22 de mai. de 2023

O ecrã do seu Apple Watch ficou “verde” após a atualização do watchOS 9.5? Não é o único

 Se tem por hábito atualizar logo o seu Apple Watch, o que é uma boa prática, então já terá instalado o watchOS 9.5. Esta versão traz algumas melhorias, sobretudo ao nível da segurança. Alguns utilizadores, contudo, estão a reportar que os seus relógios começaram a apresentar o ecrã com uma tonalidade esverdeada.

Imagem Apple Watch com bug que deixa ecrã esverdeado

O seu Apple Watch está "verde"? Não, não ficou mais ecológico!

Se tem um seu Apple Watch atualizado, porque tem esse cuidado de o manter em dia, então já terá a versão watchOS 9.5. Esta versão está mais segura, traz algumas novidades, mas também está a deixar os relógios de alguns utilizadores "verdes". Não, não é uma questão de ecologia. É mesmo um bug.

Alguns proprietários do relógio da Apple foram ao Reddit para relatar que, após atualizar para watchOS 9.5, o ecrã do seu smartwatch ficou verde ou cinza. O problema, felizmente, parece estar limitado principalmente quando o utilizador está com as Centrais de notificações ou de controlo abertas. Fora isso, tudo o resto parece normal.

Também não parece afetar qualquer funcionalidade, pelo que o erro de coloração parece ser um problema visual isolado. Ainda é, no entanto, um bug estranho que parece estar a afetar pelo menos o Apple Watch SE, Series 7 e Apple Watch Series 8, segundo os relatos.

Nós por cá...

Instalámos a versão watchOS 9.5 em vários relógios e em nenhum conseguimos reproduzir o problema. Contudo, este tipo de bug deve ficar resolvido numa versão de atualização, eventualmente com o watchOS 9.6, que já está na versão beta 1.

E o seu Apple Watch, tem algum destes sintomas?

Fonte: Pplware.

21 de mai. de 2023

Apple garante 90% de toda a produção de chips de 3 nm da TSMC

 Para que marcas como a Apple consigam lançar equipamentos cada vez mais modernos a uma velocidade incrível, contam com a ajuda fundamental das fabricantes e dos seus mais avançados processos de fabrico. Como tal, a empresa da maçã já garantiu para si praticamente toda a capacidade de fornecimento dos chips de 3 nm da TSMC.

Apple domina quase toda a produção de 3 nm da TSMC

Não é novidade para ninguém que a Apple é a maior cliente da TSMC e já se previa que a empresa de Tim Cook fosse assegurar um fornecimento em quantidades significativas dos próximos chips produzidos na litografia de 3 nm. Mas as mais recentes informações indicam que realmente foi quase toda a produção que a Apple vai açambarcar.

Em concreto, os dados avançados por um relatório do Digitimes (via AppleInsider) indicam que a dona dos iPhones reservou 90% de todo o fabrico de chips do processo de 3 nm da primeira geração, designados como N3B, da gigante de Taiwan. Este fornecimento será destinado aos próximos modelos de iPhone, Mac e iPad com os chips A17 Bionic e Silicon M3.

O processo avançado de 3 nm da TSMC promete um aumento de 35% na eficiência energética e um incremento de até 15% no desempenho comparativamente ao chips de 4 nm, o qual se encontra no A16 Bionic e presente nos modelos iPhone 14 Pro e Pro Max.

É também esperado que os chips de 3 nanómetros sejam usados no chip M3 para novos Macs e iPads, podendo estes ser o MacBook Air atualizado de 13 polegadas e o novo iMac de 24 polegadas que deverá chegar no final deste ano de 2023.

Estima-se que cada wafer possa render cerca de 620 chips, com um tempo de ciclo de 4 meses. E este arranque de 3 nm é muito importante para a TSMC, especialmente porque este mercado enfrenta algumas dificuldades e ainda para mais a fabricante tem sede em Taiwan, país que está no meio do conflito entre os EUA e a China.

Fonte: Pplware.

No dia em que o ChatGPT chega ao iOS, Apple proíbe funcionários de o usar

 A app mobile do ChatGPT acaba de ser lançada para iOS, o que acaba por ser uma revolução para o serviço de Inteligência Artificial. Mas, ao mesmo tempo que isto acontece, a Apple está a proibir os seus funcionários de utilizarem as ferramentas poderosas do ChatGPT na empresa.

No dia em que o ChatGPT chega ao iOS, Apple proíbe funcionários de o usar

O ChatGPT é hoje utilizado em muitas empresas como um recurso extra para ajudar a resolver muitas questões, das mais simples às mais complexas. No entanto, a Apple quer manter a Inteligência Artificia (IA), longe dos seus desenvolvimentos.

Recorreu a um memorando interno para dizer que as IA generativas não poderiam ser usadas para trabalhar. A notícia foi avançada pelo The Wall Street Journal, que terá tido acesso ao memorando, e refere que a Apple estará preocupada com a recolha de dados confidenciais dos funcionários e da empresa através dessas plataformas de IA. 

Além do ChatGPT, a Apple também proibiu os seus funcionários de usar o Copilot do GitHub, que pertence à Microsoft. Com o Copilot, os programadores podem automatizar a escrita do código.

No dia em que o ChatGPT chega ao iOS, Apple proíbe funcionários de o usar

O ChatGPT, que também tem suporte da Microsoft, envia dados aos programadores para que eles continuem a aprimorar os modelos de inteligência artificial usados ​​pela plataforma. Conforme observado pelo WSJ, um bug em março permitiu que os utilizadores tivessem acesso ao histórico do chat de outros utilizadores do ChatGPT. 

Depois deste incidente, o ChatGPT adicionou a opção de permitir que desliguem o histórico de chat e não contribuam para o treino do modelo de IA.

Se os engenheiros da Apple usarem essas plataformas, não há como garantir que os códigos digitados por eles não acabem nas mãos de outra pessoa – ou mesmo ser usados ​​pelos programadores por trás destas apps. O mesmo se aplica a outras informações confidenciais, já que os funcionários podem usar o ChatGPT para redigir e-mails, por exemplo.

A Samsung, recentemente, enviou também um memorando interno aos funcionários com o mesmo pedido e com as mesmas preocupações.

Fonte: Pplware.

19 de mai. de 2023

Apple corrige três falhas de segurança nos iPhones, iPads e Macs


 A Apple anunciou a correção de três falhas de segurança de dia zero (zero-day), usadas para possivelmente invadir iPhones, iPads e Macs. Os bugs de segurança estavam no mecanismo de navegador WebKit multiplataforma.

"A Apple está ciente de um relatório de que esse problema pode ter sido explorado ativamente", disse a companhia, em um alerta de segurança. Os problemas foram rastreados como CVE-2023-32409, CVE-2023-28204 e CVE-2023-32373.

Elas foram corrigidas no macOS Ventura 13.4, iOS 16.5 e iPadOS 16.5, tvOS 16.5, watchOS 9.5 e Safari 16.5. Invasores conseguiram se aproveitar de sandboxes de conteúdo da web com a primeira vulnerabilidade, enquanto as outras duas ajudavam os hackers a obterem acesso a informações confidenciais.

A Apple fez verificações de limites aprimoradas e validações de entrada e gerenciamento de memória. Os bugs foram corrigidos com patches Rapid Security Response (RSR), enviados no dia 1º de maio para dispositivos com os sistemas operacionais iOS 16.4.1 e macOS 13.3.1.

O bug chegou a afetar modelos antigos, como o iPhone 6S.O bug chegou a afetar modelos antigos, como o iPhone 6S.Fonte:  Getty Images/Reprodução 

Quais dispositivos foram afetados?

A empresa listou os celulares, tablets e computadores que foram afetados pelas falhas. Confira se o seu aparelho ficou vulnerável:

  • iPhone 6S (todos os modelos)
  • iPhone 7 (todos os modelos)
  • iPhone SE (1ª geração)
  • iPad Air 2
  • iPad mini (4ª geração)
  • iPod touch (7ª geração)
  • iPhone 8 e posteriores
  • iPad Pro (todos os modelos)
  • iPad Air 3ª geração e posterior
  • iPad 5ª geração e posterior
  • iPad mini 5ª geração e posterior
  • Macs com macOS Big Sur, Monterey e Ventura
  • Apple Watch Series 4 e posterior
  • Apple TV 4K (todos os modelos)
  • Apple TV HD

Desde o início deste ano, a empresa de Cupertino já corrigiu seis falhas de dia zero. Uma delas foi relatada em fevereiro e outras duas no mês de abril.

Fonte: Tecmundo.