14 de fev. de 2022

Estes são os 24 países onde as pessoas são mais viciadas nos smartphones

 Provavelmente todos nós já passámos mais tempo do que deveríamos ao telemóvel. O facto de nesta pequena máquina termos tudo (ou quase tudo) à disposição apenas com um toque, faz com que estejamos absorvidos pela mesma, muitas vezes distraídos do mundo e das pessoas que nos rodeiam.

No entanto, há pessoas mais viciadas do que outras e hoje mostramos quais os 24 países do mundo onde a população é mais agarrada ao smartphone. Estará Portugal na lista?

Os 24 países onde há mais viciados nos smartphones

Uma recente pesquisa da Universidade de McGill, no Canadá, apresentou os dados sobre o uso excessivo dos smartphones em quase 35.000 pessoas em 24 países diferentes entre o ano de 2014 e 2020.

De acordo com os resultados, publicados em Computers in Human Behavior, a China é o país onde os habitantes são mais viciados no telemóvel, mas tal é também justificado com o facto do país ter o maior número de cidadãos. Só em 2021, o país asiático conseguiu vender 1,5 mil milhões de smartphones.

O segundo lugar é ocupado pela Arábia Saudita que conta com 21 milhões de smartphones, sendo que as marcas mais populares são a Apple, Huawei e a Samsung. Na terceira posição surge a Malásia onde os habitantes preferem telemóveis Android, especialmente da Huawei e Samsung, embora a Apple também tenha alguma popularidade.

O Brasil surge no quarto lugar, com preferência pela Samsung, e em quinto lugar encontra-se a Coreia do Sul, onde existem algumas fabricantes populares como a Samsung e LG. Na sexta posição temos o Irão, o que acaba por ser uma surpresa dadas as limitações de Internet no país. Mas parece que aqui, a preferência cai para os lados da Samsung, Xiaomi e Huawei.

O Canadá ocupa o sétimo lugar, onde as vendas de smartphones ultrapassam os 30 milhões. No país, as marcas preferidas são a Apple, Samsung e Huawei. Em oitavo lugar temos a Turquia que opta sobretudo pelos Xiaomi, Samsung e Apple. Já o nono lugar pertence ao Egipto que prefere as mesmas marcas que a Turquia.

Em décimo encontra-se o Nepal onde a Xiaomi e a Samsung são líderes de vendas. Segue-se a Itália e a Austrália onde, neste último, a Apple tem preferência, assim como a Samsung e Huawei.

Israel está a meio da lista e aqui a Samsung é a verdadeira rainha, embora também a Xiaomi e a Apple tenham uma quota parte significativa. Em décimo quarto encontramos a Sérvia, onde há uma preferência clara pela Samsung, enquanto que a Apple, Xiaomi e Huawei estão ligeiramente atrás.

O gigante Japão ocupa o décimo quinto lugar onde a Samsung, Huawei e Apple são as principais marcas. Segue-se o Reino Unido, que opta essencialmente pela Samsung, Apple e Xiaomi. A Índia encontra-se na décima sétima posição onde a Xiaomi é líder. Abaixo temos os Estados Unidos onde reina a Apple, sendo que mais de 55% dos cidadãos usam iPhone.

A Roménia ocupa o décimo nono lugar e os habitantes preferem smartphones Samsung, Apple, Huawei, Xiaomi e também Motorola. Em vigésimo lugar encontra-se a Nigéria, sendo o único onde a Samsung e Apple não tem um papel de destaque. Por sua vez, os nigerianos preferem smartphones da Transsion Holdings, que incluem marcas como Tecno, Itel e Infinix.

Nos últimos lugares do TOP 24, encontramos a Bélgica, a Suíça, a França e a Alemanha.Portugal, para já, não aparece na lista dos países com as pessoas mais viciadas nos smartphones.

Segundo os detalhes, os participantes no estudo são adultos jovens com uma média de idades de ~29 anos, sendo que 60% são mulheres.

Fonte: Pplware.

13 de fev. de 2022

Xiaomi promete enfrentar a Apple e tornar-se na maior marca de smartphones do mundo

 No mundo tecnológico, tal como noutros, as marcas contam sempre com as suas concorrentes diretas. E a concorrência não tem que ser vista como uma coisa má, uma vez que quem sai a ganhar também é o próprio consumidor.

Especificamente no mercado dos smartphones, a grande rivalidade encontra-se nos telefones Apple contra aqueles com sistema operativo Android. Mas a Xiaomi vai agora mais longe e promete enfrentar duramente a empresa da maçã para assim se tornar na maior marca de smartphones do mundo.

Xiaomi quer ser a melhor marca de smartphones do mundo

De acordo com as informações, o fundador e CEO da Xiaomi, Lei Jun, referiu na sua conta da rede social chinesa Weibo que a marca vai-se focar especificamente no segmento do mercado global de smartphones topo de gama. Como tal, a empresa chinesa vai aumentar o seu esforço para enfrentar e rivalizar diretamente com a Apple, numa tentativa de também preencher a lacuna deixada pela Huawei depois das sanções dos EUA.

Antes de ser colocada na lista negra das autoridades norte-americanas, a Huawei era a maior fornecedora de smartphones da China. E com esta carta praticamente fora do baralho, a intenção de Lei Jun é que a Xiaomi se torne na maior fornecedora de smartphones do mundo dentro de três anos.

Na Weibo, o executivo referiu que a empresa pretende comparar-se "totalmente à Apple ao nível de produto e experiência e tornar-se na marca de ponta da China nos próximos três anos". Para Lei Jun, a concorrência com a Apple no segmento dos smartphones de última geração, é uma "guerra de vida ou de morte" que a Xiaomi quer ganhar.

E como estratégia para alcançar esse objetivo, a marca chinesa deverá lançar três telefones topo de gama, com um preço considerável, ao longo deste ano.

Mas esta não será uma tarefa nada fácil pois a empresa de Cupertino tem crescido bastante, nunca tendo obtido tanta receita como a do último trimestre de 2021. Além disso cresceu 25% no mercado europeu de smartphones no ano passado e também anunciou recentemente que tem já mais de 1,8 mil milhões de dispositivos ativos.

Fonte: Pplware.

Como bloquear seu celular em caso de roubo?


 Uma situação bem desagradável que podemos enfrentar no dia a dia é ter o celular roubado ou furtado. Além da chateação com o gasto na compra de um novo aparelho, há uma questão que envolve o perigo de ter seus dados roubados, como acesso a bancos, contatos, fotos, conversas, dentre vários outros conteúdos que nos acostumamos a concentrar em nossos celulares.

Por isso, caso você venha passar por esse tipo de problema, saiba que há formas de bloquear o seu smartphone com rapidez. Explicaremos neste tutorial quais são os passos que devem ser dados. Veja-os abaixo.

Primeiros passos

(Fonte: Pexels)(Fonte: Pexels)Fonte:  Pexels 

1. Apague de forma remota os dados do celular

Nós guardamos várias informações valiosas em nossos smartphones – como senhas, inclusive as de banco. Para evitar mais "dor de cabeça" com a perda do aparelho, a primeira ação a se fazer é “limpar” os dados que estão nele. A boa notícia é que dá para fazer isso de forma remota. Veja como realizar isso em dois casos específicos abaixo.

Se o seu aparelho for Android, há quatro opções para você retirar os dados dele. São elas:

No caso de ser um iPhone, que usa sistema iOS, use esta página do iCloud ou então o aplicativo Busca, caso tenha algum outro aparelho da Apple.

2. Faça um boletim de ocorrência

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)Fonte:  Unsplash 

No momento em que tiver certeza de que seu celular foi furtado ou roubado, a primeira atitude a tomar é registrar um boletim de ocorrência. Isso deve ser feito em uma delegacia, e é importante para que você tenha provas caso seu smartphone seja usado para realizar alguma atividade ilícita, como golpes.

Em algumas cidades, é possível fazer o boletim de ocorrência online. Para descobrir se é o caso da sua região, acesse o site da Polícia Militar no seu estado. Com o boletim de ocorrência feito, você poderá passar à próxima etapa, que é solicitar o bloqueio do telefone a partir do código IMEI dele.

3. Solicite o bloqueio do smartphone usando o IMEI

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)Fonte:  Unsplash 

O código Internacional Mobile Equipment Identity (IMEI) é o “Registro Geral (RG)” do seu smartphone. Ele fica localizado no próprio celular, na caixa (normalmente, está próximo ao código de barras) ou na nota fiscal de compra.

Se você não sabe o número do seu, previna-se desde já e anote o IMEI. Você consegue descobrir esse código ligando do celular para a sequência *#06#, como se estivesse fazendo uma ligação. Uma sequência de 15 números deve aparecer na tela: é o IMEI do seu aparelho.

Perdeu o celular e não anotou o IMEI? Nem tudo está perdido. Veja abaixo como fazer isso sem ter o aparelho em mãos.

No Android:

  • Acesse o site "Encontre meu dispositivo" ou Google Find.
  • Acesse o painel da conta do Google.
  • Busque o aparelho que você quer o IMEI.
  • Verifique seu código IMEI online.

No iPhone:

  • Acesse a página "Apple ID".
  • Faça o login com o e-mail e senha cadastrados.
  • Busque a opção "Dispositivo".
  • Selecione o iPhone que você quer consultar o número IMEI.
  • Verifique todas as informações do celular e o código IMEI.

Após isso, ligue para a operadora do seu celular e escolha a opção do bloqueio. Informe o roubo, e a operadora deverá solicitar seus dados pessoais, número IMEI e o boletim de ocorrência, bloqueando seu smartphone roubado.

Para facilitar, anote o número da sua operadora para fazer bloqueios disponíveis a seguir.

  • Vivo – 1058.
  • Oi – 1057.
  • Claro – 1052.
  • Tim – 1056.
  • Nextel – 1050.

4. Comunique os bancos o que você tem no celular

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)Fonte:  Unsplash 

Certamente, um incômodo pior ainda do que ter o celular roubado é, na continuidade, ter dinheiro roubado das suas contas. Se, além do celular, você teve cartões roubados ou tem apps de bancos instalados no smartphone com senhas salvas, é importante bloquear essas contas.

O próximo passo  é entrar em contato com seus bancos para comunicar o roubo ou furto, evitando que você tenha que se incomodar mais adiante com gastos feitos em cartão de crédito ou envio de dinheiro para outras contas.

5. Troque todas as suas senhas

Por fim, entre em outro dispositivo e troque as senhas de todos os sites e redes que você costuma entrar e que desconfia que a senha esteja registrada no aparelho roubado. Isso vale para e-mails, bancos, aplicativos, redes sociais etc. Isso evitará que os criminosos entrem no seu perfil e se passem por você, gerando mais problemas ainda.

6. Bloqueie o WhatsApp

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)Fonte:  Unsplash 

Para terminar, um bônus que pode ajudar muito e evitar novos problemas: bloqueie o WhatsApp. Um dos aplicativos mais usados no Brasil é o WhatsApp, então é bem provável que você o tenha instalado no seu aparelho. Dá para evitar o acesso a ele, no caso do seu smartphone ter sido roubado. Veja as dicas a seguir.

  • A alternativa mais fácil e rápida é cadastrar um novo chip em outro celular, usando seu número antigo. Como a autenticação do WhatsApp é em dois fatores, isso deve impedir que o ladrão consiga acessá-lo no aparelho original.
  • Se não ativou esse recurso de segurança no seu, faça-o agora. Para isso, acesse os três pontinhos no canto superior da tela do seu WhatsApp. Clique em “Configurações”, depois na opção “Conta” e depois em “Verificação em duas etapas”.
  • Outra forma de bloquear o WhatsApp é contatar a equipe de suporte. Você pode fazer isso pelo e-mail support@whatsapp.com com o assunto “Perdido/Roubado: por favor, desative minha conta”. Depois disso, repita essa mensagem no corpo do e-mail e informe também o número do telefone com o código do Brasil (+55) e o DDD da sua área.
Fonte: Tecmundo.

12 de fev. de 2022

Teste mostra que AirTags são melhores e mais seguras do que os Tile e localizadores GPS

 As AirTags da Apple têm estado sob um escrutino muito intenso, muito por culpa das questões de segurança que têm sido levantadas. Alguns utilizadores optaram por usá-las como um localizador portátil não autorizado e isso foi demasiado simples de conseguir.

Claro que com outras propostas no mercado, há interesse em comparar as AirTags da Apple com a concorrência. Este processo já aconteceu e os resultados são interessantes, com as AirTags a mostrarem que são melhores e mais seguras do que os Tile e localizadores GPS.

AirTags Apple Tile localizadores GPS seguras

Como se porta a proposta da Apple face à concorrência?

Para comparar a qualidade das AirTags com a concorrência, o jornal NY Times comparou esta oferta da Apple com as Tile e com os normais localizadores GPS. A jornalista que teve estes testes nas suas mãos usou como "objeto" o seu marido, focando-se também na questão da segurança.

O que ficou provado foi que as AirTags são melhores e mais seguras do que os Tile e localizadores GPS. A proposta da Apple mostrou-se muito mais precisa na informação que forneceu, pelo menos no que se refere aos ambientes urbanos.

AirTags Apple Tile localizadores GPS seguras

Localizadores GPS são o mais indicado para saber a posição

Ao ser usado para detetar as localizações, o localizador GPS mostrou-se mais eficiente, até porque tinha a função de reportar a sua posição. No entanto, os AirTags melhoraram a sua utilização ao aproximarem-se de locais com maior densidade de pessoas, que forneceram a sua posição.

Ao ser colocado numa área com uma densidade muito grande de utilizadores, no caso a cidade de Nova York, a precisão dos AirTags disparou ainda mais, conseguindo ser mais eficiente que os localizadores GPS.

AirTags são seguras e batem Tile na privacidade

Outra parte onde se mostrou mais eficiente que as Tile e os localizadores de GPS foi na informação da sua presença. Uma das análises consistia em avaliar como poderia ser descoberto, usando as ferramentas que estão ao dispor dos utilizadores de cada uma.

Apesar de não ser perfeito, o sistema das AirTags alertou o iPhone do utilizador ao fim de 2 horas. A grandes questão veio com o encontrar deste dispositivo da Apple, que nem sempre tocou o sistema de localização e assim não foi encontrado.

AirTags Apple Tile localizadores GPS seguras

No campo das notificações de presença, para ser localizado sem a sua autorização, os Tile falharam completamente. Este não tem qualquer mecanismo, ao contrário das AirTags, que de forma constante e audível, anunciaram a sua presença ao utilizador.

Este teste mostra que, mesmo com lacunas de segurança, que a Apple pretende resolver, as AirTags estão acima da concorrência. Estas são mais difíceis de encontrar e não oferecem mecanismos de proteção para os utilizadores, que assim podem ser seguidos, de forma muito discreta e silenciosa.

Fonte: Pplware.