6 de jun. de 2021

Adoção do iOS 14 não parou de crescer e já chegou aos 90% no caso do iPhone

 Algo que os utilizadores dos dispositivos Apple sempre apreciaram a marca foi a forma como esta encara as atualizações dos diferentes equipamentos. Independente da sua idade e do que oferecem, é quase garantido o suporte para as novas versões dos sistemas operativos.

Com número de utilização e de atualização muito elevados, as novas versões estão sempre em destaque. Os mais recentes dados, referentes ao iOS 14, mostram que este tem já uma taxa de atualização de 90%, algo que é extremamente importante e interessante.

iOS iPadOS iPhone iPad instalação

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A Apple sempre teve número de adesão às novas versões do iOS e do iPadOS muito elevados. Para além de serem números altos, são também muito rápidos no seu crescimento, o que mostra bem do que os utilizadores esperam destes sistemas nos seus equipamentos.

iPhone: 9 em cada 10 têm o iOS 14

Os dados mais recentes, obtidos no dia 3 deste mês, revelam que no caso do iPhone e do iOS, a instalação da versão 14 já atingiu a bem interessante fasquia dos 90%. Este valor está associado aos equipamentos que chegaram ao mercado nos últimos 4 anos.

iOS iPadOS iPhone iPad instalação

No cenário global, de todos os equipamentos que ainda estão funcionais, este valor desce ligeiramente, ficando nos 85%. Curiosamente, esta descida +e feita à custa dos modelos com versões mais antigas. O iOS 13 mantém os 8% que tem na tabela anterior.

Números iguais no iPad e no iPadOS da Apple

No que toca ao iPad e ao iPadOS, os números estão muito próximos, sendo até superiores em termos absolutos. Nos equipamentos com até 4 anos, este valor é agora de 91%, deixando o iPadOS 13 com 8% e apenas 1% nas versões anteriores.

iOS iPadOS iPhone iPad instalação

Quando os dados são vistos para todos os iPad já lançados, o valor decresce um pouco, ficando nos 79% de instalação da versão mais recente. Os números seguem com 9% para o iPadOS 13 e 12% para versões anteriores, o que revela uma vida útil grande do iPad.

Os números anteriores eram de fevereiro e revelavam que o iOS 14 estava em 86% do iPhone com menos de 4 anos e 80% em todos os smartphones da Apple. Este crescimento é importante e mostra que a chegada do iOS 14.5 veio dar um novo fôlego a este sistema e à sua instalação no iPhone.

Fonte: Pplware.

Rumores lançam a lista de iPhones compatíveis com o iOS 15

Vem aí o iOS 15. A Apple, no próximo dia 7 deste mês, segunda-feira, irá apresentar o seu evento dedicado ao software e aos seu vasto leque de programadores. O WWDC21 será igualmente palco da apresentação dos sistemas operativos da empresa. A estrela da companhia, o iOS 15, será revelado.

Como todos os anos acontece, alguns dispositivos mais antigos perdem compatibilidade. Os rumores mostram a lista de iPhones que vão receber o novo iOS.

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Quem cai aos pés do iOS 15?

A Apple anunciará o novo sistema operativo iOS 15 na WWDC 2021 no início da próxima semana. Espera-se que a próxima versão principal do iOS traga algumas melhorias importantes para as apps Safari, Mensagens e Saúde.

A empresa de Cupertino também deve lançar uma experiência redesenhada na Central de Controlo. Estas novidades poderão, como é normal, deixar alguns iPhones lentos e sem uma boa qualidade de usabilidade.

Assim, o iOS 15 provavelmente deixará de oferecer suporte a alguns destes dispositivos.

iOS 14 abriu uma exceção

Conforme é sabido, o iOS 14 foi uma atualização importante, mas a Apple não abandonou o suporte para nenhum iPhone antigo. Para iOS 15, dificilmente a empresa segurará os mesmos iPhones.

Vários rumores sugerem que a Apple vai abandonar o suporte para alguns dos seus iPhones mais antigos, ou seja, o iPhone 6S e o iPhone 6S Plus.

A empresa lançou estes iPhones em 2015, então, quando o iOS 15 for lançado, estes dispositivos, a serem atualizados, receberiam atualizações durante 6 anos.

Estes dispositivos possuem um chip A9, que equipa igualmente o iPhone SE de primeira geração. Um SoC que já estará aquém das exigências do moderno iOS.

Então que iPhones terão suporte?

Abaixo está a lista que os rumores apontam como aptos a receber o iOS 15:

  • iPhone 12 Pro Max
  • iPhone 12 Pro
  • iPhone 12
  • iPhone 12 mini
  • iPhone 11 Pro Max
  • iPhone 11 Pro
  • iPhone 11
  • iPhone SE 2020
  • iPhone XS Max
  • iPhone XS
  • iPhone XR
  • iPhone X
  • iPhone 8 Plus
  • iPhone 8
  • iPhone 7 Plus
  • iPhone 7

Mesmo que a Apple acabe por deixar cair o suporte para a série do iPhone 6s e o iPhone SE original, a empresa ainda oferecerá suporte a um grande leque de iPhones com iOS 15.

Os iPhones também continuam a ter suporte por um período extremamente longo, o que nenhum outro smartphone Android consegue ombrear.

E no que toca ao iPad?

No que toca ao iPad, espera-se que a Apple deixe de oferecer suporte ao iPad Air 2 no novo iPadOS 15.

O dispositivo é alimentado por um chip A8X e foi lançado em 2014, seguramente já não terá condições de receber o mais moderno sistema operativo para tablets.

Fonte: Pplware. 

Apple admite que alguns dos seus utilizadores estão mesmo a mudar para o Android

 Sendo as responsáveis pelos 2 principais sistemas operativos do mercado móvel, a Apple e a Google têm uma luta constante por esta área. Tentam cativar os utilizadores e crescer para números ainda mais elevados de utilização.

Sendo muito reservada no que toca a números, a Apple nunca revela as suas quotas de mercado e como os utilizadores se comportam. Agora, e num caso raro, a Apple revelou e admitiu que também perde utilizadores para o Android, num número elevado.

Apple iOS Android lealdade perda

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A lealdade dos utilizadores da Apple é, por norma, muito elevada. Estes tendem a manter-se com a marca sempre que substituem os seus smartphones, optando sempre pelos novos modelos que são lançados. Os números que são apresentados revelam tipicamente esse comportamento.

É a própria Apple que revela esse cenário, muitas vezes pelas palavras do seu CEO, e que mostra este comportamento. Agora, e no rescaldo do julgamento que colocou a empresa contra a Epic Games, surgiram novos dados.

Segundo o que mostrou Ben Bajarin, CEO e Analista Principal da Creative Strategies, a Apple admitiu em tribunal números bem diferentes do esperado. A sua taxa de perda de utilizadores ronda muitas vezes valores superiores a 26% em alguns trimestres.

Os dados apresentados em tribunal pretendiam mostrar que existe alternativa ao iOS e que, na verdade, os utilizadores seguem este caminho. Estes são referentes ao 3º trimestre de 2019 e seguem até ao mesmo período de 2020, com informação detalhada de lealdade ao sistema da Apple.

Apple iOS Android lealdade perda

Como é possível ver, a lealdade acaba por oscilar com o tempo, havendo sempre um valor mínimo de 19% que abandona a Apple e o iOS. Este valor acaba por crescer durante 2 trimestres e atinge um valor muito elevado de 26%, algo que não se esperava.

Este tem sido um julgamento onde muitos dados importantes foram revelados. Esta nova informação é interessante e mostra que há uma maior equidade no que toca ao mercado e em especial na lealdade dos utilizadores. A Apple nunca admitiu este movimento, que ficou agora claro e patente, com dados da empresa.

Fonte: Pplware.

Apple insiste no carregador AirPower, mas agora foca-se no carregamento “pelo ar”

 O mundo da tecnologia há muito que disse ser possível haver transferência de energia pelo ar sem necessidade de qualquer fio. Contudo, da teoria, ou da experiência académica até à realidade, vai uma grande diferença. Mas vamos voltar atrás, ao tempo em que a Apple queria ter um dispositivo que carregasse simultaneamente o iPhone, o Apple Watch e os AirPods, o famigerado AirPower.

Segundo informações, a Apple estará novamente à volta do AirPower e investiga também o carregamento sem fio de longa distância.

Apresentação do AirPower pela Apple

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AirPower: Era uma vez…

A 12 de setembro de 2017, a Apple, numa das mais míticas keynotes da sua história, apresentava com o iPhone X, um dispositivo que poderia carregar ao mesmo tempo, o iPhone, o Apple Watch e os AirPods. A empresa de Cupertino chamou-lhe AirPower.

Este tapete de carregamento não tinha data de lançamento, mas tudo apontava para que fosse lançado no início de 2018. De adiamento, em adiamento, o AirPower começou a ser uma miragem e um problema para a Apple, dados os condicionalismos técnicos que a empresa estaria a enfrentar para conseguir ter um dispositivo seguro e útil.

A empresa, quase dois anos depois do seu anúncio e promessa, chega à conclusão que tecnicamente não é capaz de fazer o que tinha idealizado e “desiste” do AirPower. A rábula desta história foi aqui toda contada e acompanhada.

AirPower e uma nova esperança

Após 4 anos sobre o anúncio e dois sobre a desistência, chegam agora relatos que o projeto voltou a sair da gaveta e que poderá voltar à mesa de trabalho. Assim, num relatório que tem como intenção cobrir novos rumores sobre o iPad, a Bloomberg refere que a Apple ainda trabalha num dispositivo de carregamento sem fio capaz de fornecer energia simultaneamente ao iPhone, AirPods e Apple Watch.

Os detalhes são desconhecidos, com fontes a dizer apenas que o carregador operaria “similarmente” ao AirPower.

É verdade que ao longo destes anos, a Apple registou vários projetos e recebeu as devidas concessões de patentes para a tecnologia que sustentaria um dispositivo como o AirPower na época em que o dispositivo foi revelado. Apesar destes registos serem hoje menos expressivos, a empresa recebeu a última concessão emitida na terça-feira.

 

Carregar sem fios e sem contacto?

Conforme iniciámos este artigo, há anos que se estuda a forma de transportar pelo ar energia. Aliás, mostramos aqui no Pplware vários desses projetos. É possível enviar energia do ponto A para o ponto B e eletrificar um dispositivo com a energia a “ir pelo ar”, ou OTA.

Segundo relata a Bloomberg, a Apple também pesquisa uma tecnologia de carregamento sem fio que funciona a distâncias maiores. Isto é, é uma solução mais avançada que as atuais tecnologias de carregamento indutivo como o Qi e o seu próprio sistema incorporado no Apple Watch.

A tecnologia pode ser baseada numa longa e diversificada série de patentes que cobrem métodos de carregamento sem fio de longo alcance, o mais antigo dos quais data de quase uma década.

O desenvolvimento do sistema parece estar em andamento, já que o relatório afirma que provavelmente levará vários anos para que o esforço resulte no envio de um produto se a Apple decidir seguir em frente com a iniciativa.

O iPad Pro de próxima geração da Apple pode ser o primeiro tablet da empresa a suportar carregamento sem fio, um feito que poderia ser realizado com a adoção de um design de “sanduíche de vidro”.

Ilustração do iPad wireless

 

iPad com carregamento sem fios

Citando fontes familiarizadas com os planos da Apple, a Bloomberg informou na quinta-feira que a empresa está a trabalhar para integrar recursos de carregamento sem fio nos seus tablets, uma linha de produtos que teve um crescimento explosivo no ano passado, enquanto a pandemia de coronavírus estimulava o crescimento doméstico.

Para facilitar o carregamento sem fio, a Apple está a estudar um design de vidro traseiro para 2022 que traria a estética do iPad Pro em linha com os modelos recentes do iPhone. Um sistema de carregamento magnético sem fio semelhante ao MagSafe também está em desenvolvimento, embora – como o MagSafe no iPhone – o sistema não forneça taxas de carregamento que rivalizem com uma configuração com cabo.

Apesar de não haver grandes detalhes, a Apple poderia estar a experimentar uma tecnologia de energia sem fio de alta saída que supera o limite de carga rápida de 15W do MagSafe. Aliás, a empresa em 2017 adquiriu uma startup na Nova Zelândia chamada PowerbyProxi, que comercializava um produto capaz de fornecer 100 watts de potência sem fio com uma bobina de 65 mm.

Atualmente, as grandes baterias do iPad são abastecidas via USB-C ou Lightning. O relatório observa que o Thunderbolt continuará a ser usado em modelos de iPad Pro de próxima geração.

 

Tablets que podem carregar outros dispositivos Apple

Neste mesmo relatório, é referido que Apple também está a desenvolver os chamados recursos de carregamento reverso, ou carregamento “bilateral”, para o seu hardware dos iPad topo de gama.

Esta não é a primeira vez que se fala neste tipo de tecnologia nos dispositivos Apple. Já em 2019 existiram rumores que referiam ser lançado nesse ano um iPhone que poderia carregar outros dispositivos, como, por exemplo, os AirPods, ou mesmo outro iPhone. Apesar de no lançamento do iPhone 11 a Apple não o anunciar, várias análises ao hardware mostraram ser possível tal funcionalidade. Contudo, a Apple desativou essa funcionalidade nos iPhone 11 e iPhone 12.

Curiosamente, a Bloomberg sugere que o carregamento reverso no iPad Pro pode ser compatível com o Apple Watch, um dispositivo que usa um protocolo de carregamento proprietário em vez da tecnologia baseada em Qi usada pelo iPhone, AirPods e outros dispositivos da Apple.

Quanto ao iPad mini, o relatório afirma que a Apple testa um novo design que incorpora bordas estreitas do ecrã e remove o botão home do tablet a favor de uma configuração “all-screen”. A empresa poderá revelar o dispositivo ao lado de um iPad mais fino voltado para a educação ainda este ano.

Fonte: Pplware.