10 de nov. de 2025

Os Apple Watch já se podem ligar aos satélites Starlink

 O Apple Watch é uma fantástica ferramenta não só para medir o tempo, mas, sobretudo, para trazer ao pulso do utilizador o mais avançado que se faz no mundo da tecnologia. Isto engloba não só as aptidões de monitorização da nossa saúde e bem-estar, como também o auxílio por SOS via satélite, em caso de emergência. A Apple fez um acordo com a SpaceX e alguns Apple Watch já se podem ligar aos satélites da rede Starlink.

Imagem Apple Watch à procura de satélites, que serão um dia da Starlink

O serviço de conectividade móvel via satélite da Starlink passou a ser compatível com o Apple Watch.

Os utilizadores no Japão e no Canadá já podem enviar e receber mensagens diretamente a partir do relógio, mesmo sem rede móvel, um avanço que vai além das funções de emergência oferecidas pela Apple.

Starlink leva o sinal da Apple Watch para o espaço

No Japão, o operador KDDI anunciou, através da sua marca Au, o suporte para os três modelos mais recentes do Apple Watch (Ultra 3, Series 11 e SE 3). Para aceder ao serviço, os clientes precisam de ter uma versão celular do relógio e subscrever o Starlink Direct.

Por agora, a funcionalidade limita-se ao envio e receção de mensagens através da aplicação Mensagens da Apple.

Japão e Canadá lideram nova era de conectividade via satélite

No Canadá, o operador Rogers, também parceiro da SpaceX, ativou uma compatibilidade semelhante. O serviço encontra-se em fase beta gratuita. Este duplo anúncio sugere que o próximo passo poderá ser a expansão para os Estados Unidos, através da T-Mobile, que já oferece planos celulares para o Apple Watch.

Esta nova capacidade mantém os utilizadores ligados mesmo em zonas sem cobertura, indo além da solução integrada da Apple. Até agora, apenas o Apple Watch Ultra 3 dispunha de ligação satélite nativa, destinada sobretudo a chamadas de emergência e partilha de localização.

Esta evolução surge num momento em que a Globalstar, atual parceira de satélite da Apple, pondera vender-se à SpaceX.

Esta possível aquisição irá reforçar as especulações de que a Starlink poderá, no futuro, assumir um papel central nos produtos da Apple, permitindo não só mensagens, mas também transmissão de dados para aplicações e até chamadas de vídeo.

Fonte: Pplware.

Apple está a preparar 5 novas funcionalidades para comunicações por satélite

 A Apple lidera a integração de comunicações por satélite em smartphones e smartwatches. Como tal, a empresa está a testar 5 novidades.

Ilustração de comunicações via satélite no iPhone

A Apple avança para transformar a conectividade por satélite do iPhone, passando de uma ferramenta de emergência limitada para uma funcionalidade integrada no dia a dia.

A empresa de Cupertino está a desenvolver várias novidades que prometem manter os utilizadores ligados mesmo sem rede GSM ou Wi-Fi.

Novas capacidades para uma ligação por satélite omnipresente

O objetivo é tornar a conexão por satélite tão simples quanto o Wi-Fi, criando um “uso natural” do sistema.

Entre as melhorias em desenvolvimento estão:

  • Infraestrutura para apps de terceiros: uma API permitirá que os desenvolvedores integrem diretamente a conexão por satélite nos seus serviços.
  • Mapas assistidos por satélite: o Apple Maps poderá funcionar sem rede celular ou Wi-Fi.
  • Mensagens mais completas: além do texto, será possível enviar fotos por satélite.
  • Uso natural melhorado: o iPhone poderá funcionar mesmo no bolso, dentro de carros ou edifícios, sem necessidade de apontar para o céu.
  • Suporte à 5G NTN: os iPhone 18 deverão permitir que antenas de comunicações móveis usem satélites para ampliar a cobertura.

Transição para um modelo pago

Atualmente, a função de SOS por satélite é gratuita, mas a Apple planeia oferecer futuras capacidades por assinatura, através de operadores de satélite, evitando tornar-se um operador.

O sucesso destas novidades dependerá das infraestruturas existentes, com investimentos já feitos na rede do parceiro Globalstar e possíveis colaborações com a SpaceX (rede Starlink) para expandir a cobertura.

Fonte: Pplware.

Apple Robotics: o próximo gigante que poderá transformar a robótica doméstica

 A próxima grande aposta da Apple poderá afastar-se (novamente) dos smartphones para conquistar o mundo dos robôs pessoais. Segundo uma nota de análise do banco Morgan Stanley, a divisão “Apple Robotics” poderá gerar até 130 mil milhões de dólares em receitas anuais até 2040, um valor comparável ao total das receitas do ecossistema da App Store.

Ilustração Apple Robotics

Primeiro robô de consumo poderá chegar em 2027

Para o Morgan Stanley, a primeira fase desta viragem tecnológica passará por um produto voltado para o público em geral: um assistente motorizado de secretária, previsto para 2027, capaz de se deslocar, seguir o utilizador e ajudá-lo nas tarefas do dia a dia.

O relatório descreve este cenário como uma extensão lógica do ecossistema Apple, que combina software, hardware e inteligência artificial. O mercado global da robótica 2.0, também conhecida como “embodied AI”, poderá atingir vários milhares de milhões de dólares até 2050, segundo os analistas.

Apple prepara-se para competir num mercado sem limites

A Apple, que já controla mais de dois mil milhões de dispositivos ativos, procuraria assim rentabilizar esta vasta base de hardware e software: robótica, serviços por subscrição, aplicações dedicadas e acessórios específicos, um ecossistema tecnológico aparentemente sem limites.

Com uma quota de mercado já estimada em 9% em 2040, a “Apple Robotics” poderá até ultrapassar as gamas Mac e iPad em volume de receitas.

Para garantir o sucesso desta transição, a empresa de Cupertino apostará na sua integração vertical e na reputação em design e privacidade. Contudo, a Apple terá de enfrentar concorrentes já posicionados neste segmento, como a Tesla e a Boston Dynamics, além de ultrapassar os muitos desafios técnicos da robótica de consumo.

Combinando hardware premium, IA integrada e serviços por subscrição, a Apple aposta numa nova era em que a tecnologia “inteligente” se integra cada vez mais no quotidiano.

No entanto, até ao momento, o projeto de um robô Apple “Design in California” permanece apenas no domínio dos rumores.

Fonte: Pplware.

6 de nov. de 2025

Tradução ao Vivo dos AirPods Pro 3 chega a Portugal e ao resto da Europa

 A Apple tem uma excelente novidade para os utilizadores em Portugal e no resto da Europa. A melhor funcionalidade dos novos AirPods Pro 3 e noutros auscultadores com o chip H2 vai finalmente chegar ao nosso país e assim dar ainda mais a este novo hardware. A Tradução ao Vivo em breve será uma realidade para todos.

Apple AirPods Pro 3 Tradução ao Vivo Portugal Europa

Tradução ao Vivo dos AirPods Pro 3 chega a Portugal

Demorou, mas uma das melhores funcionalidades dos novos AirPods Pro 3 chegou finalmente a Portugal. Trata-se da Tradução Instantânea, que traduz conversas em tempo real através dos auscultadores da Apple. Esta funcionalidade chegou com a primeira versão beta para programadores do iOS 26.2 e estará disponível para todos em breve.

O lançamento da versão de desenvolvimento do iOS 26.2 trouxe a grande notícia da tão aguardada funcionalidade de Tradução Instantânea em Portugal e outros países da Europa. Esta funcionalidade foi apresentada em setembro, com o lançamento dos AirPods Pro 3, mas até então não estava disponível na Europa devido a questões regulamentares.

A Tradução Instantânea esteve envolvida na controvérsia entre a Apple e a UE sobre o âmbito da Lei dos Mercados Digitais. A ferramenta para traduzir conversas em tempo real não podia ser utilizada em AirPods configurados na Europa ou com uma conta europeia. A empresa de Cupertino tinha-se comprometido a ativar este recurso na região o mais rapidamente possível e deu agora o primeiro passo.



Apple traz a novidade à Europa com o iOS 26.2

Com a primeira versão beta para programadores do iOS 26.2, os utilizadores podem começar a testar esta funcionalidade em modelos de auscultadores compatíveis. De notar que, embora o seu lançamento tenha coincidido com o lançamento dos AirPods Pro 3, não é exclusivo dos mesmos. Também está disponível nos AirPods Pro 2 e AirPods 4 com cancelamento de ruído ativo.

Relativamente à disponibilidade geral, a Apple confirmou que a Tradução Instantânea será oferecida na União Europeia a partir do “próximo mês”. Assim, algures em dezembro, estará disponível para todos os utilizadores de AirPods compatíveis com um iPhone 15 Pro ou posterior que execute o iOS 26.2.

Como se referiu antes, a Tradução Instantânea ainda não está disponível para o para os utilizadores dos AirPods Pro 3 e outros auscultadores compatíveis. No entanto, pode experimentá-la através da versão beta para programadores do iOS 26.2, lançada esta terça-feira. A Tradução Automática funciona atualmente com espanhol, inglês, francês, alemão, italiano, português, chinês, coreano e japonês.

Fonte: Pplware.

Apple vai lançar um MacBook barato, mas não é o que muitos esperam

 A Apple estaria pronta para lançar um MacBook mais acessível. Após anos de rumores e especulações, decidiu finalmente oferecer um dispositivo de entrada de gama. Uma fuga de informação sugere que a Apple vai usar componentes mais baratos e um elemento chave do iPhone.

Apple MacBook barato iPhone

Este rumor circulou há alguns meses, quando Ming-Chi Kuo revelou que a Apple iria lançar um portátil mais barato que o MacBook Air. Agora, este rumor ressurgiu graças a Mark Gurman, que revelou que o MacBook de baixo custo já está em fase de testes em Cupertino. A Apple pretende lançá-lo no primeiro semestre de 2026 por um preço inferior ao do MacBook Air de 999 dólares.

Segundo Gurman, o MacBook de baixo custo estará equipado com um processador de iPhone e terá um ecrã mais pequeno do que o do MacBook Air. Este último ponto é relevante, tendo em conta a experiência anterior da Apple com portáteis de 11 e 12 polegadas. Veja-se o MacBook de 2015 com ecrã Retina ou o MacBook Air de 11,6 polegadas, um dos modelos mais pequenos e mais populares há vários anos .

Por ser um equipamento acessível, não se espera um ecrã Liquid Retina como o do MacBook Air. Em vez disso, a Apple optou por um painel LCD de gama inferior, embora com características que superam as da concorrência. Este MacBook económico está orientado para o mercado de entrada de gama, onde a maioria dos portáteis utiliza um painel LCD com tecnologia VA.

Apple MacBook barato iPhone

Deverá usar elemento chave do iPhone

Outro componente crucial é o processador do iPhone. Não é mencionado o A18 Pro, embora indique que os testes internos mostraram que o chip para dispositivos móveis tem um melhor desempenho do que o M1 de 2020. A utilização de um processador A18 Pro não afetaria apenas o preço, mas também a duração da bateria e o design. A Apple poderia reduzir o peso e as dimensões do chassis

O preço do MacBook de baixo custo é a única incógnita neste momento. Tanto Gurman como Kuo indicam que custará menos de 999 dólares, o que faz sentido, uma vez que este é o preço do MacBook Air de 13 polegadas. Outras fontes dentro da cadeia de produção chinesa afirmam que custará entre 599 e 699 dólares , sendo a melhor opção para entrar no ecossistema da Apple.

A ideia de um MacBook barato pode ser interpretada de várias formas. Se a Apple quiser competir com os Chromebooks, o foco estará provavelmente nos modelos de gama média ou Plus, com preços entre os 300€ e os 600€. Infelizmente, a palavra "barato" pode ter um significado diferente para a Apple. Talvez o novo MacBook mantenha esta filosofia, mas teremos de esperar até ao primeiro semestre de 2026 para descobrir..

Fonte: Pplware.