24 de dez. de 2022

Riscos no ecrã no arranque do iPhone? Apple já reconheceu o problema e a culpa está no iOS 16

 A chegada de novas versões do iOS aos iPhones, nem sempre correu bem. Há pequenas falhas que surgem, muitas vezes sem os utilizadores darem conta disso nos primeiros dias de utilização dos novos sistemas do iPhone.

Por norma, a Apple trata destas questões de forma rápida, com atualizações e correções. Um desses cenários parece estar em cima da mesa, com muitas queixas de riscos no ecrã de arranque do iPhone, mas a gigante de Cupertino já confirmou que é mesmo apenas uma falha do iOS.

iPhone iOS riscos Apple atualização

Novas queixas do iPhone 14

As queixas parecem crescer de dia para dia e cada vez mais utilizadores relatam que estão a encontrar riscos anormais ao reiniciar o iPhone. Estas linhas amarelas aparecem apenas durante o arranque, mas não têm qualquer impacto aparente na utilização do iPhone.

Da análise destes relatos, é possível perceber que se trata maioritariamente de um problema que afeta o iPhone 14 Pro Max. Entende-se também que a Apple já avaliou estes casos, com visitas às suas lojas por parte de alguns queixosos, e que não existe assim qualquer problema com o hardware presente.

iOS traz riscos no ecrã ao acordar

Algumas descrições feitas mostram que este problema poderá surgir ocasionalmente ou de forma constante, sem que exista um padrão definido. Alguns reportam que terá mais probabilidade de acontecer caso seja visto um vídeo antes do ecrã ser desligado.

O que é revelado pelas partilhas feitas, a empresa aponta para que o problema esteja no novo iOS 16 e que assim poderá ser resolvido de forma simples, com uma simples atualização. Não existe, no entanto, qualquer indicação de estar a ser preparada qualquer nova versão do sistema do iPhone.

Atualização da Apple deve resolver problema

Naturalmente que já muitos tentaram as normais soluções aplicadas nestes casos. Tanto o desligar do ecrã sempre ligar, o desligar manualmente o ecrã do iPhone ou até a reposição do mesmo não tiveram qualquer sucesso em eliminar o problema.

Tal como dissemos antes, a Apple deverá conseguir eliminar o problema com uma atualização do iOS, focada nesta situação. Provavelmente irá acumular com outras situações que existam e assim criar uma nova versão muito mais completa.

Fonte: Pplware.

Modelos 2022 do Apple Watch já têm independência GPS

 O Apple Watch possui o seu próprio GPS desde que a Série 2 chegou, há seis anos. No entanto, o relógio sempre que pode usa o GPS do iPhone. Tal comportamento mudou com a última rodada de modelos do Apple Watch. Como tal, os modelos Apple Watch Ultra, Series 8 e SE (2.ª geração) usam GPS integrado mesmo quando o iPhone está próximo.

Então, se no passado já poderia ser independente, porque não o fazia? Essa questão é simples, tem a ver com a gestão de bateria.

Apple Watch 2022 com GPS independente

A Apple documentou que os três modelos mais recentes do Apple Watch estão agra a usar o seu GPS integrado, mesmo quando o iPhone está próximo. Isso inclui o Ultra, Series 8 e, surpreendentemente, até o SE 2.

Esta informação foi adicionada pela Apple numa explicação ao seu documento de suporte“Calibrar o Apple Watch para melhorar a precisão de cada Treino e Atividade” algumas semanas atrás.

O Apple Watch Ultra, Series 8 e SE (2.ª geração) utilizam o GPS integrado do Apple Watch mesmo quando o iPhone está por perto. Para preservar a duração da bateria, os modelos mais antigos do smartwatch utilizam o GPS do iPhone, quando disponível.

Existir esta nova arquitetura no Ultra, isso seria fácil de perceber, tendo em conta que este smartwatch tem uma bateria maior e está com outro nível de hardware. Agora, sem mexer no tamanho da caixa e conseguir ainda mais opções a correr dentro do sistema do Apple Watch, já demonstra que a otimização foi grande quer no novo sistema operativo, quer (sobretudo) nas escolha dos novos componentes do Series 8 e SE 2.ª geração.

Face ao Series 7, aparentemente não havia grande diferenças, afinal não é bem assim. Há mais e melhores componentes. Isso permite mais opções com o mesmo nível de bateria.

 

Um salto no tempo... da bateria!

O Apple Watch original foi lançado em 2015 e dependia totalmente do iPhone para GPS. Isso continuou no ano seguinte para o iWatch Series 1, mas cada smartwatch desde a Série 2 incluiu GPS.

Conforme a explicação da Apple, a decisão de extrair dados de GPS do iPhone quando possível visa preservar a vida útil da bateria do relógio. As séries 2 e posteriores só ativam o GPS quando necessário se o relógio estiver fora do alcance do telefone.

No futuro, os dados de GPS captados no seu pulso serão alimentados pelos exercícios ao ar livre. Isso cria uma oportunidade melhor para obtermos dados de GPS mais precisos sem obstruções.

Fonte: Pplware.

21 de dez. de 2022

Microsoft ajuda a Apple a descobrir e corrigir vulnerabilidade de bypass do Mac Gatekeeper

 O macOS inclui uma tecnologia de segurança chamada Gatekeeper. Basicamente é um sistema integrado no sistema operativo que está de olho no que entra no Mac e que tem uma ação proativa para ajudar a garantir que apenas softwares confiáveis ​​são executados no computador da Apple pelo utilizador. Contudo, esta ferramenta tinha uma grave vulnerabilidade de bypass. Com a ajuda dos investigadores de segurança da Microsoft, a Apple conseguiu corrigir e vedar de novo o a ferramenta.

A falha permitia que o malware contornasse as verificações do Gatekeeper. Notavelmente, a vulnerabilidade afetou até Macs com o modo de bloqueio ultra-seguro ativo.

Gatekeeper: o segurança na porta de entrada do macOS

Apesar do sistema operativo da Apple não ser imune a ataques, a verdade é que a Apple é rápida a intervir. Além disso, atualmente há uma maior cooperação entre os investigadores de segurança das maiores empresas ligadas a este segmento. Foi o que aconteceu com uma vulnerabilidade descoberta no Gatekeeper.

Este é um recurso de segurança integrado ao macOS. Quando o utilizador tenta executar uma nova aplicação para Mac pela primeira vez, o Gatekeeper verifica se esta foi autenticada pela Apple como sendo proveniente de um programador reconhecido.

Existem três configurações de Gatekeeper selecionáveis ​​pelo utilizador:

  • Permite apenas as aplicações descarregadas da Mac App Store
  • Permita também aquelas assinadas por programadores Apple certificados
  • Permite todas as aplicações (ocultada para não ser a escolhida)

Assim, quando o utilizador dá ordem de download para descarregar uma nova aplicação da web, o sistema da Apple invoca um atributo chamado com.apple.quarantine que é atribuído ao ficheiro. Esta é a indicação para o Gatekeeper verificar na abertura.

Imagem consola de gestão no macOS para o Gatekeeper

 

Vulnerabilidade contornava o sistema de segurança (fazia um bypass)

Segundo relata a Bleeping Computer, uma falha do macOS permitiu que um invasor impedisse que o atributo com.apple.quarantine fosse atribuído ao ficheiro, o que significa que ele não acionaria a verificação do Gatekeeper quando aberto. Como tal, a falha Achilles permite que downloads especialmente criados abusem de um problema lógico para definir permissões restritivas da Lista de Controlo de Acesso (ACL) que impedem os navegadores Web e downloaders da Internet de definir o atributo com.apple.quarantine para descarregar o material compactado como ficheiro ZIP.

Como resultado, a aplicação maliciosa contida na carga maliciosa zipada é iniciada no sistema em vez de ser bloqueada pelo Gatekeeper, permitindo que os invasores descarreguem e implantem malware.

O Modo de Bloqueio da Apple, introduzido no macOS Ventura como uma funcionalidade de proteção opcional para utilizadores de alto risco que possam ser alvo pessoal de um ataque cibernético sofisticado, tem como objetivo parar as explorações de execução de código remoto com clique zero e, portanto, não se defende contra a falha Achilles.

Referiu a Microsoft disse na segunda-feira.

Como sempre, é recomendado manter o seu Mac e outros dispositivos Apple totalmente atualizados. Se não quiser atualizar para o macOS Ventura, a Apple oferece a opção de atualizar para a versão mais recente (e mais segura) dos anteriores macOS.

A Apple testa atualmente uma nova funcionalidade de Resposta Rápida de Segurança tanto para dispositivos macOS como iOS, o que lhe permitirá corrigir rapidamente vulnerabilidades de segurança como esta sem necessidade de uma atualização completa do SO.

Fonte: Pplware.

20 de dez. de 2022

Apple traz finalmente detalhes das atualizações de firmware dos AirTags

 A Apple mantém os seus dispositivos permanentemente debaixo de olho e são frequentes as atualizações do seu firmware. Contudo, em vários produtos, como nos AirTags, HomePods e AirPods, a empresa simplesmente limita-se a atualizar e raramente informa os utilizadores das novidades e correções. Depois de várias críticas, a Apple parece ter ouvido e nos AirTags finalmente deu detalhes do que trouxe de novo.

Vejamos então o que mudou com as atualizações de firmware AirTag 2.0.24 e 2.0.36.

Imagem AirTag com novo firmware

Destacando aqui os AirTags do cardápio de produtos Apple, podemos perceber que são dispositivos populares, de sucesso de vendas para a empresa e com grande potencial para o consumidor. Baseados na plataforma Encontrar (Find My), os AirTags aproveitam-se da sua rede gigante de iPhones para servir a localização dos objetos a si conectados.

Assim, num artigo de suporte no site da Apple (apesar de na versão portuguesa estar desatualizada), a empresa agora detalha o que há de novo nas atualizações de firmware AirTag 2.0.24 e 2.0.36.

A versão 2.0.24 do firmware AirTag, lançada em 10 de novembro, finalmente permite que os utilizadores do iPhone localizem um AirTag desconhecido com localização de precisão.

Esse recurso foi anunciado pela Apple no início deste ano como parte das medidas da empresa para impedir que as pessoas usem o AirTag para fins de perseguição. Quando o iPhone deteta um AirTag desconhecido a mover-se com o utilizador, a pessoa pode usar a Localização exatacombinada com um alerta sonoro para localizar e desativar rapidamente esse AirTag.

A Apple também melhorou os alertas de notificação para quando um AirTag se separa do seu proprietário e está em movimento. É claro que algumas destas características requerem um iPhone 11 ou posterior, pois dependem do chip U1 com tecnologia Ultra Wideband.

Quanto à atualização de firmware AirTag 2.0.36, lançada a 12 de dezembro, a Apple diz ter corrigido um problema em que o acelerómetro incorporado no AirTag não estava a ser ativado em certos cenários. Este sensor é provavelmente utilizado para ajudar o iPhone a detetar quando um AirTag está em movimento.

 

Como podemos ver a versão do software?

A Apple não deixou esta informação com acesso direto. Assim, para podermos descobrir a versão do software atualmente instalado para um AirTag que temos, basta fazer o seguinte:

  • Abra a aplicação Encontrar.
  • Depois selecione a AirTag da lista no separador Objetos.
  • Agora toque no indicador de bateria no painel deslizando para cima.

Conforme vão reparar, ao tocar no indicador de localização permite alternar a visualização que mostra o número de série e a versão do software do acessório. Toque novamente para voltar à informação anterior.

Infelizmente, não há como forçar uma atualização de um AirTag. Em vez disso, certifique-se apenas que o seu AirTag está ao alcance do seu iPhone, e este deve ser atualizado automaticamente depois de algum tempo.

Vale a pena notar que as atualizações dos AirTags são lançadas em fases, pelo que poderá não as obter imediatamente.

Fonte: Pplware.





Apple é multada em 1 milhão de euros na França por práticas da App Store

 A Europa tem sido palco de muitos processos complicados dirigidos contra a Apple e a Google. Com um foco nos seus sistemas operativos e nas lojas de apps associadas, a União Europeia quer garantir que não existem práticas monopolistas.

O mais recente caso vem de França, onde um tribunal multou a Apple por práticas da App Store. Apesar de parecer simbólica, a multa é de 1 milhão de euros e quer castigar a empresa por medidas que terá imposto aos programadores.

Apple App Store tribunal multada práticas

Apple multada por tribunal em França

Foi ontem que um tribunal de Paris emitiu a sua decisão num dos mais recentes casos em que a Apple está envolvida. Em causa estavam as práticas que a empresa terá aplicado aos programadores para que estes pudessem ter acesso à App Store.

Como resultado da decisão aplicada, a Apple terá de pagar 1 milhão de euros para compensar as suas ações. Fica assim provado que a empresa terá imposto cláusulas comerciais abusivas aos programadores franceses de apps para o iOS.

1 milhão de euros por práticas da App Store

O tribunal entendeu também que não é necessário por agora aplicar medidas de controlo para a App Store para impedir que estas situações se repitam no futuro. Muito em breve, a Lei dos Mercados Digitais (DMA) irá controlar estas situações.

A Apple, entretanto, já reagiu a esta notícia e garante que irá avaliar a decisão deste tribunal em França. Ao mesmo tempo, a empresa americana revelou que acredita em "mercados vibrantes e competitivos onde a inovação pode florescer".

Lei dos Mercados Digitais muda tudo em breve

Têm sido muita a avaliação das práticas da Apple no espaço europeu. Procuram provar as práticas monopolistas e mostrar que terá de se adaptar para abrir o seu mercado a outras propostas e a outras lojas, para não serem criadas situações injustas.

A Lei dos Mercados Digitais (DMA) forçará a Apple e a Google a fornecer espaço para lojas de aplicativos de terceiros nos seus dispositivos iOS e Android. O DMA entrou em vigor a 1 de novembro e agora há um período de implementação de seis meses, antes de começar a ser aplicado.

Fonte: Pplware.