18 de fev. de 2021

Já começou a surgir malware dirigido aos Mac com o SoC M1 da Apple

 Quando apresentou o M1, a Apple quis mostrar que o mercado não estava preso ao que a Intel e a AMD tinham para oferecer. A sua proposta confirmou tudo o que vinha a ser trabalhado com os SoC ARM e o seu desempenho.

Claro que esta proposta criou um interesse grande nos utilizadores, que rapidamente aderiram aos novos Mac. Este crescimento parece ter criado um interesse maior noutras áreas. Os hackers parecem interessados na nova proposta da Apple e assim surge agora malware para os Mac.

malware SoC M1 Apple plataforma

M1 é o novo foco do universo Apple

A Apple está disposta a mudar o mercado e a criar novas alternativas ao que é considerado normal. Após ter feito há muitos anos a transição para os processadores Intel, a marca resolveu voltar a mudar tudo e apostar no seu SoC M1.

Isso obrigou a criar novas versões do macOS e novas apps deste sistema, levando atrás os programadores e todas as suas propostas. Assim, é natural a descoberta agora do primeiro malware dirigido ao SoC M1 da Apple e a tudo o que está associado.


Malware criado para este novo SoC

Foi o investigador de segurança Patrick Wardle que fez esta descoberta e relatou todas as suas informações. Chamado de GoSearch22, esta extensão criada para o Safari é uma adaptação feita para este SoC. É uma variante da família Pirrit, um adware bem conhecido no universo macOS.

Para encontrar este novo malware dedicado, este investigador procurou por entradas no conhecido VirusTotal. Ao procurar assinaturas específicas para o M1, acabou por encontrar o GoSearch22, criado de forma específica para esta plataforma. Curiosamente, a maioria dos antivírus não consegue detetar esta variante.

malware SoC M1 Apple plataforma

Autorizado para ser usado nesta plataforma

Do que relata o investigador, este malware foi aprovado pela própria Apple, o facilitava a sua propagação e permitia passar as proteções do macOS. Entretanto, e após saber do problema que foi detetado, a Apple revogou o certificado desta extensão e impediu que possa ser usada.

Mesmo tendo sido resolvido o problema, a existência deste malware prova que o SoC M1 está a gerar interesse nos hackers. Este caminho já tinha sido percorrido antes pelo macOS e agora começa a ser explorado na nova proposta, o que pode significar problemas em breve.

Fonte: Pplware.



Apple processada por permitir na App Store apps de jogos de azar

 Nesta terça-feira, foi aberta uma ação coletiva contra a Apple por esta permitir e lucrar com aplicações do estilo casino disponibilizadas na App Store. A ação judicial tem como alvo especificamente títulos desenvolvidos pela Zynga.

A ação foi apresentada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte de Columbia. O processo relata a existência de jogos gratuitos que oferecem microtransações, ou compras na aplicação, para moeda digital ou outras formas de bens digitais.

Imagem apps de casino na App Store da Apple

Jogos de casino da App Store na mira da justiça

Segundo os autores do processo judicial, as “Zynga Casino Apps” violam uma série de estatutos estaduais relacionados ao jogo. A ação refere que a Apple é culpada no esquema por fornecer ferramentas de desenvolvimento iOS, hospedar os títulos na App Store e lucrar com a sua venda.

Como o único administrador da App Store, a Apple supostamente “permite e facilita jogos de azar ilegais que operam como um casino não licenciado”. Esta política da empresa de Cupertino, alegadamente, permite que os utilizadores comprem “moedas” ou “fichas” para uso em jogos no estilo de Las Vegas, como blackjack, roleta, póquer, keno, bingo e outros jogos de cartas e de azar.

A maioria dos jogos mencionados no naipe apresenta um número limitado de fichas para começar. Contudo, os utilizadores devem comprar fundos virtuais adicionais assim que o pote acabar. O consumidor acabará por ficar sem moedas ou fichas e “será solicitado a usar dinheiro real para comprar adicionais para ter a hipótese de continuar a jogar”, alega o processo.

Ilustração de apps de azar na App Store da Apple

 

Dinheiro virtual não é transformado em real, mas…

É importante ressaltar que, de acordo com a ação judicial, os utilizadores não conseguem recolher dinheiro real nos jogos de casino. Contudo, conseguem ter mais capacidade de ganhar e, portanto, adquirir mais tempo de jogo. Este sistema – pagar em dinheiro por uma hipótese de ganhar mais tempo de jogo – supostamente viola as leis anti-jogo nos 25 estados em questão no caso.

No processo estão 26 estados onde estas práticas não são permitidas. As causas da ação incluem a violação dos Estatutos de Recurso Civil para Recuperação de Perdas no Jogo e enriquecimento sem causa. Os promotores da ação procuram uma liminar, danos, restituição e honorários dos advogados.


O processo é quase idêntico a um caso aberto em outubro que afirma que as aplicações de jogos de azar violam as leis estaduais, ao obrigar os utilizadores a pagarem dinheiro de verdade para adquirir mais tempo de jogo. Uma reclamação mais recente, registada em janeiro, discute a natureza viciante dos jogos de casino.

Fonte: Pplware.

Apple Watch também ajuda a cuidar do coração dos portugueses

 São cada vez mais os casos onde o Apple Watch deteta que algo nos sinais vitais dos seus utilizadores não está bem. Foi assim com Cristina Dias quando o seu smartwatch da Apple a alertou para chamar a ambulância. A utilizadora de 52 anos, já tem este dispositivo há cerca de 3 anos. Passou do Apple Watch Series 3 para o Series 4, que permite ECG e poderá ter sido um passo vital na sua vida.

O Apple Watch monitoriza permanentemente o coração dos utilizadores e executa com precisão um eletrocardiograma de um elétrodo. No hospital Cristina mostrou aos médicos o resultado e ficou surpresa com os comentários.

Imagem Apple Watch a fazer um ECG

Apple Watch alertou a utilizadora que deveria chamar a ambulância

Cristina Dias contou ao Pplware que se estava a sentir incomodada com o ritmo do seu coração. Sentia o coração “aos saltos”. Então, depois dos alertas do relógio decidiu fazer um ECG com o Apple Watch. O resultado foi taxativo, ao ponto da aplicação ter sugerido à utilizadora de Cascais uma visita ao hospital com urgência.

Decidiu levar a sério o aviso e foi para as urgência da unidade hospitalar. No hospital fez alguns exames, também fez um eletrocardiograma o que deixou os médicos admirados com a precisão conseguida pelo ECG do Apple Watch


Cristina refere mesmo que alguns não conheciam esta tecnologia e que mostraram surpresa com a informação obtida.

Mostrei o alerta e o ECG e ficaram espantados com a precisão do equipamento que não conheciam.

Referiu Cristina Dias ao Pplware.

Foi diagnosticada uma arritmia e será seguida pela cardiologia. Está já medicada, teve alta e, de facto, dá outro valor à tecnologia que traz no pulso. O Pplware agradece a disponibilidade da Cristina Dias e deseja rápidas melhoras.

Conforme temos visto, a tecnologia cada vez tem um foco maior na saúde e bem-estar dos seus utilizadores.

Fonte: Pplware.





17 de fev. de 2021

Benchmarks do suposto processador Apple M1X poderão indiciar que a Apple já está em testes

 A Apple lançou em novembro passado o seu processador M1. Este tem um processo de construção de 5 nm, 8 núcleos dedicados e oferece um desempenho acima do que existe no mercado. Baixo consumo de energia, longevidade das baterias e a promessa de máquinas poderosas. A Apple rapidamente o colocou no mercado no seu MacBook Air, MacBook Pro e Mac mini. Agora, espera-se que outros produtos sejam igualmente equipados com este processador ou com a sua versão melhorada.

Assim, a Apple estará já a testar o seu novo processador e as supostas especificações do chipset Apple M1X que apareceram online. Estes poderão ser indícios que a Apple estará já em fase de testes de novos produtos com este SoC.

Imagem Mac mini com processador M1X da Apple

Apple estará já a testar o novo SoC Apple Silicon M1X

A Apple lançou recentemente seu chipset M1, o primeiro processador da empresa na linha Apple Silicon, baseado na arquitetura ARM. Posteriormente, a empresa lançou três dispositivos Macequipados com o chipset M1, dando início à transição da Intel para os seus próprios chipsets.

Este ano, a empresa deverá lançar outro SoC Apple Silicon e alguns outros dispositivos Mac. Embora a Apple ainda não tenha revelado nada oficialmente, uma suposta “fuga de informação” parece estar a dar pistas do que aí vem.

O sucessor do Apple M1 foi visto online numa plataforma de benchmarking. No entanto, parece que as especificações dos chipsets são mais de proteção do que de resultados, portanto, vamos considerar estas informações apenas como um aperitivo.

De acordo com o relatório, o chipset, que se chama “M1X”, virá com um CPU de 12 núcleos, um upgrade em relação ao CPU de oito núcleos do M1. A unidade de processamento gráfico (GPU) interna também deve ter 16 núcleos em vez de uma GPU de 8 núcleos no M1. Espera-se que tenha uma frequência de 3,2 GHz e será baseado num processo de 5 nm, assim como o seu antecessor.

Apesar de não se conseguir confirmar muito mais que estes pormenores, as especificações reveladas deverão ser apenas uma “pré-amostra” do chipset “M1X”.

Imagem MacBook Pro com chipset M1X

 

O que poderá a Apple lançar em breve?

Segundo o que foi visto ano passado, a empresa de Cupertino deverá fazer a transição dos processadores Intel para os seus Apple Silicon. Assim, todas as suas linhas de computadores poderão receber o novo M1X.

Rumores avançam com algumas sugestões, como, por exemplo, o próximo MacBook Pro de 14 polegadas, um outro MacBook Pro de 16 polegadas, os iMacs de 27 polegadas e eventualmente outras máquinas que poderão receber chips com processamento gráfico de 16 e 32 núcleos.

 

O que foi dito no passado?

Fonte: Pplware.


Apple quer reparar os smartphones iPhone 12 em vez de os substituir

 O iPhone 12 veio mudar o design dos smartphones da Apple e veio igualmente promover, dentro da própria Apple, novos métodos de trabalho. Assim, a empresa anunciou que para o iPhone 12 e no iPhone 12 mini, a partir do dia 23 deste mês, existem novas regras no capítulo das substituições dos equipamentos por avaria. Segundo a empresa, estes dois dispositivos deverão primeiro ser avaliados se podem ser reparados, antes de se partir para a sua substituição.

Nos países com lojas Apple ou centros de reparação autorizados, quando o equipamento Apple está avariado, dentro do prazo permitido para troca total, a Apple entregava um smartphone novo. Isso vai mudar, pelo menos para estes dois modelos.

Apple quer reparara em vez de substituir

Segundo um memorando interno enviado aos Genius Bars e Apple Authorized Service Providers (AASP) obtidos pela MacRumors, a Apple informou hoje que os técnicos terão acesso a um novo método que lhes permite reparar mais peças do iPhone 12 mini e do iPhone 12 sem a necessidade para uma unidade de substituição.

Quando um iPhone ou outro dispositivo da Apple apresenta falhas de hardware, os técnicos da Apple realizam uma análise do dispositivo para determinar se ele pode ser facilmente reparado ou se o dispositivo deve ser totalmente substituído.

No entanto, a empresa, em breve, será capaz de reparar componentes, como sensores de identificação facial e até vidros traseiros partidos em modelos do iPhone 12 sem substituir o dispositivo.

Assim, de acordo com o memorando, o novo “Sistema Traseiro do iPhone” permitirá que a Apple substitua a placa lógica, os sensores de identificação facial e até mesmo o vidro traseiro de um iPhone. No momento, se um utilizador levar um iPhone com um destes problemas a uma loja Apple (opção que não está acessível em Portugal), a empresa só lhe dará a opção de substituir o dispositivo por um novo.

 

Câmaras do iPhone 12 têm um tratamento diferenciados

Os únicos componentes que não serão elegíveis para uma reparação na mesma unidade são basicamente as câmaras, que ainda requerem uma unidade de substituição. Embora o ecrã também não seja substituível com este novo método, a Apple já pode fornecer um novo ecrã sem ter que substituir todo o iPhone.

Se um cliente tiver um iPhone 12 mini com vidro traseiro rachado, por exemplo, os técnicos poderão substituir toda a parte traseira do dispositivo, com o novo invólucro afixado no visor original e na câmara traseira. Por este motivo, o visor e a câmara traseira do cliente devem estar livres de danos ou falhas funcionais para que o seu dispositivo possa ser qualificado para este mesmo método de reparação da unidade.

Referiu a Apple no memorando.

Isto irá provavelmente reduzir o tempo de reparação nas Lojas Apple e AASPs, uma vez que, por vezes, os consumidores têm de esperar alguns dias antes de receberem a unidade de substituição, enquanto algumas reparações podem ser feitas na loja. A empresa afirma que isto faz parte do seu compromisso de reduzir a pegada de carbono do produto que vende.

Segundo a Apple, o novo método de reparação estará disponível em todos os países onde o iPhone 12 mini e o iPhone 12 são vendidos. Pelo menos por agora, o iPhone 12 Pro e o iPhone 12 Pro Max não são elegíveis para reparações na mesma unidade.

Fonte: Pplware.

Apple regista patente para ecrã de iPhone com taxas de atualização variáveis até 240 Hz

 Muito se tem falado nos ecrãs de smartphone com taxas de atualização de 120 Hz. Apesar de ser uma evolução na tecnologia dos ecrãs, não é condição sine qua non para um ecrã ser excelente, como a Apple mostrou com o ecrã do iPhone 12 Pro Max. Contudo, a empresa de Cupertino quer ir sempre mais além e recebeu agora o registo da patente que permite um ecrã ter taxas de atualização variáveis até 240 Hz.

A nova patente foi hoje publicada pelo US Patent and Trademark Office que descreve a tecnologia que a Apple criou para o ecrã do iPhone.

Ilustração do registo de patente para um ecrã com taxas de atualização até 240 Hz

Patente poderá trazer ao ecrã do iPhone taxas de atualização até 240 Hz

O iPhone 12 tinha nos seus muitos rumores, de pré-lançamento, um ecrã com taxa de atualização de 120 Hz. Contudo, a Apple decidiu, por razões que só a marca sabe, não apostar já nessa tecnologia. Contudo, foi registada agora uma nova patente onde é descrito um ecrã do iPhone que, com o modo de atualização elevada ativado, pode ser capaz de atualizar o conteúdo em duas, três, ou mesmo quatro vezes a taxa de atualização nativa, como relatado pela Patently Apple.

Por exemplo, um iPhone com um ecrã de 60 Hz seria capaz de aumentar a sua taxa de atualização variável para 120 Hz, 180 Hz, ou 240 Hz automaticamente.

 

Mas o que é a taxa de atualização?

Para quem não está familiarizado, a taxa de atualização refere-se a quantas vezes um ecrã se atualiza a cada segundo. Em grosso modo, quanto maior for a taxa de atualização, mais suave será o conteúdo mostrado nesse ecrã. Todos os iPhones atuais têm uma taxa de atualização de 60 Hz, mas, desde 2017, todos os modelos iPad Pro dispõem da tecnologia ProMotion, permitindo uma taxa de atualização variável de até 120Hz.

Dica: Para saber qual é a taxa de atualizaçõe sdo seu dispositivos, use este serviço. Diga-nos que número lhe foi mostrado.

Conforme referido atrás, os rumores de 120 Hz que eram apontados ao iPhone 12 provaram ser falsos, mas há uma confiança renovada de que a tecnologia ProMotion fará uma aparição no iPhone 13. Durante o ciclo de rumores do ano passado, alguns afirmaram que o iPhone 12 mudaria automaticamente entre 60 Hz e 120 Hz, dependendo do que o utilizador estivesse a fazer no seu dispositivo. Esta dinâmica tinha como objetivo preservar a duração da bateria.

Embora a capacidade de um dispositivo em mudar entre 60 Hz e 120 Hz não seja nova, a patente que descreve a capacidade de um iPhone empurrar a taxa de atualização para os 180 Hz ou 240 Hz é.

 

Patente mostra que a Apple tem planos mais ambiciosos

A falta de uma taxa de atualização de 120 Hz no iPhone até agora pode estar ligada à política da Apple em ter cuidado com a bateria. Isto é, adicionar características como o ProMotion pode ser prejudicial à duração da bateria ou ao desempenho de todo o sistema. Os rumores sugerem que a Apple irá ultrapassar este dilema de consumo de energia ao adotar tecnologia de visualização LTPO de baixa potência para modelos iPhone 13, permitindo 120 Hz sem um impacto significativo na duração da bateria.

Uma maior taxa de atualização poderia ser benéfica para vários casos de utilização, tais como jogos e realidade aumentada. Se um utilizador estiver simplesmente a ver um filme ou a enviar mensagens a um amigo, o ecrã pode voltar à sua taxa de atualização nativa de 60 Hz como forma de poupar a duração da bateria.

Esta semana, novos rumores afirmam que, a par de uma taxa de atualização de 120 Hz, o alinhamento do iPhone 13 também terá um ecrã sempre ligado. Os ecrãs sempre ligados permitem aos utilizadores ver certas informações, tais como a hora, data, ou duração da bateria, em qualquer altura.

Todos os iPhones de topo de gama desde o iPhone X apresentam ecrãs OLED, o que significa que cada pixel é controlado individualmente, permitindo ao dispositivo apenas iluminar os pixéis necessários para mostrar aos utilizadores informação limitada, preservando a duração da bateria.

Fonte: Pplware.

Apple lança iOS 14.5 beta 2 com desbloqueio via Apple Watch, novidades Apple Maps…

 A Apple vai lançar em breve o iOS 14.5. Contudo, até lá, tem disponibilizado aos programadores as versões beta com a implementação de muitas e boas novidades. Assim, tal como era previsto, está agora disponível a versão beta 2 do iOS 14.5. Há novidades que trazem mais qualidade e usabilidade ao sistema operativo da Apple.

A atualização, que inclui uma variedade de novas funcionalidades para utilizadores de iPhone, foi lançada pela primeira vez há mais de duas semanas, em fevereiro. A seguir mostramos o que afinal há de novo.

Imagem iOS 14.5 beta 2

Então o que há de novo no iOS 14.5?

O iOS 14.5 beta 2 está disponível para os programadores através de uma atualização nas DefiniçõesGeralAtualização de software. O número de construção para a atualização de hoje é 18E5154f.

A atualização inclui o trabalho de base para a nova (e muito controversa) funcionalidade de privacidade App Tracking Transparency da Apple. Isto é, com esta nova ferramenta, as aplicações terão de solicitar a permissão dos utilizadores antes de os seguir através de outras aplicações e websites.

O iOS 14.5 e watchOS 7.4 também incluem uma alteração notável para os subscritores Apple Fitness+: suporte para AirPlay 2. Em Portugal, não é ainda relevante, mas fica o registo.

O iOS 14.5 inclui novas funcionalidades Apple Maps para a comunicação de incidentes do tipo Waze. Assim, os utilizadores dos Mapas da Apple poderão reportar perigos de tráfego e radares de velocidade. Existe também suporte para se poder definir o Spotify e outros serviços de música de streaming como o seu leitor de música predefinido para a Siri.

 

Desbloqueio do iPhone com o Apple Watch é a alteração mais importante

Seguramente que o uso do Face ID com máscara ficou mais complicado. No entanto, para quem tem o Apple Watch, e já são mais de 100 milhões pelo mundo fora, a Apple trouxe nesta versão do iOS uma fantástica melhoria. Pela primeira vez, pode agora usar o seu Relógio Apple para desbloquear o seu iPhone quando estiver a usar uma máscara facial. Se quer saber como pode fazê-lo, veja aqui o nosso guia.

Outras alterações no iOS 14.5 incluem atualizações à aplicação Podcasts, a aplicação News, suporte para os mais recentes controladores Xbox e PS5, suporte dual-SIM 5G, e muito mais.

Se quiser testar estas novidades antes delas se tornarem oficiais, use o programa de versões beta públicas.

 

Apple também lançou watchOS 7.4 beta 2 para os Apple Watch

Se o desbloqueio do iPhone com o Apple Watch é o maior trunfo do iOS 14.5 beta, é justo o relógio ter também a sua nova versão. Assim, tal como no sistema operativo para o iPhone, a Apple aproveitou a boleia e lançou para programadores a nova beta do watchOS 7.4. Esta atualização inclui os recursos watchOS correspondentes para desbloquear o iPhone com o Apple Watch enquanto usa uma máscara.

Para ativar o recurso Desbloquear com Apple Watch, abra a aplicação Definições no seu iPhone e procure a definição “Face ID e código”. Depois de ativar esta opção, o seu Apple Watch será capaz de autenticar o seu iPhone, desde que as seguintes condições sejam atendidas:

  • Face ID deteta uma máscara
  • O seu Apple Watch está próximo
  • O Apple Watch está no seu pulso
    • Está desbloqueado
    • Tem um código de segurança ativado

Depois de ativar o recurso, o iPhone será desbloqueado automaticamente com o Apple Watch na próxima vez que você usar uma máscara facial.

Fonte: Pplware.