18 de mai. de 2026

Ative esta funcionalidade sempre que emprestar o seu iPhone

 Emprestar o iPhone a alguém pode ser, para muitos utilizadores, um momento de ansiedade. Para estes, há uma funcionalidade que resolve o problema de forma rápida. Apesar de existir há anos no iOS, continua a não ser do conhecimento de todos.

Uma rapariga a emprestar o iPhone a outra. No centro, acima do iPhone, um cadeado.

Quando alguém pede para usar o nosso iPhone, seja para tirar uma fotografia, ver um vídeo ou consultar algo rapidamente, estamos, na prática, a entregar acesso a uma extensão digital de nós próprios.

Um simples gesto de deslizar o dedo pode levar qualquer pessoa da câmara para a galeria, das mensagens para as notificações, de uma app para outra.

O Acesso guiado do iOS

Por predefinição, o iOS não coloca qualquer barreira entre aplicações quando o ecrã está desbloqueado. Contudo, oferece uma funcionalidade nativa que permite bloquear o iPhone numa única aplicação.

Com ela ativa, o utilizador que tem o dispositivo na mão não consegue sair dessa app, não tendo como aceder ao ecrã inicial, abrir o centro de notificações ou saltar para outra app.

Para ativar o Acesso guiado, basta seguir os seguintes passos:

  • Abrir as Definições;
  • Entrar em Acessibilidade;
  • Selecionar Acesso guiado;
  • Ativar a funcionalidade;
  • Definir um código PIN ou ativar a autenticação por Face ID.

A partir desse momento, sempre que abrir a aplicação que quer partilhar, precisa de clicar três vezes no botão lateral e selecionar Iniciar para o iPhone ficar imediatamente bloqueado nessa app.

Para iniciar e terminar a sessão, deve repetir os três cliques e autenticar-se com o código ou Face ID.

Controlo alargado de um pedaço gigante da nossa vida

Além do bloqueio básico por aplicação, o Acesso guiado oferece opções de controlo mais detalhadas que muitos utilizadores desconhecem:

  • Desativar zonas específicas do ecrã através de um gesto de seleção;
  • Bloquear o teclado;
  • Desativar os botões de volume;
  • Impedir que o ecrã rode;
  • Definir um limite de tempo para a sessão.

Estas ações tornam a funcionalidade útil em contextos muito variados, desde entregar o telemóvel a uma criança para jogarmostrar uma apresentação sem risco de interrupções, ou permitir que alguém faça uma chamada sem acesso ao resto do dispositivo.

O Acesso guiado foi introduzido pela Apple com o iOS 6, pensado originalmente para contextos educativos e de acessibilidade.

Com o tempo, tornou-se também numa ferramenta prática de privacidade quotidiana, ainda que a Apple nunca o tenha promovido dessa forma.

iPhone 17 Pro considerado o smartphone com o carregamento mais rápido

 O iPhone 17 Pro voltou a destacar-se no mercado mobile, desta vez ao conquistar o título de smartphone com melhor desempenho de carregamento num novo teste laboratorial. O equipamento da Apple superou vários rivais Android tanto no carregamento com fios como na vertente sem fios.

A mais recente análise da CNET colocou frente a frente 33 smartphones de diferentes fabricantes para avaliar a velocidade de carregamento. No final dos testes, o iPhone 17 Pro acabou por assumir a liderança da classificação geral, enquanto o Samsung Galaxy S26 Ultra foi o modelo mais rápido especificamente no carregamento por cabo.

Para chegar aos resultados, a equipa da publicação realizou um teste de carregamento de 30 minutos em cada dispositivo. Todos os smartphones começaram o processo com 10% de bateria ou menos, utilizando sempre o cabo original incluído na caixa e um carregador compatível com a velocidade máxima suportada por cada modelo.

Nos equipamentos compatíveis com carregamento sem fios, foi também realizado um segundo teste de meia hora através de carregadores Qi, Qi2 e Qi2.2, dependendo das capacidades suportadas por cada smartphone. A pontuação final teve em conta a média dos resultados obtidos nos dois cenários.

Um dos fatores que ajudou o iPhone 17 Pro a alcançar o topo da tabela foi a sua bateria de 4252 mAh, consideravelmente mais compacta do que muitas das baterias presentes nos smartphones rivais, que frequentemente ultrapassam os 5000 mAh.

Com uma capacidade inferior para preencher, o smartphone consegue atingir percentagens mais elevadas em menos tempo. O modelo suporta carregamento rápido de 40 W por cabo e até 25 W através de tecnologia Qi2.2 sem fios.

Ainda assim, a fonte destaca que a autonomia não depende apenas da dimensão da bateria. A eficiência do processador e do software continuam a desempenhar um papel determinante. Nos testes de duração de bateria, por exemplo, o iPhone 17 Pro Max acabou por oferecer melhores resultados de autonomia.

Samsung domina no carregamento com fios

Apesar da vitória global da Apple, o Samsung Galaxy S26 Ultra destacou-se na categoria de carregamento por cabo. O topo de gama sul-coreano conseguiu recuperar 76% de bateria em apenas 30 minutos graças ao suporte para carregamento rápido de 60 W, o mais veloz alguma vez lançado pela Samsung num modelo Galaxy S.

O iPhone 17 Pro surgiu logo atrás com 74%, empatado com o Motorola Moto G Stylus 2025. O OnePlus 15 ficou na posição seguinte ao atingir 72% no mesmo período. Já o iPhone 17, o iPhone 17 Pro Max e o Samsung Galaxy S25 FE alcançaram 69% de carga ao fim de meia hora.

No segmento wireless, o iPhone 17 Pro voltou a assumir a liderança. O smartphone conseguiu atingir 55% de bateria em 30 minutos utilizando carregamento Qi2.2.

O iPhone 17 Pro Max alcançou 53%, seguido pelo iPhone 17 com 49% e pelo iPhone Air com 47%. O Galaxy S26 Ultra ficou bastante abaixo dos rivais da Apple, ao atingir apenas 39%.

Segundo a publicação, a diferença entre o iPhone 17 Pro e o modelo Pro Max está novamente relacionada com o tamanho da bateria, uma vez que ambos utilizam o mesmo processador A19 Pro e partilham otimizações semelhantes no software.

Baterias de silício-carbono começam a ganhar destaque

Outro detalhe relevante dos testes tem que ver com a crescente presença das baterias de silício-carbono. Esta tecnologia substitui o tradicional grafite por um ânodo baseado em silício, permitindo aumentar a capacidade energética e acelerar o carregamento.

O OnePlus 15 foi um dos exemplos mais evidentes desta evolução. O equipamento conseguiu carregar 72% da sua enorme bateria de 7300 mAh em apenas 30 minutos utilizando um carregador proprietário de 80 W.

Apesar das vantagens, esta tecnologia continua pouco disseminada no mercado norte-americano. Atualmente, apenas marcas como OnePlus, RedMagic e Poco apostam em baterias de silício-carbono. Apple, Samsung e Google ainda não adotaram oficialmente esta solução nos seus smartphones.

Apple Watch Series 12: o que já se sabe sobre o próximo relógio da Apple

 A Apple deverá apresentar o novo Apple Watch Series 12 já em setembro, mantendo a tradição anual da marca. Apesar de ainda existirem poucos detalhes oficiais, começam a surgir informações sobre aquilo que poderá mudar na próxima geração do relógio inteligente.

Ilustração Apple Watch Series 12

Portanto, não se espera nenhuma surpresa no design destes dispositivos. Não, nem um modelo "redondo",

Design deverá manter-se praticamente inalterado

Os rumores apontam para uma continuidade do design atual, sem uma revolução estética significativa. Depois da reformulação introduzida nas gerações mais recentes, a Apple parece optar por um refinamento do conceito já existente, apostando em otimizações internas em vez de mudanças visuais profundas.

Ainda assim, poderão existir pequenos ajustes na construção, espessura ou aproveitamento do espaço interno, especialmente para acomodar uma bateria maior e novos sensores.

Saúde e autonomia continuam a ser prioridade

Um dos focos da Apple deverá continuar a ser a monitorização da saúde. Há indicações de que a empresa está a trabalhar em novos sensores biométricos para melhorar o acompanhamento físico e médico dos utilizadores.

Ao mesmo tempo, a autonomia poderá finalmente receber melhorias mais visíveis. Algumas fugas de informação sugerem que a Apple terá colocado de lado a ideia de integrar Touch ID no relógio para libertar espaço interno para baterias de maior capacidade.

Esta decisão poderá responder a uma das críticas mais frequentes feitas ao Apple Watch, a necessidade de carregamentos quase diários.

watchOS e inteligência artificial terão maior protagonismo

O futuro Apple Watch Series 12 deverá chegar com uma nova versão do watchOS e com maior integração das funcionalidades de inteligência artificial da Apple.

Os rumores indicam que a empresa quer transformar a aplicação Saúde numa espécie de assistente pessoal de bem-estar, capaz de analisar dados do utilizador e fornecer recomendações mais inteligentes e personalizadas.

Além disso, espera-se uma integração mais profunda com o ecossistema Apple Intelligence, anunciado recentemente pela empresa.

Apresentação deverá acontecer em setembro

Embora a Apple ainda não tenha confirmado qualquer detalhe, tudo aponta para que o novo relógio seja apresentado juntamente com a próxima geração do iPhone, durante o habitual evento de setembro.

Até lá, deverão continuar a surgir mais fugas de informação sobre o Apple Watch Series 12, especialmente relacionadas com sensores de saúde, bateria e funcionalidades baseadas em IA.