27 de jul. de 2022

Apple lançou a beta 4 do iOS 16, iPadOS 16, macOS 13, watchOS 9 e tvOS 16

 O beta 4 do iOS e restantes sistemas operativos chegou e inclui algumas atualizações notáveis ​​para novos recursos na app Mensagens. O iOS 16 apresenta a capacidade de editar e cancelar o envio de iMessages pela primeira vez – mas com certas limitações. O iOS 16 beta 4 aperta ainda mais estas limitações.

Até setembro, data do lançamento da versão final, vamos ter várias versões beta que vão acrescentar, afinar e moldar o que a Apple prometeu no WWDC 2022.

Imagem do iOS 16 beta 4 da Apple

O que há de novo no iOS 16 beta 4?

Passo a passo, de beta em beta, o iOS e os restantes SOs da empresa de Cupertino vão acrescentando o que foi apresentado no evento WWDC do passado mês de junho. Como tal, hoje a Apple lançou a beta 4 do iOS 16, iPadOS 16, macOS 13, watchOS 9 e tvOS 16.

Focando para já no iOS, é de salientar que as alterações no sistema de mensagens da app Mensagens provavelmente ocorrem em resposta a preocupações sobre a capacidade de editar e cancelar o envio de mensagens. A Apple não abordou diretamente este tópico, mas estas mudanças são claramente direcionadas a tais preocupações.

No iOS 16 beta 4, agora o utilizador só pode editar uma mensagem cinco vezes diferentes. Além disso, cada uma das edições é registada e visível para o remetente e o destinatário da mensagem "iMessage". Isso significa que a pessoa com quem está a trocar mensagens poderá ver todas as edições que fez. Uma vez que atingiu o limite de cinco edições, a opção “editar” desaparecerá do menu de pressão longa.

Além disso, o iOS 16 beta 4 também reduz o tempo necessário para cancelar o envio de um iMessage. Nas versões anteriores do iOS 16, o utilizador tinha 15 minutos para cancelar o envio de uma mensagem. Com a atualização de hoje, este prazo foi reduzido significativamente para dois minutos. Contudo, ainda tem 15 minutos para editar uma mensagem.

Estas e outras novidades estarão em escrutínio de agora em diante. Além disso, mostraremos mais novidades nos restantes sistemas operativos.

Fonte: Pplware.

Apple tem quase 250 patentes de automóveis, mas carro… nada!

 Já se fala no projeto Titan, o tal suposto carro da Apple elétrico e autónomo, há pelo menos 4 anos. Desde então o que temos assistido é a uma entrada e saída de elementos para a hipotética e secreta equipa que estará a preparar o veículo. Além disso, a empresa de Cupertino já registou perto de 250 patentes para o mundo automóvel.

Passado este tempo e visto alguns testes de estrada, tudo parece ainda vapor de água, pois dados concretos não são percetíveis. Será que existe mesmo um projeto para o tal carro da Apple?

Imagem de conceito do carro Apple, um automóvel autónomo e elétrico ainda secreto

Será mesmo um carro que a Apple está a "desenvolver"?

Todos sabem que a Apple tem estado a trabalhar silenciosamente com a intenção de dar um grande impulso à indústria automóvel com o lançamento de um Apple Car, mas não me lembro de ninguém alguma vez ter contado o número de patentes para mostrar quantas a empresa detém no espaço.

De acordo com a investigação conduzida por Nikkei e uma empresa de análise chamada Intellectual Property Landscape, a Apple solicitou e publicou 248 patentes relacionadas com a indústria automóvel.

A investigação indicou que 2017 foi um ano de pico em termos do número de patentes requeridas e aprovadas, mas este recorde pode ser quebrado. Akira Yamauchi, CEO da Intellectual Property Landscape, afirmou que "se forem incluídos pedidos a publicar no futuro, o total para 2021 poderá estar ao nível do recorde estabelecido em 2017".

Apple Car Concept (Imagens: Vanarama)

 

Que tipos de patentes automóveis detém a Apple?

As patentes são abrangentes e incluem algumas nas áreas de auto-condução e outro software que alimenta os veículos. Além disso, as patentes cobrem uma série de elementos de hardware, incluindo aqueles na área do conforto, como assentos e suspensão.

A empresa também tem patentes na área de inteligência automóvel, do tipo tecnologia veículo-para-tudo (V2X)", que permite aos veículos ligarem-se à Internet das coisas e a outros veículos. O relatório diz que estas patentes específicas indicam potencialmente "um grande impulso da Apple para construir a sua própria plataforma e juntar-se a uma crescente mudança da indústria de apenas automóveis para a mobilidade global".

Apesar do contínuo crescimento da empresa de patentes relacionadas com automóveis, permanece o ceticismo sobre se a Apple pode entregar um carro, uma vez que a empresa nunca construiu algo tão importante.

Hiroto Suzuki, da consultoria Arthur D. Little Japan, disse que "Pergunto-me se [a Apple] poderá garantir a segurança quando exteriorizar a produção de automóveis, que exigem mais peças e níveis de segurança mais elevados".

Imagem Carplay com patente para um carro Apple

Outros analistas disseram que podemos esperar que a empresa anuncie o carro da Apple dentro de uma década, por isso ainda temos muito tempo a esperar.

Enquanto esperamos, a empresa também parece estar a empurrar a próxima evolução do CarPlaye a tentar atrair outros fabricantes de automóveis para a adoção da plataforma.

Fonte: Pplware.

SoC A16 no iPhone 14 Pro: Mais potência e desempenho somado a aumento de velocidade

 Estamos já a poucos meses de conhecer o novo iPhone 14 e todos os elementos desta família. A Apple tem já estes smartphones a serem preparados e por isso os rumores começam a aumentar, levantando um pouco o véu do que poderemos ver em setembro.

Um novo rumor vem trazer ainda mais informação e aumentar o interesse nestas novas propostas da Apple. Mesmo não sendo acessível a todos, o SoC A16 deverá trazer ainda potência e desempenho, ao que se irá somar um aumento de velocidade. Será mesmo este o cenário do novo A16 da Apple?

A16 iPhone 14 SoC Apple desempenho

A16 da Apple vai aumentar ainda mais a performance dos iPhones 

Todos os anos a Apple reforça a sua linha de diferentes modelos do iPhone com novos SoC. Estes garantem um aumento de desempenho e uma prestação cada vez maior, fruto de todos os desenvolvimentos que a marca faz nas suas propostas.

Este ano deverá ser igual e as informações agora reveladas parece mostrar isso mesmo. O SoC A16 deverá manter o processo de fabrico de 5 nanómetros, mas com maior densidade, o que garantirá um melhor desempenho face ao modelo do ano passado, o A15 Bionic.

A16 iPhone 14 SoC Apple desempenho

Mais potência e desempenho no iPhone 14 Pro

Estimativas recentes revelam que o SoC A16 deverá trazer uma melhoria significativa ao iPhone 14 Pro. Espera-se que esta melhoria garanta um ganho de 25 a 30% em performance gráfica, enquanto o aumento do desempenho em processamento deve situar-se nos 15%.

No caso do iPhone 14 Pro e 14 Pro Max, que devem receber o novo SoC A16, a Apple deve usar memórias mais rápidas, mudando da RAM LPDDR4X para a LPDDR5. Isto vai resultar num ganho de cerca de 50% na largura de banda e ter um impacto positivo em eficácia energética.

A16 iPhone 14 SoC Apple desempenho

Mais que desempenho neste SoC que vai ser estreado

Outra melhoria que deve surgir com o novo iPhone 14, nos modelos Pro, virá na velocidade de transferência, através do conhecido cabo Lightning. Espera-se que os modelos a lançar no próximo ano iniciem a mudança da Apple para o USC-C e para as velocidades ainda maior que esta interface oferece.

Este é um cenário bem possível e que poderemos conhecer já em setembro. A Apple deverá limitar a utilização do A16 aos iPhone 14 Pro e 14 Pro Max, aumentando ainda a memória presente, como tem também acontecido nos anos anteriores. Resta aguardar e ver o que a Apple vai decidir para os seus smartphones.

Fonte: Pplware.

iCloud Passwords para Windows também já suporta a geração de código 2FA da Apple

 As medidas de segurança da Apple têm vindo a aumentar com o tempo. Esta é uma área essencial para a gigante de Cupertino e isso tem sido visto não apenas nos seus sistemas operativos, mas também nos serviços que tem disponíveis.

Com o alargar destas medidas de proteção aos utilizadores, a Apple traz agora uma novidade para o Windows. Este sistema da Microsoft também já pode aproveitar a segurança do 2FA da Apple, reforçando assim as passwords.

Mais segurança da Apple para o Windows

Foi no ano passado que a Apple atualizou o iCloud Utility para Windows, trazendo para este e pela primeira vez um gestor de passwords. Este permite que os utilizadores possam aceder e gerir as suas passwords guardadas no iCloud Keychain a partir de um PC com o Windows. Agora, esta solução iCloud foi atualizada com suporte para geração de códigos de autenticação de dois fatores (2FA).

Conforme tem sido referido pelos utilizadores no Reddit, a versão mais recente do iCloud Passwords for Windows (que faz parte do iCloud Utility for Windows) agora funciona com códigos de autenticação de dois fatores, também conhecidos como 2FA. O suporte 2FA foi adicionado pela primeira vez ao iCloud Keychain no iOS 15 e macOS Monterey, e agora finalmente também funciona no Windows.

Códigos 2FA diretamente do iCloud Passwords

Para quem não conhece, um código de autenticação de dois fatores é uma camada adicional de segurança que pode ser pedida ao fazer login num site ou app. Estes códigos podem ser gerados por gestores de passwords como o 1Password, o LastPass e o iCloud Keychain.

Como o iCloud Keychain adicionou suporte para códigos de autenticação de dois fatores, os utilizadores de iPhone, iPad e Mac não precisam mais de apps de terceiros para gravar e guardar esses códigos. Assim, os utilizadores do Windows que dependem do iCloud Passwords também podem ter acesso ao gerador de código 2FA. Existem, no entanto, algumas limitações.

No Windows, esta proposta funciona apenas com o Microsoft Edge e o Google Chrome. Isso significa que os utilizadores que preferem outros browsers, como o Mozilla Firefox u outros, precisam abrir o iCloud Passwords sempre que precisarem gerar um código 2FA com o iCloud Keychain.

Mais algumas novidades para este sistema

Com a atualização mais recente, os utilizadores do Windows também podem adicionar e visualizar as notas adicionadas às suas passwords no iCloud Keychain – um recurso introduzido com o iOS 15.4. Em novembro de 2021, a Apple também adicionou a opção de permitir que os utilizadores gerem passwords fortes com o iCloud Passwords no Windows.

Embora o iCloud Keychain não tenha tantos recursos como os seus concorrentes, este pode ser uma boa alternativa gratuita para um gestor de passwords para utilizadores que possuem pelo menos um dispositivo Apple. O iCloud para Windows está disponível gratuitamente na Microsoft Store e requer um PC com Windows 10 ou posterior.

Fonte: Pplware.



26 de jul. de 2022

iPhone 14 Pro terá RAM mais rápida e câmera de 48 MP, diz rumor


 Com o possível anúncio da nova linha de celulares da Apple se aproximando a cada dia, novos rumores e vazamentos dominam à Internet. Nesta segunda-feira (25), o especialista e editor-sênior do MacWorld, Jason Cross, revelou algumas de suas principais expectativas sobre a nova família iPhone 14.

Utilizando o iPhone 13 Pro para uma base de comparações em sua análise, Cross afirma que o novo processador A16 da Apple deve oferecer melhorias modestas, mas bem-vindas, aos modelos mais poderosos da linha. Os avanços podem ser frutos do processo de fabricação mais recente da TMSC, "N4P", que garante ganhos de 11% no desempenho e 22% na eficiência energética.

iPhone 14 Pro e Pro Max com 6 GB de RAM LPDDR5

Tratando-se da RAM, a previsão sugere que os modelos Pro do iPhone 14 devem receber uma atualização para a geração LPDDR5, resultando em ganhos de 15% de desempenho. A análise é corroborada pelo último relatório da DigiTimes, que apontou memórias de 6 GB LPDDR5para o iPhone 14 Pro e Pro Max, e LPDD4X para as variantes base, na mesma capacidade.

O especialista ainda prevê ganhos de 25% a 30% no desempenho da GPU, caso a Apple mantenha o ritmo de progresso registrado pelos últimos processadores.

Avanços que dão espaço para a câmera de 48 MP

Tratando-se do quesito fotográfico, Cross pontua que um avanço de sensor por si só não significaria melhorias de qualidade, caso o restante do hardware celular não conseguisse oferecer um pós-processamento adequado.

No entanto, com as possíveis atualizações de memória e processador, é possível que haja largura de banda e processamento suficiente para acomodar o tão esperado sensor principal de 48 MP — já previsto pelos conhecidos analistas Mi-Ching Kuo e Jeff Pu.

Por outro lado, é importante ressaltar que, embora as fontes tenham um histórico confiável, os detalhes nesta matéria ainda se tratam de rumores e devem ser considerados como tal.

Fonte: Tecmundo.


Apple desiste de ação contra 'imposto Netflix', que taxa streaming


 A Apple entrou num acordo com a administração da cidade de Chicago depois de iniciar um processo contra um novo imposto municipal para streaming. A negociação veio depois de uma decisão inicial da Justiça dos EUA, que determinou que o processo não se sustentava.

Depois do juiz dispensar o processo, a Apple poderia reiniciar sua reclamação, mas resolveu entrar num acordo com a cidade em vez disso. Os detalhes da negociação, no entanto, não foram divulgados.

O imposto em questão foi introduzido em 2015 e ficou popularmente conhecido como "imposto Netflix". Ele determina uma cobrança de 9% aos usuários de serviços de streaming voltados para entretenimento.

Empresas entram na briga e perdem

Isso resultou, como seria de se esperar, em várias empresas se colocando contra o imposto e movendo ações contra a cidade de Chicago. O processo da Apple ficou parado dois anos, esperando outros da Netflix, Hulu e Spotify seguirem seus trâmites. Chicago saiu ganhando nas outras ações legais, o que certamente impactou na decisão da Apple.

Especula-se que a Apple optou por entrar num acordo em vez de continuar a briga para não acabar fortalecendo legalmente a cobrança do imposto. Se a Apple forçasse a continuação do processo, o juiz avaliaria os méritos da causa e poderia tomar uma decisão oficial determinando que a taxa é legal, abrindo um precedente de causa que outras cidades poderiam usar para implementar impostos próprios.

Fonte: Tecmundo.

ESET descobre malware CloudMensis que espia utilizadores de Mac

 Os investigadores da ESET, empresa europeia líder em soluções de cibersegurança, descobriram um malware para macOS, até agora desconhecido, que espia utilizadores com Mac.

Segundo as informações, este malware CloudMensis usa exclusivamente serviços de armazenamento na nuvem pública para comunicar com os seus operadores.

ESET descobre malware CloudMensis que espia utilizadores de Mac

CloudMensis consegue roubar documentos, e-mails, fazer capturas de ecrã, etc...

Batizado de  CloudMensis pela ESET, as suas capacidades mostram claramente que a intenção dos operadores é reunir informação sobre os Macs das vítimas roubando documentos, informação digitada pelo teclado, emails, anexos, ficheiros em armazenamento externo e capturas de ecrã.

De acordo com a investigação da ESET, os operadores deste malware implementam-no em alvos específicos nos quais estão interessados. A exploração de vulnerabilidades para contornar mitigações de segurança do macOS mostram que os operadores do CloudMensis estão a tentar ativamente maximizar o sucesso da sua campanha de espionagem.

No entanto, a ESET não detetou nenhuma vulnerabilidade zero-day a ser usada pelo grupo, pelo que recomenda que os utilizadores de Mac atualizem os seus sistemas de forma a pelo menos evitar os bypasses de mitigações de segurança.

ESET descobre malware CloudMensis que espia utilizadores de Mac

O CloudMensis usa armazenamento na nuvem tanto para receber comandos dos seus operadores como para roubar ficheiros. Suporta três fornecedores diferentes: pCloud, Yandex Disk e Dropbox.

A configuração incluída na amostra analisada contém códigos e autenticação para pCloud e Yandex Disk. Os metadados destes serviços revelaram detalhes interessantes sobre a operação, incluindo que os comandos começaram a ser transmitidos para os bots a 4 de fevereiro de 2022.

ESET descobre malware CloudMensis que espia utilizadores de Mac

A partir do momento em que o CloudMensis obtém privilégios de execução de código e administração, corre um malware de primeira fase que vai buscar a segunda fase a partir de um serviço de armazenamento na nuvem. Esta segunda fase consiste num componente muito maior, repleto de funcionalidades para recolher informação do Mac comprometido. A intenção dos atacantes aqui é claramente roubar documentos, anexos de email, capturas de ecrã e outros dados sensíveis. No total, existem 39 comandos disponíveis.

A Apple reconheceu recentemente a presença de spyware direcionado aos utilizadores dos seus produtos, anunciando o Lockdown Mode em iOS, iPadOS e macOS, que desativa funcionalidades frequentemente exploradas para ganhar acesso a execução de código e implementação de malware.

Fonte: Pplware.