25 de ago. de 2021

Apple Watch Series 7 terá dois novos tamanhos, dizem rumores

 Já falta pouco para a Apple apresentar aquele que é o evento mais esperado do ano. A próxima keynote trará o novo iPhone 13 e o Apple Watch Serie 7. Pelo menos assim é a tradição. Depois de vários rumores sobre o design, os sensores e o preço, apareceram agora supostas informações sobre dois novos tamanhos.

Atualmente o smartwatch da empresa de Cupertino vem no tamanho de 40 mm e 44 mm, mas poderá aparecer um dispositivo maior.

Ilustração Apple Watch Series 7

Apple Watch Series 7: novo design e novos tamanhos

A notícia foi divulgada pelo utilizador UnclePan através da rede social Weibo. Na sua nota informativa, o utilizador refere que a Apple estará a preparar o Apple Watch Series 7 de 41 mm e 45 mm.

Um aumento no tamanho que seria semelhante ao que aconteceu em 2018, quando a Apple aumentou os tamanhos do Apple Watch Series 4, aumentando o ecrã em 30%.

Faz sentido, considerando que os outros rumores já referiram uma alteração no design, e foi em 2018 quando a Apple não só alterou o tamanho, mas também alterou subtilmente o design do Apple Watch Series 4.

Apple com relógio de ecrã maior

 

Apple poderá ter dificuldades em atrair os já utilizadores do Apple Watch

O novo design, com novos tamanhos, novas características, é uma forma plausível de conseguir atrair os utilizadores que já têm modelos antigos do Apple Watch.

No entanto, pela sua qualidade de fabrico, pela sua permanente atualização, o utilizador dos relógios da Apple usam o modelo durante muitos anos. É um processo lento, o trocar de uma versão para outra.

Portanto, um novo design e, acima de tudo, novas tecnologias ligadas à monitorização da saúde e bem-estar dos utilizadores poderão ser os motivos certos para a nova compra.

Fonte: Pplware.

Loja pode ter revelado data de lançamento do iPhone 13


 A Apple deve seguir a tradição e realizar uma conferência para anunciar a linha completa do iPhone 13 no próximo mês. Entretanto, a marca ainda não confirmou oficialmente a data exata do evento ou uma previsão de quando os smartphones serão vendidos.

Relatos do site chinês ITHome, entretanto, podem conter uma pista. Segundo uma plataforma de comércio eletrônico da China, o iPhone 13 será vendido a partir de 17 de setembro.  Além disso, os AirPods 3, que também são especulados para sair na mesma data, estariam disponíveis a partir de 30 de setembro.

Vale lembrar, entretanto, que a página encontrada na China pode ser apenas um cadastro prévio dos produtos — o que significa que a data usada pode ser um palpite baseado em anos anteriores e rumores, não o dia oficial.

Entretanto, a escolha bate com especulações recentes e faz bastante sentido: as conferências do iPhone costumam acontecer em uma terça-feira, com a pré-venda iniciando nas sextas-feiras da mesma semana. Neste caso, o evento da Maçã deve ser marcado para 14 de setembro. Fique de olho no TecMundo para mais novidades sobre os próximos lançamentos da empresa.

Fonte: Tecmundo.


24 de ago. de 2021

Apple já está a verificar os e-mails à procura de material de abuso de crianças

 A Apple quer mesmo remover do seu ecossistema qualquer material que seja relacionado com abuso de crianças. Esta ação levou já à deteção e acusação de um utilizador que tinha mais de 2 mil imagens e vídeos na sua conta iCloud.

Apesar de só agora se estar a abordar mais o tema, porque é um sistema que será incluído no iOS 15 e iPadOS 15, a Apple já o utilizava no iCloud Mail.

Imagem iCloud Mail

Muitos fãs Apple ficaram aborrecidos com o plano da empresa de começar a monitorizar os uploads de fotografias para o iPhone e iPad, no iOS 15, de material relacionado com abusos de crianças (CSAM). Contudo, a Apple já o fazia no iCloud, mais concretamente no serviço de email.

A empresa já tinha o sistema ativo para detetar pornografia infantil no correio eletrónico do iCloud, apesar de não o fazer no iCloud Fotografias ou no iCloud Drive.

Aliás, foi justamente com o serviço ativo que a empresa detetou que um médico guardava mais de 2 mil imagens e vídeos na sua conta iCloud.

Imagem iCloud Mail da Apple com CSAM

Quando começou a Apple a usar o sistema de deteção CSAM?

Muito embora só agora a empresa tenha anunciado com mais detalhe a utilização do sistema que irá monitorizar os uploads de imagens para os iPhone e iPad, a Apple já o usava há algum tempo.

Segundo o que foi revelado na CES em janeiro de 2020, o sistema de deteção Child Sexual Abuse Material ou CSAM, começou a ser usado no iCloud Mail em 2019. Diz a gigante de Cupertino que as contas que tenham conteúdo CSAM violam os seus termos e condições, e serão desativadas.

Depois do anúncio recente, houve um coro de vozes de discordância do novo sistema. No entanto, é de total interesse dos responsáveis que avance o rastreio.

 

O sistema preserva a privacidade dos utilizadores?

A Apple assegura que todos os utilizadores terão total privacidade e segurança. O novo sistema de deteção de material de abuso sexual infantil (CSAM) utiliza a aprendizagem automática para analisar anexos de imagem e determinar se uma foto é sexualmente explícita.

funcionalidade é concebida de modo a que a Apple não tenha acesso às imagens.

Apesar da explicação da Apple, os defensores da privacidade não gostam deste sistema. Alguns dos próprios funcionários da Apple manifestaram as suas preocupações a este respeito.

As organizações de direitos têm exortado Tim Cook a matá-lo antes mesmo de começar a chegar aos iPhones e iPads nos Estados Unidos. Contudo, a monitorização CSAM não é novidade na Apple.

Tal como os filtros de spam no correio eletrónico, o nosso sistema utiliza assinaturas eletrónicas para encontrar suspeitas de exploração infantil. Validamos cada correspondência com análise individual.

Contas com conteúdo de exploração infantil violam os nossos termos e condições de serviço, e quaisquer contas que encontrarmos com este material serão desativadas.

Referiu a empresa de Cupertino.

Ilustração abuso de crianças CSAM

 

A Apple aumenta a monitorização de material CSAM

As razões por detrás da decisão da Apple de expandir a digitalização CSAM ainda não são completamente claras. Mas de acordo com uma conversa entre funcionários da Apple em 2020, descoberta como parte das alegações na batalha legal em curso entre a Apple e a Epic Games, o responsável anti-fraude Eric Friedman descreveu a Apple como "a maior plataforma para a distribuição de pornografia infantil".

Apesar desta afirmação, acredita-se que o número total de casos CSAM descobertos pela Apple no iCloud Mail em cada ano é "medido às centenas". Isso não parece tão significativo - embora apenas um seja totalmente inaceitável - considerando que milhares de milhões de dispositivos Apple são utilizados a nível mundial.

A expansão poderá sim ter algo a ver com o facto de alguns dos rivais da Apple, incluindo a Microsoft, estarem também a procurar conteúdo CSAM. A Apple pode ter sentido que não fica bem "na fotografia" se não avançar como outras plataformas estão a fazer.

Fonte: Pplware.

10 anos de Tim Cook: veja a evolução da Apple no período


Em 24 de agosto de 2011, há exatos 10 anos, o executivo Tim Cook se tornou CEO da Apple, após Steve Jobs renunciar ao cargo. Durante a última década, a companhia lançou uma geração de produtos memoráveis e se tornou a 1ª empresa privada a alcançar um valor de mercado de US$ 1 trilhão.

Apesar da árdua tarefa de substituir um dos empresários mais importantes e bem-sucedidos de todos os tempos, Cook lidou bem com a missão e tornou a Apple uma marca que é sinônimo de qualidade. Além disso, o executivo redirecionou a companhia para garantir crescimento fora do mercado de produtos, investindo em uma gama de serviços que levam o logo da Maçã.

Veja, a seguir, um pouco da trajetória e dos fatos mais relevantes que marcaram os 10 anos de Tim Cook no comando da Apple.

Valor de mercado

Apple já era uma gigante antes de Tim Cook substituir Steve Jobs. Ao final de 2011, a companhia valia aproximadamente US$ 370 bilhões. Em agosto de 2018, a marca alcançou um valor de mercado (que soma todas as ações da empresa) de US$ 1 trilhão. A empresa não parou por aí e bateu o número inimaginável de US$ 2 trilhões no ano passado.

Atualmente, ela é a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo, sendo estimada em US$ 2,4 trilhões (cerca de R$ 12 trilhões na conversão direta). A Maçã está à frente de outras concorrentes de peso, como Microsoft, Amazon e Google.

Apple

Receita

O salto nos números também se deu na receita da empresa. Enquanto divulgou um valor de US$ 28,5 bilhões em vendas no 3° trimestre fiscal de 2011, no mesmo período em 2021 os valores chegaram a US$ 81,4 bilhões.

Sozinho, o iPhone foi responsável por uma receita de US$ 39,6 bilhões, mais do que todo o valor que a marca arrecadava há 10 anos, quando Tim Cook assumiu o cargo de CEO.

Apple

Preço das ações

As cifras superlativas da Apple também estão, obviamente, no mercado de ações e fazem a alegria de investidores. Se algum felizardo apostou na troca de comando da empresa lá em 2011 e resolveu investir US$ 1 mil em ações da empresa, nesta terça-feira (24) as ações valeriam nada menos do que US$ 16,8 mil (cerca de R$ 88,5 mil na cotação atual). O retorno foi de mais 32% por ano.

Apesar dos bons rendimentos e retorno quase garantido, a Apple tem adotado uma estratégia diferente nos últimos anos no comando de Tim Cook. A empresa tem recomprado as próprias ações no mercado. O CFO da companhia, Luca Maestri, disse que somente em julho deste ano foram gastos mais de US$ 450 bilhões em recompras de dividendos.

Apple

Inovação em produtos

Um dos maiores desafios de Cook foi manter a qualidade dos produtos da marca, já que Steve Jobs sempre foi e continua sendo uma referência no quesito. Apesar de não ser tão bom igual ao falecido amigo e colega de trabalho, Cook conseguiu lançar produtos importantes na indústria.

Entre os mais notáveis estão o Apple Watch e os AirPods. O primeiro foi lançado em 2015 e se tornou um dos devices mais importantes na categoria de smartwatches. Apesar de não revelar o número de unidades vendidas, uma empresa que realiza pesquisas de mercado afirma que a companhia vendeu cerca de 33,9 milhões de relógios inteligentes em 2020. O número a deixaria na liderança do setor, muito à frente da Huawei, que vendeu 11 milhões de relógios no período.

Já os AirPods viraram referência no setor de fones de ouvido sem fio e explodiram em popularidade. Lançados em 2016, a revenda dos produtos gera mais receita do que empresas inteiras juntas. De acordo com estimativas de mercado, os fones geraram US$ 12 bilhões em 2019, o que representa um valor maior do que toda a receita alcançada por Spotify, Twitter, Shopify e Snap juntas no período.

Apple

Aposta em serviços

Uma das medidas comerciais que alavancou o crescimento no valor de mercado da Apple foi a maior aposta em serviços. Além das tradicionais linhas de produtos eletrônicos, a marca tem assinaturas pagas como iCloud, Apple Music, App Store, Apple News+ e outros.

Para concorrer com a Netflix, que domina há alguns anos o setor de streaming de séries, filmes e documentários, a Apple lançou, em 2019, a Apple TV+. Apostando em produções originais como Ted Lasso, Little America, For All Mankind, See, Servant, Hala e outros. O investimento tem dado retorno, já que as produções do streaming foram indicadas a 35 prêmios Primetime Emmy Award neste ano.

No ano fiscal de 2011, o setor de serviços da Apple gerou US$ 2,9 bilhões em receita. O número saltou para US$ 53,7 bilhões no ano fiscal de 2020, um aumento de incríveis 1.751% no período.

Fonte: Tecmundo.


23 de ago. de 2021

WhatsApp pode receber aplicativo oficial para iPad em breve


 O site especializado WABetaInfo revelou na última sexta-feira (20) que o WhatsApp pode estar preparando uma versão oficial de seu aplicativo para iPad. Segundo a fonte, a novidade é parte da nova atualização no sistema de encriptação ponta-a-ponta da plataforma, que possibilitará aos usuários a opção de utilizá-la sem possuir um celular principal conectado à internet.

WABetaInfo também confirmou que o novo aplicativo do WhatsApp para iPad será totalmente nativo e não um aplicativo para web, como era esperado. Os usuários poderão avaliar o recurso nas futuras versões em beta, que devem ser lançadas em breve e possibilitarão o uso da plataforma tanto em tablets Android, quanto nos da Apple — como dispositivos independentes associados a uma só conta.

Até o momento, ainda não há previsão de lançamento oficial para a nova versão do WhatsApp para iPadOS. Contudo, o WABetaInfo detalhou que a novidade já está em desenvolvimento e será lançada em uma "atualização futura".

Os usuários mais ávidos pela nova versão podem ser inscrever no programa beta do WhatsApp para recebê-la antecipadamente, assim que disponível.

Fonte: Tecmundo.


“Está a beber pouca água”, dirá o futuro Apple Watch que poderá detetar níveis de hidratação

 Não é por acaso que o Apple Watch é o mais vendido smartwatch do mundo e que continua a ter uma importância fulcral na indústria dos vestíveis. Qualidade de materiais, software muito intuitivo e sensores dedicados à saúde e bem-estar do utilizador. É uma espécie de médico no pulso, que nos informa sobre muitos dos nossos sinais vitais.

Segundo alguns rumores, um próximo Apple Watch poderá monitorizar a hidratação do nosso corpo e alertar-nos para a necessidade de beber mais água.

Imagem Apple Watch com sensor de hidratação. beba água

Mais de 100 milhões de Apple Watch no mundo

De acordo com informações recentes, a Apple já vendeu mais de 100 milhões do seu smartwatch. Este dispositivo é o mais completo do mercado e tem atraído utilizadores pela sua qualidade na amostragem de informações de saúde.

Depois de tudo o que já foi colocado à disposição dos utilizadores, recursos que muitos atribuem o mérito de lhes ter salvado a vida, a Apple quer mais.

O próximo sensor que está no horizonte dos seguidores da marca é o sensor de monitorização de açúcar no sangue. No entanto, dizem os rumores, a Apple terá já desenvolvido tecnologia para monitorizar a hidratação corporal.

O rumor não sai do nada, a ideia suporta-se no pedido de patente que foi entregue pela Apple ao departamento americano de propriedade industrial.

Imagem de suposto Apple Watch Series 7 com sensor de temperatura

 

Apple Watch terá um sensor para medir a hidratação corporal

A patente intitulada “Hydration measurement with a watch" (Medição de hidratação com um relógio) inclui um sistema que permitirá ao Apple Watch conhecer a hidratação do nosso corpo através de um par de elétrodos em contacto com a nossa pele.

A tecnologia descreve que as técnicas tradicionais de monitorização da hidratação são invasivas, caras ou não confiáveis. Muitas delas exigem testes de uso único e amostras de fluidos.

O sistema da Apple, no entanto, é tão "confiável e elegante" quanto um par de elétrodos em contacto com a pele.

Ao medir as propriedades elétricas do suor com o qual o Apple Watch entra em contacto, pode determinar a hidratação do corpo. Esta informação pode ser fundamental nalguns treinos, para melhorar a performance desportiva, por exemplo.

Propriedades elétricas, como condutância elétrica, podem representar uma concentração de eletrólitos na transpiração, que por sua vez representa um nível de hidratação do utilizador.

Por exemplo, um alto nível de condutância elétrica da transpiração pode indicar uma alta concentração de eletrólitos e um baixo nível de hidratação. Por exemplo, um baixo nível de condutância elétrica da transpiração pode indicar uma baixa concentração de eletrólitos e um alto nível de hidratação.

Portanto, dito isto, pelo que podemos perceber, bastam alguns elétrodos, como os já presentes no relógio usados no ECG, para podermos saber o grau de hidratação.

Imagem Apple Watch para medir a pressão arterial

 

Sensores do ECG poderão servir para perceber se temos ou não de beber água

Devido à natureza do sistema, a monitorização da hidratação pode ser "realizada repetidamente, de forma eficiente e confiável, sem qualquer intervenção do utilizador".

De acordo com a mesma patente, as informações obtidas podem ser usadas para nos dar feedback durante os treinos e recomendar beber mais ou menos água.

O nível de hidratação de um utilizador tem um impacto significativo na sua saúde. A desidratação pode prejudicar o desempenho e está associada a várias consequências prejudiciais à saúde, como insolação. Beber em excesso pode causar hiponatremia, fadiga, confusão, coma e até a morte.

A patente sugere que os elétrodos necessários para a análise do suor sejam colocados na bracelete do Apple Watch, embora seja fácil imaginar que eles também podem ser instalados no módulo sensor do próprio relógio.

A Apple nestas patentes nunca conta a ideia completa. Podemos lembrar-nos, por exemplo, que a empresa de Cupertino introduziu elétrodos semelhantes para poder realizar ECGs.

Portanto, não é absurdo pensar que com esta mesma configuração de elétrodo o Apple Watch pode ser usado para analisar a hidratação.

 

Mas virá já no Apple Watch 7?

Não é previsível, apesar de ser possível, se a técnica usar já sensores existentes para outras funcionalidades. No entanto, o facto de a Apple ter registado esta patente não significa necessariamente que veremos este sensor a materializar novas funcionalidades já no Apple Watch Série 7.

O que mostra é um crescente interesse da Apple no foco do Apple Watch na saúde. Isto poderá ter de amadurecer e só mais daqui a uns anos veremos a tecnologia a sair para o mercado.

Fonte: Pplware.