17 de ago. de 2020

Como criar e configurar um ‘alias’ no iCloud para ter um “endereço extra” no email

 Cada vez temos mais endereços de email, mais contas, mais serviços… enfim, uma panóplia de informação que muitas vezes está completamente desestruturada. Assim, uma das formas de termos vários endereços de correio eletrónico, mas dentro da mesma conta, é usarmos um “alias”.

Já vamos explicar o que é e dar alguns exemplos da sua utilidade. Usaremos como exemplo o email do iCloud, mas poderá fazer igualmente noutros serviços de correio.

Ilustração email iClou com alias

O que é e para que serve um “alias” no email iCloud

De forma simples, podemos dizer que um alias (“pseudónimo”, “apelido”) é um endereço de email alternativo associado à nossa conta de email principal ou predefinida. Este endereço que criamos funciona como se fosse um “email virtual” cuja única função será encaminhar as mensagens que chegarão até ele para a nossa conta oficial.

Conforme temos visto, hoje tudo pede o nosso endereço de email para nos registarmos. Assim, esta possibilidade de criamos um “alias” pode ser muito importante. Este endereço pode ser usado para disfarçar ou esconder o nosso principal, deixando-o a salvo do spam, por exemplo. Além disso, com facilidade podemos adicionar a este endereço virtual, ou secundário, etiquetas para o destacar dentro da nossa conta “genérica”.

Seguramente haverá muitos outros cenários onde este email alternativo será importante. Fica agora à vossa imaginação.

 

Como criar e configurar um ‘alias’ no iCloud

Agora que já percebeu para que serve um “alias”, vamos usar a nossa conta iCloud para criar um endereço de email “alternativo” ligado ao nosso endereço principal.

Em primeiro lugar, o utilizador precisa ter a opção Mail ativa nas configurações do iCloud no seu dispositivo iOS. Isso pode ser ativado indo a Definições -> Apple ID -> iCloud -> email. Atenção, se não tiver conta iCloud, poderá criar, é gratuito (muito provavelmente terá, pois deve ter crido aquando da iniciação do seu dispositivo Apple).

Portanto, feito isto vamos lá mostrar como se pode criar e gerir um “alias”.

Abra um qualquer browser e vá a iCloud.com. Agora, coloque o seu ID Apple e palavra-passe. A seguir clique na seta para dar seguimento. Vão ser pedidas conformações de segurança a seguir.

Imagem da conta iCloud para configurar alias no email

Dentro da área iCloud, escolha a opção Mail.

Imagem da conta iCloud para configurar alias no email

Assim, o passo seguinte será clicar na roda dentada para entrar nas Preferências do serviço. Qualquer dúvida, amplie a imagem.

Imagem menu prefer~encias dentro do iCloud da Apple

Feito isto, vamos então criar aquele que será o nosso endereço de correio “virtual”. Nas Preferências clique no separador @Contas. Lá dentro começa o processo. Clique agora em Adicionar um alias

Imagem de como criar alias no mail da Apple

O que será pedido é simples de entender. Primeiro escolhemos o “nome” para o nosso alias, que será o prefixo pelo qual o endereço irá encaminhar para o nosso principal.

Pede-nos também o Nome completo, uma Etiqueta e se quiser, coloque a cor que terá essa etiqueta. Depois dos campos preenchidos, clique no botão OK.


 

Então, na janela seguinte já deve conseguir ver seu alias recém-criado na secção Contas. Aqui, poderá gerir o seu alias. Pode desativar o alias temporariamente a qualquer momento ou simplesmente excluí-lo completamente. Clique em “Terminado” para concluir o procedimento.

 

Em suma…

Os utilizadores podem criar até três alias ativos com o email iCloud. Assim, com 3 endereços virtuais, poderá ter um para as redes sociais, outro para os serviços do Estado, outro para outros serviços da Internet e sempre protegendo o seu endereço principal. Se eventualmente desativar qualquer um deles, os email serão devolvidos, como se o endereço não existisse.

Fonte: Pplware.

Donald Trump não quer saber do impacto que bloqueio da China tem nas vendas da Apple

 A guerra comercial dos EUA com a China está ao rubro. O governo liderado por Donald Trump tem tomado medidas que vão ser prejudiciais para estas relações e as maiores vítimas parecem ser agora o TikTok e o WeChat.

Claro que os consumidores vão também pagar este preço, bem como a própria Apple. A gigante da tecnologia vê ameaçada a sua posição na China e aparentemente quem a devia proteger não quer saber. Trump revelou que não quer saber do impacto que estas medidas vão ter.

Trump Apple China WeChat vendas

Um problema grave para as vendas da Apple

Ainda estamos longe de saber o impacto que vão ter as mais recentes medidas do governo dos EUA. A decisão de Donald Trump parece estar tomada, querendo banir muito em breve o TikTok e o WeChat dos smartphones das empresas norte-americanas.

Estas decisões parecem querer proteger os consumidores e até as empresas americanas, mas estará a ter um efeito potencialmente negativo. Ao não estar presente o WeChat no iPhone, muitos consumidores chineses já admitiram largar os smartphones da Apple.

Trump não quer saber do problema do WeChat

Esperava-se que houvesse algum protecionismo por parte de Donald Trump à Apple, como já tantas vezes referiu e fez questão de referir. Mas a verdade é que para Trump este impacto não lhe interessa e “tanto faz” que estas medidas prejudiquem a Apple.

Estas palavras surgiram numa entrevista recente feita por Justin Sink da Bloomberg. A questão era simples e questionava sobre o alarmismo das empresas dos EUA ao bloqueio do WeChat em alguns mercados e no impacto nas vendas.

China é um problema cada vez maior para os EUA

Surpreendidos com a resposta de Donald Trump os jornalistas questionaram se este não se preocupava. A resposta foi simples, rápida e evasiva. Referiu que a segurança dos EUA está acima de tudo e que estavam muito dececionados com a China.

Apesar de todas as mudanças de opinião, normais em Donald Trump, não se esperava esta resposta. Uma das suas pedras basilares é a economia e o poder das empresas americanas. Neste caso da Apple, é claro que poderá perder um dos mercados que muito lucros traz à empresa.

Fonte: Pplware.

Apple Watch detecta doença cardíaca que hospital não detectou

 Um usuário do Apple Watch, utilizando a função de ECG (eletrocardiograma), detectou uma doença cardíaca que, anteriormente, um hospital não foi capaz de detectar. Raymond, leitor do site AppleInsider, escreveu ao CEO da Apple, Tim Cook, um e-mail agradecendo pelo dispositivo. A resposta de Cook, que lhe parecia improvável, veio pouco mais de 10 horas depois.

Ao site, Raymond disse que havia visitado um hospital em julho pois havia sentido um desconforto no peito. Ele contou que, após uma bateria de testes que inclui uma angiografia e um teste de estresse, nada de errado foi detectado.

Mais recentemente, ele utilizou o recurso de ECG do seu Apple Watch e o de sua esposa, e ambos revelaram quatro detecções de AFib (fibrilação atrial). A doença causa irregularidades na frequência cardíaca (normalmente acelerando) e pode provocar má circulação sanguínea.

O Apple Watch estava certo

Após o resultado do relógio inteligente, ele foi ao mesmo hospital que havia visitado em julho e confirmou o caso. Horas depois, ele escreveu o e-mail para Cook agradecendo "por trazer o Apple Watch para o mercado".

Em resposta, o CEO disse se sentir feliz por ele receber apoio médico. "Obrigado por compartilhar sua história conosco – é isso o que nos inspira a continuar avançando". No e-mail original, compartilhado com o AppleInsider, Raymond disse que vai "garantir que todos que eu me importo tenham um Apple Watch".

Esta não é a primeira vez que o CEO da Apple responde um usuário. Nem a primeira que o relógio inteligente da empresa pode ter salvo uma vida. Em junho, um agricultor aposentado de 92 anos caiu de uma altura de 6,4 metros e o recurso de detecção de quedas enviou um alerta ao Corpo de Bombeiros.

Fonte: Tecmundo.

16 de ago. de 2020

WeChat: Trump ameaça mercado da Apple que vale 44 mil milhões de dólares na China

 A “guerra” entre Trump e a China está a usar as empresas mais preponderantes como pedras num xadrez económico. Se de um lado a Huawei está a ser posta em causa há mais de um ano, agora com decisões de banir determinadas aplicações chinesas em dispositivos americanos, a Apple poderá igualmente perder um gigantesco mercado. Os analistas adiantaram que com o bloqueio ao WeChat no iPhone, se for extensivo à loja da Apple na China, a perda poderá ser enorme.

Segundo um recente inquérito elaborado aos consumidores na China, o confronto entre usar iPhone ou usar WeChat, poderá abalar o império de vendas da Apple que vale 44 mil milhões de dólares.

Imagem ilustração WeChat no iPhone na China

Apple vs WeChat, braço de ferro que a Apple pode perder

A Apple tem na China um dos seus principais mercados. As vendas da gigante americana têm crescido e a posição da marca está a ganhar força, no meio de centenas de concorrentes Android lá fixados. No entanto, nuvens negras parecem aproximar-se deste trabalho que a empresa de Cupertino tem feito ao longo dos últimos anos.

Segundo informações, os adeptos do iPhone em toda a China estão agora a reconsiderar a sua ligação com o dispositivo. Depois de Donald Trump ter emitido uma ordem executiva, na semana passada, proibindo empresas americanas de fazer negócios com o WeChat, as pessoas pesaram qual seria mais vantajoso para as suas vidas.

Atualmente na China, o WeChat tem um peso muito grande na vida das pessoas em sociedade. Assim, esta aplicação tornou-se na ferramenta para praticamente tudo no quotidiano de milhões de chineses. A app é usada para comunicar, para as compras no supermercado, para os transportes, para o acesso a áreas desportivas, para o acesso a espetáculos, para praticamente tudo o que exija pagamentos e identificação. Os chineses referem que o WeChat é a app mais importante que têm no seu telefone.

Portanto, quando pesada a importância do iPhone ou da app que está intimamente ligada à vida de cada chinês, a resposta é fácil.

Imagem Apple Store na China

 

Bloqueio do WeChat deve ser só nos Estados Unidos

No início desta semana, várias empresas de análise de mercado apontaram que o bloqueio iria apenas afetar o WeChat nos Estados Unidos. Assim, o impacto pouco de irá sentir no lado da app e serviço WeChat no gigante mercado asiático. Contudo, as palavras de Trump poderão ainda trazer problemas para a Apple.

A empresa norte-americana acaba de sair de um trimestre forte na China. O seu mercado internacional mais importante e onde está a enfrentar uma concorrência cada vez mais intensa de rivais locais do Android, como a Huawei. Além disso, a Huawei mesmo sem loja americana disponibiliza na sua loja o WeChat.

A estratégia da empresa de Cupertino de atrair compradores que nunca tiveram um iPhone, oferecendo um dispositivo mais barato, como foi o iPhone SE, pode ser totalmente prejudicada.

Imagem Trump e WeChat

 

WeChat liga milhões de pessoas no mundo

WeChat é um serviço multiplataforma de mensagens instantâneas desenvolvido pela Tencent na China, lançado originalmente em janeiro de 2011. Atualmente tem cerca de mil milhões de utilizadores em todo o mundo. Então, se a Apple for forçada a remover o serviço das suas lojas de aplicações globais, as vendas anuais do iPhone cairão de 25% a 30%.

Além disso, outros produtos serão igualmente afetados, como é o caso dos AirPods, iPad, Apple Watch e computadores Mac. Segundo o analista Kuo Ming-chi, estima-se que estes poderão perder entre 15% a 25%.

Numa pesquisa realizada no serviço Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, foi pedindo aos consumidores que escolhessem entre ter o WeChat ou ter o iPhone. Foram conseguidas mais de 1,2 milhão de respostas até agora, com cerca de 95% dos participantes a preferirem desistir dos seus dispositivos.

A proibição forçará muitos utilizadores chineses a mudar da Apple para outras marcas porque o WeChat é realmente importante para nós. A minha família na China está acostumada com o WeChat e toda a nossa comunicação está na plataforma.

Explicou Sky Ding, funcionário da Fintech em Hong Kong, à Bloomberg.

Em suma, estas decisões de Trump poderão pôr em causa muitos milhões à Apple e, indiretamente, a outras empresas americanas. A título de curiosidade, desde que o iPhone começou a ser vendido na China, em 2009, já vendeu mais de 210 milhões de unidades. Claro está que uma queda nas vendas do iPhone de forma drástica irá igualmente trazer à China desemprego. A Apple emprega milhares de pessoas nas muitas fábricas que são usadas na produção dos seus equipamentos.

 Fonte: Pplware.

Apple poderá agrupar as suas assinaturas num novo serviço chamado Apple One

 A aposta da Apple nos seus serviços tem-se mostrado acertada e uma verdadeira fonte de receitas com um crescimento exponencial. A marca sabe aproveitar o que o mercado quer consumir e transforma isso em ofertas em várias áreas.

Se até agora estas funcionam de forma isolada e sem qualquer relação, esse cenário poderá mudar em breve. Fontes confiáveis dão como certo que a Apple irá ter pacotes de serviços agrupados e em subscrições mais interessantes.

Apple One serviços pacotes subscrições assinaturas

Apple vai agrupar serviços em pacotes

São muitos os serviços que a Apple tem disponíveis e com pacotes de subscrição. Estes funcionam de forma isolada e obrigam o utilizador a ter assinaturas separadas para cada um. Este modelo de negócio tem funcionado, com os resultados financeiros que têm sido vistos.

Aparentemente a empresa vai mudar a sua visão e, muito em breve, vai apresentar o Apple One. Este será composto por um conjunto de pacote de subscrição que vão agrupar diferentes serviços debaixo de assinaturas únicas. Desta forma conseguem-se preços mais competitivos.

Subscrições devem ficar mais acessíveis

A Apple deverá apresentar 4 pacotes aos seus utilizadores, com o Music e o Apple TV+ a servirem como a sua base. A estes vão sendo somados depois, de forma individual, o Arcade, o News+ e o iCloud.

Apple One serviços pacotes subscrições assinaturas

Falta ainda saber muitos detalhes sobre estas propostas. A mais importante será o preço a que cada uma será oferecida aos utilizadores. Há ainda a possibilidade de haver descontos pela compra antecipada de períodos maiores de subscrição de cada um dos pacotes.

Apple One deve incluir aulas virtuais de fitness

Outra informação que surgiu dá conta de um novo serviço que a Apple deverá estar a preparar. Este foca-se na atividade física e será acessível por uma app feita para o iPhone, iPad e outros. Estas aulas virtuais de fitness devem surgir em breve.

Estas novidades devem chegar com a apresentação do iPhone 12 e do iOS 14, que se espera aconteça em setembro ou outubro. As datas estão ainda por revelar, mas a Apple deverá somar esta mudança ao seu leque de novidades a apresentar

Fonte:Pplware.

13 de ago. de 2020

Dica – Configurar o Face ID no iPhone ou iPad para o reconhecer com máscara

 O Face ID é um dos melhores métodos de segurança atualmente no segmento dos smartphones e tablets. Ao verificar o nosso rosto, procura mais de 30.000 pontos invisíveis para criar um mapa do nosso rosto em profundidade. Com a pandemia, as máscaras trouxeram um problema a este recurso, ele não nos reconhece e, para usarmos, o dispositivo temos de introduzir o código. Contudo… podemos expor a segurança de acesso ao dispositivo.

Então e se “ensinássemos” o nosso iPhone ou iPad a nos reconhecer mesmo com máscara?

Ilustração técnica para usar máscara e ser identificado pelo Face ID no iPhone ou iPadO método, que tem sido “publicitado” em vários fóruns de utilizadores Apple, nem sempre funciona, pelo menos com aquela precisão que estamos habituados. Mas, com algum cuidado a gravar o rosto alternativo na configuração do Face ID, podemos ter a sorte do dispositivo nos passar a reconhecer mesmo com máscara.

Não podemos esquecer que o sistema é muito preciso e usa mais de 30 mil pontos relacionados com o nosso rosto. Portanto, mesmo que consigamos tapar o nariz, a boca e parte da cara, ele ainda assim tem muitos pontos para nos identificar.

 

Então, como podemos “ensinar” o Face ID a reconhecer-nos com máscara?

1.º passo: Vamos a DefiniçõesFace ID e código e vamos usar a opção Configurar uma aparência diferente.

2.º passo: Assim que escolhemos esta opção, devemos ter a nossa máscara apenas em metade do rosto. Como sabemos, a gravação do rosto no Face ID é feita em duas etapas. Como tal, a primeira etapa será com a máscara a cobrir a metade direita e a segunda também deverá ter a máscara na mesma posição.

3.º passo: Se o seu dispositivo avisar que o seu rosto está obstruído, afaste ligeiramente a máscara do centro do rosto. Siga o processo de configuração movendo a sua cabeça num círculo.

4.º passo: Será solicitado a concluir o processo mais uma vez – continue a segurar a máscara na mesma posição e do mesmo lado do rosto.

5.º passo: Assim que as duas digitalizações de Face ID forem concluídas, coloque a sua máscara e tente desbloquear o dispositivo. Se funcionar, ótimo! Caso contrário, repita a configuração.

Conforme vão poder ver, ao usar a máscara, o Face ID não irá ser tão rápido nem tão expedito como é em situações normais. Contudo, se fizer bem feito e usar a mesma distância da gravação do rosto, vai funcionar.

Fonte: Pplware.