6 de jul. de 2021

HomePod beta 15 supostamente estará a causar problemas de super aquecimento

 Para quem tem o HomePod original e está com a versão beta do iOS 15, deverá ter atenção à coluna. Segundo informações, há utilizadores que depois de atualizarem o HomePod Software 15.0 começaram a ter problemas de super aquecimentos significativos. Há ainda casos mais graves, que podem levar mesmo a um dano permanente no dispositivo.

Apesar de não haver ainda uma certeza que acontece a todos, porque são apenas alguns casos reportados, é importante estar atento, se for o seu caso de ter já a nova versão beta.

HomePod com Software 15 beta aquece demais



De acordo com várias publicações recente no Reddit, o HomePod Software versão 15.0 beta está a causar situações de super aquecimento. Nalguns casos, o problema é significativo o suficiente para causar o desligar da coluna e pode mesmo chegar a danificar placa lógica.

Aconselho a desligar qualquer um dos seus HomePods que estejam quentes na parte superior, levando a uma falha na motherboard ou problemas no sistema de áudio OS 15, em que a Siri não consegue pausar a música quando está a reproduzir, tocar na parte superior apenas irá ignorá-la.

Escreveu o autor da publicação original.



Problema que não dá para corrigir com downgrade

Os utilizadores que instalaram a última versão e estão a ser afetados com o problema, têm mesmo de desligar a coluna da energia. Isto porque, segundo um dos visados, não é possível fazer downgrade da versão instalada.

Possivelmente poderão fazer um reset de fábrica, mas voltarão para a versão 14.6, que é a atual.



Estas versões beta, que por vezes trazem novidades mais profundas, têm de ser encaradas com algum grau de risco. Apesar de não ser um risco de dano do equipamento previsto, há situações que podem levar os dispositivos a limites que não seria suposto.

Quer o HomePod, quer o HomePod mini, irão também sofrer alterações com a nova verão do Software 15 que a empresa de Cupertino lançará no próximo outono.

Fonte: Pplware.

Apple frustrou tentativa chinesa de contornar a tecnologia App Tracking Transparency

Apesar de se sentir uma acalmaria no que toca à controversa tecnologia da Apple App Tracking Transparency, que veio travar o seguimento das empresas às ações dos utilizadores nas aplicações, não será sinónimo de aceitação e conformação. Bem pelo contrário. Esta “bonança” poderá querer dizer algo. Segundo informações, a Apple frustrou a tentativa de um grupo de empresas chinesas para conseguir contornar a nova política de privacidade da empresa de Cupertino.

Neste esquema estavam envolvidas grandes empresas, gigantes do mundo da internet e publicidade.

Imagem App Tracking Transparency versus CAID

 

Chineses queriam contornar o App Tracking Transparency da Apple

Com a chegada do iOS 14.5 a Apple colocou nas mãos dos utilizadores a possibilidade de decidirem se deixam ou não as empresas, que desenvolvem as apps, seguirem as suas ações dentro do iOS e iPadOS. Em grosso modo, a resposta foi um tremendo não. Ou melhor, segundo os dados mais recentes, apenas 4% dos utilizadores disseram sim ao pedido de seguimento.

Como o ecossistema da Apple tem uma App Store que gera milhões, conforme vimos que nos primeiros 6 meses deste ano já faturou 41,5 mil milhões de dólares, os dados dos utilizadores são valiosos para a publicidade. Como tal, há empresas que estão a tentar “contornar” o sistema imposto pela Apple.

Segundo o Financial Times, o grupo de empresas de tecnologia, que inclui a Baidu, a Tencent e a empresa-mãe da TikTok, a ByteDance, supostamente trabalharam com algumas empresas de Pequim para encontrar uma nova maneira de contornar as novas medidas de privacidade da Apple.

No entanto, a Apple bloqueou as atualizações de várias aplicações que incluíam a solução alternativa, chamada de Chinese Advertising ID (CAID). Ao fazer isso, aplicou as suas regras de uma forma que pode ter surpreendido as empresas em questão.

O recurso App Tracking Transparency da Apple, introduzido no iOS 14.5, requer que os programadores obtenham permissão dos utilizadores antes de os seguir em sites e outras aplicações. O CAID foi considerado uma solução alternativa para esta “repressão”.

Em março, a Apple disse que aplicaria vigorosamente as suas novas regras. Contudo, alguns esperavam que a Apple fechasse os olhos a alguns abusos em lugares como a China. O FT observou em março que:

Três pessoas com conhecimento de briefings entre a Apple e desenvolvedores… disseram que a empresa sediada em Cupertino, Califórnia, seria cautelosa em tomar medidas enérgicas, apesar de uma violação clara das suas regras declaradas, se o CAID tiver o apoio dos gigantes da tecnologia da China, bem como das suas agências governamentais. Rich Bishop, executivo-chefe da AppInChina, uma editora líder de software internacional na China, sugeriu que a Apple poderia ‘abrir uma exceção para a China’ porque as empresas de tecnologia e o governo estão ‘muito estreitamente alinhados’.

 

Apple parece não querer dobrar-se perante a China

As informações parecem mostrar que afinal a Apple não dará nenhuma exceção. A empresa rejeitou o CAID, sob o risco de perturbar Pequim. Isso apesar do facto de que a Apple já teve de se prostrar diante da China em várias ocasiões anteriores, obedecendo às leis locais.

O Financial Times observa que “a Apple deixou clara a sua posição logo em seguida, bloqueando atualizações de várias aplicações chinesas que havia captado a usar o CAID nas suas atualizações de software da App Store. Várias pessoas na China e em Hong Kong disseram que, após a retaliação da Apple, o CAID perdeu o apoio e todo o projeto não conseguiu ganhar força”.

O ecossistema de aplicações chinesas estava coletivamente a atrair o touro com o CAID, sob a teoria de que a Apple não poderia banir todas as principais aplicações do mercado. A Apple desfez o bluff e parece ter reafirmado o controlo sobre a situação ao bater agressivamente com os nós dos dedos nos primeiros utilizadores, antes que o consórcio ganhasse um impulso real.

Disse Alex Bauer, chefe de marketing de produto do grupo adtech Branch, ao FT.

Fonte: Pplware. 

5 de jul. de 2021

iPhone 13 terá bobinas de carregamento sem fio maiores para carregamento reverso?

 Este já não é um rumor novo. Aliás, em 2019 vaticinou-se que o iPhone 11 poderia trazer carregamento sem fio reverso, visto que a tecnologia existia no hardware, mas a Apple não a ativara. Agora, um novo rumor vem dizer que o iPhone 13 poderá trazer umas bobinas maiores.

Esta suposta novidade, no aumento das bobinas, poderá abrir a porta ao carregamento reverso no próximo iPhone.

Ilustração iPhone 13 com carregamento sem fio reverso

iPhone 13 poderá trazer bobinas maiores

Segundo um novo rumor, a Apple planeia incluir uma bobina de carregamento sem fio “um pouco maior” na linha do iPhone 13 deste ano.

Este incremento poderá trazer várias vantagens. Uma delas é permitir uma gestão melhorada da dissipação do calor, outra é aumentar a potência de carregamento e, por fim, poderá abrir caminho ao carregamento sem fio reverso.

O rumor partiu de um leaker, Weinbach, que já havia relatado anteriormente que o iPhone 2021 iria ter ímanes MagSafe mais fortes, o que, segundo o rumor de agora, reitera e que pode ser a razão por trás do aumento do tamanho da bobina.

Este aproveitamento que poderá resultar destas bobinas maiores, o tal carregamento reverso sem fio, ajudará a manter os AirPods carregados, por exemplo.

 

Será que a Apple quer o carregamento sem fio reverso?

Conforme demos a saber, já no passado mês de outubro, Mark Gurman, da Bloomberg, afirmou que o iPhone 12 tinha este recurso escondido. Disse meses mais tarde, que apesar de existir o hardware, a Apple não iria ativar a funcionalidade. A razão é simples.

Todos os modelos do iPhone 12 têm a capacidade de permitir o carregamento sem fio reverso. Contudo, este recurso drena significativamente a bateria de um dispositivo. Portanto, a Apple pode julgar que o recurso faria mais sentido num iPad Pro, graças à sua bateria maior, em comparação com um ‌iPhone‌.

Com a melhoria das baterias, com o iOS a consumir menos recursos e o hardware a requerer menos energia, quem sabe se não sairá em breve um iPhone que possa carregar quer os AirPods, quer o Apple Watch.

Fonte: Pplware.

Rede Wi-Fi é capaz de deixar o iPhone sem Internet e comprometer os seus dados

 Há bugs estranhos que afetam os equipamentos e que nem sempre são simples de encontrar numa utilização norma. A Apple e o iPhone têm a sua quota-parte destas situações, afetar diferentes partes deste smartphone, desde o hardware até ao próprio iOS.

Uma nova questão surgiu agora, associada novamente ao Wi-Fi e às redes a que o iPhone se liga. Há uma nova rede identificada que se for anunciada pode bloquear o iPhone e torná-lo incapaz de ser usado.

iPhone Wi-Fi Apple iOS problema

Foi há poucas semanas que o investigador de segurança Carl Schou revelou que uma simples rede Wi-Fi poderia bloquear qualquer iPhone. Esta nem precisa que o smartphone se ligue a ela, bastando que seja anunciada no espaço onde este está presente.

Uma nova rede Wi-Fi com problemas para o iPhone

Agora, e na continuação das suas investigações, surgiu mais um nome de rede (SSID) que pode bloquear o iPhone. Desta vez, o nome da rede é ligeiramente diferente, mantendo ainda assim algumas caraterísticas.

%secretclub%power

A análise do problema anterior do iPhone deverá trazer a razão para esta nova situação. A presença do caracter % é a causa, sendo este usado em diversas linguagens de programação para associar variáveis. Provavelmente o nome da rede é passado para o iOS sem ser normalizado, o que depois origina um buffer overflow.

Não basta limpar as redes do iOS

O problema desta vez parece ser muito maior, por duas razões. Se antes era simples de resolver com o repor as definições de rede, agora isso parece não resultar. Este cenário foi testado várias vezes, sem qualquer sucesso.

A solução para quem estiver nesta situação prece bem mais radical, com a necessidade de fazer uma reposição completa do iOS. Uma segunda forma de resolver o problema passa por alterar o nome das redes Wi-Fi de um backup recente do iPhone e fazer a sua reposição.

Apple deverá resolver o problema em breve

O segundo impacto é mesmo a forma com o problema pode ser imposto ao utilizador do iPhone e do iOS. Desta vez não prece ser necessário a ligação à rede Wi-Fi. Basta esta estar presente na proximidade do smartphone.

A Apple já foi alertada para esta nova situação e deverá muito em breve ter uma resposta para o problema. Mais uma vez deverá lançar uma atualização que resolve este problema e outros similares que venham a ser reportados nos nomes das redes Wi-Fi.

Fonte: Pplware.

Apple anuncia modelo de trabalho híbrido e preocupa funcionários


 Uma pesquisa informal realizada em junho por canal corporativo no Slack indica que funcionários e funcionárias da Apple temem pelo futuro profissional de colegas na big tech. O levantamento buscou entender as expectativas quanto à proposta de modelo de trabalho híbrido divulgada por e-mail na última quarta-feira (30), em que equipes, a partir de setembro, terão de atuar três dias presencialmente.

No total, de 1.749 pessoas, 90% declararam que flexibilidade é um aspecto muito importante de suas atuações, priorizando a ideia de se dedicarem a tarefas de casa por tempo indefinido. A aposta da companhia em um modelo híbrido desanimou muita gente, principalmente quem afirma que, sem autonomia nesta definição, prefere se desligar da companhia.

Falando especificamente desse ponto, 58,5% demonstraram preocupação em relação à partida de colaboradores e colaboradoras após a implementação da mudança, que não é pequena em uma corporação que desencorajava o distanciamento antes da pandemia. Conforme o estudo, 36,7% dos funcionários disseram que deixariam a companhia devido à ausência de flexibilidade.

Irritação generalizada

Em 14 de junho, representantes enviaram o estudo a Tim Cook, CEO da Maçã, e a Deirdre O’Brien, vice-presidente sênior de varejo e pessoas. O resultado foi acompanhado de um vídeo com depoimentos pessoais de 24 trabalhadores e trabalhadoras da gigante defendendo a importância de opções remotas.

Duas semanas depois, a Apple respondeu com outro vídeo, reforçando a crença de que "colaboração física é essencial para a cultura e o futuro a companhia." O movimento irritou até mesmo quem não deseja trabalhar de casa para sempre, pois a sensação foi de que executivos não deram ouvidos aos apelos.

Por fim, enquanto a empresa, que não respondeu a pedidos de comentários, incentiva a vacinação, não exige o uso de máscaras em escritórios, afirmando que se trata de uma decisão pessoal.

Fonte: Tecmundo.



A Apple já em 2014 tinha planeado lançar um Apple Watch em cerâmica

 Estes protótipos que vão aparecendo mostram como nem sempre a Apple lança tudo o que tem já testado. Conforme sabemos, o Apple Watch original foi anunciado em setembro de 2014 e chegou ao mercado alguns meses depois, em abril de 2015. A primeira geração estava disponível em alumínio, aço inoxidável e ouro 18k, mas parece que a Apple já tinha outros materiais testados.

Um novo protótipo do Apple Watch mostra que a empresa estava realmente a considerar um modelo de cerâmica para o seu primeiro smartwatch.

Imagem protótipo Apple Watch Original em cerâmica

Apple Watch de 2014 já tinha versão em cerâmica

Estas imagens dos dispositivos em modo protótipo que não saíram na altura que foram idealizados mostram-nos que a Apple quando lança um produto já o tem em estudo há vários anos. Por exemplo, este Apple Watch em cerâmica só chegou ao mercado na Series 2 em 2016.

Também já se falou que a Apple teria no Apple Watch original um sensor de temperatura da pele, mas possivelmente só no Apple Watch Series 7 o lançará.

Voltando ao smartwatch da empresa original, as imagens deste protótipo foram partilhadas por @DongleBookPro, um utilizador do Twitter conhecido pelos seus muitos produtos da Apple. Como podemos ver, este Apple Watch de cerâmica parece-se muito com a versão que saiu anos depois. No entanto, estas são, na verdade, as primeiras unidades produzidas em 2014.

Tal como outros protótipos do Apple Watch, a parte de trás deste modelo de cerâmica tem apenas marcações “Lorem Ipsum” sem o logotipo da Apple – algo que a empresa faz para evitar que novos produtos sejam identificados como dispositivos Apple antes do anúncio oficial.

Curiosamente, este dispositivo ainda funciona e parece ter o firmware oficial que a Apple lançou na versão em causa.

Imagem Apple Watch Series 5 em cerámica

 

Breve aparição e rápido desaparecimento da versão cerâmica

Deve-se destacar que a Apple já não vende o Apple Watch de cerâmica, pois o material foi descontinuado e já não apareceu na versão atual, a Series 6 do Apple Watch. Também é de referir que o Apple Watch Series 4 nunca teve um modelo de cerâmica.

Este é mais um protótipo que mostra o que a Apple poderá estar a preparar para lançar daqui a dois ou três modelos. Aliás, vimos recentemente que a empresa preparou um protótipo da série 3 com indícios de ligação a “braceletes inteligentes”.

Até ao momento são apenas rumores, mas este tipo de braceletes poderão aparecer já numa versão seguinte.

Fonte: Pplware.