13 de ago. de 2020

Dica – Saiba quantos ciclos tem a bateria do seu iPhone

 A Apple tem criado ferramentas para que o utilizador saiba avaliar a qualidade da bateria do seu iPhone. Com os anos, a bateria tem o desgaste normal à medida que vai fazendo ciclos de carga. Essa informação não está revelada desta forma na nona interface do iOS, dado que este mostra sim, mas em percentagem. Contudo, com duas ou três manobras, podemos perceber ao certo quantos ciclos já fez a bateria do nosso iPhone.

Hoje vamos mostrar como o utilizador pode usar informações contidas no sistema operativo para ter um número exato de ciclos.

Imagem iPhone com indicação da qualidade da bateriaAo longo dos anos fomos deixando pistas e dicas para o utilizador vigiar a bateria do seu smartphone. Já o mostramos para o iPhone, para o Android, até para computador Mac e Windows. Hoje, sem aplicações de terceiros, mostramos como podem obter tal indicador.

 

Acerca dos ciclos da bateria

Quando utiliza o iPhone, a bateria regista ciclos de carregamento. Um ciclo de carregamento ocorre quando se utiliza toda a energia da bateria, mas isso não significa necessariamente um só carregamento.

Por exemplo, pode utilizar metade da carga do smartphone num dia e depois recarregá-lo totalmente. Se fizesse o mesmo no dia seguinte, contaria como um ciclo de carregamento, e não dois. Desta forma, podem ser necessários vários dias para concluir um ciclo.

As baterias possuem um número limitado de ciclos de carregamento até o desempenho esperado diminuir. Quando a contagem de ciclos é atingida, recomenda-se a substituição da bateria para manter o desempenho. Pode utilizar a bateria após atingir a contagem máxima de ciclos, mas poderá notar uma redução na duração da bateria.

Se souber quantos ciclos de carregamento existem na bateria e quantos sobram, poderá determinar em que altura deve substituir a bateria. Para obter o melhor desempenho, substitua a bateria quando esta atingir a contagem máxima de ciclos.

 

Como verificar os ciclos da bateria do iPhone

Verificar a contagem do ciclo da bateria diretamente num iPhone não é tão fácil quanto pode pensar, mas nós ajudamos a tornar fácil o processo. Iremos precisar de mexer nalguns ficheiros para realmente ver a contagem. Vamos lá então!

Antes de mais, para podermos ter esta informação é importante ter ativada a opção de partilha de análise. Assim, para ativar esta informação vá a Definições > Privacidade > Análise de Melhorias. Neste último menu ativem a opção Partilhar análise de melhorias do iPhone e do Apple….

Primeiro é necessário aceder às Definições. Dentro procuramos a opção Privacidade. Sigam as imagens ilustrativas.

Em segundo lugar, dentro do menu Análise e melhorias, vamos procurar a opção Dados de análise. Agora, lá dentro, vamos encontrar uma lista de relatórios ordenada por ordem alfabética.

Portanto, no meio destes relatórios temos de encontrar aquele que tem a informação dos ciclos. Para isso role para baixo até encontrar os ficheiros “log-aggregated”.

Toque no último desses ficheiros para visualizar os dados mais recentes.

O desafio seguinte é conseguir copiar todo este texto. Pode pressionar o ecrã até lhe aparecer a opção “selecionar tudo”. Contudo, se não conseguir, selecione desde o início do texto até ao final manualmente. Não é difícil de o fazer.

Conforme podem ver nas imagens seguintes, a ideia é copiar este texto todo e colar depois numa nota.

Assim, com o texto colado numa nota, vamos agora pesquisar a linha que nos irá dizer o número de ciclos. Então, temos de ir buscar uma ferramenta que nos ajude, dentro do texto, a descobrir um fragmento.

Para isso clicamos no ícone da partilha, que no iOS 13 está no canto superior direito. No caso do iOS 14, há um menu redesenhado, mas tem as mesmas opções.

Agora, com a ferramenta Encontrar na nota aberta colamos este texto: batterycyclecount.

Conforme podem ver nas imagens em baixo, o texto vai aparecer e disparar o número de ciclos que, à data, o iPhone tem.

 

Em suma…

Este iPhone, até à data de hoje, fez exatamente 295 ciclos. Portanto, está ainda com uma invejável saúde. Isto porque, segundo a Apple, as baterias do iPhone são projetadas para reter até 80% da sua capacidade original com 500 ciclos de bateria.

Esta é a sua capacidade de desempenho máximo. No entanto, é apenas um número aproximado, porque depende muito dos seus hábitos de carregamento. Temos casos em que o iPhone tem cerca de 1200 ciclos e a saúde da bateria está nos 78%. Isto mostra que a bateria mesmo com muitos ciclos continua a ter um excelente desempenho.

Fonte: Pplware.

Apple investigada por limitar xCloud e Facebook Gaming na AppStore

 Recentemente a Apple viu-se envolvida num assunto polémico por não permitir que a app Facebook Gaming para iOS tivesse jogos incluidos. Segundo os argumentos da empresa da maçã, as políticas da Apple não permitem que as aplicações promovam streaming ou tenham jogos que não foram revistos pela marca.

Mas para além deste conteúdo do Facebook, a empresa de Cupertino também limitou a presença do Project xCloud da Microsoft na sua loja de aplicações. E devido a estas duas situações, a Comissão da União Europeia decidiu iniciar uma nova investigação às políticas da Apple.

AppStore limita as apps Facebook Gaming e xCloud

Esta semana a Apple permitiu finalmente a inclusão da app Facebook Gaming na sua loja de aplicações. No entanto isto só foi possível com uma alteração controversa uma vez que a aplicação pode sim estar na AppStore, mas sem jogos.

Ora, uma aplicação de streaming de jogos sem a possibilidade de ter jogos para os utilizadores usufruírem… torna-se um pouco estranha. Mas segundo Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook, estas alterações foram necessárias para que a app passasse pela aprovação na App Store. De acordo com as políticas da Apple, as aplicações estão proibidas de promover streaming ou ter jogos que não foram revistos pela marca.

Relembramos que o Facebook Gaming esteve vários meses à espera e uma resposta positiva por parte da Apple, que rejeitou a aplicação por diversas vezes.

Também o xCloud da Microsoft viu a sua presença ser limitada na AppStore. E segundo a empresa de Redmond:

A Apple é a única plataforma de uso geral que impede os consumidores de jogos em nuvem e serviços de assinatura de jogos como o Xbox Game Pass.

Comissão da União Europeia vai investigar as políticas da Apple

De acordo com a Reuters, a Comissão da União Europeia, que já investigava as políticas da Apple, passou a acompanhar também de perto esta recente situação relacionada com o Facebook Gaming e o xCloud.

As investigações à Apple iniciaram-se em junho e pelo menos três delas envolvem as regras restritivas da AppStore. Recentemente o Telegram também fez uma queixa formal à Comissão Europeia devido às supostas práticas anti competitivas da empresa da maçã. Isto porque a Apple retém 30% sobre qualquer transação feita a partir de uma app para iOS, mas também porque impossibilita os utilizadores de fazerem download de apps externas à App Store.

Mas agora o Facebook e a Microsoft também se uniram de forma a mostrar o seu desagrado e preocupação relativamente às políticas praticadas pela Apple. Esta iniciativa promoveu um significativo movimento de críticas por parte dos programadores que se queixam de um tratamento desigual contra a dona do iPhone.

Questionada pela Reuters acerca destes problemas, Arianna Podesta porta-voz da Comissão respondeu apenas que:

A Comissão está ciente dessas preocupações em relação às regras da App Store da Apple.

Apple já reagiu às críticas

Enquanto isso, a empresa de Tim Cook já reagiu às críticas. A Apple defendeu-se dizendo que as suas regras se aplicam a todas as aplicações de forma a proteger os seus clientes e providenciar também um ambiente justo para os programadores.

A marca da maçã usou como exemplo os casos do PlayStation Remote e do SteamLink, que são permitidos na App Store.

Fonte: Pplware.

iPad Air 4 pode ser lançado só em 2021, e “muito caro”

 

O perfil no Twitter@komiya_kj, (conhecido informante sobre produtos da Apple) “vazou” a data aproximada do lançamento do iPad Air 4, assim como algumas de suas especificações. Dependendo do que o usuário espera do dispositivo, as informações poderão deixá-lo feliz ou bem decepcionado.

De início, esperávamos que o iPad Air 4 fosse anunciado pela Apple até o fim deste ano. Mas a informação compartilhada por Komiya afirma que o tablet só será anunciado em março de 2021.

Pior que isso: quem esperava poder comprar um iPad barato, mas atualizado, também poderá estranhar as especificações divulgadas, que mais o fazem parecer uma versão “light” do iPad Pro, o que, inevitavelmente, o torna bem mais caro que as versões anteriores.


iPad Air 4 seria um iPad Pro Light?

Segundo Komiya, o novo iPad Air terá design semelhante ao do iPad Pro, o que pode incluir a exclusão do botão “Home” e bordas mais finas. Como ele cita que o dispositivo terá o Face ID, a informação parece fazer sentido, já que o leitor de digitais não seria mais necessário. Aparentemente, o tablet será disponibilizado em dois tamanhos, 11” e 12,9”, que também são compartilhados com o iPad Pro.

Uma informação incongruente é em relação ao chip do dispositivo: o palpiteiro cita o A14X Bionic em uma publicação, e o A14 Bionic em outra.

Fora isso, outras especificações podem impressionar, como a presença de uma porta USB-C (mais rápida que a Lightning, presente no iPad 3), quatro alto-falantes estéreo, tela de retina líquida e o suporte para periféricos como a Apple Pencil e as capas com teclado embutido.

Bonitinho, mas “ordinário” (no preço)

Se essas especificações tornam o novo iPad Air muito mais robusto que os aparelhos das gerações anteriores, toda essa tecnologia também será refletida no preço.

Segundo o rumor publicado, o preço inicial do dispositivo será de US$ 649, enquanto o preço inicial do iPad Air 3, em seu lançamento, era de US$ 499.

Fonte: Tecmundo.

12 de ago. de 2020

Apple foi condenada a pagar 506 milhões de dólares por violação de patente

 Uma decisão judicial comunicada nesta terça-feira condena a Apple a pagar 506 milhões de dólares por ter infringido patentes detidas pela PanOptis e outras empresas. De acordo com as informações, a decisão foi tomada por um júri federal do Distrito Leste do estado do Texas.

O processo envolve as patentes da Optis Wireless que estão relacionadas com o uso da tecnologia LTE do iPhone, do Apple Watch e do iPad.

Apple vai ter que pagar 506 milhões de dólares por violação de patentes

No primeiro julgamento com júri presencial acerca de patentes, desde o início da pandemia da COVID-19, foi tomada uma decisão nada favorável à Apple.

Segundo informa o Law360, o júri federal do Distrito Leste do Texas decidiu que a Apple deve ser condenada a pagar 506 milhões de dólares, cerca de 430 milhões de euros. O problema relaciona-se com a suposta infração por parte da empresa de Cupertino relacionada com uma patente LTE da Optis Wireless.

Em suma, o processo envolve patentes da Optis Wireless que dizem respeito à tecnologia LTE presente no iPhone, no Apple Watch e no iPad da marca da maçã.

Em tribunal, a Apple ainda tentou provar que não havia infringido a tecnologia das patentes para dar acesso ao LTE, mas não o conseguiu eficazmente. Um dos argumentos da empresa de Cupertino era que se poderia analisar um iPhone para descobrir que não havia violado as patentes em questão. Segundo a Apple, a compatibilidade do iPhone com LTE, assim como outros smartphones do mercado, não significava só por si uma violação da patente.

No entanto, a Optis Wireless alega que a Apple infringiu as suas patentes e que ainda se recusou a fazer um acordo de licenciamento. A marca de patentes disse ter oferecido à Apple uma ‘licença global’ para a utilização das patentes relacionadas com LTE e na sua opinião esta decisão iria ao encontro com as suas obrigações de ser “justa, razoável a não discriminatória”. Mas apesar dos esforços para chegar a um entendimento com a Apple, a Optis Wireless afirma nunca obtiveram sucesso nas negociações.

Patentes que alegadamente foram violadas pela Apple

  • “Método e aparelho para transmissão e recepção de mensagem de canal de controle partilhado num sistema de comunicação sem fios através do acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal”
  • “Método para transmitir e receber informações de controle através do PDCCH”
  • “Aparelho de estação móvel e método de acesso aleatório”
  • “Sistema e método para estimativa de canal num sistema de comunicação sem fios de diversidade de atraso”
  • “Método de transmissão de sinais de uplink”
  • “Mudança de modo entre SU-MIMO e MU-MIMO.”
  • “Sinalização de canal de controle através de um campo de sinalização comum para formato de transporte e versão de redundância”

Mesmo com os argumentos da Apple, o júri decidiu que a marca da mçã não conseguiu provar o seu ponto de vista de que as alegações da Optis Wireless são infundadas. Desta forma, a empresa de Tim Cook terá que pagar 506.200.000 dólares à Optis Wireless e a outras empresas relacionadas.

Fonte: Pplware.

11 de ago. de 2020

Apple lança a primeira beta pública do watchOS 7 para utilizadores do Apple Watch

 A Apple anunciou no passado mês de junho novos sistemas operativos para os seus dispositivos. No mesmo dia, os programadores puderam então instalar o novo software para testarem. Alguns dos novos sistemas, semanas mais tarde, tornaram-se nas versões públicas, dando assim oportunidade de qualquer utilizador também ajudar no afinar das agulhas. A empresa de Cupertino faz agora o mesmo com o watchOS 7 para utilizadores do Apple Watch.

Se tem um Apple Watch e quer ter já contacto com as novidades que só serão lançadas oficialmente no outono, veja como pode instalar esta versão.

Imagem Apple watch 5 com watchOS 7Está disponível a versão beta pública do watchOS 7

A Apple lançou oficialmente a primeira beta pública do watchOS 7 para os utilizadores do Apple Watch hoje. Se é um utilizador do Apple Watch que está interessado em executar o watchOS 7 beta público, pode ter acesso ao site do programa de software beta da Apple para começar.

Conforme se percebe, este ano marca a primeira vez que a Apple lançou uma versão beta pública do watchOS. No passado, a empresa de Cupertino reservava as betas do watchOS exclusivamente para os programadores, embora as betas públicos dos seus outros sistemas operativos também fossem lançados para utilizadores beta públicos.

Se quer testar já esta versão, não pode esquecer que se trata de um produto “por acabar”. Isto é, sendo uma versão beta, poderá ter alguns bugs que condicionam o normal funcionamento. Além disso, esta versão exige que tenha no seu iPhone a versão iOS 14, que também existe na beta pública, conforme demos a conhecer.

Por fim, pese o facto de ser uma versão muito estável, e já a usamos desde o dia que foi disponibilizada, a 22 de junho, depois de instalada não poderá fazer o downgrade do seu Apple Watch de watchOS 7 para watchOS 6, independentemente dos problemas que possa enfrentar.

 

O meu Apple Watch será compatível?

Com a estreia deste ano do watchOS 7, a Apple está a deixar de oferecer suporte ao Apple Watch Series 1 e Apple Watch Series 2. Isso significa que esses modelos manterão o watchOS 6, enquanto os seguintes poderão ser atualizados para o watchOS 7 quando for lançado neste outono. São compatíveis…

  • o Apple Watch Série 3;
  • o Apple Watch Series 4:
  • e o Apple Watch Série 5

 

Mostradores com mais variedade:

O novo watchOS 7 adiciona uma variedade de novos recursos ao Apple Watch, incluindo suporte para partilha de mostrador de relógio. Agora o utilizador já poderá partilhar mostradores de relógio com outras pessoas. Além disso, os programadores poderão também podem oferecer mostradores pré-configurados nas suas aplicações. Irá ser igualmente possível mostradores de relógio da web.

Modo Criança:

Num mundo em que cada vez mais se fala de privacidade e segurança digitais, espera-se que o watchOS 7, a par do iOS 14, traga consigo novas características no Modo Criança, por forma a facilitar aos pais a gestão dos Apple Watches utilizados pelos seus filhos.

Monitorização de níveis de oxigénio no sangue:

Já é quase uma certeza que a Apple incluirá esta nova função de saúde no próximo watchOS 7. Este recurso será importante para vigiar os níveis de oxigénio no sangue do utilizador.

Registo de Sono

Algo pelo qual imensos utilizadores do Apple Watch têm estado à espera poderá agora, finalmente concretizar-se. Será assim desta que iremos ver uma aplicação nativa para registo do sono no Apple Watch.

CarKey

Longe vão os tempos em que trancar ou destrancar um carro, ou até mesmo ligar a ignição, recorrendo a um relógio era coisa de séries de televisão. Agora, aproximando o Apple Watch do carro, as portas serão abertas.

 

Como instalar o watchOS 7

Antes de mais tem de ter no seu iPhone o iOS 14 beta. Terá, portanto, de ter o iPhone para ligar o Apple Watch que irá receber o novo sistema operativo. Assim, para dar início, use o iPhone com iOS 14 beta e faça sign in no site da beta pública.

Depois de confirmar o seu Apple ID, escolha no nenu do sistema operativo o watchOS 7.

Imagem watchOS 7 do Apple Watch

Em seguida, desça um pouco até encontrar este texto:

The Apple Beta Software Program is now available for watchOS 7. You can enroll your Apple Watch to get the latest public betas from Software Update.

Clique, portanto, nesse link para descarregar o perfil que será necessário para atualizar o seu sistema operativo no relógio para a nova versão.

Agora que já tem o perfil descarregador, tem de o instalar no seu iPhone, dentro da app Watch.

Por fim, as imagens conduzem-nos passo a passo até à instalação. Todo o processo se instalação será feito então dentro da app Watch, no seu iPhone. Depois siga as instruções para uma normal instalação no Apple Watch.

Fonte: Pplware.