerou um burburinho interessante, em especial pelo preço e o que oferece. No entanto, nem tudo é perfeito. Há várias limitações que a Apple não mostrou a todos e que podem limitar a sua utilização.

MacBook Neo Apple limitações

Este MacBook Neo esconde algumas características interessantes que, para além das suas limitações, podem ser consideradas uma vantagem do seu preço muito acessível. O seu perfil de utilizador será um ponto de discussão. O que irá gerar entusiasmo é o seu poder proporcionado pelo chip A18 Pro, tornando-o uma opção viável em comparação com qualquer portátil Windows ou Chromebook de baixo custo.

O armazenamento, a memória RAM, o Touch ID e outras funcionalidades fazem com que o MacBook Neo se destaque não só pelo aspeto, mas também pelas cores vibrantes, diferentes de tudo o que já vimos noutros portáteis da Apple. O que deve considerar antes de o comprar?

O MacBook Neo mais barato tem 256 GB de armazenamento, o que pode ser suficiente, uma vez que outros MacBooks oferecem o mesmo. O MacBook Air com o chip M5, por exemplo, duplica essa capacidade, mas também aumenta um pouco o preço. É aqui que entra a diferença, que permite obter o dobro do armazenamento e o Touch ID. O teclado do MacBook Neo de nível de entrada não possui este sensor de impressões digitais. 

Apple não mostrou tudo o que trouxe

O que é ainda mais estranho é que este MacBook Neo não tem mais RAM. Está limitado a 8 GB, e isso pode ser por dois motivos. O primeiro é a atual escassez de componentes, e o segundo é que isso impediria a Apple de oferecer um preço competitivo. É aqui que este Mac se destaca realmente para os utilizadores que irão realizar tarefas simples e pouco exigentes. Quem necessitar de mais RAM terá de optar por um MacBook Air.

As portas USB-C deste MacBook Neo não são idênticas. Uma é USB 2 e a outra é USB 3, que oferece velocidades mais rápidas e a possibilidade de utilizar o DisplayPort para ligar um monitor. Não existe MagSafe, e isso explica-se facilmente. Trata-se de um MacBook de entrada de gama. O MacBook Air tinha as mesmas portas e o MagSafe ainda não tinha regressado. Outra desvantagem incómoda é a ausência de um teclado retroiluminado.

Outra limitação está relacionada com o ecrã. Os utilizadores habituados a ligar dois ou mais monitores não o poderão fazer. Apenas o ecrã principal e um monitor externo poderão ser utilizados. Os verdadeiros beneficiários — os compradores deste Mac — serão os estudantes e os professores, que receberão um desconto adicional. O que acha deste novo MacBook Neo? Há mais limitações do que recursos, ou vice-versa?

Fonte: Pplware.

Esta app traz para o Mac um dos recursos mais úteis do Windows

O Windows possui um recurso que, apesar de simples, torna a gestão de janelas e aplicações muito mais prática. Esta aplicação traz para o Mac um dos recursos dos quais senti mais falta aquando da mudança para um MacBook.

As pré‑visualizações permitem ver rapidamente o conteúdo de cada janela sem precisar de abri‑la, facilitando a localização de documentos ou programas específicos, bem como a gestão do fluxo de trabalho.

Assim, de nome DockDoor, esta aplicação traz para o macOS uma funcionalidade que, como eu, muitos utilizadores do Windows poderão valorizar: preview de janelas diretamente na Dock.

DockDoor permite pré-visualizar janelas na Dock, mas não só

Com esta ferramenta, basta passar o cursor sobre o ícone de uma aplicação para ver miniaturas das janelas abertas, permitindo identificar rapidamente o conteúdo de cada uma sem precisar de abrir ou alternar entre elas.

Reprodutor de vídeo

Este recurso melhora significativamente a produtividade, sobretudo para quem trabalha com múltiplos documentos ou aplicações ao mesmo tempo.

Eis as principais funcionalidades da app DockDoor:

  • Mostrar pré‑visualizações de janelas quando se passa o cursor por cima de um ícone na Dock, de forma semelhante ao comportamento nativo do Windows, com miniaturas em tempo real.
  • Incluir um alternador de janelas tipo Alt+Tab com visualizações dos conteúdos das janelas abertas, tornando a navegação entre várias aplicações e documentos mais rápida e clara.
  • Permitir interagir diretamente com as janelas a partir da pré‑visualização, como fechar, minimizar ou maximizar.

Esta app pode ser ainda mais útil, por ser muito personalizável, adaptando-se à necessidade concreta de cada utilizador. Por exemplo, é possível apresentar apenas uma lista das janelas abertas de cada aplicação, em vez de uma pré-visualização.

Além de open-source, a app é gratuita e pode ser instalada diretamente a partir do site oficial do projeto ou do GitHub, em máquinas com macOS 13 ou superior.

Uma das desvantagens é que para aproveitar todas as funcionalidades, é necessário conceder permissões de acessibilidade e captura de ecrã, garantindo que a aplicação consiga mostrar as pré‑visualizações e oferecer uma experiência fluida.

Cabendo a cada utilizador concedê-las, fica a sugestão de uma aplicação que traz para o Mac um dos recursos mais úteis do Windows.

DockDoor

Fonte: Pplware.

7 de mar. de 2026

Apple lança iOS 26.3.1: atualização crítica para iPhone com novos recursos e correções

 A Apple lançou uma nova atualização para o iPhone. O iOS 26.3.1 já está disponível e traz correções de erros, melhorias no sistema e alguns ajustes inesperados para uma versão considerada “menor” do sistema operativo.

Imagem Apple iOS 26.3.1

Apesar de não ser uma atualização principal, a empresa de Cupertino introduziu mudanças relevantes que podem melhorar a estabilidade do sistema e a experiência dos utilizadores.

Uma atualização pequena… mas com novidades

Normalmente, versões com numeração “.1” focam-se apenas em correções de segurança ou estabilidade. No entanto, o iOS 26.3.1 inclui também algumas alterações funcionais, o que não é habitual neste tipo de atualização incremental.

De acordo com as informações divulgadas, a atualização:

  • Corrige vários erros detetados após o lançamento do iOS 26.3
  • Introduz pequenas melhorias no comportamento do sistema
  • Ajusta alguns componentes internos do iOS para maior estabilidade

Curiosamente, a Apple indicou que esta versão não inclui correções de segurança, algo pouco comum numa atualização deste tipo.

Compatibilidade com os iPhone mais recentes

Tal como acontece com o iOS 26, esta atualização destina-se aos iPhone lançados a partir de 2019, incluindo:

  • iPhone 11 e modelos posteriores
  • iPhone SE (2.ª e 3.ª geração)
  • modelos mais recentes da linha iPhone

Isto significa que milhões de utilizadores podem instalar imediatamente esta versão do sistema.

Atualização prepara próximos lançamentos

A chegada do iOS 26.3.1 acontece poucas semanas depois do iOS 26.3, que trouxe dezenas de correções de segurança e várias melhorias internas no sistema.

Esta nova versão surge assim como uma atualização de manutenção, enquanto a Apple continua a preparar a próxima grande atualização da série, o iOS 26.4, que deverá chegar nas próximas semanas com novas funcionalidades e melhorias adicionais.

Como instalar o iOS 26.3.1

A atualização já pode ser instalada diretamente no iPhone:

  1. Abrir Definições;
  2. Aceder a Geral;
  3. Selecionar Atualização de software.

Se estiver disponível para o dispositivo, o iOS 26.3.1 pode ser descarregado e instalado imediatamente.

Para a maioria dos utilizadores, recomenda-se a instalação, uma vez que estas atualizações tendem a resolver erros que podem afetar o desempenho e a estabilidade do sistema.

Fonte: Pplware.

Quer o novo MacBook Neo da Apple com Touch ID? São mais 100€

 A Apple acaba de revelar o seu novo portátil de entrada de gama, mas, como é habitual na marca da maçã, a poupança no preço inicial traz consigo uma omissão que obrigará muitos utilizadores a investir mais do que planeado.

Conveniência digital da Apple traz custo oculto

O MacBook Neo é finalmente oficial. Este novo dispositivo apresenta-se com um design renovado, cores vibrantes e o processador A18 Pro, o que garante compatibilidade total com a Apple Intelligence.

Embora o preço de entrada seja anunciado como um dos mais competitivos do mercado, a verdade é que a tecnológica de Cupertino decidiu segmentar uma funcionalidade que a maioria dos consumidores já considerava garantida em qualquer computador moderno.

Para além do ecrã de 13 polegadas e da performance prometida pelo novo chip, uma das características destacadas pela Apple foi o regresso do Touch ID. No entanto, a confirmação oficial no site da empresa trouxe um balde de água fria: o leitor de impressões digitais não estará presente em todas as variantes do equipamento.

Se o leitor optar pela configuração base, que oferece 256 GB de armazenamento por um preço de 699 euros, terá de se habituar a introduzir a sua palavra-passe manualmente. Isto acontece porque o teclado desta versão específica não inclui o sensor biométrico, uma ferramenta que é padrão nas gamas MacBook Air e Pro há vários anos.

Uma estratégia de preços agressiva para o upgrade

Para usufruir da rapidez e segurança do desbloqueio por impressão digital, o consumidor será forçado a adquirir o modelo de 512 GB. Esta versão, que fixa o seu preço nos 799 euros, é a única que integra o Touch ID no teclado. Na prática, a Apple está a cobrar um "imposto" de 100 euros pela conveniência de não ter de digitar um código sempre que acorda o PC.

Embora a empresa não tenha justificado oficialmente esta ausência na versão mais económica, é evidente que se trata de uma manobra para reduzir o custo de fabrico do modelo de entrada e, simultaneamente, incentivar o upgrade para patamares de preço mais elevados.

Ainda assim, a variante de 512 GB permanece uma opção equilibrada para quem necessita de mais espaço interno e não abdica da biometria.

O MacBook Neo estará disponível no mercado a partir do próximo dia 11 de março. Os interessados poderão escolher entre quatro tonalidades distintas: prateado, rosa, amarelo e azul.

Fonte: Pplware.