9 de dez. de 2024

Novidade absoluta da Apple a caminho? Prepara MacBook com conetividade 5G

 Quem conhece os produtos da Apple reconhece que a marca poderia apostar mais no campo da mobilidade em algumas áreas. Em concreto nos MacBook, uma das propostas mais vendidas da marca, existe a falta de equipamentos que explorem a conetividade 5G. Isso em breve poderá ser uma realidade, a fazer fé nas mais recentes informações. Descubra o que a Apple poderá estar a preparar.

Apple MacBook 5G conetividade

A Apple desenvolve os seus próprios chips de modem 5G, numa tentativa de reduzir a sua dependência da Qualcomm. Esta mudança abre caminho a uma nova geração de dispositivos da marca com conetividade 5G, incluindo o MacBook e o Vision Pro.

Segundo informações de várias fontes, a Apple prevê utilizar modems 5G próprios no iPhone em 2025. No entanto, estes mesmos modems não se limitarão apenas ao iPhone. Foi afirmado que o MacBook e os óculos de realidade mista Vision Pro também receberão suporte para ligação 5G.

A Apple tem planos para suportar a conetividade 5G nos MacBook pela primeira vez. Isto permitirá que os utilizadores se liguem à Internet sem precisar de Wi-Fi, como no iPad ou no iPhone. Isto abre as portas a uma mobilidade única e que outros fabricantes já oferecem.

Apple MacBook 5G conetividade

Os primeiros modems 5G desenvolvidos internamente pela Apple terão um desempenho inferior ao dos modelos da Qualcomm. No entanto, os modems de segunda geração, com lançamento previsto para 2026, deverão corresponder ao desempenho oferecido pela Qualcomm. Isto permitirá que os modelos do MacBook com ligação 5G estejam disponíveis em 2026.

Atualmente, o Vision Pro não possui conetividade 5G devido a questões de eficiência energética. No entanto, esta funcionalidade poderá ser oferecida em modelos mais finos e leves num futuro próximo. Desta forma, os utilizadores podem vir a utilizar o dispositivo sem necessitar de um iPhone ou de uma rede Wi-Fi.

Os relatórios agora revelados sugerem ainda que os próprios modems 5G da Apple poderão ser integrados em outros produtos. Aqui falamos de óculos de realidade aumentada que ainda estão longe de ser lançados. Além disso, e caso se justifique, podem estar presentes em outras novidades que surjam nos próximos anos.

Fonte: Pplware.

1 de dez. de 2024

Onde fica a lixeira do iPhone? Confira!

 

O iPhone é de longe o smartphone mais popular do mundo. E esse sucesso se deve muito pela praticidade ao usá-lo, tanto para funções do dia a dia, como ligar, mandar mensagens e tirar fotos, como também por operações mais complexas, como a de compartilhar internet pelo aparelho.

Mesmo assim, ainda há muitas dúvidas em relação a algumas de suas funções, por exemplo, se existe uma espécie de "Lixeira Principal" para onde vão os arquivos deletados. Embora ele não tenha uma única, ainda sim há outras que armazenam textos, e-mails, fotos e outros arquivos apagados.

E hoje o TecMundo te ensina a encontrar essas lixeiras do iPhone. Confira!

Onde fica a lixeira do iPhone?

Como dito anteriormente, não existe uma Lixeira única no iPhone.Entretanto, nos principais aplicativos do smartphone, é possível encontrar locais para onde vão os arquivos deletados no aparelho. Confira:

Fotos

O aplicativo que funciona como biblioteca de fotos e vídeos do iPhone conta com uma lixeira para armazenar arquivos deletados. Uma vez lá, eles não ocupam mais espaço de armazenamento, e podem ser recuperados em até 29 dias. Veja onde encontrar:

1. Na tela principal do Fotos, desça até encontrar a opção "Apagados";


É preciso descer a tela para encontrar a opção
É preciso descer a tela para encontrar a opção "Apagados".

2. Ao apertar na opção, será preciso se autenticar, seja com a impressão digital ou com reconhecimento facial;

3. Uma vez com a pasta aberta, você encontrará todas as fotos e vídeos apagados do seu smartphone;

Você pode apagar definitivamente, ou recuperar arquivos dentro da Lixeira do Fotos
Você pode apagar definitivamente, ou recuperar arquivos dentro da Lixeira do Fotos.

4. Por fim, caso queira deletar ou recuperar algum desses arquivos, basta selecioná-los, e depois apertar na opção "Apagar" ou "Recuperar".

Notas

Outro app importante do iPhone, e que conta com uma Lixeira, é o Notas. Entretanto, é preciso lembrar que ela só é exibida quando há pelo menos um arquivo excluído. Veja como encontrá-la:

1. Abra o app Notas no seu iPhone;

2. Na tela principal do Notas, aperte na opção "Apagadas";

Procure pela
Procure pela pasta "Apagadas".

3. Uma vez lá, você encontra todas as anotações que foram apagadas.

4. Caso queria recuperar ou apagar definitivamente alguma delas, primeiro aperte na opção "Editar", que fica na parte superior da tela, no lado direito;

asd
É preciso apertar na opção "Editar" antes de apagar ou recuperar uma anotação.

4. Em seguida, para recuperar uma ou mais notas, aperte na opção "Mover Todas". Já para excluir definitivamente, aperte em "Apagar Tudo";

Escolha uma das duas opções para apagar ou recuperar um arquivo
Escolha uma das duas opções para apagar ou recuperar um arquivo.

Arquivos

Por fim, o app Arquivos funciona como uma espécie de pasta para armazenar todos os tipos de arquivos na nuvem. E assim como os outros, ele também conta com uma Lixeira exclusiva. Veja onde encontrá-la:

1. Abra o aplicativo Arquivos no seu iPhone;

2. Na tela principal, aperte em "Apagados";

Aperte na pasta
Aperte na pasta "Apagados".

3. Uma vez lá, você encontrará todos os arquivos deletados, e que sumirão definitivamente depois de 29 dias;

4. Caso queira recuperar ou apagar de vez algum deles, primeiro aperte no ícone com três pontinhos que fica na parte superior da tela, à direita, como mostra a imagem abaixo;

O ícone com o três pontinhos fica na parte superior da tela
O ícone com o três pontinhos fica na parte superior da tela

5. Em seguida, aperte em "Selecionar";

Aperte na primeira opção,
Aperte na primeira opção, "Selecionar".

6. Agora aperte em todos os arquivos que deseja manipular;

7. Por fim, aperte em "Recuperar" para restaurar os arquivos, ou "Apagar" para excluí-los definitivamente.

Escolha uma das opções disponíveis
Escolha uma das opções disponíveis.

Gostou do conteúdo? Republique em suas redes sociais e deixe seus seguidores por dentro desse tutorial. Até a próxima!

Fonte: Tecmundo.

Apple estuda eletromiografia para controlar o iPhone e o Mac “sem usar as mãos”

 A Apple tem desde há vários anos tecnologia no Apple Watch que permite ações e comandos sem usar as mãos, propriamente ditas. Isto é, com a leitura da atividade elétrica das membranas excitáveis das células musculares esqueléticas do nosso corpo, podemos controlar o dispositivo e executar funções. A empresa de Cupertino está a levar esta investigação a outros patamares.

O que é a eletromiografia?

A Eletromiografia (EMG) é uma técnica de monitorização da atividade elétrica das membranas excitáveis das células musculares esqueléticas, representando os potenciais de ação deflagrados por meio da leitura da tensão elétrica ao longo do tempo.

Por outras palavras, esta técnica permite o registo de sinais elétricos. Estes acontecem quando os músculos estão em repouso ou em contração, sendo assim captados e registados. Na medicina esta avaliação tem como finalidade detetar doenças neuromusculares.

Patente: Apple quer ir mais longe no estudo da EMG

Uma nova patente revelou que a Apple está a aprofundar a investigação da eletromiografia. Esta tecnologia poderia ser implantada numa pulseira para permitir aos utilizadores interagir com dispositivos ligados sem sequer tocar no ecrã.

A Apple patenteou recentemente novos tipos de pulseiras que podem detetar gestos avançados das mãos utilizando a eletromiografia (EMG).

Estes dispositivos utilizam sensores para captar os sinais elétricos gerados pelos músculos durante os movimentos das mãos ou dos dedos.

Esta tecnologia poderá permitir controlar vários dispositivos eletrónicos (como um iPhone ou um Mac) sem lhes tocar diretamente, simplesmente através de gestos.

A patente descreve várias conceções para estas pulseiras, incluindo modelos leves e ajustáveis e modelos integrados em relógios conectados, como o Apple Watch.

As aplicações vão desde a navegação intuitiva na interface até ao suporte de ambientes de realidade aumentada ou virtual (AR/VR), como o Apple Vision Pro.

Controlar dispositivos Apple apenas com atividade elétrica

A patente da Apple descreve várias aplicações específicas para pulseiras conectadas baseadas em EMG:

  1. Interações precisas por gestos: os gestos dos dedos ou das mãos podem ser utilizados para manipular objetos virtuais, selecionar opções de um menu ou mesmo escrever num teclado virtual. Isto poderia revolucionar os comandos em ambientes AR/VR.
  2. Controlo sem toque: o objetivo é permitir interações naturais e intuitivas com dispositivos, eliminando a necessidade de tocar num ecrã ou teclado. As pulseiras poderão mesmo reconhecer gestos complexos ou personalizados para diferentes utilizadores.
  3. Design modular: a Apple está a considerar pulseiras que se integrem noutros produtos, como o Apple Watch, ou modelos autónomos que possam ser ajustados de acordo com a utilização ou o conforto do utilizador.
  4. Adaptação médica e desportiva: estas pulseiras poderão também ser utilizadas para monitorizar a atividade muscular em contextos médicos ou desportivos, por exemplo para analisar o desempenho ou detetar perturbações neuromusculares.

A tecnologia é semelhante à que já é utilizada em pequena escala no Apple Watch e no Vision Pro.

Apertar dois dedos ou fechar um punho, por exemplo, pode fazer com que o relógio ligado reaja sem tocar no ecrã.

O mesmo se aplica aos óculos AR/VR, em que se pode apertar o polegar e o indicador para agarrar e alargar uma janela.

A Meta revelou recentemente uma pulseira EMG para controlar os futuros óculos Orion AR e potencialmente outros dispositivos com gestos das mãos. Embora o sistema seja promissor, a Meta afirmou que nunca irá substituir completamente os comandos do Quest, por exemplo.

A pulseira EMG ainda está longe de ser uma tecnologia madura. Não esqueçamos que se trata apenas de uma patente.

As tecnologias mencionadas e esboçadas podem nunca ver a luz do dia. No entanto, confirma que a Apple ainda tem ideias em carteira para melhorar a interação com os seus vários dispositivos.

Fonte: Pplware.

26 de nov. de 2024

Cade determina que Apple deve permitir pagamentos por fora da App Store no Brasil


 A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) determinou na segunda-feira (26) que a Apple flexibilize as políticas de pagamentos em aplicativos disponíveis na App Store. A empresa está sendo investigada por supostas práticas antitruste e venda casada.

Essa medida é resultado de uma denúncia feita pelo Mercado Livre em 2022, acusando a gigante de Cupertino de impor restrições à distribuição de produtos digitais e compras em apps. Conforme a reclamação, a dona do iPhone impede os desenvolvedores de redirecionar os compradores para links externos.

A Apple também é investigada em outros países por práticas antitruste semelhantes às denunciadas no Brasil. (Imagem: Getty Images/Reprodução)
A Apple também é investigada em outros países por práticas antitruste semelhantes às denunciadas no Brasil. (Imagem: Getty Images/Reprodução)

Dessa forma, os responsáveis pelos apps são obrigados a usar o sistema de pagamento fornecido pela própria Apple. Isso vale para compras de apps, jogos, itens em jogos, filmes e livros, entre outros produtos e serviços, bem como para assinaturas, criando uma grande dependência do ecossistema da gigante da tecnologia.

Segundo a denúncia da varejista, tal mecanismo reduz a concorrência e aumenta os custos dos desenvolvedores, uma vez que a Apple cobra taxas de até 30% sobre cada transação realizada na loja oficial de apps. Por causa dessa prática, a companhia também vem sendo investigada por órgãos antitruste de outros países.

Prazo e multa por descumprimento

De acordo com a decisão do Cade, a Apple terá que permitir aos desenvolvedores a adição de ferramentas para que os usuários realizem compras de produtos e/ou serviços fora da App Store. Para tanto, eles poderão usar links redirecionando os clientes para sites externos, por exemplo.

Além disso, a big tech deverá liberar a oferta de outras opções de pagamentos dentro dos aplicativos, em vez de disponibilizar apenas o seu próprio método de recebimento. Ela terá um prazo de 20 dias para cumprir as medidas, podendo ser multada em R$ 250 mil por dia se não seguir as determinações.

“A ação visa proteger o bem-estar coletivo, o interesse público e a livre concorrência no mercado e tem previsão na legislação. Essa medida pode ser adotada quando houver indício ou fundado receio de que empresas investigadas, direta ou indiretamente, causem ou possam causar ao mercado lesão irreparável ou de difícil reparação, ou torne ineficaz o resultado do processo”, explicou o órgão.

Por enquanto, a Apple não se manifestou a respeito do caso.

Fonte: Tecmundo.