9 de jan. de 2022

Quanto ganhou o CEO da Apple em 2021? Tim Cook arrecadou quase 99 milhões no último ano

 É inegável que Tim Cook tem feito um trabalho excecional na Apple. Os resultados trimestrais mostram um constante crescimento, o que se traduz em vendas valores de vendas até agora não eram esperados.

Claro que, e como recompensa do trabalho realizado, Tim Cook tem um ordenado e prémios ao mesmo nível. Assim, a pergunta de quanto ganhou o CEO da Apple é legítima. E esse valor foi agora conhecido e rondou os 99 milhões de dólares em 2021.

Tim Cook Apple CEO prémio salário

Afinal quanto recebeu o CEO da Apple?

2021 foi um ano que mesmo com vários problemas de produção, a Apple conseguiu manter os seus valores e até crescer. Foram vários os trimestres com novos máximos de vendas e de lucros, que se refletiram num ano único e num crescimento na posição no mercado.

Para compensar esta prestação, a Apple pagou de forma única ao seu CEO e à sua equipa. Os dados agora revelados, registados na SEC (Securities And Exchange Commission) revelam os valores pagos a Tim Cook, quer em ordenados, quer em diferentes prémios.

Prémio pela excelente prestação da empresa

Assim, o home forte da Apple recebeu um salário base de 3 milhões de dólares e foi-lhe atribuído um prémio em ações de 82.347.835 dólares. Este materializa-se em ações RSUs, que vão poder ser adquiridas ao longo do tempo e inclui 44,8 milhões em prémios de ações com base no desempenho e 37,5 milhões em prémios de ações com base no tempo.

O CEO da Apple Cook também tinha mais de 5 milhões de ações adquiridas em 2021, o que lhe rendeu um total de 754 milhões. Como foram concedidos em anos anteriores, estes 754 milhões não contam como parte do seu pacote de compensação de 2021.

Tim Cook recebeu muito mais que o seu salário

Além do salário de 3 milhões e 82 milhões em ações, Tim Cook recebeu também 12 milhões como compensação do plano de incentivo não patrimonial e 1.386.559 em "Outras" compensações. Estas incluem pagamento de férias de 23.077, 630.630 em despesas de segurança e 712.488 em viagens aéreas pessoais.

Em 2020, Cook ganhou um total de 14,8 milhões, sem contar os prémios de ações adquiridas durante aquele período. O património líquido de Tim Cook subiu para mais de mil milhões de dólares desde 2020 e pode em breve ultrapassar esse valor com base nos prémios de ações que recebeu recentemente.

Fonte: Pplware.

7 de jan. de 2022

iPhone SE (2022): Apple irá manter o design de 2017? Aparentemente, sim

 A Apple poderá lançar um novo iPhone SE este ano. Historicamente, trata-se de uma versão mais acessível dos smartphones da Apple, com uma estrutura semelhante a um modelo antigo, mas com o mais recente processador da marca, garantindo assim o melhor desempenho possível.

O modelo de 2020 foi lançado com a imagem do iPhone 8 lançado em 2017, muito longe daquilo que é a imagem atual dos smartphones do mercado em geral e ainda com Touch ID, mas ainda assim foi um sucesso de vendas. Para 2022, voltaremos a ter um regresso a 2017? Aparentemente, sim.

iPhone SE (2022): Apple irá manter o design de 2017? Aparentemente, sim

Em 2021, alguns rumores falavam de que o próximo iPhone SE teria um design mais moderno, em concreto, semelhante ao iPhone XR. No entanto, com o aproximar do possível lançamento, que deverá acontecer nesta primavera, as informações começam a ser ajustadas. 

iPhone SE (2020) - uma imagem antiga com desempenho de topo

Um leaker popular do mundo Apple avançou agora com a informação de que o tal modelo inspirado no iPhone XR ou 11, só será lançado em 2024. Para já, o novo iPhone SE não terá diferenças em relação ao modelo de 2020, pelo menos na sua imagem.

Evidentemente que, no que respeita ao hardware, o smartphone terá as mais recentes tecnologias, de forma a garantir o melhor desempenho.

Além do processador, que deverá ser o Apple A15 Bionic (5 nm), este smartphone já estará preparado para suportar ligações 5G. É provável que também o módulo fotográfico evolua para responder às capacidades de processamento de imagem.

Ter acesso a um smartphone Apple, com elevado desempenho, é o que muitos consumidores procuram. A preocupação com o design da máquina poderá ficar para segundo plano, ainda que o ter um Touch ID em pleno 2022 ao invés do Face ID não parece fazer muito sentido. Vamos aguardar por mais informações e pelo lançamento oficial desta suposta máquina.

Fonte Pplware.



iPhone 14 terá “o tal furinho” no ecrã, diz leaker

 O notch é incontornável no aspeto do iPhone atual. Alberga tecnologias importantes e nucleares para a estratégia da Apple no que toca à segurança dos seus equipamentos. Portanto, não basta os utilizadores pedirem muito para acontecer. O notch é fundamental. A não ser que a empresa de Cupertino consiga transportar todo um conjunto de tecnologias para "debaixo" do ecrã.

Apesar daquilo que é a realidade dos factos, os rumores sobre o que esperar do iPhone 14 e do iPhone 14 Pro ainda este ano começam a ganhar força.

Ilustração do iPhone 14 com notch por baixo do ecrã

iPhone 14: Ter notch ou não ter... eis a questão

Adensam-se os rumores em volta no novo iPhone que a Apple lançará este ano de 2022. Apesar de estarmos apenas a começar o ano, faltam apenas cerca de 8 meses para o iPhone 14 chegar ao conhecimento de todos.

Como tal, a Apple já o estará a preparar. Nesse sentido, os rumores apontam para algumas novidades que poderemos esperar no iPhone 14 e do iPhone 14 Pro. Com base em relatórios de fontes como Ming-Chi Kuo e Bloomberg, o confiável "leaker" DylanDKT diz agora que também pode corroborar que os modelos do iPhone 14 Pro apresentarão um novo design no que toca ao notch. Isto é, aparecerá um buraco, pequeno para a funcionalidade da tecnologia Face ID, entre outras.

Num tweet há algumas horas, DylanDKT escreveu que o hardware de identificação facial será colocado sob o ecrã do iPhone 14 Pro e do iPhone 14 Pro Max. Ele acrescentou, no entanto, que a “funcionalidade destes sensores não foi afetada negativamente pela alteração”.

Um leaker com cadastro... favorável

O DylanDKT provou no ano passado ser uma fonte confiável de fugas de informação da Apple. Conforme estamos lembrados, ele relatou com precisão detalhes sobre os MacBook Pro de 14 e 16 polegadas antes do seu lançamento, o iMac de 24 polegadas e muito mais.

Assim, no Twitter este "leaker" acrescentou que teve conhecimento do "furo" no iPhone 14 Pro e no iPhone 14 Pro Max e da sua dimensão. Segundo ele, este buraquinho terá um "formato de pílula". Isso aparentemente implicará que o recorte da câmara frontal seja mais oval do que um círculo.

A linha do iPhone 14 deve estar disponível em dois tamanhos de ecrã diferentes: 6,1 polegadas e 6,7 polegadas. Isso poderia vir na forma do iPhone 14 e do iPhone 14 Max, depois do iPhone 14 Pro e do iPhone 14 Pro Max. Enquanto os modelos Pro terão o novo design de perfuração, os outros modelos aparentemente manterão o notch.

famoso analista Ming-Chi Kuo disse também que o iPhone 14 Max, ou o nome que ele lhe chamou, custará menos de 900 dólares (cerca de 800 euros). Para efeito de comparação, o “Max” da linha atual do iPhone inclui apenas o iPhone 13 Pro Max de 6,7 polegadas, custa 1279 euros.

Fonte: Pplware.



5 de jan. de 2022

Óculos de Realidade Mista da Apple terão 3 ecrãs e só aparecerão no final de 2022

 Já se falou muito sobre rumores em volta dos hipotéticos óculos de realidade mista que a Apple estará a preparar. Este dispositivo poderá trazer um salto na utilização da Realidade Virtual e Realidade Aumentada. A empresa já por várias vezes deixou pistas sobre a aposta nestas tecnologias, mas nunca falou num "gadget" novo. Contudo, as várias "fugas de informação" parecem apontar para a apresentação deste produto no final de 2022.

Os mais recentes rumores referem que, ao contrário do que já existe, o produto da empresa de Cupertino terá 3 ecrãs, para uma experiência muito mais imersiva.

Ilustração dos óiculos de Realidade Aumentada da Apple

Apple Glass terá 3 ecrãs... mas não chegará tão cedo

Se todos os rumores estiverem corretos, 2022 é o ano em que a Apple finalmente apresentará o seu próprio produto de realidade mista. À medida que obtemos mais informação sobre o que a Apple estará a preparar, fabricamos uma imagem do que será viável em termos tecnológicos. A aliar a estas informações, o analista de tecnologia Ming-Chi Kuo baliza a possível data de lançamento.

Segundo Kuo, a Apple irá lançar o gadget no final de 2022. Contudo, este será um lançamento com unidades limitadas, tendo em conta a própria limitação de componentes.

Numa nota enviada aos investidores, Kuo menciona que o lançamento dos óculos AR/VR da Apple será “adiado para o final de 2022”. Segundo o analista, as entregas mais expressivas do produto não começarão antes do primeiro trimestre de 2023, sugerindo que o dispositivo chegará às lojas com apenas algumas unidades disponíveis para os clientes.

Conforme já havíamos referido anteriormente, numa informação partilhada pelo analista, a Apple já tinha partilhado internamente este atraso. Tal como Kuo, que já havia dito numa nota anterior que a Apple previa atrasos na produção dos "Apple Glass" para realidade mista. 

Segundo as previsões, espera-se que estes óculos tenham hardware e design mais avançados que os seus concorrentes.

 

Óculos de realidade mista terão 3 ecrãs em vez de dois

Um relatório recente previu que os óculos de AR/VR da Apple terão uma “configuração inovadora de três ecrãs”. Segundo a informação, a tecnologia da Apple irá combinar dois ecrãs Micro OLED e um painel AMOLED.

Outros rumores sugerem que o dispositivo será equipado com sensores avançados para deteção de ambiente e gestos, além de um poderoso chip.

Não devemos esquecer que a Apple eventualmente estará também a trabalhar numa tecnologia de condução óssea para melhorar a privacidade e não só. Neste gadget de realidade mista será um trunfo.

Fonte: Pplware.

Google paga à Apple para não lançar um motor de pesquisa? Processo em tribunal diz que sim

 Apesar de serem concorrentes diretas em várias áreas, a verdade é que a Google e a Apple são duas empresas que, muitas vezes, trabalham de forma muito próxima, com parceria de longos anos. Mas há agora um novo processo com acusações graves e até um pouco estranhas.

Uma ação coletiva anti-concorência foi apresentada, alegando que a Apple e a Google violaram as leis da concorrência nos Estados Unidos na forma como lidam entre si, incluindo os pagamentos que mantém a pesquisa da Google como padrão nos produtos da Apple.

Google Apple pesquisa tribunal processo

Há um novo processo em tribunal

nova reclamação apresentada em tribunal afirma que a Google e a Apple concordaram que a gigante de Cupertino desistiria de desenvolver o seu próprio motor de pesquisa para evitar a competição direta com a sua rival. Estes acordos teriam sido conseguidos em reuniões secretas entre executivos das empresas.

O processo também alega que houve um acordo secreto em que a Google iria dividir os seus lucros, resultantes das pesquisas, com a Apple. Como resultado, esta teria de dar um tratamento preferencial à gigante das pesquisas em todos os dispositivos.

Ao terem este comportamento, as duas empresas estariam a trabalhar para suprimir a competição de concorrentes menores. Como resultado estes seriam empurrados para fora do mercado das pesquisas. Como resultado, os valores da publicidade ficam mais elevados do que num sistema justo e competitivo.

Google Apple pesquisa tribunal processo

Receber para não ter um motor de pesquisa

O processo visa a restituição dos pagamentos da Google à Apple e também proibir o acordo de não concorrência entre estas duas empresas. Quer também eliminar o acordo de divisão de lucros, o tratamento preferencial nos dispositivos Apple e o alegado pagamento da Google à Apple.

Por fim, este processo pede que a tanto a Google como a Apple sejam separadas em diferentes empresas e totalmente independentes. 

A diferença neste caso é que as quotas de mercado são muito diferentes do que é usado para comparação. A Apple tem menos de 50% do mercado dos smartphones nos EUA e menos de 10% do mercado dos computadores pessoais.

Google Apple pesquisa tribunal processo

Google e Apple estariam novamente unidas

Do que se sabe, até à data, houve apenas algumas reuniões documentadas entre os CEOs da Apple e da Google na última década.

Além disso, tanto a Google como a Apple afirmam que os pagamentos para que o maior motor de pesquisa da Internet seja o padrão no iOS servem apenas esse fim e os utilizadores podem selecionar outros mecanismos.

Além disso, ao contrário do que afirma o processo, a Apple tem o seu próprio negócio de publicidade, associado à App Store. Também tem o seu próprio mecanismo de pesquisa na Internet, que usa para as pesquisas da Siri e do Spotlight, não sendo acessível pela Internet.

Fonte: Pplware.