2 de jul. de 2023

Apple Vision Pro poderá ter uma versão personalizada de 40 mil dólares

 A Apple apresentou aquele que poderá ser o dispositivo revolucionário da realidade aumentada. Os Apple Vision Pro trazem tecnologia que mudará a interação do utilizador com o computador, com a TV e até com o smartphone. Mas tem um preço alto, 3.500 dólares. Houve, contudo, quem achasse barato e apresentasse uma versão alternativa, mas "um pouco mais cara"!

Imagem dos Apple Vision Pro pensados pela Caviar

Realidade aumentada a peso de ouro ou a Caviar

Se ficou desapontado com o facto do Apple Vision Pro "custar apenas" 3.500 dólares, saiba que poderá ter uma versão personalizada, onde impera o ouro e a pele, por 40 mil dólares. Que tal?

Bom, se está a pensar trocar o seu dinheiro por esta versão, saiba que não existem assim tantas oportunidades. A empresa Caviar espera que 24 pessoas comprem este dispositivotransformado. Será uma edição limitada apenas a 24 Vision Pro.

Inspirando-se nos melhores acessórios de moda, como os óculos flip-up de Tom Ford e as máscaras de esqui da Gucci, a [Caviar] transformou o Apple Vision Pro num pináculo de tecnologia e estilo. Este dispositivo visionário não só oferece funcionalidades avançadas, como também é uma obra de arte que se integra perfeitamente no seu espaço pessoal.

Afirma a empresa num comunicado de imprensa.

Imagem dos Apple Vision Pro pensados pela Caviar em comparação com os originais

É um Apple Vision Pro. Exceto em qualquer lugar onde se compare com os originais, prateados e menos exuberantes. Estes são personalizados e apresentam-se numa estrutura totalmente dourada. E a alça traseira não é apenas de couro, é "couro Connolly, conhecido pela sua natureza delicada e durável".

Esta pele lendária, fornecida à Corte Real Britânica e à Rolls-Royce, garante uma experiência indulgente para o proprietário do dispositivo.

Afirma a Caviar.

Caviar quer mais privacidade nos Apple Vision Pro

Este dispositivo já por si irá atrair muita atenção. O preço que a Apple deu a conhecer é já um valor elevado. Contudo, com este banho de ouro, os Apple Vision Caviar passam a ser uma peça apenas para excêntricos afortunados com um gosto de ter o que está apenas ao alcance de alguns mortais. Mas a empresa não quer só "dourar" os óculos, a Caviar quer melhorar a experiência.

Embora a reação do público à exibição dos olhos do proprietário no visor externo tenha sido mista, a Caviar introduziu uma solução inovadora. Com a versão Caviar, os utilizadores podem agora ter controlo total sobre a sua privacidade, permitindo-lhes decidir quando se querem revelar.

Diz a empresa.

A novidade é uma pala rebatível. Imagine um capacete de proteção com uma viseira que se puxa para baixo. Pelas imagens apresentadas, é essa a ideia. Toda esta "máxima atenção aos pormenores" e "conforto e luxo sem paralelo" não são baratos. Para sermos exatos, o valor não chega a 40 mil. Em abono da verdade os Apple Vision Pro caviar custarão 39.900 dólares, cerca de 36,500 euros. Bom, já parece mais razoável não?

Calma. Não se apertem para as encomendas. Ainda terá de esperar até ao final de 2024, uns meses a seguir ao lançamento apontado pela Apple.

E se olhou bem para o produto e acha que vai ter um peso acrescido, saiba que:

São necessários mais de 1,5 quilogramas de ouro de 18K para decorar o acessório!

Explicou a Caviar.

É bom de ver que "vai valer o seu peso em ouro".

Fonte: Pplware.

Apple e Nokia renovaram acordo que tinham para partilha de patentes

 Apesar de serem concorrentes em muitos campos, a Apple e a Nokia muitas vezes partilham tecnologia e informação. A reforçar esta união e a garantir uma parceria duradoura, estas empresas renovaram um acordo que permite a partilha de patentes e outras tecnologias.

Apple Nokia patentes acordo partilha

Apple e Nokia reafirmam parceria

Foram já várias vezes em que a Apple e a Nokia se encontraram nos tribunais por problemas de patentes. Estes processos acabaram na sua maioria das vezes em acordos à porta fechada, mas conseguiram garantir que nenhuma destas empresas ficou impedida de usar tecnologia.

Agora as empresas revelaram que reforçaram a sua parceria e assinaram um novo acordo para partilha de patentes. Este vem renovar a parceria anterior, criada em 2017 e que estaria para terminar no final deste ano de forma natural.

O novo contrato de licença de patentes cobre as invenções da Nokia em 5G e outras tecnologias. Os termos permanecem confidenciais, mas a Nokia revelou que receberá pagamentos da Apple por um período de vários anos e espera reconhecer a receita relacionada a partir de janeiro de 2024.

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Acordo para partilha de patentes e tecnologia

O portfólio de patentes da Nokia é construído por mais de 140 mil milhões de euros investidos em R&D desde 2000. Consiste em cerca de 20.000 famílias de patentes, incluindo mais de 5.500 famílias de patentes essenciais para 5G.

A Nokia contribui com as suas invenções para padrões abertos em troca do direito de licenciamento em termos justos, razoáveis ​​e não discriminatórios (FRAND). As empresas podem licenciar e usar as tecnologias sem a necessidade de fazer seus próprios investimentos substanciais, alimentando a inovação e o desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Este é um passo importante e que assim garante à Apple o acesso a todas as patentes da Nokia, sem problemas ou custos adicionais. Ao mesmo tempo, é também uma forma direta da empresa finlandesa monetizar o seu investimento e garantir o retorno que esperava.

Fonte: Pplware.

Apple poderá estar já a preparar internet no iPhone via Satélite

 Pelo andar da carruagem, termos internet nos smartphones via satélite é uma questão de anos. Aliás, para os utilizadores do iPhone poderá mesmo ser uma questão de meses. Isto porque depois de ter lançado o SOS Emergência via Satélite no iPhone 14, a empresa de Cupertino poderá já estar a testar comunicações mais alargadas no iPhone.

Imagem SOS Emergência via Satélite iPhone 14

Apple poderá lançar em breve comunicações por satélite nos iPhones

Em 2019 demos conta que a Apple já se movimentava para conseguir uma parceria na área das comunicações por satélite. No entanto, foi só em 2022, na apresentação do iPhone 14, que a empresa lançou um produto dedicado à emergência via satélite.

Esta nova funcionalidade trouxe aos utilizadores a capacidade de contactar os números de emergência nos locais onde não há sinal GSM ou WiFi. É possível nestas condições e nos países que estão já ligados ao serviço, como é o caso de Portugal, enviar mensagens de texto curtas sem uma ligação móvel.

Agora, a Apple trabalha com a sua parceira Globalstar na tecnologia de satélite e, num novo registo na FCC. Foi precisamente esta empresa de satélites que deixou indícios que estará a expandir as funcionalidades de satélite dedicadas ao iPhone.

Aliás, mesmo antes de se saberem dos planos da Globalstar e do anúncio da Apple, a T-Mobile e a Starlink também se juntaram para anunciar planos vagos de ligação direta Starlink aos dispositivos iPhone e Android existentes. Num ficheiro subsequente da FCC, a T-Mobile escreveu:

Os dispositivos de consumo onipresentes de hoje não suportam a receção de sinais MSS (serviço móvel por satélite).

Como tal, a SpaceX e a T-Mobile propõem-se fornecer cobertura suplementar a partir do espaço, ou SCS, através da sua parceria.

Como explicaram a T-Mobile e a SpaceX, o SCS é particularmente atraente porque depende de dispositivos que os consumidores já usam hoje; eles simplesmente receberão sinais de satélite usando esses mesmos dispositivos em áreas onde não recebem sinais terrestres. Embora o interesse público possa favorecer o uso adicional do espectro designado para uso MSS, os dispositivos de consumo onipresentes de hoje não suportam a receção de sinais MSS.

Num novo ficheiro descoberto pela PCMag esta semana, a Globalstar rejeita as alegações da T-Mobile de que os dispositivos de consumo de hoje não suportam conectividade via satélite usando MSS.

A Globalstar já suporta MSS direto ao dispositivo para comunicações de emergência em dispositivos de consumo de mercado de massa e oferece benefícios extraordinários de interesse público globalmente, inclusive em áreas rurais e remotas. Em 2022, a Apple anunciou um recurso revolucionário “SOS de Emergência via Satélite” direto para o dispositivo usando a rede MSS da Globalstar que agora está disponível para utilizadores da família de dispositivos iPhone 14.

O recurso SOS de Emergência via Satélite da Apple permite que os utilizadores iniciem comunicações de emergência através de transcetores MSS contidos nesses dispositivos e oferece suporte a comunicações de mensagens bidirecionais entre o utilizador e o pessoal de resposta de segurança pública.

Este recurso já resultou em muitos resgates salva-vidas desde o seu lançamento.

A Globalstar continua a divulgar que, ao usar o MSS, também poderá melhorar a sua implementação da tecnologia de satélite no futuro.

O sistema MSS da Globalstar continuará a evoluir ao longo do tempo para oferecer suporte a uma gama crescente de recursos e serviços diretos ao aparelho no seu espectro licenciado. Em última análise, centenas de milhões de pessoas em todo o mundo terão a conectividade Globalstar ao seu alcance em situações em que as comunicações são críticas e nenhuma rede terrestre está disponível.

Disse a empresa de satélites.

Com este foco, a Globalstar também pede à FCC para garantir que o SCS “não cause interferência prejudicial a outros sistemas de satélite, dentro e fora dos Estados Unidos”.

Em resumo, a Globalstar parece ter já mais planos além do que a Apple ofereceu, deixando em aberto uma comunicação mais alargada de comunicações por satélite no iPhone.

Fonte: Pplware.

iPhone completa 16 anos: veja as principais características do primeiro celular da Apple


 O lançamento do primeiro iPhone há 16 anos foi um marco na história da tecnologia e mudou para sempre a forma como usamos nossos smartphones. Em 29 de junho de 2007, o iPhone original foi lançado nos Estados Unidos, desde então tem sido um ícone da inovação e design revolucionário.

No evento de lançamento, Steve Jobs apresentou todas as inovações que o iPhone trazia: o desbloqueio do smartphone, a rolagem de listas e textos, o recurso de pinça para dar zoom em imagens e muito mais.

Jobs atribuiu à Apple a invenção do multitoque, mas a história revela que a Finger Works já havia trabalhado nessa tecnologia anteriormente. No entanto, o fato é que o iPhone revolucionou o mercado de dispositivos móveis. Em vez de dividir um aparelho entre tela e teclado físico, a Apple criou um produto com foco exclusivo na tela, trazendo apenas um único botão na parte frontal.

Características do primeiro iPhone

Aparelho revolucionou o mundo da tecnologia móvelAparelho revolucionou o mundo da tecnologia móvelFonte:  GettyImages 

O primeiro iPhone tinha uma tela sensível ao toque e conexão 2G. Ele, inclusive, pode parecer modesto se comparado aos iPhones modernos, repletos de recursos.

O tamanho da tela do iPhone original, com 3,5 polegadas e resolução de 320 x 480 pixels, era considerado grande para a época e permitia uma experiência de visualização mais imersiva em comparação com outros celulares disponíveis no mercado.

No entanto, é interessante notar que algumas características podem parecer bem limitadas hoje em dia. Por exemplo, a câmera traseira tinha apenas 2 megapixels e não permitia a gravação de vídeos, algo que se tornou essencial nas gerações posteriores de celulares da Apple, que agora contam com câmeras de alta resolução e recursos avançados de fotografia e vídeo.

Aparelho custava, na época, US$ 499Aparelho custava, na época, US$ 499Fonte:  GettyImages 

Outro aspecto importante a ser destacado é a ausência da App Store no primeiro iPhone. A loja virtual de aplicativos da Apple só foi lançada em 2008, no ano seguinte ao lançamento do primeiro modelo.

Lançamento no Brasil

No Brasil, a estreia da Apple no mundo dos smartphones não ocorreu com o lançamento do iPhone 2G, como ocorreu em outros países. Foi somente na chegada do iPhone 3G, em 26 de setembro de 2008, que os brasileiros puderam experimentar toda a revolução do aparelho.

Fonte: Tecmundo.