15 de nov. de 2021

Apple compra silenciosamente publicidade no Google para apps de subscrição da App Store

 Apple poderá estar a investir diretamente no Google para potenciar o seu negócio, comprando publicidade no portal de pesquisas. Isto é, se uma aplicação de alto valor com subscrição na App Store vender mais, mais a Apple ganha com a cobrança da sua taxa. No entanto, este procedimento poderá não estar correto, pois não terá o consentimento dos criadores da aplicação.

Segundo o que foi referido por alguns editores, estas práticas são usadas há alguns anos.

Apple paga publicidade de apps no Google

A Apple estará "silenciosamente" a comprar publicidade no Google para potenciar a visibilidade de aplicações de alto valor, por forma a recolher receita das vendas de assinaturas na app. Segundo a Forbes, os anúncios estão a ser colocados sem o consentimento dos programadores e o Google não os excluirá.

Fontes disseram ao site que é uma forma de publicidade arbitrária e que já existe há pelo menos dois anos.

A publicidade é feita a grandes apps, como o Tinder, Plenty of Fish e Bumble, a gigante multimédia HBO, a editora de educação e aprendizagem Masterclass e o serviço de aprendizagem de idiomas Babbel.

Os anúncios não revelam que são da Apple e, para a maioria dos observadores, simplesmente parecem-se com anúncios das próprias marcas e dos editores de aplicações que vão direto para a App Store. No entanto, estes anúncios têm links de seguimento semelhantes com parâmetros quase idênticos que indicam que provavelmente estará por trás uma agência de marketing.

A Apple está a tentar maximizar o dinheiro que ganha, ao impulsionar as compras na aplicação que as pessoas compram na Apple Store. A Apple descobriu que pode ganhar mais dinheiro com estes programadores se eles empurrarem as pessoas para a App Store para comprar lá em vez de das suas páginas na web.

Disse uma fonte ao jornal.

Tirar espaço de visibilidade no Google

As aplicações para o iPhone, que oferecem assinaturas de serviços em curso, podem cobrar o serviço através da App Store ou, se tiverem múltiplos meios de fornecer do serviço, podem cobrar o valor ao cliente através dos seus próprios websites.

Nesse sentido, se as aplicações forem usadas no formato padrão, com a cobrança na plataforma da Apple, a Apple cobra a taxa de 30% das receitas do primeiro ano e baixa para 15% no segundo ano e em diante. No entanto, se as empresas, como a Amazon ou a HBO, venderem um serviço contínuo nos seus próprios websites, podem contornar a taxa da Apple e cobrar a totalidade das receitas.

Nisto tudo, não será positivo a Apple pagar para potenciar a sua loja e as aplicações?

Tem uma certa lógica o que a Apple quer fazer, até porque o seu negócio é a cobrança de uma taxa a partir da venda de subscrições das apps de terceiros na sua loja. Contudo, alguns programadores não entendem esta ação como positiva.

Segundo o que foi explicado por um destes programadores, esta ação da gigante de Cupertino está a prejudicar os negócios dos criadores. O negócio estará a crescer com base no que pensa que um cliente vale, e se um cliente vale menos 30%, a sua margem desaparece.

Algumas subscrições valem centenas de dólares por ano. Estas podem ser para aulas de formação, educação, fitness, ou aplicações de encontros. O custo da Apple para publicar um anúncio pode ser de 5 a 10 dólares por cada inscrição bem sucedida, e a receita pode facilmente ser de 50 dólares ou mais.

Há também custos adicionais, para além dos dólares. Isto é, quando as pessoas compram o acesso a um serviço através de uma subscrição numa aplicação iOS, são essencialmente clientes da Apple. Por razões de privacidade, a Apple não fornece muita informação sobre eles às aplicações ou empresas que as gerem.

No fundo, o que os programadores, alguns, querem é ter a possibilidade de ter a sua aplicação na App Store, mas ter o controlo da mesma fora da App Store. Segundo eles, com a proximidade do utilizador ao programador, beneficia a experiência de utilização.

Além disso, o facto da Apple estar a "publicitar" nos mesmos locais que os programadores estão a publicitar, diminuiu a possibilidade de encaminhar os utilizadores para o site do programador. E licitando o mesmo local de publicidade, o preço do espaço aumenta.

Fonte: Pplware.



Tyrannophone: o iPhone 13 Pro que traz um dente verdadeiro de dinossauro

 Sim, leu bem o título. Hoje vamos conhecer melhor mais uma criação excêntrica da Caviar, conhecida pela elaboração de edições limitadas e luxuosas (e caras!) de produtos populares e desejados pelos consumidores, como a PlayStation 5 e o iPhone 12 Pro.

O mais recente alvo foi o novo iPhone 13 Pro e o destaque vai para o facto desta versão extravagante trazer consigo nada menos do que um fragmento de dente de dinossauro verdadeiro. Vamos conhecer melhor esta autêntica raridade designada Tyrannophone.

Tyrannophone: o iPhone 13 Pro com um dente de dinossauro

Quando achamos que a Caviar não consegue ser mais excêntrica, eis que surge o Tyrannophone. Trata-se de uma edição bastante limitada do novo iPhone 13 Pro da Apple que traz consigo um fragmento de um dente verdadeiro de dinossauro.

Depois de peças como uma PlayStation 5 com 20 kg de ouro por 900 mil dólares ou um iPhone 12 Pro por 10.000 dólares, a empresa de produtos de luxo mostra que talvez nem o céu seja o limite.

Assim, o Tyrannophone foi criado como uma homenagem ao Tyrannosaurus, o dinossauro mais famoso do mundo. Na parte traseira, este modelo conta com a imagem da cabeça do dinossauro em género de escultura saliente em 3D feita em titânio e revestida em aço com deposição física a valor (PVD) preto.

O olho do T-Rex é uma pedra de âmbar real. Mas o grande destaque é um dos dentes da imagem do animal uma vez que nele consta um fragmento verdadeiro de um dente de um tiranossauro real. De acordo com a Caviar, a peça foi retirada de um fóssil com 80 milhões de anos.

Já do lado de dentro, este é um iPhone 13 Pro normal como outro qualquer, não tendo sofrido nenhuma alteração.

O Tyrannophone é uma edição extremamente limitada pois apenas foram produzidas 7 unidades deste equipamento. E todos os exemplares contam com uma inscrição na zona lateral a indicar o número da edição limitada do modelo.

Como deve imaginar, caso queira ter um destes telefones, terá que ser pouco sovina, uma vez que cada modelo do Tyrannophone custa 8.610 dólares (~7.524 euros). Esta edição está também disponível na versão iPhone 13 Pro Max e o valor já sobe para 9.150 dólares (~8.000 euros).

Fonte: Pplware.

13 de nov. de 2021

Segunda geração do AirPods Pro chegará no terceiro trimestre de 2022

 A Apple recentemente lançou os AirPods 3 depois de vários meses de rumores e pseudo certezas. Portanto, esta informação gravita no modo de rumor tal como as anteriores. Apesar disso, e seguindo o caminho feito nos dispositivos desta gama lançados anteriormente, a empresa de Cupertino deverá atualizar os AirPods Pro já no próximo ano de 2022.

O terceiro trimestre da Apple é, como todos sabemos, durante o mês de julho e setembro, então possivelmente estes novos auscultadores da linha Pro de segunda geração acabarão por ser lançados no dia de lançamento do novo iPhone 14 e do modelo Apple Watch Series 8.

Ilustração AirPods Pro 2, os auscultadores da Apple

Novos AirPods Pro 2 em 2022

Segundo informações pretensamente angariadas por um leaker, conhecido no Twitter por FronTron, personagem que foi importante no rumor da data de lançamento dos AirPods 3, tudo indica que os AirPods Pro chegarão durante o terceiro trimestre da Apple já no próximo 2022.

Bom, assim a empresa deverá utilizar a keynote mais importante do ano para juntar este dispositivo ao lançamento do iPhone 14. As informações partilhadas por "Tron" vêm corrigir o primeiro boato que ele mesmo anunciou na rede social onde era apontado o segundo trimestre do ano da Apple para o lançamento. Afinal diz agora que será no terceiro:

Mais vozes a apontar para o mesmo período

Estes rumores coincidem com aqueles anunciados por Mark Gurman e pelo próprio Ming-Chi Kuo. Assim, algumas fontes que anunciaram este lançamento para o início de 2022 terão de corrigir as previsões.

No entanto, como de costume, resta-nos esperar que a Apple de facto revele algo, ou que mais perto da data alguém obtenha, por caminhos travessos, informações mais fidedignas. Até lá, o que se poderá especular será a nova tecnologia que fará parte dos novos AirPods Pro 2.

Fonte: Pplware.


Apple TV app recebe uma nova interface para iPad na segunda versão beta do iOS 15.2

 A Apple está permanentemente a melhorar os seus sistemas operativos e há versões beta que trazem alterações importantes, que mais tarde podem, ou não, refletir-se na versão final. Se no iOS 15.2 beta 2 já vimos várias dessas novidades, a verdade é que o iPad, como iPadOS 15.2 beta 2, também traz algo novo. Uma dessas melhorias encontra-se na app Apple TV.

O iPad recebeu um "upgrade" para a interface da aplicações do serviço de streaming de vídeo da gigante de Cupertino.

Imagem Apple TV para iPad com novo interface iPadOS 15.2 beta 2

Apple TV ganhou outra imagem

Desde o dia que foi lançada, o iOS 15.2 beta já desvendou várias novidades. Umas estavam prometidas, mas outras surgiram de surpresa. Já falámos da nova opção de Ocultar o meu e-mail, também se falou na segurança reforçada na comunicação da app Mensagens, no Legado Digital com a opção Contacto de legado, e até já falámos nas várias novidades da app Encontrar. Mas agora o foco é para outro tamanho de ecrã.

A nova versão da app em causa, para iPadOS beta, inclui uma nova barra lateral que substitui os separadores inferiores, além de incluir também um novo atalho da iTunes Store. Este desenho será divulgado com o lançamento da versão final do iOS/iPadOS 15.2 a todos os utilizadores.

O novo design da aplicação Apple TV para iPad está já disponível nesta versão beta e são realmente os separadores reorganizados que dão outra usabilidade à app.

Esta versão foi lançada juntamente com watchOS 8.3 e macOS Monterey 12.1, ambos na sua versão beta para programadores.

Conforme podemos ver nas imagens em cima, o novo desenho da aplicação remove os separadores inferiores utilizados para navegar na aplicação e substitui-os por uma barra lateral como noutras aplicações tais como Safari, Fotografias ou Ficheiros.

Esta versão poderá ainda trazer mais algumas novidade à medida que as versões beta vão saindo. Até à versão final ainda poderemos ser surpreendidos.

Fonte: Pplware.




Como parar os seus AirPods de alternar entre dispositivos

 Os seus AirPods ligam-se a dispositivos diferentes mesmo não querendo? Apesar de muitas pessoas acharem que é um problema dos seus fones, na realidade é uma característica que a Apple introduziu juntamente com versões mais recentes de iOS e iPadOS. Se não gostar que os seus AirPods alternem entre dispositivos automaticamente, saiba que isto pode ser desativado com apenas alguns passos.

Descubra como parar os AirPods de mudar de dispositivo automaticamente.

A Apple introduziu uma funcionalidade para os seus fones sem fios com chip H1 que lhes permite alternar automaticamente entre o seu iPhone, iPad, ou Mac, dependendo do dispositivo de onde pretende ouvir.

Embora pareça ser a funcionalidade mais conveniente à primeira vista, por vezes pode ser irritante. Por exemplo, se um amigo ou familiar está a usar o seu iPad ou Mac emprestado e começa a ver um vídeo nele, o áudio será transmitido para os seus AirPods. Para que isto seja resolvido, terá de desativar esta funcionalidade que a Apple adicionou.

Como parar os AirPods de mudar de dispositivo automaticamente

Note que isto só é uma característica se estiver a usar um dispositivo que esteja a executar iOS 14/iPadOS 14, macOS Big Sur, ou superior. Certifique-se de que os seus AirPods também estão ligados ao seu iPhone ou iPad.

1. Aceda a "Definições a partir do ecrã inicial do seu iPhone ou iPad.

2. No menu das Definições, clique em "Bluetooth" para ver a lista de todos os seus dispositivos Bluetooth.

3. Clique no ícone de informações ao lado dos AirPods para configurar as definições Bluetooth para o dispositivo. É de salientar que os Airpods devem estar ligados ao dispositivo.

4. De seguida, desça e selecione a opção "Estabelecer ligação a este iPhone" para continuar. Verá que está configurado para mudar automaticamente.

5. Finalmente, basta selecionar a opção "Última ligação a este iPhone" e está pronto!

Terá de repetir estes passos nos seus outros dispositivos como iPhones, iPads e Mac para se certificar de que os seus AirPods não se ligarão automaticamente a eles.

A opção automática que a Apple definiu permitirá que os seus AirPods procurem a reprodução ativa num dispositivo e se liguem a ele. Isto significa que quando quiser apenas ver vídeos no seu MacBook com os seus altifalantes internos, o áudio começará a ser reproduzido através dos seus AirPods, o que poderá ser frustrante para alguns utilizadores.

Por outro lado, quando escolhe a opção alternativa que tem, os seus AirPods tentarão sempre ligar-se ao último dispositivo ligado, independentemente do dispositivo que estiver a reproduzir áudio ativamente.

Fonte: Pplware.