27 de jul. de 2023

Apple lançou a beta 4 do iOS 17 e estas são as novidades

 O desenvolvimento do iOS 17 está a todo o gás. Estamos a poucas semanas da apresentação das novas versões dos sistemas operativos e as versões beta estão a bom ritmo para os programadores ajustarem as suas aplicações e dar à Apple o feedback necessário. Estas são as novidades da quarta versão beta.

Imagem iOS 17 beta 4

Ontem a Apple decidiu lançar o beta 4 do iOS 17 para programadores, e hoje provavelmente teremos a nova beta público. A diferença é que para aceder à beta para programadores é necessário pagar uma taxa anual para ficar registado na base de dados da Apple. Por outro lado, para aceder à versão beta pública, basta registar-se gratuitamente no programa.

Dito isto, apresentamos as principais novidades da nova versão beta 4 para programadores do iOS 17.

iOS 17 beta 4 - o que há de novo?

O calendário da Apple está a ser cumprido e, após três versões beta, decidiram lançar ontem a quarta versão para programadores. Pequenas alterações e novas funcionalidades estão a chegar uma após a outra e estão gradualmente a moldar o que será a versão final do iOS 17, que veremos por volta de setembro ou outubro.

As principais novidades desta versão beta podem ser resumidas num par de alterações.

Em primeiro lugar, foi eliminada a opção e função A minha partilha, da app Fotografias. Aliás, termina hoje o prazo para os utilizadores removeram tudo o que têm nessa partilha, sob a pena de ficarem sem o material multimédia lá armazenado.

O que é A minha partilha?

A minha partilha é um serviço do iCloud lançado originalmente em 2011. Este serviço envia temporariamente as fotografias tiradas num dispositivo para que as possa ver noutro dispositivo que tenha A minha partilha ativa e, se pretender, importá-las para a sua biblioteca nesse dispositivo. As fotografias permanecem em A minha partilha durante 30 dias (até 1.000 fotografias em simultâneo) e, em seguida, são automaticamente apagadas do iCloud.

suspensão de A minha partilha está programada para 26 de julho de 2023. Como parte desta transição, os novos envios de fotografias para A minha partilha a partir dos dispositivos foi já suspensa um mês antes, a 26 de junho de 2023. Todas as fotografias enviadas para o serviço antes desta data permanecerão no iCloud durante 30 dias a partir da data do envio e estarão disponíveis em qualquer um dos dispositivos em que A minha partilha esteja ativa. A 26 de julho de 2023, não permanecerão quaisquer fotografias em A minha partilha e o serviço será suspenso.

A minha partilha é um serviço separado das Fotografias em iCloud. No futuro, as Fotografias em iCloud serão a melhor maneira de manter as fotografias e os vídeos que tirar atualizados em todos os dispositivos e armazenados em segurança no iCloud. Se já tiver as Fotografias em iCloud ativas em todos os dispositivos, não precisa de fazer mais nada: as suas fotografias já são enviadas e armazenadas no iCloud.

Além desta cessação de funcionalidades, o iOS 17 beta 4 inclui uma nova opção na aplicação Definições que permite aos utilizadores desativar a capacidade de iniciar transferências AirDrop aproximando dois dispositivos.

Na aplicação Mensagens, a Apple ajustou o layout e os ícones da app. Além disso, o iOS 17 beta 4 inclui um design ligeiramente ajustado para botões na aplicação de TV.

Há também uma nova animação do seletor AirPlay incluída no iOS 17 beta 4:

No ecrã de bloqueio, o iOS 17 beta 4 tornou a opção de texto mais fino ligeiramente mais espessa.

Como é tradição, junto com a versão beta 4 do iOS, a Apple lançou igualmente a atualização para o iPadOS 17, WatchOS 10, tvOS 17 e macOS Sonoma. Neste link temos algumas das novidades já explicadas individualmente.

Fonte: Pplware.



Rumores apontam o iPad como primeiro dobrável da Apple

 A Apple sabe que é inevitável entrar no mercado dos dobráveis. Contudo, tal como vimos noutras ocasiões, a empresa aguarda que a tecnologia amadureça para investir nesse caminho. Segundo alguns rumores, a gigante tecnológica estará a considerar um iPad dobrável.

Segundo um relatório publicado hoje pelo DigiTimes, o primeiro dispositivo a receber a tecnologia "dobrável" será o iPad. O que não surpreende, pois estes equipamentos, bem como, o Apple Watch, Macs, entre outros, já no passado foram os primeiros a testar e a usar determinadas tecnologias que só anos mais tarde chegaram ao iPhone, que é o principal produto da Apple.

As informações, que dizem vir da cadeia de fornecedores, garantem que a Apple trabalha no iPhone dobrável há vários anos. No entanto, o equipamento que deverá avançar para o mercado é o seu tablet. Ao escolher este equipamento, a empresa apresenta uma novidade, testa a capacidade de resposta, avalia o interesse do seu mercado e analisa o hardware no dia a dia numa situação mais "real".

Analistas parecem aceitar a possibilidade de ser o iPad o primeiro dobrável

O relatório corrobora os rumores existentes sobre um iPad dobrável. Em janeiro, o analista da Apple Ming-Chi Kuo previu que um iPad dobrável seria lançado em 2024, mas Mark Gurman da Bloomberg e o CEO da Display Supply Chain Consultants Ross Young disseram que não tinham ouvido nada sobre esse dispositivo na altura.

Ilustração iPad dobrável

Kuo afirmou que o iPad dobrável teria um design totalmente novo e um suporte em fibra de carbono leve e duradouro.

Tal como os smartphones dobráveis de marcas como a Samsung ou Google, um iPad dobrável teria uma dobradiça que permitiria que o dispositivo fosse aberto e fechado como um livro, resultando num ecrã muito maior do que os modelos existentes quando é desdobrado. Um iPad dobrável provavelmente seria posicionado acima do iPad Pro de 12,9 polegadas, que tem um preço a começar nos 1.479 euros.

Tal como referimos, a Apple ainda não lançou nenhum dispositivo com ecrãs dobráveis, mas os rumores sugerem que a empresa considera todas as opções a longo prazo, incluindo um iPhone, iPad e Mac dobráveis. Resta saber se a Apple alguma vez lançará algum destes dispositivos, ou se os planos permanecerão limitados à fase de investigação e desenvolvimento.

Fonte: Pplware.

25 de jul. de 2023

iPhone 15 Pro deve ser mais leve e resistente, sugere informante


 O iPhone 15 Pro deve ganhar um aspecto ainda mais premium do que a geração atual. Segundo o informante Unknownz21, os novos celulares da Apple podem ser fabricados com o corpo de Titânio Grau 5, material usado em naves espaciais.

Comum na indústria da aviação, o Titânio Grau 5 – ou Ti-6AI-4V – é um tipo de metal leve e altamente resistente a calor. Um material bem diferente do aço inoxidável usado nos últimos smartphones “super-premium” da Maçã.

O corpo de titânio deve aumentar a vida útil do iPhone 15 Pro em vários aspectos.O corpo de titânio deve aumentar a vida útil do iPhone 15 Pro em vários aspectos.Fonte:  GettyImages 

O uso do Titânio Grau 5 deve trazer outras vantagens para o iPhone 15 Pro. Especialistas acreditam que a vida útil do telefone deve ser ampliada além ter dos dois anos de cobertura da assistência técnica do AppleCare.

Em destaque, o aparelho se tornará muito mais resistente a quedas e impactos em geral. Com isso, os preços de revenda dos smartphones usados devem se manter tão altos quanto os modelos atuais.

Por ser resistente a altas temperaturas, o Titânio Grau 5 deve beneficiar a nova tecnologia de bateria empilhada. O formato pode gerar mais calor, mas o aparelho estará protegido pelo metal usado em aeronaves espaciais que voam em temperaturas extremas.

Reforçando a resistência à água, o iPhone 15 Pro ainda pode ter acabamento com liga alfa-beta resistente a ambientes marinhos e a exposição a óleo e a gás. Isso dará uma segurança maior caso o telefone caia acidentalmente numa pia com água e detergente, por exemplo.

O Titânio é o “segredo” da leveza e resistência do Apple Watch UltraO Titânio é o “segredo” da leveza e resistência do Apple Watch UltraFonte:  Apple/Divulgação 

Metal usado no Apple Watch Ultra

Essa não é a primeira vez que a Apple usa o Titânio Grau 5 em um dos seus produtos. A caixa do Apple Watch Ultra é feita com o mesmo metal, permitindo que o relógio inteligente seja mais leve e tenha ampla resistência a impactos e quedas.

Embora os usuários não considerem o atual iPhone 14 Pro pesado, o novo material deve entregar uma leveza maior que o aço inoxidável. Então, esse será um ponto positivo para a versão Pro Max que deve repetir a ampla tela de 6,7 polegadas.

Fonte: Tecmundo.

Apple Watch Ultra deverá ser mais leve na próxima versão

 O Apple Watch Ultra apareceu no passado ano para reforçar a oferta da empresa num segmento mais desportivo, com mais exigência e robustez. No entanto, para oferecer a resistência pretendida, o peso foi sacrificado. O Ultra pesa 61,3 gr. Os rumores apontam para uma nova versão mais leve, mas com a mesma segurança.

Se nunca experimentou um, talvez não saiba que o peso do Apple Watch Ultra é quase o dobro do peso do Series 8 mais leve, e ainda é notavelmente mais pesado do que os modelos de 45 mm. Contudo, segundo os rumores de uma fonte chinesa, a Apple irá, na nova versão, a lançar dentro de 2 meses, mudar também esse parâmetro.

Mas será uma fonte fiável? Em março, o utilizador chinês do Weibo, Setsuna Digital, afirmou que a Apple planeava lançar uma nova cor amarela para o modelo base do iPhone 14 e para o iPhone 14 Plus. Poderá agora ter igualmente uma informação fidedigna, mas temos de continuar a ver esta informação dentro do rumor.

O novo Apple Watch Ultra tem um peso reduzido

A versão atual do Ultra, com caixa de titânio, pesa 61,3g. Isso é o dobro do peso do Apple Watch Series 8 mais leve, o de alumínio de 41 mm, com 31,9 g - e ainda significativamente mais pesado do que outros modelos S8:

  • Aço inoxidável de 41 mm: 42,3 g
  • 45 mm alumínio GPS + Cellular: 39.1g
  • Aço inoxidável de 45 mm: 51,5 g

A publicação da Setsuna Digital não indica um peso específico, pelo que não sabemos se a redução comunicada é significativa.

Pode dever-se à utilização de peças impressas em 3D

Um relatório anterior do analista da Apple, Ming-Chi Kuo, afirmou que a empresa planeia utilizar peças impressas em 3D no Ultra deste ano.

Kuo diz que a Apple está a adotar a tecnologia de impressão 3D, que deverá fornecer algumas das peças mecânicas para o Apple Watch Ultra 2. Segundo ele, a nova abordagem poderá "melhorar o tempo de produção e reduzir o custo de produção".

Os componentes impressos em 3D podem ser fabricados a partir de uma vasta gama de materiais, incluindo resinas, plásticos, metais e até fibra de carbono. Mas o plástico é o mais comum, sendo o PLA e o ABS as variantes mais utilizadas. Se as peças impressas em 3D estiverem a substituir o metal, a redução do peso será provavelmente um benefício adicional.

Fonte: Pplware.