11 de ago. de 2020

iPhone 12 poderá ter um processador 40% mais potente do que o do iPhone 11

 O iPhone 12 já deve estar na fase final de produção e espera-se que em breve a Apple possa apresentar ao mundo mais um dos seus tão desejados smartphones. Como é natural, o novo iDevice deverá trazer especificações superiores aos modelos anteriores. Há ainda a hipótese de que a marca da maçã esteja a produzir um iPhone 12 com suporte para a rede 5G.

As novidades são conhecidas a conta-gotas e, naturalmente, muitas poderão não corresponder à verdade. Mas uma nova informação divulgada nesta segunda-feira indica que o processador do iPhone 12 será 40% mais potente do que o do iPhone 11.

iPhone 12O próximo iPhone trará integrado a nova geração de processadores da Apple. Falamos do A14 Bionic de 5 nanómetros (nm) que, de acordo com as informações, será o chip mais poderoso e eficiente já feito para um smartphone. Este processador está já na fase final de produção pela TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company).

Processador do iPhone 12 deverá ser 40% mais potente do que o do iPhone 11

Ora, pela evolução natural das coisas, espera-se que o novo iPhone traga melhorias face aos restantes de gama idêntica que já existem no mercado. Falando especificamente nos processadores, estima-se que o A14 Bionic do iPhone 12 seja superior ao A13 Bionic de 7nm que acompanha o iPhone 11. Mas em termos práticos, concretos e objetivos, oficialmente ainda não se sabe quão superior será.

O iPhone 12 deverá trazer o chip A14 Bionic

No entanto, um programador da Apple, que também costuma divulgar informações da marca, afirmou numa publicação do Twitter que o processador A14 Bionic será 40% mais rápido em CPU e 50% mais rápido em GPU, comparativamente ao A13 do iPhone 11.

Segundo alguns testes de desempenho feitos ao A14 Bionic, grande parte das melhorias está então relacionada ao processador com frequência máxima de 3 GHz.

Apesar de ainda uma haver confirmação oficial, espera-se que este chip, assim como outras novidades, sejam apresentadas em setembro, tal como a marca já nos habituou.

A13 Bionic ainda é um dos chips mais poderosos da atualidade

Relembramos que o A13 Bionic é, atualmente, um dos chips mais poderosos no mercado para smartphone.

Quando foi lançado, em setembro de 2019, a Apple fez questão de referir que se tratava de um processador 20% mais rápido e até 40% mais económico do que o A12. O A13 Bionic é ainda capaz de executar mais de 1 trilião de processos em simultâneo.

Fonte: Pplware.

Apple perderá milhões na venda do iPhone com a proibição do uso da app chinesa WeChat

 O mundo está estranho. Outrora, a guerra entre superpotências usava bombas e misseis, depois passou a ser feita com cyberataques e hoje usam-se as aplicações de smartphone como munição. Como tal, para atingir a China, os Estados Unidos querem banir uma série de aplicações de origem chinesa, mas quem poderá perder muito com isso é a gigante americana Apple. Agora na mira está a app de conversa WeChat.

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, a decisão da Administração de proibir as empresas americanas de terem relações comerciais com empresas incluindo a WeChat, pode ter um impacto significativo nas vendas da Apple na China.

Imagem iphone 11 Pro Max com a Appl Store a descarregar o WeChatDepois do TikTok é a vez do WeChat estar no alvo dos EUA

Os Estados Unidos estão a fazer uma cerrada guerra a interesses da China no mundo. Depois da Huawei e de outras empresas chinesas, o alvo são agora aplicações para smartphones. O TikTok está ainda na mira, mas o próximo que se segue é o WeChat. Contudo, conforme alerta o analista do mercado Apple, Ming-Chi Kuo, esta proibição de colocação da app na App Store poderá significar uma perda de milhões na vende do iPhone na China.

Como o WeChat é muito importante para os utilizadores chineses, pois integra comunicações, pagamentos, e-Commerce, software social, leitura de notícias e funções de produtividade, acreditamos que esta ação vai afundar as vendas do iPhone no mercado chinês.

Explicou Kuo.

Este analista tem sido uma fonte fiável de informação relacionada com serviços e produtos Apple a serem lançados no mercado. Pese o facto de ter a sua ação focada mais no hardware, o analista tem uma visão mais próxima do mercado chinês no que respeita a estas questões de operacionalidade.

Imagem WeChat na China com iphone dos EUA

 

WeChat debaixo de fogo desde há vários meses

Este software tem sido apontado como estando a ser controlado pelo regime chinês. Conforme foi noticiado, em maio passado veio a público a informação que esta rede social é monitorizada em tempo real pelas autoridades da China. Como tal, o secretário de estado dos EUA, Mike Pompeo, disse numa entrevista que o país iria banir também o famoso serviço de mensagens WeChat.

Pensamos que implica que a Apple terá de remover o WeChat da App Store. A Apple removeu o WeChat da App Store na Índia, em resposta a um pedido do governo. Portanto, não ficaremos surpreendidos se o governo dos EUA pedir à Apple que faça o mesmo.

Disse o analista da KGI Securities.

A Apple poderá ser obrigada a retirar a app da App Store dos Estados Unidos ou poderá mesmo ter de a remover de todas as suas lojas.

De acordo com a ordem executiva, a Apple poderá ter de remover o WeChat das Lojas App mundiais porque a ordem proíbe a Apple de permitir transações envolvendo o WeChat. No entanto, a ordem não define claramente a amplitude da proibição. Talvez o governo dos EUA peça à Apple para remover o WeChat apenas da App Store dos EUA.

Referiu Kuo.

Imagem app TikTok e WeChat no iOS no iPhone da Apple

 

Perdas enormes, na melhor das hipóteses

A proibição entra em vigor a 20 de setembro de 2020. Assim, se a ordem for para remover o WeChat de toda a App Store, Kuo acredita que a Apple verá uma queda de até 30% das suas vendas de iPhone na China.

O melhor cenário possível é se a Apple apenas remover o WeChat da App Store nos EUA. Se for este o caso, os impactos negativos serão sobre os utilizadores do WeChat que se encontram principalmente nos EUA. Estimamos que o iPhone global irá diminuir em 3-6%. As remessas globais de outros produtos de hardware da Apple, incluindo AirPods, iPad, Apple Watch, e Mac, diminuirão em menos de 3%.

Disse o analista.

A nota de Kuo é especificamente para investidores e nela é sugerido que estes “reduzam stocks específicos da cadeia de fornecimento da Apple para diminuir os riscos, incluindo Genius e LG Innotek”.

Teoricamente, o governo dos EUA não irá prejudicar a Apple. Contudo, as eleições presidenciais americanas aproximam-se, e pensamos que o [Presidente] Trump poderá adotar estratégias mais agressivas para as eleições, incluindo pedir à Apple que retire o WeChat das lojas App Store mundiais.

Kuo tem-se concentrado no WeChat devido à sua enorme popularidade na China, mas a proibição dos EUA também afeta o TikTok. Embora o WeChat não tenha comentado publicamente, os proprietários do TikTok disseram que pretendem processar para que a proibição seja revogada.

Fonte: Pplware.

Google Maps volta a apostar em força no iOS e no ecossistema da Apple

 Mesmo tendo o seu sistema operativo móvel próprio, o Android, a Google não deixa de apostar no iOS e em todo o ecossistema da Apple. Tem as suas apps adaptadas a estas propostas e a tudo o que os utilizadores do iPhone necessitam para o seu dia a dia.

Assim, é normal vermos apps como o Gmail ou o Chrome a estarem aqui presentes, mesmo não sendo as definidas. Agora, a aposta parece ter sido feita no Google Maps, que tem algumas novidades importantes para o iOS e todo o ecossistema Apple que o gravita.

Google Maps iPhone Apple Watch CarPlayO Google Maps já teve em tempos um papel fulcral no iOS. Era esta a app de mapas eleita pela Apple para navegação, estando disponível para todos, de forma nativa e completamente integrada. Com a chegada do Apple Maps este cenário mudou e tem sido alterado com o tempo.

O CarPlay da Apple recebeu novidades

A Google não retirou a sua app do iOS e do iPhone, mas limitou-a a esta oferta. Agora, e do que revelou de forma oficial, há novidade muito importantes. A primeira delas está na integração do Maps com o CarPlay, onde pode explorar ainda mais do que é oferecido.

Google Maps iPhone Apple Watch CarPlay

A reformulação da interface permite que seja mais útil e dá agora acesso a mais informação. Podem controlar a música ou ler mensagens, sem sair da interface de navegação, tudo de forma intuitiva e sem exigir demais ao condutor.

O Watch também é uma aposta do Google Maps

Outra novidade do Google Maps chega agora também ao Apple Watch. Este é na verdade um retorno a este dispositivo, depois de em 2017 ter sido retirada. A nova versão quer dar ao utilizador a mesma experiência que existe já no Wear OS, com a navegação no relógio.

Google Maps iPhone Apple Watch CarPlay

Assim, e para os destinos habituais (casa ou trabalho) esta pode ser lançada diretamente do Apple Watch. Todo os restantes devem ser lançados diretamente do iPhone e depois transferidos para o relógio. As indicações são apenas as direções a tomar e os tempos estimados para a chegada.

Esta é mais uma aposta de peso da Google dentro do ecossistema Apple. Assim a oferta para os utilizadores destas plataformas fica alargada, com toda a oferta que muitos se habituaram a usar, com toda a qualidade reconhecida.

Fonte: Pplware.

9 de ago. de 2020

US$ 1,9 trilhão: Apple agora vale mais que PIB brasileiro em 2019

 A Apple voltou a ser a empresa mais valiosa do mundo. Seu valor de mercado atual é de cerca de US$ 1,9 trilhão, mais que a soma de todos os bens e serviços finais produzidos pelo Brasil no ano de 2019, ou Produto Interno Bruto (PIB), que foi de US$ 1,84 trilhão.

Do início do ano para cá, a companhia já acumula valorização de 40%. Por incrível que pareça, isso parece ser um reflexo da pandemia do novo coronavírus, visto que, o segundo trimestre, pico do isolamento social em vários países, foi justamente o mais lucrativo para a empresa, que conseguiu aumentar sua receita em US$ 60 bilhões.

A Apple ultrapassou mais de US$ 400 por ação no início de agosto deste ano.A Apple ultrapassou mais de US$ 400 por ação no início de agosto deste ano.Fonte:  Unsplash/Wesson Wang 

Pandemia, crise e fortuna

O PIB funciona como um termômetro da atividade econômica de um país. Se ele cresce de um ano a outro, significa que houve uma evolução no desempenho econômico.

De 2018 a 2019, o PIB brasileiro cresceu 1,1%. Foi a terceira alta anual consecutiva depois de dois anos de encolhimento. Mesmo assim, a recuperação tem sido tão lenta que a economia do país continua abaixo do patamar pré-recessão, que foi quando o PIB despencou quase 7%.

Enquanto isso, o setor de tecnologia vem apresentando bons resultados, com várias empresas registrando aumentos substanciais em suas receitas. E o mais interessante é que esses dados têm a ver com a pandemia de covid-19, quando muitos setores da indústria registraram quedas acentuadas.

A Apple é um claro exemplo desse “efeito coronavírus”: no início deste mês de agosto, a empresa ultrapassou mais de US$ 400 por ação. Seus investidores apostam que ela, incluindo outras gigantes de tecnologia, chegará no pós-pandemia mais forte que concorrentes menores.

De certa forma, o isolamento social parece ter favorecido as empresas que já tinham certa experiência com serviços online. Neste sentido, é completamente compreensível que empresas maiores tenham “engolido” concorrentes de menor expressão no mercado.

Fonte: Tecmundo.

Apple entra com ação legal contra serviço de organização de refeições por causa do logótipo

 A Apple está, aparentemente, a processar judicialmente uma empresa que se chama Prepear. Segundo informações, o alvo desta ação é o logotipo desta empresa que tem um serviço com informações para gerir e preparar refeições. Conforme pode ser visto, o logótipo da empresa é uma pera que, segundo a reclamação, vista de cima é muito idêntica à maçã da Apple.

A gigante de Cupertino quer que a empresa mude o logotipo.

Imagem do logotipo da Apple e do logotipo da Prepear, a peraApple não quer uma pera

Apesar de o nome da aplicação e do serviço não ser muito convidativo, a verdade é que com esta oposição da Apple, além do dinheiro que vai ter de gastar, irá alcançar uma publicidade seguramente nunca imaginada.

O serviço não tem nada de extraordinário, basicamente o Prepear oferece-se para administrar a sua lista de compras, pratos e receitas. Aliás, bem-visto, na internet deve haver milhares de serviços similares. Contudo, por algum motivo, ou simplesmente fruto do acaso, esta empresa escolheu um logotipo que, da forma como foi criado, pode confundir-se com a imagem de marca da Apple, segundo a própria gigante Apple.

Assim, a gigante avaliada em 1,9 biliões de dólares, está a conduzir uma batalha para muitos incompreensível.

 

David contra Golias

A Apple, pela sua dimensão e pela sua forma de estar no mundo dos negócios, tem sido alvo de processos e tem colocado outras empresas debaixo da sua mira. Aliás, teve de se ajustar com a Qualcomm, por exemplo, e teve noutra vez de trazer a Samsung para um acordo que mais lhe interessava. Umas vezes, perdeu e outras ganhou.

Contudo, nos últimos tempos tem apertado o cerco dentro de portas.  Por exemplo, vimos a sua posição face aos serviços de streaming de jogos de terceiros, como foi o caso do xCloud da Microsoft ou do Facebook Gaming. A empresa insiste em bloqueá-los na sua App Store.

Se no caso anterior, até poderá ter alguma razão, a verdade é que nesta nova contenda… a razão não parece muito do seu lado. Isto porque, supostamente, quer travar uma batalha judicial para proteger o seu logótipo. Assim, quem a ameaça com um logótipo de uma pera é a Prepear.

 

Custos começam a estrangular a Prepear

Segundo os fundadores da Prepear, que é um spin-off do serviço Super Healthy Kids, a Apple opõe-se ao pedido de marca do Prepear e exige que a empresa mude o logótipo em forma de pera.

De acordo com os fundadores, a Apple “opôs-se ao pedido de marca registada para a nossa pequena empresa, Prepear, exigindo que mudássemos o nosso logotipo em forma de pera, usado para representar a nossa marca no negócio de gestão de receitas e planeamento de refeições.

Os fundadores da Prepear enfatizam que se trata de uma empresa muito pequena, com apenas cinco funcionários. A luta legal com a Apple já custou “muitos milhares de dólares” e já foram forçados a demitir um membro da equipa devido ao peso adicional dos custos legais. No entanto, a Prepear diz que sente uma “obrigação moral” de se posicionar contra a “ação legal agressiva” da Apple.

Segundo a pequena Prepear, a Apple “opôs-se a dezenas de outros pedidos de marcas registadas apresentados por pequenas empresas com logótipos relacionados a frutas” e que muitos desses logótipos acabaram por ser alterados ou abandonados.

A maioria das pequenas empresas não pode pagar as dezenas de milhares de dólares que custaria para lutar contra a Apple.

Explicou o fundador do serviço Prepear numa publicação no Instagram.

 

Custo versus benefício de uma guerra com a Apple

A verdade é que a luta poderá trazer muitos prejuízos à empresa. Contudo, a publicidade e as vozes que se poderão levantar a seu favor podem também ser um trunfo. Até porque se a empresa sabe que a Apple, em determinado segmento, está a combater logotipos que sejam imagens de fruta, ir contra uma gigante deste porte tem de levar os seus responsáveis a pesar o “deve e o haver”.

É uma experiência terrível ser atacado legalmente por uma das maiores empresas do mundo, mesmo quando claramente não fizemos nada de errado e entendemos por que a maioria das empresas simplesmente cede e muda seus logotipos.

A Prepear afirma que “sentem uma obrigação moral de se posicionar contra a ação legal agressiva da Apple contra pequenas empresas e lutar pelo direito de manter nosso logotipo. Estamos a defender-nos da Apple não apenas para manter o nosso logotipo, mas para enviar uma mensagem às grandes empresas de tecnologia de que intimidar as pequenas empresas tem consequências.

Referiram os responsáveis da empresa.

De alguma forma é uma posição estranha, até porque o seu negócio vive muito da sua ação dentro do ecossistema da Apple e da Google. A sua aplicação para iOS e para Android é o principal meio de angariação de utilizadores. Será que lhe interessa este braço de ferro?

Fonte: Pplware.

Apple vai usar no iPhone o BeiDou, o sistema de navegação da China

 Mesmo com todos os problemas que estão a surgir entre os EUA e a China, as empresa tentam manter a estabilidade e os seus negócios. Com uma importância estratégica para a Apple, a venda do iPhone no ocidente tenderá a ser mantida.

Para ajudar os utilizadores locais e a aumentar o número de vendas, a Apple vai mudar um componente importante no novo iPhone. Com o próximo modelo, a Apple passará a suportar o BeiDou no seu smartphone.

iPhone BeiDou Apple China localização

O iPhone vai suportar o BeiDou

Até agora, os utilizadores do iPhone estavam limitados em algumas áreas na China. O suporte existente para os sistemas de GPS neste smartphone são limitados neste território. Por isso, em muitos casos, existe problema de cobertura, em especial nas cidades.

A Apple é dos poucos fabricantes que está presente na China e que não tem suporte para este sistema de navegação criado pelo país. A grande maioria dos fabricantes chineses já adaptou este sistema e faz uso dele e do seu detalhe.

iPhone BeiDou Apple China localização

Uma novidade que a Apple vai trazer ao seu smartphone

Este cenário pode mudar em breve, com o suporte para o BeiDou a estar a ser preparado pela Apple. Este deverá chegar com o iPhone 12, mas não deverá sr apresentado de forma oficial pela empresa na sua keynote. Deverá surgir a confirmação mais tarde.

Ainda assim, e de acordo com Ran Chengqi, diretor e porta-voz do China Satellite Navigation Office, isto deverá mudar. Nas suas palavras, a Apple deverá abraçar o uso do BeiDou mais cedo ou mais tarde.

iPhone BeiDou Apple China localização

O sistema de navegação da China

Curiosamente, a Apple alega que já está ligada ao BeiDou no modelo atual do iPhone. No entanto, e ao contrário de outros sistemas de navegação, este não surge apresentado de forma clara, o que levou a surgirem várias queixas de utilizadores na China.

Esta é mais uma adição importante, uma vez que este sistema está criado para funcionar de forma mais precisa na Ásia. Assim, fica complementada a oferta que a Apple tem nesta área.

Fonte: Pplware.

Microsoft acusa a Apple de querer impedir chegada do Project xCloud ao iPhone

 Apesar de não ser uma novidade no mundo da tecnologia, o streaming de jogos parece estar agora a receber um novo fôlego com os projetos da Microsoft e da Google. Estes querem fazer uso dos dispositivos móveis como pontos de acesso a estas plataformas.

A Microsoft é a mais recente concorrente a chegar a esta arena, tendo apresentado há dias o Project xCloud. Se a sua presença no Android é já uma certeza, o mesmo não acontece no iOS. Agora sabe-se porquê e a gigante do software acusa a Apple de ser a culpada.

Microsoft Apple Project xCloud iPhone smartphonesO princípio do Project xCloud é simples e igual a vários outros já existentes, como o Google Stadia. O acesso aos jogos é feito por um dispositivo móvel e todo o processamento é feito na Cloud. Depende apenas de uma boa ligação de rede para não haver problemas.

Quando apresentou o Project xCloud, a Microsoft falou inicialmente da sua presença no iOS, mas depressa acabou por abandonar essa vertente do seu projeto, sem uma razão conhecida e apresentada.

A Apple veio agora a público revelar mais informações e revelou as possíveis causas para que a Microsoft tenha optado por não o ter no iPhone. Segundo a criadora do iPhone, estes violam as regas da sua loja e que todos os jogos que estão na sua loja devem ser avaliados. Também mostrou que não aceita serviços como o Game Pass.

Ao saber destas declarações a Microsoft apressou-se a reagir e a acusar a Apple de querer bloquear os serviços de streaming de jogos. Acusa ainda de tratar o seu Project xCloud de forma diferente de outras apps.

Microsoft Apple Project xCloud iPhone smartphones

O tratamento dado a esta solução da Microsoft pela Apple é similar ao que aconteceu ao Stadia da Google. No entanto, a Steam consegue ter um serviço destes na App Store.

Para além disso, serviços como o Netflix ou a Hulu, dão acessos a conteúdos que a Apple não revê e que não controla. Há ainda a questão da Apple querer avaliar os jogos que são já verificados por entidades como a ESRB ou a PEGI, que já os avaliam.

Fonte: Pplware.