16 de abr. de 2026

Novo rumor reforça possibilidade de haver um iPhone 18 Pro vermelho, mas há algo estranho

 Não é a primeira vez que se fala na volta de um iPhone vermelho à oferta Apple. A Bloomberg noticiou em fevereiro que a empresa de Cupertino estava a considerar uma nova opção de cor vermelho profundo para o iPhone 18 Pro, que alguns descrevem como carmesim.

Relatório sobre o iPhone 18 Pro vermelho profundo

Gurman afirmou no relatório original que não era claro se a nova cor iria substituir o Cosmic Orange ou se seria uma opção adicional.

Tendo em conta o sucesso do laranja, não ficaria surpreendido se a empresa mantivesse essa opção e apenas adicionasse o vermelho como escolha extra. No entanto, o vermelho e o laranja podem ser demasiado próximos na roda de cores para coexistirem.

O leaker refere que a Apple chama-lhe Deep Red, ao novo iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max.

Veremos como isto se desenvolve, mas há quem afirme que o vermelho é a nova cor principal em testes para os próximos iPhone Pro.

Anteriormente, tinha sido avançado que a Apple estaria a considerar uma cor púrpura, mas Gurman diz que tanto essa como a alegada opção castanha são, muito provavelmente, apenas variações do tom de vermelho.

Segundo alguns rumores vindos da plataforma de redes sociais chinesa Weibo, a Apple estará a considerar outras opções de cor. Estas incluem bordô, castanho e roxo, de acordo com Instant Digital.

Leaker reforça relatório de forma invulgar

O leaker Digital Chat Station sugeriu que existe uma elevada probabilidade desta cor surgir, mas a sua “prova” é indireta. O iPhone 18 Pro tem uma elevada probabilidade de ser carmesim, até porque há também no universo Android empresas a testar essa mesma cor.

A implicação aqui é que os concorrentes terão visto planos divulgados do iPhone 18 Pro vermelho, interpretando isso como um sinal de que a cor poderá ser popular, e estão a ajustar os seus próprios planos em conformidade.

Artemis II: Apple celebra as fotografias tiradas com o iPhone 17 Pro Max no espaço

 O regresso à Terra da tripulação da Artemis II marca o fim de uma viagem sem precedentes em torno da face oculta da Lua. Para a Apple, foi a oportunidade de destacar o iPhone 17 Pro Max e a qualidade das fotografias, uma vez que o smartphone esteve no espaço.

Imagem da Terra, captada pelo iPhone 17 Pro Max, da Apple, , a partir da Lua, da missão Artemis II, da NASA

Tim Cook, CEO da Apple, e Greg Joswiak, vice-presidente responsável pelo marketing, publicaram uma mensagem no X (ex-Twitter) para felicitar os astronautas da Artemis II.

Parabéns à Artemis II por esta missão bem-sucedida! Captaram de forma magnífica as maravilhas do espaço e do nosso planeta, levando a fotografia do iPhone a novos patamares, e estamos gratos por terem partilhado isso com o mundo. O vosso trabalho continua a inspirar-nos a pensar de forma diferente. Bem-vindos de volta!

Escreveu Tim Cook.

Por sua vez, Greg Joswiak expressou o seu orgulho face a esta proeza tecnológica:

Bem-vinda de volta a tripulação da Artemis II! Sentimo-nos honrados por os astronautas da NASA terem levado o iPhone com eles para o espaço. É um pequeno passo para o iPhone, mas um salto gigante para as selfies espaciais.

Esta última frase é uma referência ao que declarou Neil Armstrong quando esteve na Lua em 1969:

É um pequeno passo para o homem, mas um salto gigante para a humanidade.

O iPhone 17 Pro Max no espaço

Esta presença do iPhone 17 Pro Max no espaço não é fruto do acaso. Em fevereiro, a NASA anunciou que o iPhone passou com sucesso os testes para utilização prolongada em órbita.

Cada membro da tripulação, composta por quatro pessoas a bordo da nave Orion, dispunha assim de um exemplar para os seus registos pessoais.

As imagens publicadas comprovam essa performance. A 2 de abril, no segundo dia da missão, o comandante Reid Wiseman e a especialista de missão Christina Koch utilizaram a câmara frontal do iPhone 17 Pro Max para captar a Terra através de uma das janelas principais.

Imagens originais: Imagem 1 # Imagem 2 # Imagem 3

Embora estas fotografias com smartphone impressionem, o equipamento da missão incluía também outras ferramentas como as Nikon D5, Nikon Z 9 e a câmara GoPro HERO4 Black.

A missão Artemis II representa um marco histórico, sendo a primeira missão tripulada em direção à Lua desde 1972. Ao alcançar a face oculta da Lua no início da semana, a tripulação estabeleceu um novo recorde de distância percorrida pelo ser humano longe da Terra.

Embora a Orion não possua capacidade para aterrar na Lua e se trate apenas de um sobrevoo, o feito continua a ser relevante. Para uma aterragem na Lua, será necessário aguardar pela missão Artemis IV, prevista para o início de 2028.


Se usa o ChatGPT no macOS, a OpenAI recomenda atualizar a app imediatamente

 Uma biblioteca de terceiros comprometeu o sistema de certificados da OpenAI. A gigante da IA garante que os dados dos utilizadores estão seguros, mas a atualização é obrigatória para evitar riscos maiores. A OpenAI confirmou também que este incidente de segurança está a afetar apenas os utilizadores do ecossistema macOS.

ChatGPT macOS OpenAI segurança

O problema não teve origem direta nos servidores da empresa, mas sim numa falha numa biblioteca de terceiros amplamente utilizada, a Axios. Este incidente faz parte de um ataque mais abrangente à cadeia de fornecimento de software, detetado no final de março. Este acabou por comprometer o processo de assinatura das aplicações da OpenAI para os computadores da Apple.

De acordo com a empresa liderada por Sam Altman, um erro de configuração no fluxo de trabalho do GitHub Actions permitiu o descarregamento de uma versão maliciosa da referida biblioteca. Este processo tinha acesso aos certificados digitais que validam a autenticidade de ferramentas como o ChatGPT Desktop e o Codex. 

Embora a análise técnica da OpenAI indique que o certificado não terá sido extraído pelos atacantes, a empresa decidiu agir com precaução extrema. Numa nota para tranquilizar a comunidade, esclareceu que não detetaram acesso a dados sensíveis. "Não encontrámos provas de que os dados dos utilizadores da OpenAI tenham sido acedidos, que os nossos sistemas tenham sido comprometidos ou que o nosso software tenha sido alterado"

OpenAI pede atualização imediata por segurança

Palavras-passe e chaves de API permanecem seguras, uma vez que a falha se limitou estritamente ao mecanismo de certificação das apps para Mac. A resposta imediata passa pela rotação dos certificados de segurança. Na prática, isto significa que as versões antigas das aplicações vão deixar de ser confiáveis para o sistema operativo da Apple. 

Para quem utiliza o ChatGPT no Mac, a atualização para a versão mais recente é agora uma prioridade. A OpenAI foi clara quanto ao prazo de validade das versões atuais. "As versões mais antigas das aplicações de desktop para macOS deixarão de receber atualizações ou suporte e poderão deixar de funcionar a partir de 8 de maio". 

Ao atualizar, o utilizador garante que a sua app está assinada com o novo certificado legítimo. Desta forma, protege-se contra eventuais apps falsas que tentem aproveitar o certificado antigo, agora revogado, para contornar as proteções do macOS.