2 de mai. de 2020

“iPhone SE é mais rápido do que os Androids mais rápidos”, diz Tim Cook

Na passada quinzena, a Apple brindou os seus clientes e admiradores com a apresentação no novo iPhone SE, um equipamento low cost a um preço desde 499€. Este parece ser um smartphone potente, para o seu valor, mostrando muitas semelhanças ao iPhone 8.
A Apple estima que as vendas deste dispositivo superem as expetativas, e o CEO Tim Cook afirmou recentemente que o iPhone SE é “mais rápido do que os Android mais rápidos”, esperando então que o smartphone conquiste os utilizadores do sistema operativo rival.
Com mais equipamentos já a serem preparados, a Apple lançou o seu mais recente iDevice em meados do passado mês de abril. O novo iPhone SE enquadra-se numa gama low cost, com um preço a começar nos 499€.
Por fora, e também por dentro, aparenta-se bastante com o iPhone 8, tendo um ecrã de 4,7 polegadas, molduras grandes na parte superior e inferior e um botão home com Touch ID.
A versão 64 GB tem um preço de 499€, o modelo de 128 GB custará 549€ e o de 256 GB aponta para os 669€.

Tim Cook quer que o iPhone SE conquiste os utilizadores Android

O CEO da Apple parece feliz com a sua nova criação. De acordo com Tim Cook, o iPhone SE é um equipamento veloz, sendo até mais rápido do que os Androids mais rápidos.
As afirmações aconteceram durante uma resposta de Cook a uma questão sobre o possível sucesso de vendas do novo iPhone em áreas geográficas específicas. O CEO afirmou que embora se estime melhores vendas em locais onde as pessoas têm menos rendimentos, espera que o smartphone atraia um número razoável de utilizadores Android.Imagem iPhone SE de 2020 lançado pela Apple
Tim Cook adianta que uma das vantagens do iPhone SE é que este inclui o mecanismo do iPhone 11, mas num formato menor e mais acessível:
Funciona em todas as áreas geográficas, mas eu espero que venda melhor onde o rendimento médio é menor. Espero que um número razoável de pessoas migrem para o iOS. É uma oferta inacreditável. Traz o mecanismo dos nossos principais telefones, num pacote muito acessível, e é mais rápido do que os telefones Android mais rápidos. É um valor excepcional.

CEO diz que a Apple sempre teve bons produtos a bons preços

O executivo foi ainda questionado se, com o novo iPhone, a Apple pretende ajustar o preço dos smartphones da marca da maçã. Na resposta, Cook adianta que a Apple sempre tentou ter bons produtos a bons preços.
Sempre procuramos oferecer o melhor produto a um bom preço. Esta estratégia fundamental não mudou nada. Como sabe, tivemos um SE por um tempo. É ótimo trazê-lo de volta, era um produto querido. Eu não leria nada além de que queremos oferecer às pessoas o melhor negócio possível enquanto produzimos o melhor produto.

Provavelmente estas afirmações vão despertar algumas reações, nomeadamente aos utilizadores de equipamentos Android. No entanto, só depois dos devidos testes poderemos concluir se de facto o iPhone Se é, ou não, assim tão rápido.
Fonte: Pplware.

Por que comprar um smartwatch em 2020?

Relógios, pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis não são exatamente novidade. O primeiro Apple Watch e a primeira Mi Band, por exemplo, chegaram ao mercado em 2014, e nesse meio tempo ganharam não somente popularidade, como também direcionamento para o acompanhamento esportivo e de saúde.
Muita gente também não enxerga muita necessidade em ter um dispositivo assim, o que é compreensível. No Brasil, o mais recente Apple Watch (Series 5) custa a partir de R$ 3.999, o Galaxy Watch Active2 (40mm) a partir de R$ 2.799 e o Huawei Watch GT2 (42mm) a partir de R$ 1.499.
O que todos esses produtos têm em comum é a aposta em novos recursos rastreadores de saúde que vão além da medição dos batimentos cardíacos. Alguns podem rastrear atividades de natação, outros podem mensurar o SpO2 (saturação do oxigênio no sangue).
Em 2020, existem bons motivos motivos para se comprar um smartwatch, e o principal deles é que existem cada vez mais opções no mercado.

O smartwatch amadureceu

Na mesma medida em que o conceito de relógio inteligente amadureceu, uma série de recursos de saúde também foram adicionados e até pedidos por usuários. Mas, claro, vamos primeiro entender como anda o mercado destes dispositivos.
No terceiro trimestre de 2019, segundo dados da empresa de pesquisa e estatística Canalys, o mercado de dispositivos vestíveis (wearables) teve crescimento de 65% nas vendas, atingindo 45,5 milhões de unidades no mundo todo.
Com o lançamento de novos dispositivos no último ano, a Xiaomi tomou a liderança no período (27% do volume de vendas) e a Apple (15%) ficou em segundo lugar. Huawei (13%), Fitbit (8%) e Samsung (6%) correspondem as outras empresas de destaque no setor. Inclusive, no último ano, o Google fechou a compra da empresa Fitbit.
Já a Statista, empresa de estatística e análise de mercado, aponta que no volume de vendas do ano todo, a Apple é quem liderou com 31,7% do mercado. A Xiaomi vem segundo com 12,4%, a Samsung em terceiro com 9,2% e a Huawei em quarto com 8,3%.

Versatilidade e praticidade

O que é um smartwatch nos dias atuais? Mais do que um companheiro para o seu smartphone, alguns modelos já funcionam de maneira independente. Este é o caso dos modelos de Apple Watch compatíveis com tecnologia Cellular.
Graças a ela, o relógio pode se conectar com redes móveis de operadoras compatíveis. Assim, é possível sair sem o celular e ainda conseguir atender ligações, responder mensagens de texto, ouvir músicas e podcasts e usar aplicativos que precisem da rede.
Isto só mostra o quão versáteis se tornaram os relógios inteligentes. Eles sempre foram essa extensão do que é o nosso smartphone, mas permitem que nos mantenhamos conectados ao mesmo tempo que nos lembram de cuidar de nossa saúde.
De uma forma geral, relógios inteligentes normalmente trazem aplicativos de autocuidado. Os próprios sistemas operacionais (watchOS, Wear OS, Tizen) possuem alertas para você se levantar e se esticar depois de longos períodos sentado, para tomar água e até para respirar.
Este último, por exemplo, faz parte de modos de respiração que ajudam a aliviar a ansiedade e manter a calma.
Um smartwatch não limita totalmente a experiência de uso de aplicativos, nem interação com o mundo digital. A diferença, por outro lado, é que você possui muito menos distrações e aplicativos com menos recursos, se comparados com os celulares. Eles emitem alertas de mensagens e redes sociais, de aplicativos de notícias, lembretes.
Eles também podem se conectar com dispositivos Bluetooth, como fones de ouvido, o que permite fazer uma caminhada ou corrida sem precisar levar o smartphone, mas ainda ouvindo música. Inclusive, eles também podem se conectar com assistentes inteligentes (Alexa, Assistente, Siri) para realizar comandos e controlar outros dispositivos inteligentes.

Esporte e saúde

O que todos os relógios inteligentes atuais têm em comum, por outro lado, são recursos de monitoramento. Alguns mais focados em esportes, mas todos com algo relacionado à saúde. Eles ainda não se tornaram ferramentas de diagnóstico, mas já atingem ótimos resultados e criam parâmetros para prevenção.
Praticamente todos eles também podem fazer o acompanhamento da frequência cardíaca do usuário, têm um contador de passos, resistência contra água e podem monitorar uma série de exercícios pré-definidos.
O novo Apple Watch, por exemplo, ganhou recursos que detectam quedas e aciona sozinho a emergência, além de um medidor de ruído que pode ajudar a reduzir danos na audição. Já o Huawei Watch GT2, com foco em esportes, pode monitorar a frequência cardíaca na natação e traz aplicativos específicos voltados ao monitoramento da respiração.
Algumas companhias apostam mais no visual dos relógios inteligentes, mas todas focam na ideia de levar uma vida mais saudável aos usuários. Com os dados coletados por eles, é possível identificar algum comportamento anormal, como sintomas que podem passar despercebidos, e procurar um médico.
Além destes recursos, os dispositivos passam a monitorar o sono e o nível de estresse dos usuários, que podem ser usados para monitorar sua saúde mental. Alguns, certamente, com mais opções de rastreamento que outros.

Qual comprar?

Os relógios inteligentes se tornaram ótimos companheiros para treinar e acompanhar o condicionamento físico, e agora entregam mais parâmetros de saúde. Eles ainda não podem ser usados de forma clínica, embora sirvam como medida de prevenção.
Ter um dispositivo desses no pulso também é uma atividade interessante. Com os dados de rastreamento à vista, você acaba tendo mais ideia se tem andado muito ou pouco, se os batimentos cardíacos estão muito altos ou baixos, o nível de estresse, se tem dormido ou não com qualidade.
Esse tipo de dado também pode ser acompanhado no smartphone em uma interface maior e mais confortável. Nos aplicativos de cada smartwatch, é possível acompanhar dados do dia, semana, mês ou ano e entender o que está tudo bem e o que pode ser feito para ajudar a melhorar a nossa saúde.



Mas, apesar das inúmeras qualidades, os relógios inteligentes ainda possuem dois pontos negativos: alguns têm bateria com duração média de um dia, e os preços, em alguns casos, ultrapassam os dos próprios smartphones.
Decidir qual smartwatch comprar é uma tarefa de trazer às suas necessidades um dispositivo para acompanhá-las. Ou, neste caso, de entender qual é o seu tipo de uso e optar pelo melhor smartwatch para as suas atividades, por exemplo.
Abaixo, listamos os modelos mais populares, que vão de R$ 300 a R$ 3.500 e apresentam bons recursos:

Fonte: Tecmundo.



iPhone SE (2020) começa a ser vendido no Brasil

Apple iniciou nesta quinta-feira (30) a venda da nova versão do iPhone SE em território brasileiro. O modelo foi anunciado oficialmente na metade de abril deste ano pela empresa e já tinha até preço no país, mas até então não era possível comprar o dispositivo. Ele é considerado uma versão mais popular e acessível da linha de smartphones da marca.
A partir de agora, é possível adquirir o modelo nas três faixas de preço disponíveis, de acordo com o espaço de armazenamento desejado. Os pedidos pelo site oficial da Maçãtêm o frete grátis e a promessa de envio variam de acordo com a região, mas começam em apenas um dia útil. Até o momento da publicação desta matéria, o modelo ainda não estava no catálogo de estabelecimentos online do varejo.
Confira as variantes:
  • R$ 3.699 (64 GB)
  • R$ 3.999 (128 GB)
  • R$ 4.499 (256 GB)
Ele está disponível nas cores branca, preta e (PRODUCT)RED, um tom de vermelho cujas vendas são direcionadas para um Fundo Global de combate à covid-19. Nos Estados Unidos, o valor da versão mais básica é de US$ 399 — o que, na conversão direta de moeda, vira R$ 2.160.
O iPhone SE (2020) é uma versão mais acessível do smartphone da Apple para o consumidor que deseja ter um celular da empresa, mas sem desembolsar tanto dinheiro nas gerações mais recentes. Em termos de visual, ele é similar ao iPhone 8, mas por dentro traz componentes e especificações técnicas que remetem ao moderno iPhone 11.
Fonte: Tecmundo.

Apple: Nova beta 3 do iOS 13.5 traz notificações de exposição COVID-19

A Apple ontem lançou a 3.ª versão beta do iOS 13.5. Em breve, a empresa americana irá lançar a versão final que já traz a ferramenta de notificações de exposição à COVID-19, no iPhone. Esta é uma ferramenta que pode vir a ser adotada por muitos países para fazer o rastreio de contactos para ajudar na luta contra a COVID-19 (a Alemanha já disse que ia avançar). A União Europeia também está a trabalhar numa solução com o nome Pan-European Privacy-Preserving Proximity Tracing (PEPP-PT).
Hoje vamos mostrar como o utilizador poderá usar esta ferramenta e como poderá ativar ou desativar o rastreia dentro do iOS.
Há um mal-entendido por parte de muitas pessoas que estão a confundir os termos, quando o assunto é usar este tipo de ferramentas para notificar quem foi exposto à COVID-19. Assim, é importante referir que as soluções desenvolvidas são para contact tracing e não contact tracking. Deixamos aqui uma explicação cabal para que não lhe restem dúvidas:

COVID-19: Apple já tem a ferramenta de rastreio inserida no iOS

A Apple e a Google estabeleceram uma parceria para oferecer uma implementação segura e privada de rastreamento de contactos coronavírus no iOS e Android. Assim, hoje queremos mostrar em antemão, como irá poder encontrar no iOS a alternância ligar/desligar, para rastreamento de contactos COVID-19 no iPhone, nas definições do iOS.
O rastreio anónimo de contactos COVID-19 via Bluetooth (não é usada a localização GPS) será disponibilizado primeiro com o iOS 13.5 no iPhone. O software ainda não está disponível publicamente, mas a Apple lançou há poucas horas o software beta para os programadores.
Esta monitorização de contactos foi apelidada de “Notificações de Exposição” no iPhone e é uma opção nativa do iOS. Contudo, quando esta ferramenta for aplicada em Portugal, além desta opção, a DGS deverá lançar uma aplicação que exigirá a sua permissão explícita para usar dados Bluetooth anónimos, para que seja possível esta ferramenta começar a recolher então os dados necessários para a proteção coletiva.
Segundo a Apple e a Google, a fase dois do software de rastreio de contactos permitirá que o sistema funcione sem uma aplicação da autoridade de saúde de terceiros, mas todas estas opções estarão ainda a ser desenhadas pelas autoridades.

Segurança e privacidade total dos dados recolhidos

A Apple e a Google fizeram um excelente trabalho destacando como o rastreio de contactos é construído sobre a premissa de total privacidade e segurança. A Apple colocou no seu site informação dedicada que poderá ser importante ler.
Contudo, se o utilizador ainda quiser alterar as suas definições de rastreio de contactos, poderá fazer dentro das Definições no sistema operativo do iPhone.
Nota: A opção “COVID-19 Exposure Notifications” está ativada por padrão nesta versão beta do iOS 13.5. Isso não recolhe nenhum dado e a autorização da aplicação será necessária assim que o recurso for enviado. O sistema de notificação de exposição da Apple e da Google será completamente opt-in.

Como ligar/desligar o rastreio de contactos COVID-19 no iPhone

Conforme podemos ver, a opção está dentro da área de privacidade, para haver logo à partida um compromisso por parte das empresas que tal recolha é importante na luta contra a pandemia, mas que é privada.
Assim, no iOS 13.5 e posteriores, vá a Definições > Privacidade > Saúde e escolha COVID-19 Exposure Notifications (COVID-19 Notificações de Exposição) no topo desse menu. Conforme poderá perceber, dentro só existe a opção para ligar ou desligar COVID-19 Exposure Notifications.
Veja em imagens:

Conforme pode ser visto, nesta altura é este o estado da ferramenta disponibilizada pela Apple. Poderá ainda sofrer alterações (mais não seja de adaptação ao idioma) na versão final.
Fonte: Pplware.

Pacientes usam Apple Watch para monitorar sintomas da covid-19

O Apple Watch conta com uma série de recursos, incluindo um sensor de batimentos cardíacos, o que permite ao usuário acompanhar como seu coração se comporta em diversas atividades de maneira automática. Em momentos de exercícios físicos intensos, a função vem bem a calhar, já que as informações podem servir de alerta para quando dar uma pausa.
Entretanto, o que dizer de taxas de mais de 130 BPM, comuns durante corridas, mesmo em estado de repouso? É isso o que pacientes com covid-19 estão verificando em seus dispositivos e compartilhando no Reddit – algo que pode salvar vidas.
O usuário “mattkeil” acompanhou o desenvolvimento da frequência e conta que, ao chegar aos 139 BPM, não hesitou em chamar uma ambulância – descobrindo, dessa maneira, que poderia realizar o monitoramento de sintomas e tomar uma rápida decisão quando necessário.

Diagnóstico e prevenção

Não são apenas aqueles que sabem da condição que podem se valer dos dados. O smartwatch pode ser útil, inclusive, no diagnóstico de contaminação por coronavírus, uma vez que uma outra postagem, do usuário “LambHoot”, conta que o autor, ao acordar se sentindo doente certa manhã, verificou que os batimentos cardíacos simplesmente não baixavam, independentemente da atividade executada.
“Acordei me sentindo febril, com dificuldade de respirar etc. O aviso de limites de frequência cardíaca foram a grande sacada [para descobrir a infecção], pois, verificando as informações durante o dia, notei que meus batimentos não ficavam abaixo de 100 BPM, mesmo que eu estivesse em total repouso”.
Considerando que taxas consideradas saudáveis se mantêm muito abaixo disso, caso você note alguma diferença não apenas com o Apple Watch, mas com qualquer relógio inteligente que utilize, é bom ficar atento e procurar ajuda. A tecnologia, definitivamente, é uma aliada e tanto da saúde humana – ainda mais em época de pandemia.

Fonte: Tecmundo.


COVID-19: Faça um auto-diagnóstico com a ferramenta da Apple

A COVID-19 está para ficar e os principais sintomas já são conhecidos. Antes de ligar para o Serviço Nacional de Saúde, pode sempre fazer um auto-diagnóstico. Como mostramos em março, no site do SNS é possível fazer rapidamente um auto-diagnóstico.
Esse tipo de funcionalidade está também já disponível no site da Apple e em português.
COVID-19: Faça um auto-diagnóstico com a ferramenta da Apple
Os sintomas associados à COVID-19 são já bem conhecidos. Febres altas, tosse seca e dificuldade respiratória (ex: falta de ar). Também pode surgir dor de garganta, corrimento nasal, dores de cabeça e/ou musculares, cansaço e até perda de paladar e olfato.
Em casos mais graves, pode levar a pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e de outros órgãos, e eventual morte. Mas há outras variáveis!

Ferramenta de triagem da COVID‑19 da Apple

Antes de contactar os serviços de saúde, os utilizadores podem sempre fazer um auto-diagnóstico. Através da ferramenta disponibilizada pela Apple, pode compreender que medidas devem ser tomadas em relação à doença. Para tal, basta apenas que aceda aqui e inicie a triagem.
COVID-19: Faça um auto-diagnóstico com a ferramenta da Apple
Em seguida deverá verificar se tem algum dos sintomas apresentados. Obviamente que em Portugal o número para onde deve ligar é o 808 24 24 24 (e não o 911).
COVID-19: Faça um auto-diagnóstico com a ferramenta da Apple
Depois deverá seguir com as questões (que são várias) até que seja apresentado um diagnóstico final. Como podem ver, no relatório final são apresentadas as suas respostas e também algumas medidas que deve tomar.

De referir também que hoje a Apple atualizou a sua app para ajuda na COVID-19. No entanto, a app não está disponível para utilizadores em Portugal o que seria interessante, uma vez que traz um conjunto de informação que mostra como usar corretamente a máscara.
Fonte: Pplware.