7 de jan. de 2023

Reiniciar o iPhone: Sabia que há um modo secreto de o fazer?

 É certo que raramente reinicia o seu iPhone, mas até o deverá fazer mais vezes, isso poderá ajudar a libertar recursos, limpar temporários e obrigar as aplicações e serviços nativos, presos ao arranque, a iniciar a sua atividade. Mas, uma pergunta para jackpot: sabe reiniciar o seu iPhone?

Possivelmente não sabe reiniciar. Sabe sim desligar e voltar a ligar. E esse processo acontece quando pressiona um dos botões de volume e o botão lateral até surgir o nivelador Desligar. Mas vamos ao efetivo método de reiniciar!

Uma simples reinicialização geralmente elimina bugs e falhas temporárias nos dispositivos, e o seu iPhone não é exceção. Ao contrário de um computador, no entanto, não há definição de reinicialização predefinida no iPhone.

Em vez disso, o utilizador desliga totalmente o iPhone e, em seguida, liga-o novamente para forçar uma reinicialização. Acontece que, no entanto, há uma maneira de reiniciar no seu iPhone — está apenas escondido.

Reiniciar o iPhone

Bom, este passo, por mais simples e intuitivo que deva ser, muitas pessoas descontem. Vamos a uma revisão rápida:

Como reiniciar o iPhone X, 11, 12, 13 ou posterior

1 - Mantenha premido um dos botões de volume e o botão lateral até surgir o nivelador Desligar.

Os botões de volume estão localizados no lado esquerdo do dispositivo e o botão lateral encontra-se no lado direito

2 - Arraste o nivelador e, em seguida, aguarde 30 segundos para o dispositivo desligar. Se o dispositivo estiver bloqueado ou não responder, force o dispositivo a reiniciar.

3 - Para ligar novamente o dispositivo, mantenha premido o botão lateral (no lado direito do iPhone) até ver o logótipo Apple.

Como reiniciar o iPhone 6, 7, 8 ou SE (2.ª ou 3.ª geração)

1 - Mantenha premido o botão lateral até surgir o nivelador Desligar.

2 - Arraste o nivelador e, em seguida, aguarde 30 segundos para o dispositivo desligar. Se o dispositivo estiver bloqueado ou não responder, force o dispositivo a reiniciar.

3 - Para ligar novamente o dispositivo, mantenha premido o botão lateral até ver o logótipo Apple.

 

Ok, e o modo secreto?

Bom, antes de passarmos para a parte do “secreto”, vamos só deixar outra forma de reiniciar o equipamento, indo a Definições > Geral e escolher Desligar.

Há também a reinicialização forçada: quando o seu iPhone não responde e não pode ser desligado, o utilizador pode pressionar e soltar rapidamente o botão Aumentar Volume, pressionar e soltar rapidamente o botão Diminuir Volume e, em seguida, pressionar e segurar o botão lateral para forçar o seu smartphone Apple a desligar.

Se mantiver o botão lateral pressionado, o iPhone acabará por ligar novamente. No entanto, uma reinicialização forçada ignora as etapas usuais do iOS ao desligar o seu iPhone, então não é a maneira preferida de fazer as coisas.

 

Então, como se deve reiniciar o iPhone sem o desligar primeiro?

Se o seu iPhone estiver atualizado para pelo menos o iOS 16 (atualmente estamos no iOS 16.2), pode simplesmente pedir à Siri para reiniciar o iPhone por si.

Tudo o que você precisa fazer é desbloquear o seu iPhone e depois dizer algo como “E aí Siri, reinicie o meu iPhone” ou “Hey Siri, restart my iPhone” e o assistente digital responderá em espécie: “Só para confirmar, quer reiniciar este dispositivo?” Ou “ Just to confirm, you want to restart this device?”.

Diga sim ou toque em "Reiniciar" no pop-up, e seu iPhone ficará preto.

Depois de alguns segundos, verá o logotipo da Apple aparecer por conta própria e, depois de algum tempo, o seu ecrã de bloqueio aparecerá novamente.

Caso esteja a pensar, pode também pedir à Siri para desligar o seu telefone, para que não tenha de levantar um dedo para o fazer. No entanto, terá de o arrancar à mão.

Parece que a Apple ainda não descobriu como manter a Siri ativa enquanto o seu smartphone estiver desligado.

Fonte: Pplware.

Apple terá cancelado o lançamento do próximo iPhone SE por culpa do seu modem 5G

 A Apple tem no iPhone SE um caso de sucesso importante para a marca. Mesmo com hardware abaixo do que é o padrão do seu smartphone, este consegue cativar os consumidores com a sua simplicidade e um preço mais reduzido.

Com um novo modelo preparado para 2024, a Apple estaria a preparar-se para testar de forma mais real o seu modem 5G. Esse terá sido a causa para que este iPhone SE fosse cancelado, por problemas com esse componente.

Apple iPhone SE modem 5G problemas

O iPhone SE, nos seus vários modelos, tem sido uma proposta que tem sido a escolha de muitos consumidores. Se os modelos com hardware mais elevado atraem uma camada de utilizadores mais focados nas suas caraterísticas, o modelo menos poderoso atrai com o seu hardware. 

A marca teria preparada a renovação deste modelo já para 2024, seguindo o seu plano de novos lançamentos. Este iPhone SE 4 seria o momento para a Apple introduzir o modem 5G que está a preparar, tornando-o como um teste real e uma plataforma para a sua avaliação.

Do que é agora avançado por Ming-Chi Kuo, é o próprio modem 5G que terá sido a causa para o cancelamento do lançamento deste novo iPhone SE. O modem 5G da Apple estará a apresentar problemas e tem várias falhas no seu desenvolvimento.

A Apple inicialmente estaria a pensar apresentar o seu modem 5G no iPhone 15, mas algumas falhas acabaram por levar a que fosse transferido para o iPhone SE 4. Agora tudo terá mudado novamente e este componente não tem data para apresentação.

Apple iPhone SE modem 5G problemas

Na verdade, há uma empresa que fica a ganhar com este cenário e com os problemas concretos do model 5G da Apple. Falamos da Qualcomm que assim se vai provavelmente manter mais alguns anos como a fornecedora do modem 5G para os diferentes modelos do iPhone.

Não fica claro nesta informação quais os problemas do modem 5G da Apple e como a empresa os está a conseguir ou não ultrapassar. Apenas existe a aparente certeza de que o iPhone SE 4 não chegará em 2024, se alguma vez vier a ser visto no mercado.

Fonte: Pplware.

Apple lança audiolivros narrados por inteligência artificial


 Depois dos artistas visuais ameaçados por inteligência artificial, chegou a vez dos narradores e dubladores verem seus trabalhos substituídos pelas máquinas. Discretamente, Apple disponibilizou um catálogo de audiolivros narrados por IA no aplicativo Livros (Books, para quem tem o telefone em inglês).

As histórias são de editoras independentes, abordadas pela empresa da Maçã. Os autores só foram informados o nome da companhia depois, mas souberam que a Apple arcaria com os custos de produção e que eles receberiam os royalties das vendas.

Ao abrir o aplicativo Livros, o usuário deve procurar por "narração IA" para encontrar o catálogo. Os audiolivros são descritos como "narrados por voz digital com base em um narrador humano". Há opções de vozes soprano e barítono.

Mercado de audiolivros

A procura por audiolivros vem crescendo, com as vendas subindo 25% no último ano, chegando a uma arrecadação de US$ 1,5 bilhão. O setor pode alcançar um mercado global de US$ 35 bilhões até 2030.

As inteligências artificiais entram no ramo para reduzir o custo e o tempo de produção de um audiolivro com um narrador humano. Por outro lado, ainda há dificuldade de fazer a voz digital transmitir emoções, ao mudar entonação e inflexão, e prender o ouvinte.

Fonte: Tecmundo.


6 de jan. de 2023

Chips de 3 nm da TSMC para o novo M3 podem chegar antes do esperado

 Perto do final do ano de 2022, as notícias da indústria tecnológica avançavam que, nessa semana, a gigante TSMC iria dar início à produção do processo de fabrico avançado dos chips de 3 nm para a Apple, que é a sua mais importante cliente.

No entanto, há agora mais novidades sobre este assunto e os detalhes indicam que os componentes de 3 nm da fabricante taiwanesa para a produção dos futuros SoCs M3 da marca da maçã podem chegar antes do esperado.

Se há alguns meses achavamos que a litografia de 3 nanómetros ainda era uma realidade que estava longe de se concretizar, a verdade é que está mais perto do que se imagina. A TSMC, que é o nome mais importante no segmento dos semicondutores ao nível global, tem tido um papel fundamental nesta evolução do processo de fabrico, já garantindo a construção de novas fábricas para assim aumentar a sua capacidade de produção.

Chips de 3 nm da TSMC podem chegar mais cedo aos M3 da Apple

Foi com o SoC M1 que a Apple assinalou a mudança da fabricante Intel para começar a desenvolver os seus chips. A TSMC foi a escolhida para a produção dos novos processadores da marca da maçã e a parceria continua forte e firme, num altura em que a concorrência aumenta e outras fabricantes dão passos importantes nos avanços litográficos.

No entanto, os próximos M2 Pro e M2 Max, construídos no chip A17 Bionic, já devem estrear a litografia de 3 nm. Mas agora já há rumores sobre os futuros SoC Apple M3, os quais indicam que estes chips podem chegar antes do esperado, sendo que a nova data estimada acontecerá no segundo semestre deste ano de 2023.

As maiores apostas recaem entre os meses de setembro e outubro de 2023, no entanto o segundo semestre inicia no primeiro dia de julho e, como tal, tudo é possível.

De acordo com as informações já reveladas, o próximo chip A17 Bionic do M2 Pro e M2 Max poderá ser até 35% mais eficiente e com uma maior autonomia. Já o futuro M3 também deverá continuar a focar-se numa maior capacidade da duração de bateria dos iPhones da próxima geração.

Fonte: Pplware.

5 de jan. de 2023

iPhones premium da Apple serão produzidos pelo principal concorrente da Foxconn

 A Foxconn é uma das principais aliadas da Apple na produção do iPhone. No entanto, 2022 ficou pautado por inúmeros atrasos na produção, nomeadamente por causa das restrições impostas pelo governo chinês por causa da pandemia. 

A pensar num futuro com disponibilidade mais alargada, a produção dos modelos de iPhone Premium, nomeadamente os Pro e Pro Max, deverá ficar a cargo de um dos principais concorrentes da Foxconn, a Luxshare Precision.

iPhones premium da Apple serão produzidos pelo principal concorrente da Foxconn

Apple poderá mudar de estratégia para produção do próximo iPhone 

O Financial Times (via Reuters) avançou com a notícia de que a produção do iPhone 15 poderá deixar de ficar a cargo da Foxconn, pelo menos nos modelos premium.

As notícias de que a Apple estaria à procura de mais fabricantes para os seus dispositivos não são propriamente uma novidade, principalmente depois de um ano em que a Foxconn trouxe atrasos nas entregas do iPhone 14, motivadas pelas restrições impostas pelo governo chinês por causa da COVID-19, além das muitas polémicas em que esteve envolvida.

Em novembro, a Apple foi mesmo obrigada a alertar os clientes para a quebra de vendas dos modelos premium do iPhone 14, devido aos cortes significativos na produção.

A Apple estará então prestes a assinar contrato com a fabricante chinesa Luxshare Precision Industry Co Ltd, para produzir modelos premium de iPhone, sendo citadas "fontes familiarizadas com o assunto". As duas empresas ainda não se pronunciaram.

As notícias recentes dão também conta de que o ano de 2022 não foi muito positivo para a Apple. A empresa perdeu 1 bilião de dólares, depois de há um ano, ter conseguido atingir uma valorização de 3 biliões de dólares. No fundo, a Apple não escapou à tendência de quebra que se verificou na maioria das empresas tecnológicas no ano que passou.

Fonte: Pplware.

Um ano mau? Apple perdeu um bilião de dólares de valorização em bolsa durante 2022

 A Apple tem sido uma das empresas tecnológicas que melhor prestação em bolsa tem tido. Estes resultados vêm da confiança nos seus produtos e nos números elevados de vendas que tem apresentado ao longo dos vários trimestres do ano.

É de tal forma importante a sua presença em bolsa, que foi uma das primeiras empresas a conseguir uma valorização de 3 biliões de dólares. Esse movimento foi contrariado em 2022 e a Apple acabou por entrar o ano no vermelho. Perdeu um bilião de dólares de valorização em bolsa durante 2022.

Apple bolsa valorização 2022 iPhone

Apple entrou no ano a perder em bolsa

Foi nos primeiros dias de 2022 que a Apple estabeleceu um recorde no que toca à sua valorização em bolsa. Ainda que apenas por algumas horas, a gigante de Cupertino conseguiu na alturaultrapassar a barreira dos 3 biliões de dólares.

Este momento previa um desempenho acima do normal no ano que estava eventualmente a ser iniciado, o que levaria a um crescimento ainda maior em bolsa, como se tinha visto. A verdade é que foi precisamente o contrário a acontecer e a Apple passou parte do ano a desvalorizar.

Um ano depois de ter atingido o seu máximo, a empresa acabou por atingir um novo mínimo. A Apple acabou por perder um bilião de dólares de valorização em bolsa, algo que ninguém estaria à espera.

Apple bolsa valorização 2022 iPhone

Criadora do iPhone seguiu a concorrência

Do que é avançado, esta perda continua resultou sobretudo de problemas na produção do iPhone e de outros dispositivos, que estiveram paradas em muitas das fábricas na Ásia. Houve ainda uma perda de confiança dos investidores no que toca às compras que os consumidores poderiam deixar de fazer.

Embora o valor de mercado da Apple tenha caído consideravelmente, outras grandes empresas de tecnologia sofreram quedas percentuais mais acentuadas. As ações da Amazon e da Meta caíram cerca de 50% e 63%, respetivamente, no ano passado. A Apple, contudo, caiu cerca de 31% no mesmo período.

Ainda assim, a Apple agora junta-se à Amazon num clube exclusivo do qual nenhuma empresa quer naturalmente fazer parte. Falamos da lista das empresas que perderam um bilião de dólares em valor de mercado na bolsa.

Fonte: Pplware.