2 de ago. de 2021

iPhone dobrável deve levar até três anos para sair, diz analista


 A versão dobrável do iPhone, que deve marcar a entrada da Apple nesse segmento de dispositivos, ainda pode levar "de dois a três anos" para ser lançada. A infomação é do jornalista e analista de mercado Mark Gurman, da Bloomberg, na última edição da newsletter PowerOn.

Segundo Gurman, a Apple "eventualmente" vai mesmo lançar o celular dobrável, apesar da demora. Modelos em forma de protótipos já teriam sido construídos, inclusive com o vazamento de detalhes sobre esses testes. Entretanto, é um caminho longo até a aprovação do design e inúmeros testes de funcionalidade e resistência, culminando na fabricação em massa do aparelho.

O jornalista acredita ainda que o iPhone dobrável ideal teria entre 7" e 8" quando aberto.

Quando veremos o "iPhone Fold"?

Os rumores a respeito dos planos da Apple para concorrer com a linha Galaxy Z Fold foram intensificados nos números meses. O analista Ming-Chi Kuo, que costuma ter boas fontes internas em relação aos planos da Apple, acredita que o modelo sairá em 2023  com uma tela OLED de 8".

Entre outras especulações, há quem acredite que o primeiro modelo terá o formato "flip", fechando na vertical, e que a LG será uma das parceiras  no desenvolvimento do display flexível. Até o momento, a Apple não se pronunciou oficialmente sobre o desenvolvimento de um celular dobrável.

Fonte: Tecmundo.

Fortune Global 500: A Apple é a empresa mais lucrativa do mundo

 A Apple, trimestre após trimestre, continua a bater recordes de vendas e de faturação. Estes resultados catapultam a gigante de Cupertino para os lugares de topo no ranking das 500 maiores empresas da Fortune Global. Como tal, a lista atualizada publicada hoje mostra que a Apple é agora a empresa mais lucrativa, subindo do terceiro lugar no ano passado. No que toca à receita, esta está agora no sexto lugar, depois de figurar em 2020 na 12.ª posição.

Para este salto na tabela estão os 57 mil milhões de dólares arrecadados pela Apple no ano fiscal que terminou em março de 2021.

Ilustração Apple no Ranking Fortine 300

Fortune Global 500: Apple é a empresa mais lucrativa do mundo

A empresa liderada por Tim Cook está cada vez mais forte e os resultados quer das vendas, quer das receitas falam por si. Recentemente, a empresa apresentou um novo recorde no último trimestre de 2021. Contudo, foram as receitas de 2020 que permitiram à Apple saltar para o primeiro lugar no valor dos lucros.

Assim, no ano fiscal de 2020, a Apple lucrou 57 mil milhões de dólares, tornando-a a empresa mais rentável do mundo que pôs fim ao reinado de dois anos da petrolífera Saudi Aramco como a empresa mais rentável. São 57 mil milhões de dólares de lucro para o ano fiscal fechado a 31 de março de 2021, contra 55 mil milhões de dólares no ano anterior.

Apple também recuperou o 3.º lugar nas maiores empresa dos EUA, que havia perdido ano passado para a Exxon Mobil. No entanto, à sua frente continuam a Walmart e a Amazon.

Imagem Tim Cook, CEO da Apple

 

Recordes de lucro captam atenções dos reguladores

A Fortune escreve que a pandemia criou novos desafios e oportunidades à Apple, e apesar das preocupações anti-trust que se aproximam, a Apple atingiu um novo recorde histórico de receitas de 275 mil milhões de dólares:

A pandemia criou desafios e oportunidades à Apple. O CEO Tim Cook teve de fechar lojas e enviar engenheiros para casa. Mas com os clientes Apple em todo o mundo a trabalhar e a aprender a partir de casa, as vendas de computadores iPad e Macintosh dispararam para os seus níveis mais altos de sempre. Assim, as receitas do ano fiscal atingiram também um recorde histórico, de 275 mil milhões de dólares.

Isso ajudou o preço das ações da Apple a subir em flecha; ganhou 80,7% em 2020. No entanto, no final deste ano, os reguladores fixaram a sua atenção sobre a Apple por potencialmente abusar do seu poder sobre a loja de aplicações iOS. Um relatório do subcomité antitrust da Câmara em outubro concluiu que a Apple "exerce poder de monopólio" na sua loja de aplicações para prejudicar a concorrência e aumentar os preços para os consumidores. Entretanto, o testemunho numa ação judicial antitrust apresentada pela Fortnite developer Epic Games irá provavelmente aumentar a pressão sobre os legisladores para limitar o poder da Apple.

A empresa tem lutado contra estes focos da acusação de monopólio, mas ainda não se prevê que haja uma decisão favorável ou desfavorável para breve. Portanto, a Apple neste ano de 2021 continua forte e a somar novamente valores que superam, para já, o período homologo.

 

Top 10 da Lista Fortiune 500

Estas são as 10 maiores empresas da lista Fortune Global 500 em termos de receitas. Isto marca o oitavo ano consecutivo em que o Walmart encabeça a lista em termos de receitas:

  1. Walmart (US$523 milhões)
  2. State Grid (US$383 milhões)
  3. Amazon (US$280 milhões)
  4. China  National  Petroleum (US$379 milhões)
  5. Sinopec Group (US$407 milhões)
  6. Apple (US$260 milhões)
  7. CVS Health (US$256 milhões)
  8. UnitedHealth Group (US$242 milhões)
  9. Toyota Motor (US$275 milhões)
  10. Volkswagen (US$282 milhões)

De salientar que das 10 maiores, 5 são dos EUA, 3 da China, uma do Japão e uma da Alemanha.

Fonte: Pplware.

Apple é a empresa mais lucrativa do mundo, revela Fortune Global


 A Apple se tornou a companhia mais lucrativa do mundo, de acordo com o ranking das 500 maiores empresas elaborado pela Fortune Global, publicado nesta segunda-feira (2). Em 2020, a gigante da tecnologia era a terceira mais lucrativa da lista. Quando considerado o volume de faturamento, a fabricante do iPhone está em sexto lugar entre as 500 maiores empresas do planeta.

Durante o ano fiscal de 2020, a Apple registrou US$ 57 bilhões em lucro, encerrando o reinado de dois anos da Saudi Aramco como a empresa mais lucrativa. A companhia petroleira teve lucro de US$ 49 bilhões.

Desafios e oportunidades da pandemia

Pandemia impulsionou a venda da linha de produtos da Apple. (Fonte: Unsplash/Julian O'hayon/Reprodução)Fonte:  Unsplash/Julian O'hayon/Reprodução 

A Fortune destacou os desafios e oportunidades geradas pela pandemia para a Apple. "Com os clientes da Apple em todo o mundo trabalhando e aprendendo em casa, as vendas de computadores Mac e iPad dispararam para os níveis mais altos de todos os tempos", destaca a publicação.

Outras três Bigs Techs figuram entre as 10 companhias mais lucrativas do mundo. A Microsoft está quinto lugar, com lucro de US$ 44 bilhões, enquanto a Alphabet, dona do Google, figura em sétimo com lucratividade de US$ 40 bilhões. O Facebook é o décimo, com US$ 29 bilhões de lucro registrado.

Pela primeira vez na década, o ranking registra uma queda de faturamento entre as 500 maiores empresas do mundo, que registraram US$ 31,7 trilhões, 4,8% a menos que o ano anterior. Entre as maiores receitas, o Walmart é líder pelo oitavo ano seguido, com resultado de US$ 559 bilhões. A Amazon ficou em terceiro lugar com faturamento de US$ 386 bilhões.

Os maiores lucros

1. Apple (EUA) – US$ 57 bi

2. Saudi Aramco (Arábia Saudita) – US$ 49 bi

3. Grupo SoftBank (Japão) – US$ 47 bi

4. Banco Industrial e Comercial (China) – US$ 45 bi

5. Microsoft (EUA) – US$ 44 bi

6. Berkshire Hathaway (EUA) – US$ 42 bi

7. Alphabet (EUA) – US$ 40 bi

8. Banco de Construção (China) – US$ 39 bi

9. Banco Agrícola (China) – US$ 31 bi

10. Facebook (EUA) – US$ 29 bi

Os maiores faturamentos

1. Walmart (EUA)??- US$ 559 bi

2. State Grid (China) – US$ 386 bi

3. Amazon (EUA) – US$ 386 bi

4. China National Petroleum (China) - US$ 283 bi

5. Sinopec Group (China) - US$ 283,727 bi

6. Apple (EUA) – US$ 274 bi

7. CVS Health (EUA) – US$ 286 bi

8. UnitedHealth Group (EUA) - US$ 257 bi

9. Toyota Motor (Japão)?- US$ 256 bi

10. Volkswagen (Alemanha)?- US$ 253 bi

Fonte: Tecmundo.


Números não mentem e há mais provas de que a Xiaomi ultrapassou mesmo a Apple

 A informação não é nova, mas carecia de confirmação a vários níveis e de mais fontes. A Xiaomi passou a Apple no mercado dos smartphones, tendo mudado a forma como este está dividido e apontando as suas armas à Samsung.

Os primeiros dados mostravam que este cenário estaria já a acontecer, mas baseavam-se em estimativas iniciais e de apenas uma fonte. Os dados foram agora atualizados e, principalmente, surgem de mais fontes. Confirma-se assim que a Xiaomi ultrapassou mesmo a Apple.

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O mercado dos smartphones tem estado mais calmo do que o normal. Foram vários os meses em que a pandemia limitou a oferta, ao mesmo tempo que os consumidores estavam restritos e sem acesso.

Agora que a recuperação já iniciou, as marcas começaram a reagir e isso é já visível. A análise do mercado, associada ao 2.º trimestre de 2021, mostra uma mudança importante. A tabela das marcas foi alterada e temos agora a Xiaomi a ocupar o lugar que até há pouco era da Apple.

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Os primeiros dados foram avançados pela Canalys, entretanto ajustados, mas agora há novas fontes. Surgiram mais duas análises importantes de empresas independentes e que confirmaram o cenário que estava a ser avançado. A Apple terá mesmo perdido a sua posição para a Xiaomi.

A primeira fonte é a conhecida Strategy Analytics, que revelou os seus dados referentes ao 2.º trimestre de 2021. Aqui, a Xiaomi conseguiu crescer 85,3% face ao mesmo período de 2020, atingindo os 16,8%. Apple ficou abaixo com 15,1% e a Samsung está com 18,2% de quota de mercado.

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A confirmar novamente este cenário de mudança está também a informação da Counterpoint Research. Neste caso a Xiaomi está com o segundo lugar na lista de marcas, com 53 milhões de unidades colocadas no mercado. A Apple ficou novamente abaixo, com 49 e a Samsung acima com 58 milhões de unidades.

Curiosamente, estas duas empresas de análise têm cenários distintos para o mercado, com crescimento e estagnação. Há ainda previsões para os próximos meses, com a chegada do novo iPhone e de novas proposta da Samsung. Será interessante como irá a Xiaomi e o mercado reagir a estas medidas naturais.

Fonte: Pplware.

Apple diz que vazamentos prejudicam a produção de acessórios


 A Apple não anda satisfeita com os vazamentos de produtos que têm tomado as redes sociais nos últimos tempos, antecipando a chegada dos seus futuros lançamentos. Em carta enviada a um cidadão chinês que fazia esse tipo de trabalho, a gigante de Cupertino explicou como os rumores podem causar prejuízos.

No documento, obtido pela Vice, os advogados da Maçã alertam fabricantes terceirizados criam capas para iPhones nos tamanhos errados com base nos vazamentos. Outros tipos de acessórios não compatíveis também são lançados levando em conta as especulações de vazamentos no Twitter.

“Tais situações prejudicam os interesses dos consumidores e da Apple. Portanto, é óbvio que quando as informações não publicadas sobre o design e o desempenho dos produtos são mantidas em sigilo elas têm valor comercial real e potencial”, diz um trecho da carta, onde a empresa reclama que as informações vazadas acabam com o "encanto" dos novos produtos.

Cases incompatíveis são apenas uma das consequências dos vazamentos, conforme a Apple.Fonte:  Unsplash 

Em outra parte, a big tech acusa o destinatário da carta de infringir segredos comerciais da marca ao divulgar detalhes sobre produtos inéditos e publicar rumores da empresa. Os itens em questão seriam dispositivos ainda não lançados, supostamente roubados por funcionários de fábricas, proporcionando os vazamentos bem antes da estreia oficial.

Um mercado de quase US$ 20 bilhões

O mercado global de acessórios da Apple foi avaliado em US$ 19,9 bilhões em 2020, o equivalente a R$ 103 bilhões pela cotação do dia. Cabos, cases e os demais artigos são produzidos por empresas terceirizadas em vários países, que costumam receber as diretrizes de design diretamente da fonte original.

No entanto, essa relação que era amigável tem enfrentado alguns problemas nos últimos anos. Em 2016, por exemplo, a dona do iPhone acusou a empresa Mobile Star de falsificar cabos, adaptadores e outros acessórios vendidos na Amazon, abrindo um processo contra a fabricante.


Fonte: Tecmundo.

1 de ago. de 2021

Desligar e ligar o celular é ótima proteção contra hackers, diz NSA


 O senador Angus King, do estado do Maine nos EUA, é membro do secreto Comitê de Inteligência do Senado americano. Em uma reunião com a equipe de cibersegurança, que estuda o problema dos ataques hackers, ele aprendeu uma técnica para manter seu celular seguro que consiste em dois passos: desligar o aparelho e, em seguida, ligá-lo de novo.

Pode parecer uma piada, mas os especialistas descobriram, em um momento de desenvolvimento de técnicas de invasão altamente sofisticadas, que o velho sistema pode ser uma ferramenta eficaz para evitar o roubo de informações em smartphones.

Naturalmente, somente reiniciar celulares não irá deter o exército de cibercriminosos ou empresas governamentais de espionagem que desafiam diariamente os mais modernos mecanismos de proteção de dados desenvolvidos. A ideia aqui não é impedir, mas sim atrasar, ou seja, "dar trabalho" aos hackers.

Por que desligar e ligar celulares é importante?

A ideia por trás da prática simplória é, segundo o diretor técnico da Agência de Segurança Nacional (NSA), Neal Ziring, "impor custos a esses agentes mal-intencionados". A dica faz parte de um guia de "melhores práticas" para segurança de dispositivos móveis elaborado pela agência americana.

A lógica do raciocínio é que os celulares são hackeados porque estão sempre disponíveis, seja em nossos bolsos ou mesas de trabalho, mas sempre ligados. Dessa forma, se tornam alvos fáceis de roubo de informações, contatos e fotos, como também são capazes de fornecer a nossa localização, e até filmar (com ativação remota de câmera) todas as nossas ações do dia a dia.

O conselho de reiniciar periodicamente os smartphones se baseia em uma mudança de comportamento dos hackers, hoje mais focados em exploração de falhas dia zero — em alguns casos, sem que o usuário tenha que clicar em nada. Assim, os cibercriminosos optam por "cargas úteis na memória", que são mais difíceis de detectar e rastrear, mas que podem não resistir a uma boa reinicialização.

Fonte: Tecmundo.


Novo Pegasus? Startup cria malware que espiona WhatsApp e Signal


 Alguns dias depois do escândalo envolvendo o spyware Pegasus, que estaria sendo usado para vigiar 50 mil pessoas em todo o mundo, mais uma startup israelita especializada na vigilância de celulares ganha destaque. Trata-se da Paragon Solutions, sediada em Tel Aviv e que tem financiamento americano.

Conforme noticiou a Forbes na quinta-feira (29), a empresa foi fundada em 2019 por quatro ex-agentes da Unit 8200, serviço israelense equivalente à Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos(NSA). Ela possui um produto similar ao programa espião do NSO Group, criticado por especialistas em privacidade.

O software em questão é capaz de acessar remotamente as mensagens criptografadas trocadas por meio de apps como o WhatsApp e até o Signal, que possui foco em privacidade. As comunicações feitas pelo Facebook Messenger e a caixa de entrada do Gmail também estariam entre os alvos do malware.

Fontes ouvidas pela publicação disseram ainda que o spyware da Paragon concede acesso permanente aos dispositivos nos quais se instala, explorando vulnerabilidades nos mensageiros. Dessa forma, o smartphone continuaria a ser monitorado remotamente mesmo se o proprietário reiniciar o aparelho.

Sem clientes, por enquanto

Focado em fornecer acesso às mensagens instantâneas, em vez de permitir o controle total do telefone, este programa invasor aparentemente ainda não foi utilizado. Em entrevista à revista, um executivo da startup disse que a companhia está sem clientes no momento.

O profissional, cuja identidade não foi revelada, contou que só venderá a solução para países que cumpram as normas internacionais e respeitem os direitos e liberdades fundamentais. Líderes de regimes não democráticos ou autoritários não terão acesso à ferramenta, conforme o entrevistado.

Para o pesquisador do Citizen Lab John Scott-Railton, a Paragon e o seu investidor americano precisam ser investigados, para que não cometam os mesmos abusos de outras empresas de vigilância. Sediada em Boston (EUA), a Battery Ventures, que investiu de US$ 5 a US$ 10 milhões no projeto, não se pronunciou.

Fonte: Tecmundo.


Produção de chips do iPhone 13 foi atingida por contaminação de gás

 A Apple é a maior cliente da fabricante taiwanesa TSMC. E, como já temos vindo a informar, os chips dos próximo modelo do iPhone já estão na forja para equiparem os telefones que serão apresentados em breve.

No entanto, recentemente, uma fiscalização deu conta que o gás usado pela fabricante para a produção dos seus chips estava contaminado.

Tal como aqui referimos recentemente, a Apple terá encomendado 100 milhões de chips A15 Bionic à gigante taiwanesa TSMC. Estes chips vão então integrar o próximo smartphone da maçã, o iPhone 13, o qual já não demorará muito para ser apresentado ao público.

As peças estão todas a ser produzidas pela conhecida fábrica "Fab 18" da TSMC. Esta produz todos os chips para os equipamentos iPhone, Mac e iPad da marca da maçã. A unidade é sobretudo responsável pela produção dos chips M1, M2 e A15 Bionic.

Produção de chips do iPhone 13 sofre contaminação de gás

No final da semana passada, uma fiscalização às instalações da fabricante TSMC descobriu que o gás usado para a produção de chips estava contaminado.

A linha de produção afetada pela contaminação produz todos os chips da futura geração da Apple. Nela são fabricados os chips M1X, presentes na próxima linha do MacBook Pro, os chips sucessores dos M1 e M2, que devem incorporar na nova geração de MacBook Air. Para além destes está em produção também o tão aguardado SoC A15 Bionic que vai alimentar a nova série do iPhone 13.

Em entrevista à Nikkei Ásia, a TSMC disse que "algumas das linhas de produção" da empresa, localizadas no South Taiwan Science Park, receberam gases de fornecedores que podem estar contaminados. No entanto, adianta que os mesmos foram "rapidamente substituídos por um novo lote de gases".

À Reuters, a fabricante taiwanesa espera que o problema não tenha um impacto significativo nas operações. No entanto, a TSMC acrescenta que "para garantir que não haverá problemas com a qualidade da produção, a TSMC está atualmente a realizar operações de acompanhamento rigorosas".

Para já a Apple não respondeu aos pedidos de comentários por parte da Reuters. No entanto, algumas fontes ouvidas pelo site Nikkei afirmaram que a contaminação afetou os chips da Apple de forma 'limitada'.

Fonte: Pplware.