19 de mar. de 2020

COVID-19: Utilizadores com Apple Watch podem monitorizar corpo

A COVID-19 é atualmente uma ameaça ao ser humano. Por agora não há qualquer tipo de solução, mas as pessoas podem prevenir-se ficando em casa. Aos utilizadores com Apple Watch chegou agora uma interessante funcionalidade através da já popular app Cardiogam.
Saiba como podem usar esta app para monitorizar sintomas do corpo relacionados com a COVID-19.
COVID-19: Utilizadores com Apple Watch podem monitorizar corpo
A app Cardiogam foi desenvolvida em colaboração com investigadores da Universidade da Califórnia, mais concretamente com o Departamento de Estudos de Saúde do coração, unidade que ajuda na erradicação das doenças cardíacas.
Esta app tem uma excelente integração com watchOS e HealthKit e os dados recolhidos podem mesmo ser usados em estudos científicos. Agora, os responsáveis pelo Cardiogram disponibilizaram uma nova funcionalidade que pretende ajudar a monitorizar o corpo, tendo em conta a pandemia de coronavírus.
COVID-19: Utilizadores com Apple Watch podem monitorizar corpo
Com a app Cardiogram pode:
  • Ver como o seu coração reage durante trabalho intenso.
  • Ver como o seu ritmo cardíaco média em repouso, a saúde do seu coração, comparação com dados de utilizadores corredores e ciclista… entre outras atividades.
  • Partilhar os mapas produzidos por email, Twitter ou Facebook
  • Ver a sua média de batimentos cardíacos por dia
  • …outras novidades de saúde

App Cardiogram pode ajudar a avaliar sintomas da COVID-19

A frequência cardíaca em repouso, em especial durante o sono, pode sofrer alterações quando o corpo está a lidar com a doença COVID-19. Com a nova funcionalidade, os utilizadores têm a possibilidade de monitorizar sintomas da doença.
A nova funcionalidade do cardiograma pode ajudar os utilizadores a identificar comportamentos do corpo, que são sintomas da gripe ou de outras doenças, como a COVID-19.
Johnson Hsieh, co-fundador da app Cardiogram
COVID-19: Utilizadores com Apple Watch podem monitorizar corpo
Quando está doente, as células do sistema imunológico libertam pequenas proteínas designadas de histaminas. Estas causam inflamação e expansão dos vasos sanguíneos. Esse processo envia sinais ao cérebro para aumentar a frequência cardíaca e a quantidade de sangue enviada para as regiões inflamadas.
O aumento da frequência cardíaca, devido a infeções ou febre é mais notável durante o sono. Nesse sentido, o utilizador pode com estas variáveis ter uma noção se o seu corpo está a responder a algum tipo das doenças como a COVID-19.

Os responsáveis pela app referem que não pretendem substituir os testes usados para a COVID-19. No entanto, podem ter uma ferramenta para avaliar eventuais alterações.
Fonte: Pplware.

Apple faz doações para conter COVID-19; Razer vai fabricar máscaras

Em meio a ações de uma série de empresas de tecnologia que liberaram serviços ou conteúdos para os usuários em isolamento voluntário, duas gigantes da indústria anunciaram medidas de apoio no combate ao novo Coronavírus (COVID-19).
Para começar, a Apple anunciou que fará uma "doação substancial" de suprimentos médicos e verba para a Protezione Civile. Esse é o órgão do governo da Itália que lida com situações de emergência — e o país europeu é um dos que mais sofre com a pandemia em número de mortos e na escala de infectados.
Segundo o CEO da empresa, Tim Cook, o objetivo é "ajudar os heróicos voluntários, equipe médica e de triagem que estão trabalhando intensamente para proteger e salvar vidas".
A Maçã também já realizou uma doação para outro grupo de apoio contra o COVID-19: o Silicon Valley Strong, concentrado no Vale do Silício. Trata-se de uma iniciativa financeira do governo para manter startups e pequenos comércios da região em tempos de quarentena. Ao todo, a companhia já direcionou mais de US$ 15 milhões em apoio contra a pandemia ao redor do mundo.

Razer

A fabricante de periféricos gamers Razer também anunciou uma forma voluntária de contribuir para a contenção do vírus. A empresa vai ajudar na produção de máscaras cirúrgias, que devem ser usadas preferencialmente por quem contraiu a doença ou apresenta sintomas.
Parte das linhas de produção da marca será alterada para e, com a ajuda de designers e engenheiros, direcionada para a produção desses itens. O objetivo é doar 1 milhão de máscaras para autoridades de saúde ao redor do mundo, onde a falta do produto for identificada.

Quem confirmou a informação foi o próprio CEO da Razer, Min-Liang Tan, em uma postagem no Facebook. "Enquanto há uma demanda incrível por nossos produtos durante esse período em que muitos estão em casa para avisar multidões (e para jogar), a equipe da Razer compreende que todos nós temos um papel a desempenhar no combate ao vírus — não importa de que indústria você venha", afirmou o executivo.
Fonte: Tecmundo.


16 de mar. de 2020

França multa a Apple em 1,1 mil milhões de euros por práticas anticoncorrenciais

A França multou hoje a Apple em 1,1 mil milhões de euros. Segundo a Autoridade da Concorrência esta multa deve-se ao facto da empresa de Cupertino implementar um sistema de distribuição dos seus produtos que impedia ofertas e preços diferenciados.
Segundo as informações agora reveladas, esta foi a “sanção mais elevada” já imposta a uma empresa. Como justificação, o organismo destacou a “dimensão extraordinária” do caso. Além disso, esta ação incluiu ainda multas de 76,1 e 62,9 milhões de euros, respetivamente, às empresas grossistas Tech Data e Ingram Micro.
Imagem, CEO da Apple preocupado com a multa aplicada pela França

França multa Apple num valor recorde

Os valores da multa são recorde em França. Contudo, este comportamento que agora é penalizado, resulta de muitos anos de suposta negligência.
A decisão da Autoridade Francesa da Concorrência é desanimadora. Relaciona-se com práticas de mais de uma década atrás e descarta 30 anos de precedentes legais nos quais todas as empresas em França confiam numa ordem que causará caos às empresas de todos os setores. Discordamos totalmente deles e planeamos recorrer.
Referiu a Apple à CNBC.
Imagem Apple Store de França, que multa agora a empresa
Na fundamentação desta penalização da entidade reguladora à Apple estão três importantes argumentos. O primeiro é a divisão de produtos e clientes entre os grossistas Tech Data e Ingram Micro. Depois a imposição de preços de venda aos revendedores ‘premium’ para que estes cobrassem os mesmos preços da Apple. Por último o abuso de dependência económica dos revendedores ‘premium’, com esta última prática a ser considerada “particularmente grave” pela Autoridade.
A Autoridade decifrou as práticas muito específicas que tinham sido implementadas pela Apple para a distribuição dos seus produtos em França (excluindo os iPhones), tais como o iPad. Em primeiro lugar, a Apple e os seus dois grossistas concordaram em não competir entre si e em impedir os distribuidores de competirem entre si, esterilizando assim o mercado grossista dos produtos Apple.
Referiu a Autoridade da Concorrência.

Como resultado, as ações da Apple caíram mais de 13% no pré-mercado desta segunda-feira, no meio de uma queda generalizada nos mercados bolsistas.
Fonte: Pplware.

Apple poderá lançar amanhã a versão final do iOS 13.4

Depois de 5 versões beta do iOS 13.4, a Apple deverá estar a preparar o lançamento oficial desta versão para todos os utilizadores. Assim, a Apple pode estar a planear lançar a nova versão do iOS amanhã, terça-feira, 17 de março, de acordo com os detalhes encontrados nos materiais de marketing da AliPay descobertos pelo site em chinês IT Home e partilhados no Twitter.
A nova versão do SO virá seguramente acompanhado com os restantes sistemas operativos, tal como tem acontecido com o lançamento das versões beta.
Imagem iPhone com iOS 13.4

Novo iOS 13.4 já amanhã com suporte para AliPay?

Os screenshots partilhados pela IT Home sugerem que o iOS 13.4 apresentará o suporte Apple Pay e Wallet ao AliPay. Conforme é sabido, esta é uma popular plataforma chinesa de pagamentos móveis. Portanto, esta plataforma terá uma atualização a ser lançada no início da manhã de 18 de março na China, o que se alinharia com o lançamento de 17 de março do iOS nos Estados Unidos e Europa.
Assim, juntando estes indícios, é provável que a Apple lance amanhã a versão final do iOS 13.4 por volta das 18 horas da tarde. Além disso, tal como temos visto, será igualmente disponibilizado o novo iPadOS 13.4 e provavelmente será lançado também o watchOS 6.2, tvOS 13.4 e macOS 10.15.4.


Estas versões, todas elas em, termos gerais, estão já há 6 semanas em testes. Foram já mostradas novidades como a possibilidade de podermos partilhar pastas do iCloud, termos acesso a novos Memoji e Animoji, além de haver um redesenho dos botões da app Mail. Este é mais um incremento numa altura em que o COVID-19 toma conta dos assuntos globais e estrangula os lançamentos.
Fonte: Pplware.

Apple fecha todas as suas lojas (exceto na China)

O que começou ontem com o encerramento da Apple Store em Espanha acabou por ser uma declaração oficial da Apple, algo que acontece muito raramente. Assim, pode ser lido que a empresa decidiu tomar medidas excecionais para mitigar o impacto do coronavírus.
Nesse sentido, a empresa de Cupertino irá fechar todas as lojas da Apple no planeta, exceto as localizadas na China até 27 de março.
Imagem Apple Park em Cupertino

Coronavírus obriga a medidas de contingência

Segundo uma declaração da Apple no seu site, todos os funcionários da divisão de revenda continuarão a ser remunerados, mesmo que não trabalhem. Além disso, todos os funcionários que podem fazê-lo começaram a trabalhar em casa ou com horários flexíveis, permitindo reduzir o número de pessoas reunidas num só lugar.
Todas as lojas e escritórios serão cuidadosamente limpos e desinfetados.
Imagem Apple Store Reino Unido

Apple doa 15 milhões para ajudar a combater a pandemia COVID-19

A empresa também anunciou que fará uma doação inicial de 15 milhões de dólares para ajudar na resposta global à pandemia. Além disso, multiplicará por dois qualquer doação que os funcionários façam para o mesmo objetivo.
A empresa terá uma nova secção sobre coronavírus no Apple News. Este espaço relatará todas as notícias mais recentes, usando fontes confirmadas e confiáveis.
Tal como havíamos falado ontem, a Apple reforçou a informação que a WWDC deste ano será totalmente on-line. Uma consequência da pandemia global. No entanto, Tim aproveita para dar uma visão positiva e considerar “uma oportunidade para unir todos os developers do mundo de uma maneira inovadora.
Esta experiência pode ter consequências nas WWDCs nos próximos anos, se houver bons resultados.
Imagem de Tim Cook, CEO da Apple
Tim Cook termina a declaração com as seguintes palavras:
Não temos dúvidas sobre o desafio que estamos a enfrentar no momento. Toda a família Apple é grata às equipas de primeiros socorros, médicos, enfermeiras, investigadores e especialistas em saúde pública do mundo que estão a dar todo o seu espírito para ajudar o mundo a enfrentar este desafio. Nós ainda não sabemos ao certo quando podemos dizer que o pior já passou.
E, no entanto, sou inspirado pela humanidade e pela determinação que tenho visto de todos os cantos da nossa comunidade global. Como o Presidente Lincoln disse num momento de grande adversidade: ‘A ocasião está repleta de dificuldades e devemo-nos elevar quando o desafio é novo, por isso devemos pensar e agir de forma inovadora. ‘
Foi assim que a Apple sempre escolheu enfrentar grandes desafios. E é assim que agora vamos enfrentar isso.

A Apple junta a sua ajuda a muitas outras que partilham da preocupação global no combate a uma doença que está a desafiar a humanidade.
Fonte: Pplware.