A febre das criptomoedas parece estar a ganhar um novo fôlego nos últimos meses. Com valores cada vez mais elevados, os investidores recuperam o interesse no mercado e a postar novamente nestas moedas virtuais.
Infelizmente, tal como acontece noutras áreas, os criminosos voltam a tentar enganar os utilizadores nestas alturas. O mais recente golpe roubou 1,6 milhões dólares, tudo numa simples app para o iOS que nem deveria estar na App Store.
App do iOS roubava bitcoins
Foi o utilizador Phillipe Christodoulou que deu o alerta para este novo esquema que visa os utilizadores o iPhone. Foi através da app Trezor que esta vítima viu desaparecer da sua conta 17,1 BTC, o que equivale a mais de 600 mil dólares.
Esta seria supostamente uma app criada pela conhecida fabricante de carteiras de hardware para criptomoedas. A verdade é que é apenas uma app falsa, que a Apple terá aprovado para a sua loja, ponto que Christodoulou usa agora para exigir atenção maior da fabricante do iPhone.
Problema que não é só da Apple
Este, na verdade, não é um ponto recente e já algum tempo que a Trezor vem a alertar os seus utilizadores. A empresa não tem nenhuma app disponível para dispositivos móveis e os utilizadores devem ser cautelosos nas apps que usam.
Neste caso, reportado por Christodoulou, a ideia era apenas verificar o saldo da sua carteira digital. A colocar os dados de acesso na app, os seus bitcoins foram imediatamente transferidos para outra carteira, perdendo assim o controlo.
Vítima culpa a Apple pelo sucedido
Curiosamente, esta vítima parece estar mais zangada com a Apple do que com os atacantes que lhe roubaram os bitcoins. Não entende como foi possível à loja que é considerada uma das mais seguras ter aprovado uma app destas, com código que roubava os utilizadores.
Infelizmente, e do que é reportado, este não foi o único visado neste ataque realizado pela app do iOS. Outros utilizadores caíram no mesmo esquema e terão perdido mais de 1,6 milhões de dólares em bitcoins.
A Apple acaba de revelar que está a trabalhar num parque fotovoltaico em Monterrey que terá um sistema de armazenamento de energia solar associado de até 240 MW. A finalidade do projeto é alimentar a sede corporativa da marca Apple em Cupertino, na Califórnia.
Segundo a mesma, esta nova estrutura estará associada a um dos maiores sistemas de armazenamento de energia dos Estados Unidos da América. Para tornar este projeto uma realidade, a empresa de Cupertino estabeleceu uma parceria com a Tesla, que possui uma vasta experiência neste campo.
A Apple está a investir diretamente em projetos de energia renovável para cobrir uma parte das emissões, bem como num grande projeto de armazenamento de energia na Califórnia para testar novas soluções para a infraestrutura renovável.
De acordo com Lisa Jackson, vice-presidente do Meio Ambiente, Política e Iniciativas Sociais da Apple, a gigante norte-americana está “firmemente comprometida em ajudar os nossos fornecedores a tornarem-se neutros em carbono até 2030. Estamos muito satisfeitos, uma vez que as empresas que se juntaram a nós abrangem diversos setores. E países ao redor do mundo, incluindo Alemanha, China, Estados Unidos, Índia e França”.
Armazenamento de energia e progresso em 2030
A Apple está a construir um dos maiores projetos de bateria do país, o California Flats. Uma iniciativa de armazenamento de energia, em escala, que será capaz de armazenar 240 megawatts-hora de energia, o suficiente para abastecer mais de 7.000 residências por um dia.
Este projeto apoia o parque solar de 130 megawatts da empresa, que fornece toda a sua energia renovável na Califórnia. Dessa forma, armazena o excesso de energia gerada durante o dia e implantando-a quando é mais necessária.
Apple Park, em Cupertino, Califórnia.
Apple a investir em soluções
A Apple acredita que as baterias ajudam a estabilizar a rede já que “o desafio com energia limpa, solar e eólica é, por definição, intermitente”.
Se conseguirmos e mostrarmos que funciona para nós, isso eliminará as preocupações com a intermitência e ajudará a rede em termos de estabilização. É algo que pode ser imitado ou construído por outras empresas. As energias eólica e solar fornecem a nova fonte de eletricidade com melhor custo-benefício para muitas partes do mundo. Contudo, a natureza intermitente dessas tecnologias tem apresentado um obstáculo à adoção generalizada. Uma solução para isto é o armazenamento de energia, que pode reter a energia gerada até que seja necessária.
Disse Jackson.
A Apple está a investir em armazenamento em escala de serviço público na Califórnia. A par disso, investiga novas tecnologias de reserva de energia, incluindo recursos de armazenamento distribuído no Vale de Santa Clara e em toda a micro-rede do Apple Park.
50 milhões de Dólares em baterias
A solução da Tesla para o armazenamento desse tipo de instalações passa pelo conhecido Megapack. Este que é um produto de acúmulo em grande escala de energia que é usado para projetos. O preço estimado de mercado varia entre 200 e 300 dólares por kWh por Megapack.
Embora o valor final do negócio não tenha sido divulgado pelas partes, o preço pelo qual a Tesla poderá vir a vender o seu sistema à Apple ronda os 50 milhões de dólares.
A pandemia mudou definitivamente a nossa vida e, naturalmente, de tudo o que nos rodeia. Os dispositivos que usamos, os seus sistemas, o software e serviços viram-se obrigados a adaptar a oferta de informação à realidade. Se antes os índices de poluição eram uma indicação pertinente, hoje a COVID-19 monopolizou tudo. Nesse sentido, a Apple inclui agora no serviço Maps um novo recurso.
Se abrirmos um mapa e procurarmos a localização de um aeroporto, iremos receber o aviso das medidas para evitar a disseminação do COVID-19. Existem já mais de 300 aeroportos em todo o mundo com a informação atualizada.
Aeroportos dão informação nos mapas de medidas COVID-19
A partir de agora, quem viaja com iPhone, iPad ou Mac pode ter acesso informações sobre requisitos de saúde. Isso inclui o uso de máscaras, teste de antigénio ou PCR e diretrizes de quarentena. O objetivo é tentar facilitar e simplificar o processo de viagem à medida que mais países abrem as suas fronteiras enquanto as fases de vacinação continuam.
Os dados usados pelo Apple Maps são fornecidos pelo Airports Council International. Para ter acesso às informações, o utilizador deve pesquisar um aeroporto na aplicação e os requisitos e recomendações aparecerão na janela.
Há algumas semanas, a Apple adicionou aos seus mapas os lugares onde as pessoas podem ir para se vacinar nos Estados Unidos. Apesar estar limitado ao país, o recurso pode ser usado numa pesquisa por texto, através da Siri ou com base na localização atual.
Além disso, desde o ano passado, os mapas também oferecem informações atualizadas sobre os aumentos ou diminuições na mobilidade geral das pessoas após as medidas de confinamento, segmentadas por regiões e municípios.
Este serviço de mapas, assim como outros de outras empresas, passam a ter uma ação mais pertinente, junto do utilizador, para que as medidas contra a COVID-19 sejam eficazes e usadas por todos.
A Apple lançou ontem o iOS 14.5 beta 6 e deu mais alguns passos a caminho da versão final. Contudo, a empresa parece estar bastante ativa na inclusão de novidades que aparecerão disponíveis nos vários dispositivos. Na verdade, além de tudo o que será para todos os iPhones habilitados, a Apple incluiu na gama de iPhones 11 uma importante ferramenta para a bateria.
Além desta novidade, a beta 6 trouxe uma nova abordagem na escolha da voz da Siri e mais umas afinações no recurso do desbloqueio com máscara.
O que há de novo no iOS 14.5 beta 6?
No caminho da versão final, que se espera ser lançada este mês, a Apple voltou a incluir novidades e afinou outras ferramentas que já havia apresentado.
À medida que nos aproximamos cada vez mais do iOS 14.5 RC, a Apple não parou de adicionar recursos novos e notáveis ao que pode ser o lançamento final significativo no ciclo de vida do iOS 14.
Duas novas vozes com sotaque Siri Americano
No iOS 14.5 beta 6, a Siri recebe uma atualização. Não, não é o idioma português de Portugal, infelizmente, é apenas a disponibilidade de mais duas novas vozes Siri americanas – uma masculina e outra feminina.
Nas versões anteriores do iOS, havia apenas duas vozes disponíveis para o sotaque americano. Estas vozes atualizadas não chegaram apenas aos iPhones com iOS 14.5 beta, mas também chegaram ao iPad, Apple Watch e até mesmo às versões betas do HomePod.
Durante a configuração inicial do iOS, os utilizadores são solicitados a escolher uma voz preferida para a Siri. Para aqueles que estão a fazer uma atualização OTA para iOS 14.5 beta 6, este recurso pode ser encontrado em Definições -> Siri e Pesquisa -> Voz de Siri.
A secção Variedade (identificada como Sotaque nas versões anteriores do iOS) exibirá os vários sotaques disponíveis para o idioma para o qual o utilizador configurou a Siri, enquanto o título de Voz permite escolher entre as vozes disponíveis dentro deste idioma / variedade.
Assim como antes, a escolha de uma nova voz fará o download da nova voz a pedido, direto do menu de preferências Siri e Voz.
Ferramenta de recalibrar a bateria
Outra novidade no iOS 14.5 beta 6 é uma atualização das configurações de Bateria do iPhone. A atualização traz uma nova ferramenta de recalibrar a bateria para os utilizadores do iPhone.
Contudo, para já, este conjunto de ferramentas atualizado está disponível apenas para utilizadores do iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max. No entanto, poderá fazer sentido que este kit possa ser estendido a mais unidades.
A nova ferramenta faz exatamente o que diz, permitindo aos utilizadores recalibrar a bateria interna do iPhone quando o desempenho não está a atender às expectativas.
A Apple até criou um novo artigo de suporte no seu site. Assim, quando o desempenho da bateria não é a esperada, a ferramenta irá detetar e, como diz no documento da Apple, poderá ser necessário substituir gratuitamente a mesma, se o processo de recalibrar não resolver.
Segundo o que é dito pela Apple, esta ferramenta de calibração de bateria aborda duas áreas principais: relatórios para capacidade máxima da bateria e capacidade de desempenho de pico.
Ao abordar estas áreas, a Apple espera resolver estimativas imprecisas da saúde da bateria que afetam alguns utilizadores (um conjunto de pessoas que tem hábitos de utilização do iPhone onde esta informação será mais relevante).
Embora a Apple observe que o relatório impreciso da bateria não reflete necessariamente um problema com a saúde real da bateria, o bug pode levar a um comportamento inesperado de drenagem da bateria ou, num número menor de casos, redução da capacidade de desempenho máximo.
Portanto, esta será, eventualmente, uma ferramenta que a Apple poderá expandir a todos os iPhone. Vamos esperar para perceber quantas mais versões beta irão sair ou se a próxima será já a RC.
Mais versões beta 6
Como tem sido normal, a Apple, com este lançamento para iOS, lançou também o macOS Big Sur 11.3 beta 6, iPadOS 14.5 beta, tvOS 14.5 beta 6 e watch OS 7.4 beta 6.
Conforme já referimos em cima, esta poderá ser a última versão do iOS 14. Com a data já marcada da WWDC 2021, a Apple irá apresentar o iOS 15 que sairá no outono, com o iPhone 13.
Gerir um iPhone ou iPad com plena liberdade continua a ser uma ilusão, pelo menos recorrendo às ferramentas oferecidas oficialmente pela Apple. Por essa razão, para muitos utilizadores é necessário ir um pouco mais além, e ferramentas como o DearMob iPhone Manager são imprescindíveis.
Quer seja conteúdo do iPhone antigo, quer seja conteúdo existente no computador, o DearMob iPhone Manager permite que faça uma migração seletiva dos conteúdos.
No sistema operativo móvel da Apple, o iOS, a funcionalidade de migração é uma das que estão bastante limitadas, onde o iTunes não permite selecionar os conteúdos que pretende migrar a partir de um backup. Não apenas esta restrição, mas também outras, fazem com que uma ferramenta de gestão do iDevice seja imprescindível para quem sabe exatamente o que quer.
Que problemas pode resolver com o software DearMob iPhone Manager?
As tarefas de backup e restauro são essenciais para conseguir fazer uma migração. Atualmente, o iOS suporta uma migração direta com a cópia integral dos conteúdos entre iPhones. No entanto, essa poderá não ser uma ação desejada, até porque não tem a possibilidade de migrar apenas o que pretende.
Há vários procedimentos que podem parecer triviais, mas que não são suportados pelas ferramentas oficiais.
Backup e restauro
Com o software DearMob iPhone Manager pode criar backups do iPhone ou iPad de forma completa, seletiva ou incremental, sem ter as restrições do iTunes ou iCloud. Para o fazer também não é necessário Apple ID e tudo é feito sem risco de apagar dados.
Depois é claro que pode restaurar o backup em qualquer altura, diretamente a partir do computador com Windows ou MacOS.
E para que tudo seja seguro, pode encriptar o backup com a palavra-passe do seu dispositivo, que está então gravada no iPhone ou iPad.
Transferência de dados
Com este software, pode transferir tudo de iPhone para iPhone. No processo de migração vai querer manter as suas apps com os respetivos dados, sem que tenha de voltar a configurá-las. Assim, poderá migrar as apps e respetivos dados de aplicação, os seus contactos, as mensagens e outros conteúdos.
Também o controlo do conteúdo multimédia não foi deixado de fora. Não precisa de ter todos os vídeos e fotos a ocupar a memória do seu dispositivo, mas há alguns que poderá querer não abdicar de ver offline. Assim, de forma seletiva e em lotes, poderá exportar ou importar vídeos e áudio de todos os formatos.
E é claro, isso inclui o conteúdo multimédia que não é suportado pela Apple, sendo agora possível fazer a transferência entre o iDevice e o computador. Para acelerar este processo, uma vez que todo o conteúdo tem de ser recodificado, o DearMob iPhone Manager utiliza aceleração por GPU.
Mas há mais ferramentas…
A par com as funcionalidades já referidas, também pode contar com ferramentas para tarefas como:
Converter automaticamente os formatos não suportados pelo iOS, como MKV/FLV para MP4, WMV/FLAC para MP3, entre outros
Comprimir automaticamente vídeos de grandes dimensões e reajustar a orientação
Gerir a biblioteca de música: adicionar, eliminar e editar músicas e listas de reprodução e criar toques de chamada
Utilizar o iPhone como uma drive de armazenamento USB, criar um som de toque, proteger os dados com palavra-passe, converter ebooks, etc
Converter imagens HEIC para JPG
Resumindo, o DearMob iPhone Manager é uma solução “tudo-em-1” na substituição do iTunes, permitindo assim gerir o seu iPhone a partir do PC ou do Mac. E claro, tudo isso sem descartar a gestão de conteúdo como fotos, vídeos, música, livros digitais e backups.
Novidades na nova versão
Na versão mais recente do DearMob iPhone Manager, foram adicionadas algumas funcionalidades interessantes, como o formato de imagem ProRaw da Apple, onde agora é possível exportar no formato ProRaw na qualidade original.
Também o processador Apple Silicon M1, existente na nova família de Macs, é agora totalmente suportado pelo DearMob iPhone Manager, estando por isso garantida a sua compatibilidade e performance.
Estas novidades estão sempre disponíveis para os detentores da versão vitalícia, que podem atualizar sem custos adicionais assim que surja uma nova versão.
Adicionalmente, pode sempre contar com:
Solução de backup e restauro completa e seletiva para o iPhone
Transferência de ficheiros entre Mac/PC e iPhone
Sincronização seletiva entre múltiplos iPhones e Mac/PC
Gerir manualmente todos os dados do iPhone incluindo as in-app purchases
Desbloquear proteção DRM de filmes, músicas e livros áudio
Desconto de Páscoa: DearMob iPhone Manager a menos de metade do preço
Em época de Páscoa, a DearMob oferece o folar e coloca um desconto de 60% na aquisição do DearMob iPhone Manager.
Além de se tratar de uma licença vitalícia e com atualizações e suporte incluídos, pode ser utilizada em 2 computadores, seja com Windows ou com Mac.