5 de mar. de 2021

Apple ensina a transferir fotografias do iCloud para o Google Fotos

 A Apple publicou um novo documento de suporte que ajuda os utilizadores a fazer a transferência das suas fotos do iCloud para o Google Fotos. Segundo a empresa, o utilizador pode pedir a transferência de uma cópia das Fotografias em iCloud, fotografias e vídeos associados ao seu ID Apple, para outro serviço. Por trás desta decisão estarão regras que os reguladores impõem relacionadas com as opções de portabilidade de dados.

Inicialmente, este serviço é disponibilizado aos clientes na União Europeia, Reino Unido, entre outros, para transferências para o Google Fotos.

Ilustração da dica da Apple para transferir fotografia e vídeos para o Google Fotos

Apple ensina a portar as fotografias e vídeos para outros serviços

O Google Fotos já era uma das principais ferramentas que

os utilizadores Apple utilizavam. Apesar das recentes

alterações que o serviço da Google sofreu e impôs aos

utilizadores, os 15 GB de espaço gratuito são um 

atrativo, para quem na Apple só tem 5 GB de iCloud 

gratuita.

Seja como for, por trás desta decisão da Apple está

um motivo forte para ensinar a “partilhar” estes

dados com terceiros.

Segundo a Apple, o utilizador já pode pedir a 

transferência de uma cópia das fotografias e vídeos

armazenados nas Fotografias em iCloud para outros

serviços do género, como o Google Fotos, por 

exemplo. Contudo, a transferência de fotografias

e vídeos das Fotografias em iCloud envia para

o outro serviço uma cópia dos conteúdos que

armazena nos servidores da Apple sem os 

remover nem alterar.

A empresa de Cupertino informa também que 

processo de transferência demora 3 a 7 dias.

Este é o tempo necessário para confirmar

que o pedido foi feito por si e para

efetuar a transferência.

Alguns dados e formatos disponíveis nas

Fotografias no iCloud, como Álbuns

inteligentes, Live Photos ou alguns 

ficheiros RAW, poderão não estar disponíveis

quando transferir os conteúdos para outro

serviço. Veja abaixo mais informações sobre

os dados que são transferidos.

Antes de pedir a transferência de fotografias e vídeos

Antes de pedir a transferência dos conteúdos das Fotografias

no iCloud, certifique-se 

de que:

  • Está a utilizar as Fotografias no iCloud para armazenar fotografias e vídeos nos servidores da Apple.
  • O seu ID Apple utiliza a autenticação de dois fatores.
  • Tem uma Conta Google para utilizar o Google Fotos.
  • A sua Conta Google tem espaço de armazenamento disponível para que a transferência seja concluída.


Como pedir a transferência dos conteúdos das Fotografias em iCloud

Para iniciar um pedido de transferência de fotografias e vídeos das Fotografias em iCloud:

  1. Inicie sessão com o seu ID Apple em privacy.apple.com.
  2. Selecione “Transfira uma cópia dos seus dados”.
  3. Siga as instruções para concluir o pedido.

Ser-lhe-á pedido para iniciar sessão na sua Conta Google para iniciar a transferência.

Receberá uma notificação por e-mail do pedido de transferência e outro e-mail quando a mesma estiver concluída. Se cancelar o pedido de transferência antes da respetiva conclusão, fotografias ou vídeos que eventualmente já tenham sido transferidos permanecerão no Google Fotos. É possível verificar o estado do pedido em privacy.apple.com/account.

Fonte: Pplware.


Afinal a Apple não vai deixar os utilizadores mudarem a app de música no iOS 14.5

 Com o iOS 14, a Apple trouxe uma novidade que há muito tempo vinha a ser pedida pelos utilizadores. A partir desta versão muitas das apps padrão do sistema da Apple podem ser mudadas e substituídas por outras mais do agrado do utilizador.

Esperava-se que este movimento fosse continuado pela Apple e a versão inicial do iOS 14.5 parecia mostrar isso mesmo. Agora tudo mudou e a Apple veio a público negar que a sua app de música poderia ser trocada por outra.

Apple iOS música app Siri

Mudar a app de Música no iOS

Com a versão beta do iOS 14.5 em testes, chegou uma novidade interessante ao iOS. Ao pedir à Siri para tocar uma música, a assistente virtual da Apple irá mostrar uma lista de apps presentes no iPhone para que seja escolhida a que deve ser usada.

Com essa decisão, a Siri irá abrir no futuro essa app e assim dar continuidade à escolha feita. Este novo comportamento estava a ser entendido por muitos como uma mudança na linha do que já existia. Seria finalmente dada a possibilidade de escolher a app de música.



Afinal é apenas uma opção da Siri

De forma a clarificar este ponto, a Apple veio agora a público prestar alguns esclarecimentos importantes. A empresa revelou que esta nova opção limita-se à Siri, fazendo com que a assistente virtual entenda como o utilizador quer ouvir diferentes tipos de conteúdo e não apenas música.

O utilizador pode querer usar o Spotify para ouvir música, mas preferir a app Apple Podcasts ou outra app para ouvir os seus podcasts. Pode ainda querer usar outra app para os livros-áudio. A Siri poderá também voltar a perguntar as preferências no futuro.



Apple não vai mudar nada no iOS 14.5

A Apple destacou ainda um facto importante sobre a nova versão do sistema operativo do iPhone. Não existe nenhuma opção nas definições do iOS para definir a app de música a usar. Esta já existe para o email ou o browser, como já mostrámos.

Mesmo não sendo a mudança esperada, esta aparece ainda estar em testes. Nas versões anteriores da beta do iOS 14.5 esta funcionalidade foi removida, tendo agora sido novamente incorporada. Resta saber se a versão final deste iOS terá ou não esta novidade.

Fonte: Pplware.

União Europeia finaliza acusações contra a Apple na sequência da queixa do Spotify

 A Apple continua debaixo de fogo por eventuais práticas “antitrust”. Os investigadores da União Europeia planeiam anunciar os resultados da sua investigação sobre a Apple nas próximas semanas. Isto vem depois de o Reino Unido ter anunciado que vai abrir a sua própria investigação sobre a App Store. Assim, depois do Spotify apresentar a queixa, a Apple poderá enfrentar novas ações judiciais.

Face à acusação da empresa sueca de streaming de música, a Apple respondeu na altura, acusando o Spotify de apresentar conscientemente informações falsas relativamente às taxas que paga à Apple através da App Store.

Imagem Apple AirPods Mac com iPhone 12 Pro Max com Spotify

União Europeia poderá multar a Apple depois da queixa do Spotify

A Comissão Europeia abriu formalmente investigações sobre a conduta da Apple relacionadas com a App Store e o Apple Pay em junho de 2020. A investigação à App Store centra-se na utilização obrigatória do sistema In-App Purchase (compras integradas) da Apple para aplicações de terceiros e no corte de 30% das receitas que isso implica.

A Apple respondeu ao anúncio da investigação com uma breve declaração:

É dececionante que a Comissão Europeia esteja a avançar com queixas sem fundamento de um punhado de empresas que simplesmente querem uma viagem gratuita, e não querem jogar com as mesmas regras que todos os outros.

 

Imagem Apple versus União Europeia

Reguladores prontos para avançar

A Reuters informa hoje que os reguladores antitrust da UE estão agora “a finalizar o processo de acusação contra a Apple”, na sequência das queixas do Spotify. Citando pessoas familiarizadas com o assunto, o processo deverá chegar à Apple “antes do verão”.

Apesar das informações que já se conhecem da acusação do Spotify, os detalhes aqui ainda não são claros. Contudo, o relatório esboça o que podemos esperar em termos gerais. Assim, a informação explica que o processo de acusação incluirá pormenores sobre suspeitas de violação, bem como conselhos para resoluções.

O agente da concorrência da UE geralmente define o que considera suspeitas de violação das regras antitrust do bloco na sua declaração de objeções, se uma coima é merecida e o que as empresas têm de fazer para pôr termo a práticas anticoncorrenciais.

O que isto significa é que os reguladores antitrust da UE aparentemente encontraram provas suficientes através de investigações para apresentar oficialmente a Apple com acusações. Contudo, o âmbito das acusações ainda não é claro por enquanto, mas poderemos saber mais nos próximos meses. A Apple não comentou a notícia entretanto publicada pela Reuters.

 Fonte: Pplware.

Apple tem nova patente de ficha magnética que poderá substituir a porta Lightning no iPhone

 O MagSafe, tal como apareceu na Apple originalmente, era uma ideia excelente. Em vez de haver um encaixe entre a porta de carregamento e a ficha, havia sim um contacto magnético que prendia a ficha ao dispositivo. A Apple há uns anos deixou de usar o MagSafe nos Macbooks e passou a utilizar essa terminologia no acessório lançado aquando do iPhone 12. Apesar disso, a empresa poderá não ter abandonado o conceito original da tecnologia. Uma nova patente abre uma possibilidade nunca explorada.

A Apple registou uma nova tecnologia que poderá substituir no iPhone a tradicional porta Lightning.

Imagem patente Apple novo MagSafe para iPhone

Nos primórdios do MagSafe…

A tecnologia MagSafe não é mais que uma ficha de energia elétrica da Apple introduzida em conjunto com o MacBook Pro em 10 de janeiro de 2006. O MagSafe é ligado através de magnetismo.

Assim, se, por exemplo, alguém tropeçasse no fio de alimentação, facilmente o cabo saía do Mac sem causar qualquer problema. Ao puxar, simplesmente era desconectado não danificando o computador.

Posteriormente, a empresa de Cupertino, no ano 2020, lançou esta tecnologia, mas num conceito “carregamento sem fios” para o iPhone. Apesar disso, foram muitos os rumores que já vaticinaram o próximo passo da marca nesta campo. Segundo o que se “previu” num futuro, a Apple poderá usar o MagSafe com mais poder de carregamento e remover de vez a porta Lightning.

 

Só que não…

O US Patent & Trademark Office concedeu esta semana uma patente à Apple para um novo conector magnético capaz de transmitir energia ao iPhone. Assim, esta patente poderá atirar por terra os tais rumores que falamos anteriormente.

Conforme relatado pela Patently Apple, a patente mostra um novo tipo de ficha que pode ser comparado ao Smart Connector do iPad e até mesmo ao MagSafe de MacBooks mais antigos. Com base nas ilustrações, este conector substituiria a porta Lightning como uma nova forma de recarregar o iPhone.

A patente recém-concedida à Apple cobre a sua invenção relativa a um conector para um dispositivo acessório capaz de trocar energia e dados com um dispositivo eletrónico. Em particular, a ficha inclui contactos rebaixados que são acionados magneticamente por ímanes associados aos contactos do dispositivo eletrónico.

A patente indica que o novo conector foi projetado para aumentar a resistência à água do iPhone, já que é inteiramente construído com ímanes. Embora pareça improvável que a Apple crie outro conector para os seus dispositivos, isso revela que a empresa realmente está a estudar a possibilidade de substituir ou remover a porta Lightning do iPhone.

Imagem da nova patente Apple de uma porta MagSafe

 

E como será esta porta no iPhone 13?

No ano passado, a Apple lançou o MagSafe para iPhone – um novo conector magnético baseado na norma Qi que pode ser ligado à parte de trás do telefone para o carregar. Embora o iPhone 12 ainda tenha uma porta Lightning, os rumores sugerem que modelos futuros podem deixar de ter esta porta “física”. Assim, os utilizadores teriam a MagSafe como a única alternativa para carregar o iPhone.

A juntar aos rumores passados, esta semana, o analista confiável Ming-Chi Kuo disse que a Apple manterá a versão Lightning durante um ano, isto é, nos modelos do iPhone 13. Então, quer isso dizer que a empresa de Cupertino poderá até pensar ter um iPhone sem qualquer porta, mas não será para já.

Apesar disso, a Apple já removeu a porta jack 3,5 mm, removeu o botão mecânico Home dos iPhones, equipou os dispositivos com gestos para gerir as funcionalidades, disponibilizou carregamento sem fios, transferência de dados por WiFi… o que falta para deixar de ter portas?

Deixamos a seguir um trabalho muito interessante sobre o MagSafe. Além do compêndio histórico há um esmiuçar da tecnologia para que se perceba um provável futuro magnético para os dispositivos.

Fonte: Pplware.