20 de jul. de 2021

Apple lançou o iOS 14.7 final. Atualize já o seu iPhone

 Depois de várias semanas em versão beta, a Apple lançou há algumas horas o iOS 14.7 final. Esta atualização é importante, pois traz a correção a alguns bugs que foram aparecendo recentemente. Além disso, há algumas novidades que, com esta versão, já serão possíveis utilizar.

Atualmente são milhões os utilizadores a usar as betas do iOS 15 e há, naturalmente, uma diminuição do uso da versão iOS 14. No entanto, esta última versão do iOS 14 é a mais estável e que deve ser usada por todos aqueles que não têm interesse nas versões beta.

Imagem iOS 14.7 no iPhone X

Apple lança iOS 14.7 final

Diferente do iOS 14.5 e mesmo do iOS 14.6, a atualização lançada agora não traz muitos novos recursos. No entanto, o que traz é muito bem-vindo. No horizonte está já o iOS 15, que sairá dentro de poucas semanas, mas ainda não chegamos lá.

O iOS 15 é de facto um salto grande face ao iOS 14, mas a base e certas melhorias acontecem a cada versão lançada. Provavelmente esta será a última do iOS 14.

Imagem Bateria MagSafe da Apple

Suporte para Bateria MagSafe, melhorias HomePod e Podcast

A Apple lançou há alguns dias uma bateria externa, um powerbank, mais concretamente e se está a pensar comparar a Bateria MagSafe para o seu iPhone 12, então precisa atualizar para o iOS 14.7 para usar o acessório.

Há algumas funcionalidades que tiram mais proveito deste acessório e só com esta última versão será possível ter essas funcionalidades.

O iOS 14.7 inclui as seguintes melhorias e correções de erros para o iPhone:

  • Suporte para bateria externa MagSafe no iPhone 12, iPhone 12 mini, iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max.
  • Possibilidade de gerir temporizadores no HomePod através da aplicação Casa.
  • Informação acerca da qualidade do ar disponível nas aplicações Meteorologia e Mapas no Canadá, França, Itália, Países Baixos, Coreia do Sul e Espanha.
  • A biblioteca de Podcasts permite escolher se pretende ver todos os programas ou apenas os programas seguidos.
  • Opção de menu de partilha da lista de reprodução em falta em Apple Music.
  • Possibilidade de paragem inesperada da reprodução de áudio Dolby Atmos e áudio sem perdas em Apple Music.
  • Restauro da mensagem de assistência à bateria que poderia desaparecer após a reinicialização em alguns modelos de iPhone 11.
  • As linhas braille podem mostrar informação inválida durante a escrita de mensagens no Mail.

Portanto, se atualizar, só fica a ganhar e, claro, a segurança estará reforçada no seu iPhone.

Fonte: Pplware.

19 de jul. de 2021

iPhones com iOS 14 foram infectados pelo spyware Pegasus


 O software de vigilância Pegasus, que estaria sendo usado para monitorar jornalistas, advogados e ativistas dos direitos humanos em vários países, pode driblar até mesmo os mais recentes recursos de segurança e privacidade do iPhone. É o que revela uma investigação feita pelo Laboratório de Segurança da Anistia Internacional, divulgado nesse domingo (18).

Desafiando a reputação da Apple, o spyware da empresa israelense NSO Group infectou o celular da Maçã “dezenas de vezes” nos últimos anos, conforme relatos dos pesquisadores. Entre os modelos hackeados, estavam um iPhone 12 Pro Max e dois iPhones SE de segurança geração, todos rodando as últimas atualizações do iOS.

Uma das pessoas que teve o iPhone monitorado remotamente foi a francesa Claude Mangin, cujo marido é um ativista político preso há mais de uma década no Marrocos. Segundo o The Washington Post, o iPhone 11 dela faz parte de uma lista de 50 mil números de telefone invadidos por meio do Pegasus.

A publicação afirma que o malware pode coletar e-mails, postagens em redes sociais, senhas, listas de contatos, registros de chamadas e histórico de navegação. Ele também consegue acessar fotos, vídeos, gravações de áudio, correio de voz e a localização do usuário, além de ativar câmeras e microfones à distância.

Apple se defende

Os ataques de clique zero a partir do iMessage foram a principal maneira utilizada para instalar o Pegasus no iPhone, conforme as investigações. A gigante de Cupertino condenou os ataques cibernéticos, mas disse que eles não são uma ameaça para a “esmagadora maioria” dos usuários do smartphone.

De acordo com o chefe de Engenharia e Arquitetura de Segurança da Apple Ivan Krstic, esse tipo de ataque é "altamente sofisticado, tem alvos específicos e vida útil curta". Ao jornal americano, o especialista ressaltou que a empresa tem aprimorado suas ferramentas atuais e trabalhado em novas formas de proteção para todos os clientes.

Fonte: Tecmundo.



Apple pode ter de pagar 101 euros a cada português com iPhone

A Associação Ius Omnibus entregou esta segunda-feira num tribunal de Lisboa uma ação popular para indemnizar em 137 milhões de euros os consumidores portugueses de iPhones lesados pela Apple.

Em causa estão as supostas práticas ilícitas da Apple relativas à transmissão de informação e publicidade enganosa sobre a resistência a líquidos de iPhones.

Associação exige 101 euros à Apple por cada iPhone dos portugueses

Apple poderá ter de desembolsar 137 milhões de euros

Entre 16 de setembro de 2016 e até agora a Apple vendeu “vários modelos de iPhone – desde o iPhone 7 ao 12 – informando e publicitando que esses têm determinadas características de resistência a líquidos.

Assim, estes equipamentos são capazes de suportar imersão em líquidos por longos períodos e a várias profundidades, podendo ser lavados sob água corrente e podendo ser usados sem receio à chuva, na piscina e no mar.

No entanto, segundo a associação portuguesa, a trata-se de informação e publicidade enganosa sobre a resistência a líquidos de iPhones. Esta situação “agrava-se pelo facto de a Apple recusar a cobertura da garantia dos iPhones para qualquer dano causado por líquidos”.

Em comunicado, a associação adianta que entregou hoje no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa …

uma ação popular que visa repor a legalidade e defender os consumidores portugueses lesados pelas práticas ilícitas da Apple relativas à transmissão de informação e publicidade enganosa sobre a resistência a líquidos de iPhones

Caso seja bem sucedida, “a ação levará a Apple a ser condenada a abster-se deste tipo de publicidade enganosa e a pagar compensações, estimadas numa média de 101 euros por iPhone, a todos os proprietários de iPhones 7 a 12”, estimando-se que “a indemnização global seja de 137 milhões de euros”.

A Ius pede ao Tribunal que

declare a infração lesiva de interesses difusos e direitos dos consumidores e ordene o seu reconhecimento público pela Apple;

imponha à Apple a cessação destas práticas ilícitas; ordene o pagamento pela Apple de indemnização a todos os consumidores portugueses afetados pelo dano de sobrepreço;

declare o dever da Apple de indemnizar todos os consumidores portugueses que sofreram danos com reparação ou substituição de iPhones, permitindo que estes possam requerer posteriormente estas indemnizações

Pode saber mais aqui sobre o que a gigante de Cupertino anuncia (em laboratório) e o que é realmente.

Fonte: Pplware. 

iPhone 13 pode apresentar um modo ecrã always-on como o Apple Watch

 A Apple, paulatinamente e de forma a não prejudicar o desempenho do iPhone, vai introduzindo tecnologias e opções de funcionamento que ao longo dos anos foi incluindo noutros dispositivos da marca. Segundo informações, a empresa poderá no iPhone 13 incluir um modo de ecrã always-on. Com este modo ativo, tal como existe há alguns anos no Apple Watch, o utilizador visualizará alguma informação sempre ativa no ecrã do smartphone.

Não sendo uma opção basilar, até porque o iPhone facilmente acorda apenas com o agarrar ou um simples toque, em determinadas circunstâncias pode dar jeito, algo que, aliás, já é visto em muitos smartphones Android tirando partido dos ecrãs OLED.

iPhone 13 poderá trazer ecrã com modo Always-on

iPhone 13 pro com modo ecrã always-on

Existem vários rumores que dão conta de uma mão-cheia de novidades no iPhone 2021. Além do que já se falou em relação à taxa de atualização de 120 Hz, o ecrã dos novos iPhone 13 Pro poderá receber uma funcionalidade importada do Apple Watch. Assim, o modo always-on, ou sempre visível, mostrará informação de forma contínua mesmo com o iPhone em stand-by.

Foi a Bloomberg que avançou esta novidade após ter também dado a saber na semana passada que a Apple incumbiu os fornecedores para fabricar 90 milhões de novos iPhones para este outono. Assim, tal número representa um aumento de 20% sobre os 75 milhões de unidades planeadas. Além disso, há uma série de novidades que também irão fazer parte da oferta deste ano.

Espera-se um chip A15 mais rápido, um notch menor, um novo ecrã para melhor duração da bateria e o potencial de um modo always-on como o Apple Watch, uma taxa de atualização de 120 Hz e atualizações para gravação de vídeo.

Referiu Mark Gurman da Bloomberg no seu boletim informativo ‘Power On.

Se esta informação se vier a confirmar, então os utilizadores no futuro poderão ter permanentemente determinadas informações visíveis no seu iPhone sem que com isso seja comprometida performance da bateria. Só nesta condição a Apple avançará, tal como aconteceu no Apple Watch.

Ecrã do novo iPhone com Complicações tal como o Apple Watch

No passado, informações supostamente extraídas de empresas que fazem parte da cadeia de enternecedores da Apple, levantaram esta possibilidade para o topo de gama do iPhone. Se isso acontecer, não apenas os utilizadores do iPhone terão finalmente a tecnologia ProMotion, mas também receberão um ecrã sempre ativo.

No entanto, esta não será uma novidade no mercado dos smartphones e a Apple quando traz para dentro de portas algo que o mercado já usa, tende a fazer melhor, ir mais além. Assim, poderíamos esperar que 

além das horas, o ecrã do iPhone 13 Pro Max mostre também as populares Complicações que o Apple Watch fornece, isto é, seria uma espécie de mini-widgets configuráveis.

Fonte: Pplware.

18 de jul. de 2021

iPhone 12 tem menor desvalorização do que o iPhone 11 e do que qualquer Android

 Que o iPhone 12 era um dispositivo especial para a Apple, isso já se sabia. Há várias razões para este destaque. Primeiro pelo seu inovador conjunto de tecnologias dentro da oferta Apple e algumas dentro mesmo da oferta global de smartphones. Depois, este foi um dispositivo que quebrou uma linha de design já desgastada do iPhone e, por fim, porque tem vendas que o poderão levar ao pódio do smartphone mais vendido do mundo.

Além destas características diferenciadoras, sabe-se agora que o iPhone 12 tem menor depreciação do que o iPhone 11.

Imagem iphone 11 versis iPhone 12 desvalorização

iPhone 12 desvaloriza menos que o iPhone 11

É senso comum que os produtos da Apple mantêm o seu valor de mercado após vários anos do seu lançamento. Para o utilizador, é bom e mau em simultâneo.

Isto é, se o utilizador quiser comprar um iPhone novo, o deste ano, por exemplo, poderá vender o seu atual modelo a bom preço mesmo que ele tenha um, dois ou três anos. Esta será a parte muito positiva.

Contudo, a baixa depreciação será uma má “consequência”, se o utilizador preferir comprar um modelo usado. Isto porque a diferença de um iPhone com 2 anos para um iPhone deste ano, não é grande. Neste caso tem de haver uma boa ponderação na escolha.

Segundo um estudo recém-publicado, o iPhone 12 mantém o seu valor durante mais tempo do que o iPhone 11. Sem dúvida, o atual que tem 5G, é mais valorizado que o seu antecessor.

O novo relatório publicado pela SellCell, refere que os modelos atuais da linha iPhone 12 superam o iPhone 11 durante o mesmo período decorrido desde o seu lançamento.

Durante os seis meses após o seu lançamento, os modelos do iPhone 12 perderam uma média de 34,5% do seu valor, enquanto durante o mesmo período após o lançamento da linha iPhone 11, estes perderam 43,8% do seu valor.

 

Principais conclusões:

  • As linhas do iPhone 11 e do iPhone 12 perdem em média de 40 a 50% do seu valor nas primeiras quatro semanas de lançamento.
  • Após o lançamento do iPhone 12, a linha iPhone 11 perdeu mais 8% do seu valor em três meses e 10% do seu valor em nove meses.
  • Apesar de uma redução inicial abrupta no valor, a linha do iPhone 11 exibe uma estabilização na sua depreciação, retendo bem o valor.
  • A linha do iPhone 12 melhora o desempenho do seu antecessor. Seis meses após o lançamento, a linha do iPhone 12 perdeu 34,5% do seu valor, enquanto a linha do iPhone 11 perdeu 43,8% no mesmo período. A linha do iPhone 12 mantém atualmente 9,3% mais valor do que a linha do iPhone 11 seis meses após o lançamento.
  • O iPhone 12 Mini foi o que mais desvalorizou na linha de dispositivos iPhone 12, perdeu 41,0% após seis meses. Isso é quase 9% a mais, em média, do que os outros dispositivos avaliados.
  • A Apple ainda reina como a marca que mais retém valor, em comparação com outras marcas de smartphones.

 

Quais os trunfos do dispositivo de 2020?

A incorporação da tecnologia 5G nos iPhones 12 provavelmente terá muito a ver com estes resultados. Também o novo design e algumas novidades, como o novo SoC.

O iPhone 11 carece desta compatibilidade, e é um forte argumento para conter as vendas hoje, no momento em que a ligação 5G está a ser visto como um trunfo comercial.

Em termos do mercado em geral, este iPhone de 2020 continua a ser o smartphone que melhor mantém o seu valor uma vez usado, independentemente do modelo específico. Por exemplo, um estudo anterior também da SellCell mostrou que o iPhone 12 vale 20% mais do que o Samsung Galaxy S21 no mesmo período de avaliação após o seu lançamento.

Fonte: Pplware.

17 de jul. de 2021

Universidade da Califórnia distribuirá iPads para 35 mil alunos


 A Universidade Estadual da Califórnia (CSU) anunciou, na segunda (12), uma parceria com a Apple para distribuir iPads Air de 64GB para 35 mil alunos do primeiro ano ou transferidos para a instituição. Os estudantes também receberão acessórios como o Apple Pencil e Apple Smart Keyboard Folio. O kit completo custa quase R$ 10 mil.

A iniciativa faz parte do CSUCESS, um programa que visa melhorar o desempenho dos alunos e criar oportunidades mais igualitárias para a comunidade universitária. Os equipamentos serão destinados para estudantes que demonstrem necessidade financeira e ainda para aqueles que fazem parte da primeira geração de sua família a entrar na faculdade.

Por conta da pandemia, as aulas da universidade estão sendo realizadas de forma virtual. No entanto, mesmo após o retorno das atividades presenciais, os alunos poderão utilizar os tablets até o fim da graduação na instituição.

Perfil da CSU

Distribuição de tablets e acessórios tem como objetivo diminuir desigualdades entre os alunos da universidade. (Fonte: MyNextTablet/Reprodução)Distribuição de tablets e acessórios tem como objetivo diminuir desigualdades entre os alunos da universidade. (Fonte: MyNextTablet/Reprodução)Fonte:  MyNextTablet/Reprodução 

A CSU é a maior instituição americana que oferece cursos de ensino superior com duração de 4 anos. No último semestre, a universidade matriculou 485 mil estudantes em seus cursos, com destaque para a área de Saúde, como a enfermagem. Cada aluno deve pagar uma taxa anual de US$ 5.742 (cerca de R$ 30 mil) para os cursar a graduação.

Aproximadamente metade dos graduandos recebem o Pell Grants, um subsídio oferecido pelo Governo dos Estados Unidos que ajuda os alunos pagarem a faculdade. Quase um terço dos estudantes matriculados são os primeiros em sua família a entrar em uma faculdade.

Importância da iniciativa

“A iniciativa tem o potencial de desempenhar um papel fundamental na eliminação de lacunas de equidade existentes entre nossos alunos talentosos”, avalia o chanceler da CSU, Joseph I. Castro, primeiro americano de origem mexicana a ocupar o cargo.

“Acreditamos que a educação é uma força poderosa para a equidade e oportunidade, e que a tecnologia pode capacitar todos os alunos a atingirem seus objetivos", disse Susan Prescott, vice-presidente de educação e marketing empresarial da Apple.

Fonte: Tecmundo.