20 de fev. de 2024

Apple Music testa no Android forma de importar facilmente playlists do Spotify e outros serviços

 Tal como em muitas outras áreas da tecnologia, também os serviços de streaming de música como o Apple Music ou o Spotify estão em constante guerra. Querem atrair o máximo de utilizadores, para assim maximizar as receitas. A Apple parece estar agora a dar um passo num novo sentido, ao testar no Android uma forma de importar facilmente playlists do Spotify e outros serviços.

Apple Music Spotify playlists SongShift Android

Apple Musico do Android tem uma novidade única

O Apple Music estará agora a testar uma nova integração. Falamos de um serviço chamado SongShift, que pode ser usado para transferir playlists de outros serviços como o Spotify. Este tipo de ferramentas são pedidos pelos utilizadores há muitos anos, sempre sem qualquer atenção dada.

Este novo recurso está a ser já encontrado em alguns utilizadores do Apple Music, mostrando que a gigante de Cupertino estará a testar esta funcionalidade. Esta não foi ainda massificada e parecem ser ainda testes com apenas alguns utilizadores e na versão beta. O mais curioso é que a escolha da Apple foi o Android e a versão da sua app para este sistema da Google.

Migrar as playlists do Spotify e outros

Segundo alguns utilizadores do Reddit, há uma nova mensagens no Apple Music para Android. Esta questiona se desejam "adicionar músicas gravadas e playlists que criou em outros serviços de música à biblioteca do Apple Music”. Há também uma nova opção para fazer isso nas configurações da app Apple Music para o Android.

Esta integração é desenvolvida pela SongShift. Essencialmente, a Apple parece estar a integrar o SongShift na sua app Apple Music para o Android. Assim, facilitará que para os utilizadores mudem do Spotify ou outros serviços de streaming de música para o serviço de Apple.

Apple Music Spotify playlists SongShift Android

SongShift é a solução escolhida pela Apple

O SongShift é um serviço que está disponível há vários anos. Permite que os utilizadores movam facilmente as suas bibliotecas de música e playlists entre diferentes serviços de streaming de música. É possível, por exemplo, usar a app SongShift para transferir as playlists do Apple Music para o Spotify ou vice-versa.

Ainda não existe informação se a Apple tem planos de trazer também a integração do SongShift no Apple Music do iPhone. Normalmente, as versões Android e iOS são mantidas em igualdade de recursos. Esta é uma novidade interessante e que dará certamente ao serviço da Apple uma vantagem única sobre o Spotify e outros serviços de streaming.

Fonte: Pplware.

Apple: o que significa o “i” em iPhone, iMac, iPad, iPod… faz ideia

 Quando Steve Jobs anunciou o primeiro iPhone a 9 de janeiro de 2007, foi um momento que mudou o mercado dos telemóveis para sempre. Numa das mais famosas revelações de produtos da história, Jobs disse que se tratavam de três produtos num só: um iPod, um telemóvel e um dispositivo inovador de comunicações pela Internet. E por que razão, ao Phone, foi acrescentado um "i" e passou a ser iPhone?

Antes de mais, a questão é pertinente: já se interrogou sobre o significado do "i" em iPhone? Sim, não é só o iPhone que tem o "i" no nome - há também o iPad, o iMac, o iPod, entre outros. Nas últimas três décadas, quase 30 produtos da Apple (tanto em hardware como em software) começaram com um "i" minúsculo. Afinal, o que é que esse "i" significa?

Vamos mergulhar na história da Apple e descobrir.

Tudo começou em 1998 com o iMac

iMac Steve jobs apple 20 anos aniversario

Antes de Steve Jobs regressar à Apple em 1997, a empresa estava à beira da falência. O iMac de 1998 foi basicamente o dispositivo que salvou a empresa. Jobs descreveu o iMac como um computador pessoal inovador que foi concebido para ser uma rampa de acesso fácil à Internet.

Quando o iMac estava a ser desenvolvido, Jobs queria inicialmente chamar-lhe "MacMan", que seria semelhante aos termos "Walkman" e "Pac-Man" que eram populares na altura. Mas Ken Segall, um colaborador da Apple de uma empresa de publicidade, sugeriu o nome "iMac", sendo que o "i" era basicamente a abreviatura de "Internet".

Jobs revelou formalmente o iMac em 6 de maio de 1998. Ele disse o seguinte sobre o nome iMac:

O iMac vem do casamento entre o entusiasmo da Internet e a simplicidade do Macintosh. Apesar de se tratar de um Macintosh puro-sangue, estamos a orientá-lo para a utilização número um para que os consumidores nos dizem querer um computador, que é aceder à Internet - de forma simples e rápida.

Embora possamos pensar que a Internet não é grande coisa atualmente, era uma grande coisa em 1998, quando não era tão comum. Mas o "i" também representa mais do que apenas a Internet.

Durante essa apresentação, Jobs pegou no argumento original de Segall para o nome iMac e revelou que o "i" também significa "individual", "instruir", "informar" e "inspirar".

E o iPhone?

Depois do primeiro iMac, em 1999 a Apple adotou o nome "i" para o iBook, que foi essencialmente o primeiro computador portátil da Apple. Depois veio o iPod em 2001, que se tornou num dos produtos de maior sucesso em toda a história da Apple. Mas o que é que vem depois do iPod?

Em 2007, o iPhone foi revelado ao mundo. Mas havia outros nomes que o iPhone poderia ter recebido, incluindo "Mobi", "TriPod", "Telepod" e até "iPad".

Felizmente, alguém pensou que o moniker "i" se encaixaria perfeitamente com "phone" (telefone), o que, se estivéssemos a seguir o significado original de "Internet", seria "Internet phone" (telefone com Internet). E é basicamente isso que o iPhone sempre foi - um comunicador de Internet.

Mesmo se perguntar à própria Apple, não há uma resposta concreta. Mas considerando que a maior caraterística do primeiro iPhone era ter uma experiência completa de Internet num telemóvel, logisticamente faz sentido.

E considerando que o iPhone ultrapassou o iPod como o produto mais bem sucedido de sempre da Apple, é difícil imaginar que o nome "iPhone" vá desaparecer em breve.

Fonte: Pplware.

15 de fev. de 2024

Consumidores começam a devolver o Apple Vision Pro nos EUA; veja os motivos


 A primeira onda de devoluções do Apple Vision Pro começou. Alguns dos primeiros compradores do óculos de realidade mista da Apple ficaram descontentes com o produto e aproveitaram a política de arrependimento da empresa para devolvê-lo.

Uma das principais razões queixas dos usuários reembolsados é o desconforto. Os consumidores reclamam do peso do dispositivo, concentrado na parte da frente.

"Que dia chato. Não posso acreditar, mas devolvi o Vision Pro. É muito desconfortável de usar e cansa meus olhos. É claramente o futuro. Funciona como mágica. Mas as compensações físicas simplesmente não valem a pena para mim neste momento", disse o gerente de produto da Vox Media, Parket Ortolani, no X (antigo Twitter).

Sintomas físicos também estão entre as reclamações dos usuários: nas redes, consumidores se queixam de enjoo e dores de cabeça causados pelo uso do Vision Pro. O uso do relógio também resultou em vermelhidão nos olhos, algo comum em óculos de realidade virtual.

Apple Vision Pro teria pouca utilidade

Algumas das devoluções também são causadas pela falta de utilidade do Vision Pro: consumidores mencionam que o produto não oferece benefícios em produtividade coerentes com o preço.

Publicado por @prcgibson
Ver no Threads

"É difícil realizar multitarefas entre 'janelas'", disse um usuário no Threads. "Vários tipos de arquivos simplesmente não são suportados no Vision Pro. Também não consigo imaginar como criar um slide no óculos consumiria menos energia do que fazê-lo com mouse e teclado", complementou.

O Apple Vision Pro começou a ser vendido oficialmente no começo de fevereiro, sendo um dos maiores lançamentos da companhia. O headset marca a estreia da Maçã no segmento de realidade mista, no que a empresa chama de "computação espacial".

É um dispositivo caro, porém. O Apple Vision Pro pode ser adquirido por US$ 3.499 (R$ 17,1 mil) na versão mais básica.

Fonte: Tecmundo.

Referências ao novo HomePod com ecrã no tvOS 17.4 beta

 A Apple deverá estar já a preparar o novo produto da série HomePod. A coluna inteligente tem recebido alguma atenção nos últimos meses, com a possível inclusão de um ecrã tátil para aumentar a utilidade deste dispositivo. Apesar de não haver grandes expectativas de lançamento para breve, não era a primeira vez que a empresa de Cupertino baralhava os "leakers". A nova beta do tvOS 17.4 trouxe umas pistas.

Apesar de não ser um dispositivo lançado pela Apple no mercado nacional, sobretudo pela teimosia da empresa em deixar a Siri apenas em português do Brasil, o Pplware tem, desde sempre, dado foco a esta coluna inteligente. Notamos que este gadget é a ligação da casa às pessoas, em termos eletrónicos.

Como tal e como podem ver nesta categoria, existe um manancial de notícias, análises, dicas e informações do que se vai apurando no mercado.

Então o que há de novo?

Temos ouvido rumores sobre os planos da Apple para o HomePod, bem como pistas sobre o que a Apple terá iniciado no ano passado internamente relacionado com o tvOS. Falou-se numa espécie de coluna com um iPad mini modificado integrado. No entanto, foram agora encontradas mais pistas.

Segundo as informações, o código encontrado no tvOS 17.4 beta 3, que foi lançado na terça-feira para programadores, revela a existência de um novo dispositivo identificado como "Z314" capaz de executar o sistema operativo. Como deve saber, tanto a Apple TV como o HomePod correm o tvOS, embora a versão que corre no HomePod não tenha uma interface de utilizador.

Com base nas descobertas, o dispositivo "Z314" não lançado é alimentado por um chip A15 Bionic, que curiosamente é o mesmo do iPad mini 6. O código revela que existem versões de desenvolvimento interno e também de produção deste dispositivo em teste, o que sugere que pode ter atingido uma fase avançada de desenvolvimento.

As informações relacionadas com os indícios referem também que o tvOS 17.4 beta 3 adiciona estruturas SwiftUI ao firmware HomePod. Estes e outros recursos não fazem sentido existir se não for para o sistema HomePod receber uma versão nova com ecrã, como tem sido rumor.

Ilustração HomePod 4.ª geração com ecrã

Por falar em rumores...

Graças ao tvOS 17.2, foi descoberto que a Apple tem executado o sistema operativo Apple TV em versões modificadas do iPad mini 6. Presumivelmente, a empresa tem explorado a aparência do tvOS num ecrã de 8 polegadas, o que coincide com um relatório do analista Ming-Chi Kuo sobre um novo modelo HomePod com um ecrã do tamanho de um iPad mini.

Com o tvOS 17.4 beta 3, também foram encontradas evidências de que a Apple tem usado um modelo de Mac não lançado (identificado como Mac14,16) para executar testes internos.

Assim, a ser verdade e a aparecer o tal HomePod com ecrã, este deverá substituir o HomePod 2 nalgum momento no futuro próximo. Quanto à versão com um ecrã maior, ainda não é claro se alguma vez verá a luz do dia - mas com base em todas estas evidências, agora parece mais provável.

Fonte: Pplware.