27 de ago. de 2026

Evento da Apple já tem data marcada: iPhone dobrável pode ser a grande surpresa!

 A Apple já revelou a data para o próximo grande evento dedicado ao iPhone, tendo marcado a apresentação para o dia 9 de setembro. Além dos novos modelos da família iPhone 18, há uma novidade que poderá roubar todas as atenções: o aguardado iPhone dobrável.

A Apple vai realizar o seu próximo evento de apresentação de novos iPhone no dia 9 de setembro, às 18h00 em Portugal continental.

O evento poderá ser acompanhado nos canais oficiais da Apple, bem como aqui no Pplware, como é já habitual, e deverá revelar as principais novidades para a nova geração do smartphones da Apple.

Em setembro, os novos iPhones deverão ser os protagonistas. Contudo, este ano, o mercado está expectante relativamente a outra novidade.

O primeiro iPhone dobrável pode estar a chegar

Uma das principais expectativas está relacionada com o possível lançamento de um iPhone dobrável. Os rumores apontam para um modelo que poderá receber a designação iPhone Ultra e que terá um formato semelhante ao de um livro.

Quando fechado, deverá funcionar como um smartphone convencional. Aberto, poderá oferecer uma área de utilização próxima da de um iPad mini, permitindo à Apple entrar finalmente num mercado onde fabricantes como a Samsung, Google e outras marcas já têm alguma experiência.

A existência de referências relacionadas com dispositivos dobráveis no código do iOS 27 veio reforçar as expectativas, embora a Apple ainda não tenha confirmado oficialmente este equipamento.

Uma estratégia diferente para a família iPhone 18

Outra possibilidade está relacionada com a organização da gama. A Apple poderá separar ainda mais os lançamentos dos diferentes modelos.

Esta estratégia permitir-lhe-ia distribuir os lançamentos ao longo do ano e dar maior destaque aos modelos mais avançados.

Um evento com um novo rosto na liderança

Este ano, o evento terá um significado especial por acontecer poucos tempo depois da mudança de liderança na Apple.

Substituindo o rosto de Tim Cook, ao qual estamos já mais do que habituados, John Ternus deverá assumir o cargo de diretor-executivo a 1 de setembro e conduzir a apresentação dos novos produtos.

Assim, o evento de 9 de setembro poderá marcar não apenas a chegada de uma nova geração de iPhone, mas também o início de uma nova fase na liderança da empresa.

Apple mostra bastidores do anúncio (feito à mão) do novo Mac mini M6

 A Apple decidiu fugir à sua abordagem minimalista habitual para promover o novo Mac mini com chip M6, e o resultado é um anúncio feito literalmente à mão, em stop-motion. Se já viu o vídeo, espreite os bastidores desta produção pouco convencional.

Screenshot do anúncio da Apple para o novo Mac mini

Assim que o chip M6 é encaixado no logótipo da maçã, no topo do equipamento, o Mac mini começa a transformar-se numa espécie de personagem animada.

Primeiro, ganha músculos e rasga a camisola, à maneira do Hulk, para ilustrar o desempenho mais rápido do processador. De seguida, transforma-se num pequeno carro de corrida, com spoilers e escape a fumegar, para representar os aceleradores neuronais dedicados.

Por fim, cresce-lhe um cérebro e vários bracinhos ocupados, antes de ser lançado ao espaço a bordo de um foguetão artesanal.

Tudo isto para comunicar, de forma visual e divertida, ganhos técnicos que normalmente soam a detalhes técnicos mais aborrecidos.

Anúncio do Mac mini todo feito à mão, sem atalhos digitais

Curiosamente, uma altura em que cada vez mais publicidade recorre a imagens geradas por Inteligência Artificial, a Apple optou por um processo artesanal, com esculturas, adereços e animação fotograma a fotograma.

No Instagram, os animadores Justin Rasch e Scott DaRos, e o diretor de arte Josh Mahan, mostram esboços, protótipos físicos e técnicas de stop-motion usadas ao longo da produção.

De acordo com um dos animadores, todo o processo de escultura e criação é feito manualmente, sem qualquer tipo de atalho.

A produção envolveu ainda os estúdios Blinkink e Stoopid Buddy Stoodios, com direção de Nicos Livesey e agência criativa TBWA\Media Arts Lab.

Meta reforça a segurança no WhatsApp para a tornar mais forte

 O WhatsApp apresentou uma profunda reestruturação nos seus mecanismos de proteção. Foca-se na salvaguarda das contas contra ataques informáticos e esquemas fraudulentos cada vez mais agressivos. A aplicação de mensagens da Meta decidiu colocar em segundo plano as alterações cosméticas para implementar um pacote de segurança que redefine como os utilizadores protegem as suas conversas.

WhatsApp segurança Meta

A alteração mais marcante reside no abandono progressivo do tradicional código numérico de seis dígitos, utilizado até agora no sistema de verificação em dois passos. Esta barreira de proteção evolui finalmente para palavras-passe completas e personalizadas, permitindo a integração livre de letras, algarismos e carateres especiais, o que reduz drasticamente a eficácia de técnicas de força bruta ou engenharia social concebidas para roubar acessos.

Para quem prefere evitar a memorização de palavras-passe longas e complexas, a empresa tecnológica reforçou substancialmente a aposta nas chaves de acesso digitais. Com uma adesão global que já ultrapassou a fasquia de mil milhões de contas configuradas com esta tecnologia moderna, a validação por dados biométricos assume agora um papel central e prioritário em todo o serviço de comunicações.

Chaves de acesso biométricas alargadas a vários dispositivos

Até à data, a plataforma apenas permitia guardar uma única chave de acesso por cada perfil ativo, o que limitava bastante a experiência de quem utiliza habitualmente mais do que um equipamento no seu quotidiano. Com esta mais recente atualização técnica, torna-se possível configurar e sincronizar várias chaves em simultâneo através de dispositivos adicionais, sejam estes outros telemóveis, computadores portáteis ou tablets vinculados à mesma conta.

WhatsApp segurança Meta

Esta abordagem garante que o utilizador mantém a mesma proteção avançada sem depender exclusivamente do envio de códigos por SMS para recuperar o acesso. A autenticação do próprio sistema operativo serve de escudo protetor, permitindo abrir a aplicação com total rapidez através do sensor de impressão digital do equipamento, do reconhecimento facial ou do código de bloqueio de ecrã habitual.

Identificação inteligente de chamadas e combate às fraudes

O segundo grande pilar desta renovação no WhatsApp responde diretamente à vaga de fraudes telefónicas e contactos maliciosos oriundos de números desconhecidos. Sempre que surgir uma chamada não identificada, a aplicação apresenta de imediato um painel contextual detalhado, evidenciando o país de registo da ligação telefónica e verificando se existem grupos de conversação em comum entre ambas as partes.

A funcionalidade trabalha em conjunto com um sistema avançado de inteligência artificial que analisa indícios de burla no próprio telemóvel, salvaguardando a privacidade ao não transferir dados confidenciais para servidores externos. Esta vasta atualização de segurança já está a ser disponibilizada gradualmente para todos os utilizadores a nível mundial, elevando de forma consistente o patamar de defesa do ecossistema.