19 de jul. de 2023

Apple desenvolve chatbot de IA para integrar ao iPhone já em 2024


 A Apple está aos poucos construindo um novo modelo de linguagem de inteligência artificial (IA) que será incorporado em seus produtos e serviços no futuro. A informação é do jornalista Mark Gurman, que costuma ter fontes precisas sobre novidades da Maçã.

Segundo ele, a companhia mantém desde o ano passado uma pequena divisão em funcionamento que já tem um framework próprio chamado Ajax, construído para ser a base de desenvolvimento de chatbots e outras ferramentas de IA. Além disso, a marca abriu múltiplas vagas de trabalho para funcionários especializados no assunto, provavelmente para trabalhar nesse projeto.

Até mesmo uma interface de bate-papo, resumo de textos e geração simples de conteúdo já teria sido desenvolvida como um protótipo, sendo chamada internamente e de forma provisória por alguns engenheiros de "Apple GPT".

Muito trabalho pela frente

Entretanto, os executivos da Apple ainda não definiram como esse tipo de tecnologia será disponibilizada ao público. Uma das opções é lançar uma IA generativa, mas a concorrência já é pesada atualmente com serviços como o ChatGPT e o Google Bard, citando apenas dois exemplos de peso com funcionamento muito similar ao que a companhia está desenvolvendo.

Apple iPhoneInteligência artificial da Apple pode estrear em apps do iPhone. (Foto: Shutterstock/Reprodução)

Uma das ideias ainda em aprovação é incorporar recursos de IA em plataformas como Siri, Mapas e o buscador presente em aparelhos como o iPhone. Só que a própria Apple ainda não teria batido o martelo sobre a estratégia de mercado a seguir: em entrevista recente, o CEO da empresa, Tim Cook, disse até que usou e aprova o ChatGPT, por mais que ele seja restrito para funcionários.

Por enquanto, apenas um número restrito de funcionários da Maçã têm acesso ao Ajax e ao "Apple GPT", fazendo pequenos testes de uso da plataforma em diferentes aplicações.

Ainda assim, não há qualquer previsão de lançamento desse tipo de tecnologia ao público consumidor, embora Gurman diga que a marca prepara "um anúncio significativo para o setor de IA" em 2024. Procurada pela reportagem original, a empresa não comentou oficialmente o caso.

Fonte: Tecmundo.

Alterações no serviço Mapas da Apple estão a tirar utilizadores ao Google Maps

 A Apple tem melhorado substancialmente os seus mapas e acrescentado funcionalidades de grande valor para os utilizadores. Segundo um relatório, estas melhorias estão a conseguir trazer de volta utilizadores do iPhone para o Apple Maps em vez do Google Maps.

Durante muito tempo, o Mapas da Apple era uma confusão. Aliás, seguramente estarão lembrados que até o CEO da empresa, Tim Cook, pediu desculpas pela fraca qualidade. A plataforma apresentava resultados erráticos, imagens sem grande detalhe o que levou muitos utilizadores a, depois de iniciarem o seu iPhone, instalar o Google Maps.

Agora, as coisas melhoraram finalmente e os proprietários de iPhone começam a apreciar as mudanças que a Apple fez na sua aplicação de mapas, de acordo com um relatório do Wall Street Journal.

O Google Maps costumava ser a aplicação de mapas predefinida no iPhone e no iPad, mas isso mudou depois de o iOS 6 ter sido anunciado. O Mapas da Apple tinha muitos erros, incluindo etiquetas mal colocadas para pontos de referência e empresas e estradas em falta nas cidades. A experiência do utilizador era tão má que chegava a envergonhar a gigante de Cupertino.

Possivelmente esse foi o ponto de viragem. A empresa começou a desenvolver um trabalho fantástico nos Mapas e hoje já se bate lado a lado com o Google Maps em muitas funcionalidades basilares.

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Design e fiabilidade são atualmente um trunfo nos Mapas da Apple

Alterações como um design atrativo, direções claras para os transportes públicos, rotas mais rápidas e uma melhor gestão da imprevisibilidade das rotas, estão a mudar a imagem da aplicação. Muitos utilizadores hoje já não abrem o Google Maps e deixam-se guiar pelas informações que o Mapas oferece. Mais ainda porque funciona num ecossistema muito completo.

Alguns utilizadores assíduos do Google Maps partilharam a sua opinião e ficaram surpresos com os resultados que obtiveram, quando a app Mapas da Apple foi utilizada num aeroporto. A aplicação foi capaz de detetar que estava no aeroporto e recomendou lojas e restaurantes no seu terminal.

 

Os utilizadores notaram que a plataforma da Apple está, em muitos casos, mais clara na informação que oferece do que o Google Maps. Aliás, comparando atualmente lado a lado as duas plataformas no que toca às informações de localização, ambas estão muito parecidas, com os trajetos muito idênticos e até com informações de trânsito a ombrear uma com a outra. Já para não falar em alertas de radares, entre outros motivos de interesse para o condutor, por exemplo.

Aliás, alguns dos utilizadores acham mesmo que o serviço da Apple, quando mostra as estradas permite uma melhor compreensão, isto porque os da Google estão cada vez mais carregados de pontos de interesse, que prejudicam a análise da rota.

Imagem Mapas da Apple no iOS 17

App nativa é um grande trunfo para a Apple

Embora o iPhone traga nativamente o Mapas da Apple, a maioria dos utilizadores de imediato descarregava o Google Maps como alternativa. Contudo, o Mapas está mais integrado no iOS e os serviços que necessitam de direção utilizam o Apple Maps.

No Apple Watch, quando utilizamos a app Mapas a conduzir, permite perceber as informações através dos toque hápticos, o que ajuda os condutores a mudar de direção, sem ter de distrair a atenção da condução. Assim como muitas aplicações de terceiros hoje já não trazem o Google Maps, creditando confiança nos mapas que a Apple disponibiliza.

Mas atenção, a maioria dos utilizadores a conduzir ainda prefere o Google Maps. E o serviço da gigante das pesquisas ainda é o melhor do mercado. A verdade, contudo, é que o fosso entre os dois serviços é hoje infinitamente menor, o que dá à Apple um grande crédito sobre o seu esforço dos últimos anos.

No iOS 17, a Apple voltou a aproximar o seu serviço ao da Google e trouxe, entre outras coisas, a possibilidade do utilizador usar mapas em offline. Um trunfo que era da Google e que em breve cai por terra. Mas há mais, algumas novidades aparecerão com o lançamento final.

Fonte: Pplware.

18 de jul. de 2023

Reconhecimento facial via iPad permite aos passageiros evitar pontos de controlo

 A Apple tem dos sistemas de reconhecimento facial mais fiáveis da atualidade. Como tal, uma empresa desenvolveu um sistema de identificação facial recorrendo ao iPad que permite aos viajantes internacionais em negócios evitar pontos de controlo no terminal londrino do Eurostar.

Reconhecimento facial via iPad permite aos passageiros evitar pontos de controlo

Normalmente, quando se embarca num comboio internacional de Londres para Paris, ou para qualquer uma das outras quatro cidades europeias servidas pelo Eurostar, é necessário passar por três pontos de controlo distintos. Mas um novo sistema que usa um iPad para validar a identidade dos passageiros permite que as pessoas passem diretamente por dois deles.

Eurostar... um avião que voa nos carris

O Eurostar é um serviço de comboio de alta velocidade que liga Londres a várias cidades importantes da Europa continental. É conhecido por ser uma forma rápida e conveniente de viajar entre o Reino Unido, França, Bélgica e Holanda.

O sistema de validação do Eurostar é mais flexível, os sistemas de validação da viagem encontram-se no centro das cidades que atendem. Portanto, não é necessário percorrer quilómetros através de um terminal de aeroporto, basta dar um passeio muito curto da entrada do terminal até ao comboio e, de um modo geral, a experiência de viagem é muito mais descontraída.

 

Sistema de reconhecimento facial SmartCheck com iPad

Para validar a identidade, passa-se, normalmente, por três pontos de controlo no terminal de Londres. Primeiro, o controlo de passaportes britânico. Em segundo lugar, o bilhete é verificado nos portões de embarque. Em terceiro lugar, passa-se pelo controlo de passaportes do país para onde se viaja (todas as verificações de passaportes são feitas antes do embarque, pelo que se pode sair diretamente da estação no outro extremo).

Mas, segundo a publicação TNW, alguns viajantes podem agora saltar as duas primeiras etapas. O reconhecimento facial é utilizado para o identificar, sem sequer ser necessário fazer uma pausa.

O sistema, desenvolvido pela empresa de tecnologia britânica iProov, substitui os controlos fronteiriços por um ponto de controlo de verificação facial pelo qual se passa a pé. Antes de viajar, o passageiro descarrega a aplicação, autentica a sua identificação, digitaliza o rosto e associa o seu bilhete. À chegada à estação de St Pancras, o passageiro passa por uma via dedicada à tecnologia - designada por SmartCheck - que verifica a sua entrada.

O sistema permite aos utilizadores evitar as portas de embarque e o controlo manual das fronteiras no Reino Unido. Depois da inspeção da bagagem e do controlo do passaporte na fronteira francesa, podem embarcar no comboio [...]

O sistema utiliza um iPad comercial. A velocidade e a exatidão.

Referiu Dominic Forrest, CTO da iProov.

Segundo o mesmo, esta opção pelos tablets da Apple resulta do poder de processamento e dos algoritmos de correspondência facial que correm no dispositivo.

Para já, o SmartCheck está limitado a viagens para Paris, e apenas aos que viajam em Business Premier, ou que tenham o cartão Carte Blanche atribuído a viajantes frequentes. Mas esta é apenas a primeira fase, e o plano é estender para outros destinos e todas as classes de viagem.

Fonte: Pplware.