6 de mai. de 2021

Vigie a variabilidade da frequência cardíaca no Apple Watch com a app Heart Analyzer

 Que o Apple Watch é uma ferramenta atenta à saúde e bem-estar do utilizador, isso todos sabem. Como tal, há aplicações que devem fazer parte do leque de sistemas que compilam informações dos vários sensores da máquina por forma a nos informar com rigor. Já falámos algumas vezes numa das mais interessantes apps para monitorizar o nosso coração através do smartwatch da Apple, a Heart Analyzer.

Com a nova atualização, vamos mostrar como podem vigiar a variabilidade da frequência cardíaca com uma complicação para o relógio da Apple muito bem conseguida.

Imagem Apple Watch com a app Heart Analyzer a monitorizar a variabilidade da frequência cardíaca

Heart Analyzer permite no Apple Watch monitorizar o VFC

A app Heart Analyzer foi projetada especificamente para o Apple Watch. Conforme já vimos algumas vezes, ferramenta recorre aos dados de frequência cardíaca para produzir gráficos, métricas e relatórios com uma aparência fácil e agradável.

Numa atualização anterior, o software começou mesmo a recolher informações do oxímetro do Apple Watch, passando a compilar esses dados e a informar o utilizador com novos gráficos sobre a sua saúde.

Agora, com a versão 8.5, foram introduzidas novas complicações que dão informação sobre a variabilidade da frequência cardíaca (VFC). São apresentados vários gráficos que moldam o mostrador de forma a informar fácil e rapidamente.

Já que falamos nos gráficos, esta nova versão traz também novos gráficos lançados na aplicação para iPhone, como, por exemplo, os níveis VO2 Max, HRV e saturação de oxigénio no sangue (SPO2).

A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é um marcador cientificamente validado. A VFC refere-se à oscilação do intervalo entre cada batimento cardíaco e pode ser medida num eletrocardiograma ou através de um sensor de fotopletismografia.

Ilustração da VFC de uma leitura de um ECG de um Apple Watch

Os intervalos entre cada batimento cardíaco variam e a magnitude dessa variação permite calcular a VFC.

A aplicação também possui integração de Alertas de Notificação de Frequência Cardíaca, oferecendo ao utilizador um local central para visualizar e monitorizar os seus Alertas de Frequência Cardíaca Apple Watch para frequências cardíacas altas e baixas, juntamente com frequências cardíacas irregulares e baixa aptidão cardiovascular

O recurso mais interessante na nova atualização da app é de longe a habilidade de personalizar várias complicações relacionadas à frequência cardíaca. Isto permite num olhar de suslaio saber como está o coração, os níveis de oxigénio no sangue e muita outra informação diretamente no ecrã do smartwatch.

 

Como colocar a Complicação Heart Analyzer no Apple Watch?

Dentro da app, depois de atualizarem a versão 8.5, no iPhone vão a Settings > Watch Face Complications e clicam no botão Add Apple Watch Face.

Agora, vão à aplicação Watch, que gere o Apple Watch no iOS e procuram no separador Mostradores ou no separador O meu relógio, no primeiro grupo OS MEUS MOSTRADORES.


Agora, o utilizador poderá alterar os vários espaços na Complicação, conforme o que lhe interessar ter no Apple Watch. Existem então 4 Complicações principais do Heart Analyzer.

  • Faixa atual e diurna da sua frequência cardíaca;
  • Média e variação diária da sua frequência cardíaca;
  • Leituras recentes de SpO2 (monitorização do nível de oxigénio no sangue);
  • Leituras recentes de VFC (variabilidade da frequência cardíaca).

Apesar de apresentar muita qualidade, a aplicação é gratuita e está muito bem conseguida. Contudo, dentro da app, tem compras disponíveis, mas apenas para quem quiser estender a informação a outros relatórios. Além disso, esta aplicação não traz publicidade. A informação fica totalmente vedada a terceiros, é armazenada nos dispositivos e para uso exclusivo do utilizador.

Assim, se quiser ver os seus sinais vitais e mais informação relevante sobre si, descarregue gratuitamente esta aplicação da App Store.


Homepage: Helix
Preço: Gratuito



Fonte: Pplware.





AirTags banidas da Austrália? Preocupações de segurança com crianças pode ser a razão

 As AirTags são a mais recente novidade da Apple, criadas para ajudar a encontrar qualquer objeto, independentemente da proximidade para estes poderem ser detetados de forma simples e rápida.

Este novo gadget está a chegar ao mercado e também a enfrentar os primeiros problemas. Na Austrália, as AirTags estão a ser uma preocupação associada à segurança das crianças.

AirTags Austrália bateria segurança crianças

AirTags pode ter um problema de segurança

Este parece um caso isolado em todos os locais onde a Apple tem presença. Do que está a ser reportado, na Austrália, as AirTags parecem estar sob escrutínio devido a potenciais problemas de segurança, em especial com a bateria e a forma como pode ser acedida por crianças.

Este gadget terá sido retirado de uma das maiores lojas da Austrália e não terá data para ser trazida de volta. A informação dos funcionários da Officeworks é que as AirTags podem estar a ser avaliadas devido a este problema.

AirTags Austrália bateria segurança crianças

Austrália pode colocar em pausa a venda

Segundo a lei australiana, a bateria deverá estar protegida de forma bem definida. É essencial que esta área esteja protegida por parafusos ou elementos similares, para impedir que sejam simples de abrir, em especial por crianças.

No caso das AirTags, esta são aparentemente simples de abrir, bastando rodar parte do seu corpo. Não sendo um processo simples de realizar, não tem qualquer proteção que impeça que esta mudança seja feita por qualquer utilizador, independente da idade.

AirTags Austrália bateria segurança crianças

Simples aceder à bateria das AirTags

Este é ainda um processo que está ainda a ser iniciado, mas a Officeworks já garantiu que as AirTags vão ficar fora da sua oferta nos próximos tempos. As autoridades australianas vão investigar este caso e avaliar se as AirTags violam alguma regra do país.

Até agora, este parece ser um caso único na Austrália. A Apple estará já a par do problema e deverá em breve ter uma declaração e, eventualmente, apresentar uma solução, tal como já aconteceu noutras situações anteriores.

Fonte: Pplware.

O jeito mais fácil de ter internet de alta velocidade na casa toda


 Na segunda-feira, 26 de abril, durante evento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), foi revelado que o Brasil ocupa a 5ª posição no ranking de países em população online. Além disso, mais de 4,5 mil municípios estão conectados por fibras óticas às redes nacionais.

Ainda assim, mesmo com tanta tecnologia à disposição, há quem tenha dificuldades para aproveitar internet de alta velocidade na casa toda – e dentre os motivos que podem atrapalhar a experiência estão o mau posicionamento de equipamentos, a proximidade deles com objetos que geram interferências, dispositivos de baixa qualidade e por aí vai.

Antes de pensar em mudanças substanciais na sua rotina, que podem nem sempre trazer o resultado esperado, ou de passar um bom tempo no telefone tentando mudar de operadora, saiba que há um jeito bem fácil de melhorar a internet da casa toda. Conheça o sistema WiFi Mesh, da Huawei, com potência suficiente para manter smartphones, tablets, notebooks e demais dispositivos inteligentes conectados simultaneamente com estabilidade de sinal e alta velocidade de internet.

Tecnologia Wi-Fi inovadora

Com o WiFi Mesh, da Huawei, acaba aquela história de o roteador estar na sala e de a conexão ficar ruim no quarto ou no banheiro. Isso porque sua inovadora tecnologia de roaming contínuo e o seu direcionamento de banda mantém o usuário automaticamente conectado às melhores bandas e aos melhores pontos de acesso o tempo todo.

Resumidamente, o aparelho conta com três torres que oferecem 1 banda de 2.4 GHz e 2 bandas separadas de 5 GHz, responsáveis pela entrega de uma velocidade alta de internet combinada de até 2.2 Gbps. Isso significa que é possível colocá-las em pontos estratégicos, eliminando problemas que paredes de tijolo ou concreto, por exemplo, impõem ao sinal.

O segredo da potência oferecida pelo WiFi Mesh está em sua construção. Munidas de uma CPU Gigahome quad-core de 1.4 GHz com capacidade de computação de até 12880 DMIPS3 e 256 MB de memória RAM, as torres contêm 6 amplificadores e receptores independentes que capturam sinais rapidamente e cobrem até 600 metros quadrados.

Moradores de casas geminadas, térreas, sobrados e muito mais só têm a ganhar com o sistema tri-band exclusivo da Huawei, pois todos poderão assistir a filmes em streaming, jogar games online e conferir redes sociais sem perda de qualidade. Alguns outros recursos, por sua vez, tornam o acesso ainda mais fácil.

Conexão de internet simples e intuitiva

Por meio do aplicativo HUAWEI AI Life, qualquer um se torna capaz de gerenciar os roteadores de maneira simples e intuitiva. Confira históricos, defina limites de velocidade, permita (ou negue) a conexão de outras pessoas, determine por quanto tempo o Wi-Fi ficará disponível, pause a conexão em diversos dispositivos, controle sua rede sem fio e muito mais.

Além disso, com a tecnologia Huawei Share, basta encostar o seu aparelho Android, com função NFC habilitada, a um dos roteadores para se conectar. Por fim, não poderíamos deixar de citar as medidas de proteção do WiFi Mesh, que detectam e bloqueiam automaticamente ameaças.

E aí, se empolgou para melhorar o Wi-Fi de sua casa e quer ter a melhor cobertura e o melhor desempenho de conexão à internet na casa toda? O WiFi Mesh, da Huawei, torna esse desejo uma realidade.

Fonte: Tecmundo.





5 de mai. de 2021

Apps para Android partilham 3 vezes mais dados dos utilizadores que as apps para iOS

 A Apple tem uma mão firme no que toca à sua política de segurança e privacidade dos dados dos seus utilizadores. Aliás, foi a empresa que decidiu mudar as regras para colocar nas suas mãos a decisão do que as apps podiam ou não recolher da utilização. Já no caso das apps para Android, há um estudo que diz que estas partilham 3 vezes mais dados do que as mesmas para iOS.

Era do conhecimento público que o Android recolhe 20 vezes mais dados dos utilizadores que o iOS. Contudo, agora sabe-se que partilha mais dados de médio e alto risco.

Ilustração segurança apps iOS e Android

Apps iOS protegem 3 vezes mais os dados dos utilizadores

A equipa de testes de produtos da Me2B Allience auditou e analisou uma amostra aleatória de 73 aplicações móveis usadas ​​por 38 escolas em 14 estados dos EUA. No estudo foram abrangidas pelo menos meio milhão de pessoas (alunos, famílias, professores, auxiliares etc.) que usaram estas apps.

A investigação também mostrou que as aplicações para Android são três vezes mais propensas do que as apps iOS a enviar dados a terceiros, e são muito mais propensas a enviar dados a terceiros de alto ou muito alto risco. Isto é, 91% das aplicações Android enviaram dados de alto risco a terceiros, em comparação com apenas 26% das apps iOS. Além disso, 20% das aplicações Android enviaram dados de muito alto risco a terceiros, em comparação com apenas 2,6% das apps iOS.

A metodologia na base da auditoria da Me2B consistia principalmente em examinar o fluxo de dados das aplicações para fornecedores externos. Para tal, foram avaliados os kits de programador incluídos em cada software. A análise descobriu que a maioria (60%) das aplicações escolares enviavam dados dos alunos para uma grande variedade de terceiros.

Segundo os dados, as “empresas terceiras” incluíam plataformas de publicidade como as da Google, que recebiam cerca de metade (49%) dos dados enviados dos alunos. Além disso, o Facebook também estava na lista, usufruindo de 14% desses dados. Em média, cada app envia informação para 10,6 canais de dados de terceiros.

 

Apps escolares para Android partilham muito mais dados dos estudantes

Dois terços (67%) das escolas públicas da amostra enviaram dados das aplicações para terceiros. Esta descoberta é particularmente preocupante, pois as escolas públicas provavelmente utilizaram financiamento do Estado para desenvolver ou contratar o desenvolvimento das aplicações. Então, isto significa que os contribuintes provavelmente pagaram para financiar aplicações que enviam dados dos alunos para plataformas de publicidade online.

Além disso, as escolas públicas eram mais propensas a enviar dados dos alunos a terceiros do que as escolas privadas (67% contra 57% dos aplicações de escolas privadas).

Outra descoberta perturbadora das escolas públicas: 18% das aplicações das escolas públicas enviaram dados para o que a Me2B Alliance considera “terceiros de alto risco”. Ou seja, os dados sensíveis eram enviados a entidades que partilham esta informação com possivelmente centenas ou milhares de entidades em rede.

Por outro lado, nenhuma as aplicações das escolas particulares, auditadas neste estudo, enviou dados para terceiros de muito alto risco.

 

Apple apertou ainda mais o cerco aos dados partilhados sem conhecimento

Embora não tenha sido examinado em detalhes, a análise confirmou que os dados enviados a terceiros normalmente incluíam identificadores exclusivos (através de identificadores de publicidade móvel ou MAIDs), permitindo assim a construção de perfis dos alunos – incluindo menores de 13 anos – por plataformas terceiras de publicidade de eventos.

A Me2B diz que a nova estrutura App Tracking Transparency (Seguimento) da Apple e as mudanças no seu sistema IDFA (identificador móvel da Apple para anunciantes) reduzem o risco de construção de perfil que é descrito nesta investigação. Esta mudança aumenta a “lacuna de privacidade” entre as aplicações iOS e Android, embora possa não remover totalmente o risco de construção de perfil.

Fonte: Pplware.

Consumidores apoiam o recurso App Tracking Transparency da Apple

 A Apple criou uma forma de proteger a privacidade dos seus utilizadores das aplicações móveis. Chama-se App Tracking Transparency e coloca na mão do próprio consumidor a possibilidade de permitir ou reprovar que uma aplicação faça o seguimento dos seus passos. Estas informações recolhidas pelas apps têm como objetivo a venda dos dados a empresas de publicidade, com gigantes como a Google ou Facebook a faturar milhões. Os consumidores parecem estar a gostar desta medida da Apple.

iOS 14.5/iPad 14.5 está já nos iPhones e iPads e, segundo os dados da Axway, os consumidores estão a demostrar apoio à decisão da empresa californiana. O impacto nas contas dos gigantes da publicidade poderá ser significativo. Mas o braço de ferro continua.

Imagem do Facebook App Tracking Transparency da Apple

App Tracking Transparency da Apple abriu um novo caminho

Uma nova análise relacionada com os consumidores da Axway (uma plataforma global de gestão de APIs) revelou que as pessoas apoiam o maior controlo que dispõem agora sobre quem vê os seus dados pessoais. A análise teve como alvo o mercado gigante americano.

Segundo as informações, 74% dos americanos acham que a Apple (e outros) deveria impedir que os anunciantes monitorizem a sua atividade e preferências em diferentes aplicações se os anunciantes não obtiverem a sua permissão para o fazer. Por consequência, os consumidores apoiam o recurso App Tracking Transparency da Apple.

Os principais pontos da análise da Axway incluem:

  • 76% dos inquiridos disseram que as aplicações móveis devem informar quando e como estão seguir a nossa atividade e preferências em diferentes apps e sites;
  • 80% acham que as aplicações móveis deveriam ter a nossa permissão para fazê-lo;
  • 39% dariam autorização para as apps móveis e anunciantes seguirem as suas atividades e preferências em diferentes aplicações e sites;
  • Se as apps móveis e os anunciantes concordassem em permitir que os utilizadores optassem por sair a qualquer momento, mais de metade (52%) permitiria o seguimento de atividades e preferências em diferentes aplicações e sites.

 

Publicidade está agora com regras no iOS

Conforme referem os responsáveis da Axway, a Apple foi dura com este mercado, mas não foi desajustada.

A decisão da Apple é perturbadora, sim, mas também podemos considerá-la como o forçar para existirem boas decisões sobre a comunicação de dados do utilizador. E isso é bom para construir confiança, cria uma experiência mais positiva aos consumidores. A confiança pode ser aqui a sua vantagem competitiva, porque aqueles que já têm um bom nível de confiança com os seus clientes podem ser menos perturbados nos próximos meses.

Afirmou Shawn Ryan, vice-presidente de Visão e Estratégia da Axway.

Estes resultados foram produzidos pela Axway que levou a cabo o seu estudo entre 1.017 adultos dos EUA entre os dias 17 e 19 de abril de 2021. As respostas da investigação foram nacionalmente representativas da população dos EUA por idade, sexo, região e etnia. Portanto, nos próximos tempos vamos perceber, ao nível global, qual o impacto desta tecnologia no âmbito da publicidade online, dedicada às aplicações móveis.


Fonte: Pplware.

iPhone 13 Pro Max: protótipo revela possível design do aparelho


 Um protótipo do iPhone 13 Pro Max foi revelado pelo Unbox Therapy no YouTube. Embora não seja possível verificar a autenticidade, o exemplar analisado pelo apresentador Lewis Hilsenteger traz vários detalhes interessantes.

Com pequenas mudanças, o próximo smartphone da Apple é um pouco maior que o antecessor. Além de um notch menor na tela, ele apresenta faces laterais planas e uma porta lightning.

Certos aspectos do protótipo são parecidos com os rumores sobre o design do iPhone 13, como a mudança em relação à posição do alto-falante. Tal como, o notch é realmente menor com 26,31 mm de comprimento contra os 34,62 mm do antecessor.

Outro destaque é o visual da câmera com sensores maiores e um módulo que os projeta acima do corpo. Enquanto o modelo anterior tinha 14,1 mm de espessura na área da câmera, a versão 2021 terá 16,99 mm.

Apesar de não mostrar o protótipo ligado, boatos recentes indicam que as versões Pro do iPhone 13 terão tela OLED LTPO com taxa de atualização de 120 Hz. O display batizado de ProMotion deve ser fornecido pela sul-coreana Samsung.


iPhone 13 deve ser revelado no 2º semestre

Segundo o analista Daniel Ives, a Apple deve retornar às datas normais de lançamento dos novos iPhones em 2021. Com base nos dados da cadeia de suprimentos, ele prevê que os dispositivos chegarão às lojas em meados de setembro.

Entretanto, o especialista não descarta a possibilidade do lançamento do iPhone 13 em duas fases. Os modelos básicos estarão disponíveis em setembro, enquanto as versões Pro e Pro Max verão a luz do dia um pouco mais tarde.

Fonte: Tecmundo.