4 de fev. de 2022

Está muito mais perto a possibilidade de instalar apps fora da App Store da Apple no iOS

 Uma das guerras mais recentes para onde a Apple foi arrastada foca-se na App Store e na possibilidade de instalar apps fora desta. As acusações de monopólio têm surgido e até o governo de vários países tem tomado posições fortes.

As ações têm ganhado relevância e um passo importante foi dado agora. Ao ser aprovada a Open App Markets Act por um comité do Senado dos EUA, fica muito mais perto a possibilidade de instalar apps fora da App Store da Apple no iOS.

Apple iOS apps App Store iPhone

Guerra da Apple para proteger o iOS e o iPhone

Uma das razões que a Apple apresenta para a segurança e proteção dos utilizadores no iOS é o seu controlo das apps. Estas apenas podem ser instaladas via App Store, o que garante que apenas as que são auditadas e validadas têm lugar no iPhone.

Claro que isso leva a um controlo muito grande, o que tem sido um dos argumentos dos que acusam a Apple de monopólio. A gigante de Cupertino controla quais as apps presentes e ainda tem acesso a parte dos lucros que são gerados na sua loja.

Será muito simples instalar apps fora da App Store

Este cenário poderá mudar em breve, fruto de várias ações que têm sido tomadas. A mais importante delas está nos EUA e chama-se Open App Markets Act. Quer abrir a instalação de apps fora de qualquer loja dos fabricantes, o que coloca em causa o ecossistema da Apple.

Esta lei está quase a ser aprovada, tendo agora dado um passo de gigante para ser efetivada e tornada real. Foi aprovada pelo Comité Judiciário do Senado dos EUA, que a leva a subir para discussão e votação no próprio Senado, onde pode ser aprovada diretamente.

Apple iOS apps App Store iPhone

Apple tinha alertado para os perigos da mudança

Antes desta votação pelo Comité Judiciário do Senado dos EUA, a Apple tinha apelado aos Senadores e alertado para os perigos de instalar apps no iOS. Segundo a empresa, e usando o seu argumento normal, este será a forma de abrir a porta a malware e ao roubo de dados dos utilizadores.

Caso seja aprovada nos EUA, esta mudança deverá ser global e afetar todos os utilizadores. A Apple terá de alterar o iOS de forma profunda e terá de abandonar algumas das suas regras firmes de controlo e monitorização das apps que podem ser instaladas no iPhone.

Fonte: Pplware.

3 de fev. de 2022

Sabia que se usar um AirTag da Apple para seguir pessoas pode ir para a prisão?

 A Apple criou uma rede de localização de objetos verdadeiramente global e com muita precisão. De tal forma que usar um AirTag pode conferir um problema de segurança, em vez de ser, como foi pensado, um sistema que ajuda as pessoas. Como sempre, as tecnologias usadas no "lado negro da força" podem trazer outras realidades, nem sempre legais e legítimas.

Este parece ser o caso de um homem que, após uma discussão familiar, colocou um AirTag no seu carro para seguir ilegalmente uma pessoa e acabou na prisão.

Imagem AirTag da Apple que pode ter levado um cidadão à prisão por espionagem

Fonte: Pplware.

2 de fev. de 2022

Burla com iPhone: Chinês recebe sentença de prisão e tem de pagar 2 milhões de dólares

 Há cerca de 3 anos, Haiteng Wu montou um esquema de burla que exigia da Apple a garantia de equipamentos que eram réplicas, apenas com o IMEI verdadeiro, roubado a utilizadores "reais". Os iPhones falsos vinham da China com uma qualidade impressionante, de tal forma que passavam por verdadeiros. Quando a Apple deu conta, já o esquema tinha prejudicado a empresa num 1 milhão de dólares.

O homem, que vive nos EUA, recebeu agora uma sentença de prisão e uma multa a rondar os 2 milhões de dólares.

Ilustração de burla com iPhone perpetrada por chinês recebe sentença de prisão

Burla à Apple sai caro a grupo de burlões

Haiteng Wu, de 32 anos, natural da República Popular da China, foi sentenciado hoje a 26 meses de prisão por participar de uma conspiração cujo objetivo era fraudar a Apple. O valor da burla ultrapassou 1 milhão de dólares. Isto pode-se ler no site do Departamento de Justiça do Distrito da Colômbia.

Segundo o tribunal, como parte do esquema, Haiteng Wu recebia vários pacotes contendo centenas de iPhones falsificados e inoperáveis ​​de parceiros, em Hong Kong. Os dispositivos continham números IMEI falsificados e números de série que correspondiam a iPhones autênticos dentro da garantia.

Ilustração de iPhone a ser reparado

Para deixar tudo ainda mais real, a gangue possuía múltiplos documentos falsificados de caixas postais alugadas para não gerar suspeitas, e endereços de e-mail espelhados em domínios verdadeiros para criar uma combinação complexa e não suspeita de informações na abertura do pedidos de garantia.

O homem está preso desde 2019, mas ontem a situação piorou após ser sido sentenciado a uma multa de 983 mil dólares, e a pagar o mesmo valor numa ação de apreensão de bens. A sua esposa, Jiahong Cai, assim como outros participantes do esquema de fraude, também estão a ser sentenciados e podem ficar um bom período presos, além de serem obrigados a pagar pesadas indemnizações.

Para já, a esposa de Wu declarou-se culpada de fraude postal, e o juiz condenou-a a mais de cinco meses de serviço comunitário.

Fonte: Pplware.

Apple Watch: Deteção de queda salva a vida de um ciclista

 Não é caso único, bem pelo contrário, começa a ser muito normal este tipo de ações, tendo em conta a quantidade de Apple Watch que existem ativos no mundo. E foi um desses dispositivos que chamou o socorro quando um ciclista caiu, ficou inconsciente e a sangrar da cabeça. Tudo isto foi detetado pelo sistema de Deteção de queda do smartwatch da Apple que chamou o 911 (112, em Portugal).

A polícia de Hermosa Beach no condado de Los Angeles, Califórnia, foi chamada ao local que o relógio indicou aos serviços de emergência como sendo o sítio onde estaria o acidentado.

Ilustração Deteção de queda do Apple Watch num ciclista

De acordo com o departamento de polícia local, os agentes estavam a responder a uma chamada para o 911 (112) que veio de um Apple Watch.

A Apple equipou estes dispositivos com uma tecnologia que já foi creditada como salva-vidas. Quando o relógio deteta uma queda, inicia-se uma contagem decrescente de 60 segundos. Se estiver OK após a queda, pode parar a contagem decrescente antes de os serviços de emergência serem chamados.

Contudo, se estiver realmente inconsciente, o relógio da Apple fará uma chamada automaticamente para o número de emergência (em Portugal é o 112 e nos EUA é o 911). Esta chamada irá informar os socorristas de que alguém sofreu uma queda difícil. O sistema automatizado também partilha as coordenadas de onde ocorreu a queda com um raio de possíveis localizações.

 

Queda deixou marcas severas na cabeça do ciclista

Segundo informações, um ciclista foi fazer uma volta noturna na sua bicicleta elétrica. Por volta da uma da manhã, uma queda forte fez disparar o sistema do Apple Watch que ativou de imediato o pedido de socorro.

A polícia respondeu a essa informação e descobriu um ciclista inconsciente na estrada e a sangrar da sua cabeça. O ferimento exigiu vários dias de internamento no hospital para o ciclista.

 

Quais os dispositivos que têm esta tecnologia?

A deteção de quedas funciona com o Apple Watch SE e Apple Watch Series 4 ou posterior. No outono passado, a Apple atualizou o software do relógio para melhorar o desempenho da deteção de quedas durante os treinos, incluindo o ciclismo. A otimização baseia-se no reconhecimento de movimentos e impactos específicos de quedas durante a prática de ciclismo e outras atividades.

A atualização do watchOS 8 também permite a deteção de quedas apenas durante os treinos.

Deteção de queda

Conforme podem ver, neste menu é também possível ativar a opção Deteção de queda.

Se o Apple Watch Series 4 ou posterior detetar uma queda grave enquanto estiver a utilizar o relógio, irá começar a vibrar, tocar um alarme e apresentar um aviso.

Pode optar por contactar os serviços de emergência ou fechar o aviso ao premir a Digital Crown, tocar em Fechar no canto superior esquerdo ou tocar em "Estou bem".

Se o Apple Watch detetar que está em movimento, irá esperar que responda ao aviso e não entrará automaticamente em contacto com os serviços de emergência. Se o relógio detetar que está inerte há cerca de 1 minuto, irá efetuar a chamada automaticamente.

Quando a chamada terminar, o relógio envia uma mensagem aos contactos de emergência com a sua localização, para que saibam que o relógio detetou uma queda grave e que entrou em contacto com os serviços de emergência. O relógio obtém os contactos de emergência a partir da Ficha médica.

Fonte: Pplware.

Apple lançou o watchOS 8.4.1 para Apple Watch Series 4 e seguintes

 Num lançamento lacónico, sem grandes informações, a Apple disponibilizou uma nova atualização do watchOS para o Apple Watch Series 4 e seguintes. Esta é uma "novidade" que não se estaria à espera, mais ainda depois de na semana passada a empresa ter lançado o watchOS 8.4.

Assim, se tem um smartwatch da Apple que esteja dentro das versões a atualizar, vá a WatchGeralAtualização de software e instale o que lhe vai aparecer.

Imagem Apple Watch Series 7 com watchOS 8.4.1

watchOS 8.4.1 para as séries 4 em diante

Foi há algumas horas que a empresa de Cupertino lançou uma nova versão do seu sistema operativo dedicado aos smartwatches da empresa. Não está claro o que muda exatamente com a atualização, mas as notas de lançamento dizem que o watchOS 8.4.1 vem para corrigir bugs que afetam apenas o Apple Watch Series 4 e posterior.

Embora o Apple Watch Series 3 também suporte watchOS 8, parece que a atualização de hoje não foi disponibilizada para ele.

Conforme referimos aqui, no lançamento do watchOS 8.4, que aconteceu no passado dia 26 de janeiro, a versão corrigiu um bug que impedia que o Apple Watch fosse recarregado com alguns carregadores de terceiros.

Além desta versão, na área de testes para programadores, a versão já disponível é a watchOS 8.5 beta, que saiu aquando do lançamento da também beta iOS 15.4 beta. Contudo, também não há novos recursos notáveis ​​na atualização beta do relógio.

Fonte: Pplware.