31 de mar. de 2022

Apple já permite pagamentos externos em apps como Netflix ou Spotify

 Ao longo dos últimos anos muito se tem falado da forma como as empresas como a Google a Apple gerem os pagamentos de apps através das suas lojas, arrecadando uma boa fatia de comissões, principalmente depois do caso Fortnite. A pressão exercida pelos programadores, utilizadores e autoridades tem trazido mudanças importantes e há agora mais novidades.

Depois de a Google ter anunciado testes com sistemas de pagamento externos através do Spotify, a Apple chegou-se também à frente e já permite pagamentos externos em apps como Netflix ou Spotify, integradas na categoria de apps de "leitura".

Apple já permite pagamentos externos em apps como Netflix ou Spotify

Netflix, Spotify e outros serviços semelhantes agora poderão adicionar um link nas suas apps para iOS, direcionando os utilizadores aos seus próprios sites de forma a gerir as contas e respetivos pagamentos. 

Apple permite pagamentos externos em apps como Netflix ou Spotify

Segundo a Apple, as denominadas "reader" apps (ou aplicações de leitura), são aquelas que "fornecem conteúdo adquirido anteriormente ou assinaturas de conteúdo para revistas digitais, jornais, livros, áudio, música e vídeo".

Há que recordar que, no ano passado, a Apple já o havia permitido em apps relacionadas com imprensa adicionassem estes links de gestão das subscrições e pagamentos, como parte de um acordo com a Comissão de Comércio Justo do Japão. A medida anterior era limitada a alguns serviços, mas agora a Apple abre essa possibilidade a todas as apps que considera serem de leitura.

Para tal, os programadores das apps terão que solicitar acesso ao programa de autorização de conta de link externo, antes de poderem adicionar links na app.

Embora esta alteração dê aos programadores uma forma de evitarem dar à Apple as comissões de 15 a 30%, a empresa ainda receberá comissões por compras dentro da própria app, caso o serviço o ofereça.

De recordar que há uma semana a Google iniciou também um programa de testes com sistemas de pagamentos externos através do Spotify.

Fonte: Pplware



Apple: apps de streaming agora podem colocar links próprios no iOS


 A Apple anunciou nesta quarta-feira (30) uma mudança nas políticas internas da App Store, a loja da empresa para aplicativos e ferramentas de seus sistemas operacionais. A novidade era bastante esperada e envolve a possibilidade de "apps de leitura" colocarem links que direcionam o usuário para as próprias páginas desses serviços.

Isso significa que, a partir de agora, uma série de serviços por assinatura e plataformas de conteúdo podem colocar um link que levem a pessoa pra criar ou gerenciar uma conta em seus próprios domínios — e selecionando o meio de pagamento que quiser, a partir de várias opções.

A novidade foi inicialmente confirmada pela empresa em setembro de 2021, mas ainda não havia uma data fixa para a implementação.

O que isso muda?

A mudança é motivada especialmente pela pressão sofrida pela Maçã em relação a investigações e processos de órgãos reguladores ao redor do mundo: sem contar o processo da Epic Games, entidades de Japão, Índia e Coreia do Sul ao menos investigaram um suposto domínio da App Store, que é acusada de forçar o pagamento dentro dos próprios sistemas, o que envolve uma taxa obrigatória paga à companhia.

Apesar do nome parecer restringir a funcionalidade, a Apple considera que "aplicativos de leitura" (reader apps, no termo original) são serviços que forneçam como atividade primária um ou mais formatos de conteúdo digital — o que inclui revistas, jornais, livros, áudio, músicas ou vídeos.

Desse modo, Kindle, Netflix, Spotify e outros streamings estão liberados a adicionar os links em suas páginas iniciais.

Fonte: Tecmundo.

iOS: Apple explica a razão das atualizações automáticas levarem uma semana para chegar

 Quando a Apple lança uma atualização do seu sistema operativo iOS, os utilizadores têm duas hipóteses para o receberem. Ou vão verificar manualmente se está disponível a nova versão, ou esperam que a atualização chegue automaticamente e seja anunciada no ícone das Definições. Por norma, os mais atentos vão de imediato puxar esta nova versão, mas muitos só a recebem automaticamente uma semana depois, ou mais!

A Apple, através de Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software da empresa, explicou a razão deste espaço temporal.

iOS pode levar até 4 semanas para chegar ao utilizador

As atualizações do iOS não são assim tão frequentes. Contudo, quando a empresa de Cupertino as lança, os utilizadores procuram de imediato a sua instalação. São até muito rápidos, pois em comparação com outros sistemas operativos, o iOS tem uma altíssima taxa de novas atualizações.

Como provavelmente já todos por aqui sabem, podemos ir a Definições, Geral e Atualização de software. Nesse local aparecerá logo após o lançamento, a tal versão nova.

Por outras palavras, se verificarem manualmente as atualizações, poderão obter a versão mais recente do sistema operativo sem ter de esperar. Por outro lado, se não se importarem por ter agora ou mais tarde a nova atualização, então não precisam de verificar manualmente, o próprio sistema irá encarregar-se de o fazer automaticamente.

Este processo, segundo a Apple, pode levar até 4 semanas. Tanto tempo? Mas qual a razão?

Imagem Craig Federighi

 

Lançamento faseado

A demora de tempo de 4 semanas tem uma razão de ser. Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software da Apple, explicou esse espaço de tempo.

A um utilizador do reddit, Federighi explicou que tudo se deve ao lançamento em fases que a Apple usa para atualizações de software.

Lançamos incrementalmente as novas atualizações do iOS, primeiro disponibilizando-as para aqueles que as procuram explicitamente em Definições e, em seguida, 1 a 4 semanas depois (após recebermos feedback sobre a atualização) lançamos nos dispositivos com atualização automática ativada.

Disse Federighi.

O lançamento em fases não é algo novo no mundo do software e, por exemplo, a Microsoft usa um sistema semelhante para as grandes atualizações do sistema operativo, incluindo o lançamento do Windows 11.

O maior benefício tanto para a empresa-mãe quanto para os próprios utilizadores é que o lançamento em fases possibilita encontrar bugs e problemas nas fases iniciais e, portanto, impede que eles atinjam um número maior de dispositivos. Como resultado, o lançamento pode até ser suspenso se um problema grave for descoberto.

Fonte: Pplware.

30 de mar. de 2022

watchOS 8.5 está a trazer problemas ao carregamento rápido do Apple Watch 7

 Apesar de não ter alterações na capacidade da bateria, a Apple deu ao seu Apple Watch 7 uma novidade aquando do seu lançamento. Este smartwatch passou a poder ser carregado de forma rápida.

Esta capacidade tem sido útil para os utilizadores, pelo menos até ao watchOS 8.5. Desde essa atualização que esta capacidade está a falhar e as queixas dos utilizadores têm aumentado. A Apple ainda não assumiu o problema.

Apple Watch 7 watchOS 8.5 carregamento rápido

Problemas no Apple Watch 7

Quando a Apple apresentou o seu relógio Apple Watch 7, em setembro do ano passado, revelou que este poderia ser carregado de forma muito mais rápida que os modelos anteriores. A marca prometeu que estes poderiam carregar dos 0 aos 80% em apenas 45 minutos, algo que agradou aos utilizadores.

Esta capacidade parece estar agora a ter problemas, a julgar pelas queixas dos utilizadores que se estão acumular. A capacidade de carregamento rápido deixou de funcionar e os valores agora conseguido estão nos valores do carregamento normal.

Carregamento rápido está a falhar

Os utilizadores referem que, desde que o watchOS 8.5 foi lançado, o carregamento abrandou para valores muitos baixos. Muitos relatam que com esta versão o carregamento rápido cresce apenas 5% a cada 15 ou 20 minutos, algo muito lento face ao que é normal.

Há casos ainda mais complicados em que os utilizadores vêm o carregamento do Apple Watch 7 abrandar ainda mais. Relatam que apenas conseguem carregar 5% a cada hora. Parece que uma solução é retirar o relógio da base de carregamento e voltar a colocá-lo.

Falha chegou com o watchOS 8.5

Embora inicialmente o problema fosse associado a alguns carregadores específicos, essa ideia depressa foi refutada. Os relatos mostraram que até com os carregadores da Apple este problema está a manifestar-se no Apple Watch 7.

A Apple, até ao momento, ainda não reconheceu o problema do Watch 7 e nem apresentou uma solução para o mesmo. Provavelmente a causa estará no próprio watchOS 8.5, algo que a Apple conseguirá resolver numa próxima atualização, dirigida ao seu smartwatch.

Fonte: Pplware.




Apple não vai mais consertar iPhones registrados como perdidos


 As lojas oficiais da Apple e assistências técnicas autorizadas da empresa agora vão recusar o conserto de iPhones que estejam cadastrados no sistema como "perdidos" — mesmo que uma pessoa que alegue ser o dono do dispositivo leve o dispositivo e peça por algum serviço de reparo. A nova medida tem efeito imediato.

A informação é do site MacRumors, que obteve um memorando da Apple aos colaboradores a respeito do tema. A ideia é reduzir as chances de que um iPhone roubado ou comprado ilegalmente seja restaurado por meios oficiais e revendido por mercados alternativos. Anteriormente, apenas smartphones de pessoas que não conseguiram desabilitar o Find My Phone usando a própria conta — o que já era uma atividade no mínimo suspeita — eram recusados no balcão.

Ao receberem um aparelho para manutenção, os técnicos precisam confirmar se ele consta como regularizado em plataformas internas, como o MobileGenius e o GSX. A informação é puxada de dados do GSMA Device Registry, que é uma base de dados global que inclui registros de aparelhos roubados ou perdidos.

Fonte: Tecmundo.

29 de mar. de 2022

Homem é detido por rastrear o carro da namorada ao prender o Apple Watch num pneu

 O mundo da tecnologia tem várias histórias insólitas, algumas mais divertidas do que outras. Mas na grande maioria dos casos são situações em que os utilizadores se envolvem em momentos estranhos com a ajuda de algum equipamento ou sistema tecnológico.

A história de hoje é o recente caso de um homem norte-americano que foi detido depois de rastrear a localização do carro da sua namorada ao prender um Apple Watch num pneu do veículo.

Prende Apple Watch ao carro da namorada para a localizar

Quando pensamos que já vimos de tudo, acontece uma nova história para nos mostrar o contrário. E nesta sexta-feira (25), um homem residente em Nashville, Tennessee, nos EUA, foi detido por rastrear a localização da sua namorada ao colocar um Apple Watch preso no pneu do veículo da vítima e recorrendo a uma aplicação de localização.

O homem é Lawrence Welch de 29 anos e foi então agora acusado de acoplar um dispositivo de rastreio eletrónico a um veículo. E apesar de a Apple ter um equipamento específico para esse fim, as AirTags, o sujeito optou pelo relógio inteligente da marca da maçã.

A polícia foi chamada a um Centro de Segurança Familiar após um alerta de segurança depois que o namorado da vítima surgiu no local, enquanto se esperava a obtenção de uma ordem de proteção. Segundo o canal WSMV4, a vítima referiu que o homem terá feito várias ameaças de morte contra si por diversas vezes, sendo que ela já teria frequentado o mesmo centro no ano passado.

Imagem Apple Watch número de série

No entanto, a vítima disse à polícia que ela e Welch recorreram à ferramenta Life360 para monitorizar a localização um do outro. Mas a mulher afirma que desligou a app antes de frequentar o Centro de Segurança Familiar no ano passado, altura em que era bombardeada com SMS do namorado a exigir que lhe dissesse a sua localização.

A polícia indica que o acusado chegou ao centro e se dirigiu ao carro da vítima agachando-se junto a um dos pneus. Quando as autoridades chegaram ao veículo repararam que um Apple Watch estava preso nas jantes e Welch confirmou depois que o aparelho era seu. Desta forma, para contornar o facto de a namorada ter desativado o Life360, o acusado manteve a sua versão ativa no relógio e prendeu-o ao carro para a seguir doutra forma.

Welch já havia sido acusado de outros problemas de violência doméstica anteriores.

Fonte: Pplware.

MacBook Pro sem ecrã é a nova moda? Cada vez mais utilizadores optam por estes portáteis

 Os últimos dias têm trazido mostrado o trabalho de curiosos que alteram totalmente os equipamentos da Apple. São alterações que tentam elevar ainda mais estes dispositivos, com novas funcionalidades e melhorias.

Neste espírito, a alteração que agora mostramos não deverá surpreender muita gente. É uma nova tendência e mostra como um grupo crescente de utilizadores está a usar o MacBook Pro sem ecrã, fazendo dele uma máquina completa e funcional.

MacBook Pro Apple ecrã reciclar moda

Este movimento, que ganha cada vez mais adeptos na China, surge como uma forma muito simples de reciclar qualquer MacBook Pro. Estes estão a ser aproveitados em muitas situações em que o ecrã deixa de funcionar, ficando o resto totalmente funcional.

Para muitos é a forma de ter uma alternativa a um Mac mini, com um teclado, rato e colunas. Basta apenas ter um monitor e a máquina da Apple fica totalmente utilizável e pronta a ser usada por qualquer um.


Outra potencialidade desta proposta é a sua portabilidade, face a outro qualquer computador de secretária. Tem a forma de um teclado um pouco maior, com tudo integrado e funcional. Curiosamente, este conceito foi já patenteado pela Apple recentemente.

Muitas empresas estão a adotar este modelo e dedicam-se a fazer esta alteração, que pode ser complexa para um utilizador. Assim, basta procurar na Internet e estas propostas de MacBook Pro sem ecrã estão a crescer a olhos vistos.

Não se espera que a Apple venha a tomar qualquer posição sobre esta nova moda. São máquinas usadas, recicladas e reaproveitadas, que escapam assim ao seu controlo e a qualquer tipo de suporte ou garantia. Provavelmente poderá adotar este modelo num futuro próximo.

Esta é mais uma ideia que o mercado agarrou e que transformou de forma interessante. Deve ganhar ainda mais adeptos, que assim conseguem ter um MacBook da Apple a um preço inferior e completamente funcional. Basta esta base e um monitor e tudo acontece de forma transparente. Interessados nesta nova ideia?

Fonte: Pplware.