5 de out. de 2022

Steve Jobs morreu há 11 anos. O tolo da Apple que ousou “pensar diferente”

 Hoje marca o 11.º aniversário da morte de Steve Jobs. Steven Paul Jobs nasceu em São Francisco, Califórnia, no dia 24 de fevereiro de 1955 e faleceu a 5 de outubro de 2011, com 56 anos. A sua vida foi recheada de desafios que mudaram para sempre o mundo da tecnologia. Provavelmente foi um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico que influencia ainda hoje o mundo moderno. A Apple deve a si muito do que a tornou numa das mais poderosas empresas do mundo.

A morte do homem que criou produtos icónicos como "Macintosh", "iPod", o "iPhone" e "iPad aconteceu um dia depois de a Apple ter lançado o iPhone 4S e a Siri.

Imagem de Steve Jobs na apresentação do iPhone

Steve Jobs morreu no dia 5 de outubro de 2011

Começando pelo início, Steve Jobs foi um inventor, empresário e magnata americano que gravitou no segmento da tecnologia e informática. Foi, sem dúvida, a sua participação como co-fundador, presidente e diretor-executivo da Apple que lhe trouxe os desafios que mudaram as pessoas.

Algumas das suas criações acabaram por revolucionar vários segmentos industriais.

Assim, foi pela sua mão que houve um desenvolvimento marcante no segmento dos computadores pessoais, nos filmes de animação, música, telefones, tablets e também nas publicações digitais.

Conforme sabemos, Jobs além de estar ligado à Apple, teve uma importante ação na empresa de animação por computação gráfica Pixar e foi o maior acionista individual da The Walt Disney Company.

História Silicon Valley

Laurene Powell Jobs, Tim Cook e Jony Ive discutiram recentemente o legado de Jobs durante um painel com a jornalista Kara Swisher. Durante a discussão, Powell Jobs partilhou um novo site chamado The Steve Jobs Archive que contém uma coleção de citações, vídeos e um e-mail de Jobs, e promete futuros "programas, bolsas, coleções e parcerias que refletem os valores de Steve e carregam o seu sentido de possibilidade para a frente."

A Apple tem igualmente a sua página de tributo ao seu líder "Lembrar Steve" no seu site com condolências partilhadas por amigos, colegas e clientes em todo o mundo.

Estou a procurar um lugar que necessite de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras. Tenho uma grande experiência, muita energia, um pouco desta coisa de ‘visão’ e não tenho medo de começar do zero.

Conforme relembramos também aqui, na comemoração o 10.º aniversário da morte de Jobs no ano passado, a Apple partilhou uma curta-metragem chamada "Celebrating Steve" em homenagem à sua vida.

 

O vosso tempo é limitado, portanto não o desperdicem a viver a vida de outra pessoa.

Steve Jobs.

Fonte: Pplware.

App Store da Apple é a mais recente vítima do cenário económico que atravessamos

 Apesar de não ser uma das principais fontes de rendimento da Apple, a App Store da Apple tem uma posição importante para a empresa. Esta tem tido bons resultados financeiros ao longo dos anos, mostrando que os utilizadores da marca apostam nas apps e nos seus conteúdos.

Esta posição de crescimento parece estar a tomar agora um sentido contrário e a apresentar, pela primeira vez em muitos anos, um abrandamento no que toca ao seu lucro. Os dados mais recentes mostram que poderá ser a mais recente vítima cenário económico e terá perdido 5% no mês de setembro. Naturalmente que não é a única loja de apps a ter este comportamento.

App Store Apple economia dinheiro perda

App Store está a perder dinheiro

Os dados agora apresentados não são vindos da própria Apple, mas resultam de uma análise do conhecido Morgan Stanley. Esta entidade avaliou o comportamento da App Store e das suas apps, com informação da Sensor Tower, tal como tem feito desde 2015. Os dados recolhidos mostram um claro abrandamento no que toca aos lucros desta loja de apps da Apple.

A informação recolhida dá conta de uma perda de lucros na ordem dos 5%, uma das maiores desde que este fator é acompanhado desde 2015. O grande culpado deste tombo da loja da Apple é também conhecido e está nas apps de jogos e das compras associadas a estas. Tudo aponta para que esta tenha caído 14% em setembro.

App Store Apple economia dinheiro perda

Apple não é a única a traçar este caminho

Claro fica também que o cenário económico está a causar um abrandamento nas compras que os utilizadores realizam nestes ecossistemas. O primeiro a sofrer com estas preocupações agora existentes é precisamente as compras de apps e dentro destas, algo que acaba por ser natural.

Se este impacto está bem visível na App Store da Apple, o mesmo está a acontecer no universo Android. As perdas da Play Store também foram calculadas e são na verdade maiores. OS dados apresentados apontam para que a perda de receita dentro da loja de apps da Google se situe nos 9%, um valor também elevado, mas com um impacto menor para este ecossistema.

App Store Apple economia dinheiro perda

Economia é a culpada deste cenário

Desde o início da pandemia que a Apple parou de apresentar os resultados financeiros da Appl Store, sem que tenham sido reveladas razões para isso. Ainda assim, e com a informação existente, a Morgan Stanley prevê que o trimestre que terminou em setembro tenha sido positivo para a App Store, com um crescimento de 8% nos lucros.

A área de serviços, onde se inclui a App Store, tem sido essencial para a o crescimento da Apple. Esta está numa posição invejável e mostra taxas de crescimento elevadas. Na última apresentação de resultados, a Apple registou um crescimento de 12%, atingindo os 19,6 mil milhões de dólares.

Fonte: Pplware.

3 de out. de 2022

Dica: Controlar o Apple Watch através do ecrã do iPhone? Saiba como o pode fazer

 A forma como a Apple desenvolve os seus produtos, como o iPhone, o Watch, o iPad e os Mac permite que estes interajam de forma única. Mesmo com sistemas diferentes, estes conseguem interagir e explorar as suas funcionalidades.

Uma novidade que chegou com o iOS 16 foi a capacidade de controlar o Apple Watch através do ecrã do iPhone. Esta não será uma funcionalidade para o dia a dia, mas que certamente será útil para muitos utilizadores. Venha descobrir com a pode usar.

Apple Watch iPhone relógio ecrã

Uma novidade muito interessante da Apple

A mais recente verão do sistema do iPhone, o iOS 16, trouxe muitas novidades e melhorias ao smartphone da Apple. Da mesma forma, e como é normal, a empresa tratou também de melhorar o watchOS 9, que chegou com o Apple Watch 8 e o Ultra.

Uma novidade que integra o iOS 16 e o watchOS 9 vem permitir que o Apple Watch seja controlado através do ecrã do iPhone. Isto permite que este relógio seja acedido a partir do ecrã de maiores dimensões do smartphone através de funcionalidades de acessibilidade, como o controlo por voz e o controlo de manípulos.

Ativar a Projeção do Apple Watch no iPhone

Para ativar esta projeção do relógio da Apple deve primeiro abrir a aplicação Definições no iPhone emparelhado. Depois, basta aceder a Acessibilidade e a Projeção do Apple Watch. Termine com o ativar da opção presente, chamada "Projeção do Apple Watch".

De imediato, vai surgir no iPhone uma imagem que projeta o ecrã smartwatch que estiver emparelhado. O utilizador só precisa de usar os gestos na imagem projetada, tal como faria diretamente no relógio da Apple. Isso é simples e permite as seguintes ações:

  • Deslocar: passe o dedo para cima ou para baixo no ecrã
  • Passar os dedos entre ecrãs: passe o dedo para esquerda ou para a direita no ecrã

    Usar funcionalidade do relógio no ecrã do smartphone

    Apesar de ser apenas uma projeção, esta projeção do Apple Watch permite ainda a interação direta com o hardware do relógio. Isso dá acesso à coroa digital e até à própria Siri, mas sempre direta no relógio e não no iPhone.

    • Premir a Digital Crown: toque na Digital Crown no ecrã
    • Prima o botão lateral: toque no botão lateral no ecrã
    • Usar Siri: toque sem largar na Digital Crown no ecrã

    Apesar de ser uma funcionalidade de acessibilidade e dedicado às pessoas com deficiências físicas e motores, esta tem utilidade para muitos mais. Torna mais fácil controlar o Apple Watch a partir do ecrã de maiores dimensões do iPhone, que é útil em muitas situações.

    Fonte: Pplware.



iPhone 14 Pro Max ou Samsung S22 Ultra: Qual tem maior resistência ao estar dentro de gelo?

 A chegada do iPhone 14 Pro Max voltou a tornar interessante os testes que comparam este smartphone às propostas, como o Samsung S22 Ultra. Estas comparações têm surgido ao longo dos anos e mostrado qual das propostas está mais à frente da concorrência.

No meio de muitos testes que são feitos, alguns levam os smartphones ao limite e revelam muitas capacidades. Foi isso que aconteceu agora ao iPhone 14 Pro Max e ao Samsung S22 Ultra, que estiveram dentro de gelo para testar a sua resistência a vários níveis. Os resultados, como sempre, são surpreendentes.

iPhone 14 Pro Max Samsung S22 Ultra gelo teste resistência

Um teste de resistência muito agressivo

Com cada vez mais funcionalidades para proteger os smartphones, as marcas têm mesmo de cumprir as especificações apresentadas. Com acesso a todos os equipamentos, torna-se simples levar qualquer um ao extremo e provar ou refutar o que a Apple, Samsung e outras marcas anunciam.

Isso muitas vezes leva a que sejam realizados testes e comparações extremas e em ambientes também do mesmo calibre. Foi isso que o canal do YouTube Tech Timmers criou ao colocar o novo iPhone 14 e o Samsung S22 dentro de gelo para medir a sua capacidade de resistência.

No gelo durante 10 horas para uma avaliação

O cenário era simples e o que pretendia mostrar também, como o vídeo abaixo mostra. Um iPhone 14 Pro Max e um Samsung S22 Ultra foram colocados dentre de água e depois congelados. Ao fim de 10 horas foram retirados, descongelados e colocados a funcionar.

Vídeo original

Algo que ficou de imediatamente visível foi a grande resistência destes 2 smartphones. Tanto o iPhone como o Samsung resistiram de forma única, sem mostrar problemas de maior. Ambos ligaram de forma normal, como nada se tivesse passado, funcionando tal como seria esperado.

iPhone 14 Pro Max ou Samsung S22 Ultra, qual aguentou?

Elementos como a câmara também não parecem ter sofrido qualquer dano e funcionam de forma perfeita. O único que aparentemente mostrou uma quebra foi o iPhone 14, no campo do áudio. Ao reproduzir som, a coluna fazia um barulho anormal, algo que não foi detetado no Samsung S22. Poderá ser água na coluna, algo que poderá ser temporário.

Esta será certamente uma situação que poucos vão ter de enfrentar, mas que mostra de forma clara a resistência do iPhone 14 Pro Max e do Samsung S22 Ultra. Junta-se a muitos outras comparações mais ou menos extremas e que têm sido reveladas nos últimos tempos.

Fonte: Pplware.

5 razões pelas quais não precisa de comprar o novo iPhone todos os anos

 A 29 de junho de 2007, o mundo viu chegar um produto inovador, o iPhone. Desde então, estes ganharam imensa popularidade como produto "premium", e um dispositivo conveniente. Como resultado, a Apple introduz anualmente novos modelos no mercado com muito poucas alterações. Mas se o iPhone que possui atualmente ainda é suficientemente bom, porquê desperdiçar o seu dinheiro com um novo?

Trazemos hoje 5 razões pelas quais não precisa de comprar o novo iPhone todos os anos.

Será que a atualização do seu anterior iPhone para o mais recente vale realmente a pena? Ou será que está apenas a pagar dinheiro adicional para comprar quase a mesma coisa com um nome diferente? Veja as principais razões para não comprar um novo iPhone todos os anos.

 

1. O seu iPhone provavelmente parecerá o mesmo

A Apple apresenta todos os anos modelos mais recentes, mas sejamos realistas: não há praticamente nenhuma mudança física importante na forma e design de um iPhone. Pode fazer sentido comprar um novo se tiver um modelo com três ou quatro anos, mas não verá quaisquer mudanças significativas se tiver apenas um ano de idade.

Tem um iPhone 7 ou 8, e precisa de o atualizar? Tente ir para o 11 ou modelos superiores que tenham pelo menos um aspeto diferente, e tragam coisas novas para a mesa, como a ausência de um botão Home e o facto de ter reconhecimento facial.

Atualizar o seu iPhone todos os anos só pode trazer mudanças mínimas para o exterior, por isso não há necessidade de stressar sobre o lançamento do iPhone 14 se já possuir um 13.

 

2. iPhones recebem atualizações durante anos

A Apple compreende que a maioria dos utilizadores de iPhone não atualizam todos os anos para o mais recente dispositivo. Por isso, fabrica smartphones com características semelhantes; características estas que continuam em modelos mais recentes até uma determinada altura.

Também recebe atualizações regulares de segurança, correções de bugs, alterações técnicas, e suporte de software iOS a longo prazo. A Apple assegura o seu apoio a modelos mais antigos do iPhone com as últimas atualizações durante um determinado período de tempo. Assim, não precisa de comprar um novo para desfrutar das últimas correções e funcionalidades.-

Por exemplo, o iOS 16 está disponível para o iPhone 8 e superior, o que é impressionante para um smartphone que foi lançado em 2017. Normalmente, um iPhone recebe todas as atualizações do sistema durante cinco a seis anos.

 

3. As melhorias de desempenho não são percetíveis

Muitas pessoas compram um iPhone devido à sua capacidade de superar outros smartphones devido à otimização do software da Apple. Comparando a smartphones Android, encontrará menos falhas, mesmo nos modelos mais antigos.

Mesmo os iPhones mais antigos funcionam sem problemas se quiser apenas ir às suas redes sociais, enviar emails, e jogar jogos leves. Mas se é um jogador profissional ou gosta de jogos graficamente pesados, então a atualização para o mais recente modelo de iPhone pode ser uma boa opção.

Desde que o seu iPhone receba atualizações regulares, é provável que não apresente falhas. A menos que queira jogar jogos que exijam um processador mais capaz, a melhoria do desempenho passa despercebida se um utilizador atualiza os seus iPhones todos os anos.

 

4. Preço total para poucas características novas

Os fãs da Apple antecipam todos os anos um novo iPhone, mas vimos surgir no mercado uma série de smartphones com pouca ou nenhuma diferença. Além disso, também houve muito poucas mudanças nas características gerais, deixando os utilizadores a questionar a necessidade de gastar mais dinheiro quase na mesma coisa.

Considere os modelos: iPhone 12 Pro, 13 Pro, e 14 Pro. Para além do tamanho e cores da câmara, não há absolutamente nada que pareça diferente. Todos estes dispositivos suportam o mais recente iOS 16, reconhecimento facial, memória, tempo da bateria, resistência à água e conectividade.

As alterações incrementais disponíveis nos últimos modelos passam normalmente despercebidas. As pessoas chamam a estes smartphones "à prova de futuro" porque os modelos mais antigos também têm as últimas características, aparência e tecnologia para a experiência perfeita do utilizador.

 

5. A bateria do seu iPhone é boa para, no mínimo, dois anos

Os modelos recentes do iPhone X em diante têm uma boa duração de bateria (entre 15 a 24 horas), exigindo um carregamento mínimo. Só precisa de carregá-lo uma vez por dia, a menos que jogue jogos pesados ou veja filmes.

O seu smartphone pode oferecer um desempenho máximo normal durante pelo menos dois anos de utilização regular. Depois disso, poderá começar a experienciar um baixo tempo e uma necessidade mais frequente de o carregar.

Imagem bateria do iPhone 12 mini

Se sentir que a bateria do seu iPhone se esgota mais rápido do que antes, tente repor totalmente o dispositivo para eliminar a acumulação desnecessária de ficheiros. Normalmente, isso resolve o problema da rápida drenagem da bateria. E se repor o seu smartphone não funcionar, pode obter a substituição da bateria do seu iPhone por qualquer valor entre entre 49 e 99€, em vez de gastar perto de 1000€ na compra de outro iPhone.

 

Não se stress para comprar um novo iPhone

Os iPhones são conhecidos pelo seu encanto e elegância, mas a maioria das pessoas prefere este smartphone devido à sua capacidade de viver durante bastante tempo. A Apple lança anualmente novos modelos com características surpreendentemente semelhantes, e os utilizadores ficam confusos sobre se devem ou não atualizar.

Se o seu iPhone tem uma câmara excelente, recebe atualizações iOS, e tem uma boa duração da bateria, a atualização pode ser apenas um desperdício de dinheiro. Além disso, olhe para as características e veja se está de acordo com as do seu modelo atual. Desta forma, não terá de se preocupar com uma atualização dispendiosa.

Fonte: Pplware.

1 de out. de 2022

Mas não foi a Google? Apple reclama novidade criada no Android para o iMessage

 A Google tem tentado criar um sistema que integre as mensagens em todos os sistemas móveis, incluindo o iMessage da Apple. Este não tem sido um processo simples, até porque estará sozinha neste processo e sem qualquer interesse da concorrência.

Com algumas novidades nesta área, há agora uma nova questão. A Apple apresentou uma destas novidades como uma melhoria que colocou no iOS 16, sendo na verdade uma criação da Google para o Android. A gigante de Cupertino está assim a apropriar-se desta ideia da gigante das pesquisas.

Google Apple Android iMessage iOS

A Google tem procurado convencer a Apple a adotar o RCS como o seu protocolo de mensagens para o iOS e outros dos seus sistemas. Com o iMessage já presente e aceite por quase todos os seus utilizadores isso não tem criado interesse, mantendo assim a exclusividade.

Ainda assim, a Google tem procurado manter estes dois sistemas a comunicar e criou por isso a possibilidade de ter as reações do iMessage nas suas mensagens. Este é anda um processo que decorre, mas que estará já acessível e quase terminado.

A Apple não teve qualquer parte neste processo, mas agora está a reclamar para si a criação desta novidade. Apresenta nas novidades do iOS 16 este ponto e assume-o como sendo seu, algo que se sabe não ser verdade.

Converter os Tapbacks, as reações do iMessages, para os emojis no Android foi um trabalho exclusivo da Google para o seu cliente de mensagens do seu sistema. Esta não é ainda uma funcionalidade acessível a outros clientes e como tal é ainda um exclusivo para alguns.

Google Apple Android iMessage iOS

Uma possibilidade que está a ser avançada é que a equipa da Apple confundiu as funcionalidades e cometeu um erro. A Apple tem uma novidade, mas aplica-se aos grupos de mensagens, com vários sistemas. Nestes as reações passam a ser enviadas como SMS.

Não se percebe como a Apple apresentou esta informação, sabendo bem que a sua criação não é sua responsabilidade. Este é exclusivamente um trabalho da Google para as mensagens no Android, numa tentativa de integrar de fora mais natural com o iMessage.

Fonte: Pplware.