12 de ago. de 2023

GM confirma que o EV Cadillac Escalade IQ já não terá Apple CarPlay ou Android Auto

 Com o aumento da oferta de carros elétricos, naturalmente que se espera que os mesmos tragam softwares de entretenimento adaptados e integrados nas máquinas. No entanto, curiosamente, há uns meses a GM disse que iria deixar de usar Apple CarPlay e Android Auto em todos os seus veículos elétricos e agora confirmou que o seu novo Cadillac Escalade IQ de 120.000 euros já não contará com estes sistemas.

GM confirma: Cadillac Escalade IQ já não traz Apple CarPlay ou Android Auto

Depois de afirmar em março deste ano que iria abandonar o Apple CarPlay e o Android Auto em todos os seus veículos elétricos do futuro, indicando que tal permitiria incluir mais funcionalidades centradas nos EVs, agora a GM confirmou que o seu novo e ultraluxuoso Cadillac Escalade IQ já não tratá nenhum destes dois sistemas.

Segundo adianta o The Verge, o carro foi revelado nesta quarta-feira (9) e embora conte com um enorme ecrã de entretenimento de 55 polegadas, verificou-se que o novo elétrico já não tem compatibilidade com os sistemas da Apple e Google. E apesar de esta poder vier a ser a tendência de algumas marcas, tal como fez a Tesla, a verdade é que muitos condutores esperam ver estes recursos nos EVs mais recentes, ainda para mais num carro sofisticado como o Escalade IQ. A Apple, por exemplo, referiu que 80% dos compradores de carros novos esperam ter o CarPlay nos seus automóveis.

Ecrã de 55 polegadas no Cadillac Escalade IQ, sem espaço para o CarPlay ou Android Auto (créditos: Umar Shakir / The Verge)

Num e-mail enviado ao The Verge, a GM confirmou que o novo Escalade IQ já não trará CarPlay ou Android Auto. Portanto, os condutores interessados em adquirir este veículo, terão que confiar no software de entretenimento integrado da Google.

Este sistema oferece suporte à navegação do Google Maps e algumas aplicações do Google Play, estando confirmados exemplos como o YouTube, YouTube Kids e Hulu, mas muitos outros irão também ficar disponíveis.

Concorda com esta decisão da GM?

Fonte: Pplware.

Apple deve lançar novo iPhone dia 12 setembro; o que se sabe até agora?


 Como já é de praxe, a Apple deve lançar sua nova linha de iPhones no próximo mês. Apesar de a data oficial ainda não ter sido divulgada, especula-se que o iPhone 15 será anunciado durante um evento no dia 12 ou 13 de setembro.

As vendas oficiais nos Estados Unidos podem começar uma semana depois, por volta do dia 22. Os novos smartphones da marca devem vir em quatro modelos: iPhone 15 (mais simples), iPhone 15 Plus (mais simples com tela maior), iPhone 15 Pro (mais avançado) e iPhone 15 Pro Max (maior e mais potente).

Rumores sugerem que os lançamentos podem chegar ao mercado custando mais. Veja a seguir o que esperar dos novos celulares da Apple.

Possíveis mudanças

  • Fim do recorte fixo retangular no topo da tela (que abriga a câmera de selfie)
  • Corpo do telefone mais resistente
  • Aparelhos mais leves
  • Telas com bordas mais finas
  • Novo botão personalizável (para acionar comandos além de só ligar e desligar o som do telefone)
  • Porta Lightning dará lugar a uma USB-C
  • Laterais de titânio em vez de aço inoxidável nos modelos Pro

Botão de ação

Espera-se que os modelos iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max venham com um botão de ação (Action) semelhante ao do Apple Watch Ultra - que substitui o botão de toque do aparelho.

Conforme detalhado pelo site especializado MacRumors, o código de teste do sistema operacional iOS 17 beta 4 sugere que o usuário poderá programar nove funções diferentes nessa área, permitindo o acesso rápido a diferentes funções, aplicativos e configurações, sem necessariamente desbloquear o dispositivo.

Telas e estrutura

Espera-se que os quatro modelos de iPhone 15 tenham as telas dos mesmos tamanhos da linha anterior: 6,1 polegadas e 6,7 polegadas nos modelos Pro.

Os modelos mais avançados (e caros) devem ter um corpo feito com titânio, estruturas mais finas e algumas pequenas alterações de design com bordas de dispositivo mais curvas.

É esperado que os quatro aparelhos tenham o entalhe no formato Dynamic Island (Ilha Dinâmica), um espaço no topo da tela para exibir notificações e alguns recursos de aplicativos.

Câmeras

É possível que a Apple mantenha o conjunto duplo de câmeras nos dois modelos mais simples e triplo nas versões Pro e Pro Max.

O iPhone 15 Pro Max também pode ser vendido com tecnologia de lente periscópio para melhorar a experiência com recursos de zoom. Contudo, ainda não há muitos detalhes sobre esse rumor.

Novo processador (mas só em dois)

Rumores dão conta também de que a Apple atualizaria "agressivamente" as especificações de hardware de seu dispositivo de olho no ecossistema em torno de seu fone de ouvido.

Os modelos padrão do iPhone 15 podem receber uma atualização para o processador A16 Bionic, que está presente na linha iPhone 14 Pro.

Já o iPhone 15 Pro deve usar o chip A17 de 3 nanômetros — mais inteligente e eficiente.

Os dispositivos devem oferecer suporte a recursos de rede mais rápidos e de menor latência (tempo de resposta entre um comando e outro na internet) doméstica. A empresa Qualcomm disse que permitirá "velocidades de pico de até 5,8 Gbps" para um único dispositivo.

Memória

Especula-se que a Apple irá aumentar o espaço de armazenamento, com variação de 256 GB até 2 TB.

Novas cores

Segundo site TechRadar, poderemos ver opções em vermelho, azul escuro, prata, ouro, grafite, cinza espacial e/ou preto espacial.

Um possível modelo de iPhone na cor rosa também não está descartado.

Quanto vai custar?

A má notícia fica por conta do preço. Segundo os rumores, a Apple planeja aumentar o valor dos modelos iPhone 15 Pro e Pro Max em até US$ 200, aproximadamente mil reais na conversão direta.

A justificativa seria o fato de que a empresa está tentando aumentar a receita diante da expectativa de baixa nas vendas.

Para o iPhone 15, a Apple teria como meta produzir cerca de 85 milhões de unidades, número abaixo dos 90 milhões de unidades produzidas do modelo iPhone 14.

Os preços de lançamento do ano passado foram:

  • iPhone 14 (128 GB): R$ 7.599
  • iPhone 14 (256 GB): R$ 8.599
  • iPhone 14 (512 GB): R$ 10.599
  • iPhone 14 Plus (128 GB): R$ 8.599
  • iPhone 14 Plus (256 GB): R$ 9.599
  • iPhone 14 Plus (512 GB): R$ 11.599
  • iPhone 14 Pro (128 GB): R$ 9.499
  • iPhone 14 Pro (256 GB): R$ 10.499
  • iPhone 14 Pro (512 GB): R$ 12.499
  • iPhone 14 Pro (1 TB): R$ 14.499
  • iPhone 14 Pro Max (128 GB): R$ 10.499
  • iPhone 14 Pro Max (256 GB): R$ 11.499
  • iPhone 14 Pro Max (512 GB): R$ 13.499
  • iPhone 14 Pro Max (1 TB): R$ 15.499

Outros produtos

O lançamento de uma nova versão do relógio Apple Watch Ultra não está descartada. Se confirmada, será a segunda geração do dispositivo lançado no dia 7 de setembro do ano passado.

É provável que o modelo ganhe melhorias em processamento, resistência e sensores, além de maior durabilidade da bateria.

A linha Apple Watch Series 9 também pode ser anunciada. Rumores indicam telas mais curvas, resistentes e novas cores.

Como será o evento

A Apple provavelmente irá mesclar vídeos gravados previamente com participações ao vivo de seus executivos, com destaque para Tim Cook, atual CEO da empresa.

Uma participação presencial de convidados, imprensa e criadores de conteúdos também é esperada.

Já há alguns anos a companhia utiliza o auditório Steve Jobs para anunciar novos iPhones. Neste ano, a expectativa não é diferente.

O evento deve contar com transmissão ao vivo pelo site da Apple e dentro de seu serviço de streaming Apple TV+.

Luta contra o Android

O desafio da Apple para enfrentar a concorrência nos próximos meses será grande.


Um levantamento da própria empresa prevê que que o declínio nas vendas de iPhone continuará neste trimestre. Essa informação derrubou as ações da companhia 2% e desapontou investidores, mesmo ela tendo registrado receita e lucro acima das estimativas da bolsa de Wall Street para o terceiro trimestre fiscal.

A Apple está em uma posição delicada, com o seu principal produto, o iPhone, lutando por participação contra concorrentes Android em um mercado maduro, enquanto seu grande anúncio recente, o dispositivo de realidade mista Vision Pro, ainda não chegou aos consumidores.

A Apple disse que as vendas do terceiro trimestre fiscal, encerrado em 1º de julho, caíram 1,4%, para 81,8 bilhões de dólares, enquanto o lucro por ação aumentou 5%, para 1,26 dólar.

Isso superou as expectativas dos analistas de 81,69 bilhões de dólares e 1,19 dólar, respectivamente, segundo dados da Refinitiv.

O desempenho em serviços digitais (como Apple TV+ e recursos de armazenamento em nuvem) impulsionou os lucros do terceiro trimestre, além das vendas na China, que cresceram 8% ano a ano.

Os gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Apple atingiram 22,61 bilhões de dólares no ano fiscal até agora, cerca de 3,12 bilhões a mais do que no ano anterior. Isso estaria sendo impulsionado pelos trabalhos com inteligência artificial.

*Com informações de Bloomberg, The Verge, 9to5Mac, MacRumors e Reuters

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Fonte: Uol.


10 de ago. de 2023

SOS Emergência via Satélite do iPhone funciona ou é apenas “engodo”?

 A Apple lançou no iPhone 14 uma das mais ambiciosas funcionalidades no mundo dos smartphones, a comunicação por satélite num telefone comum. O SOS Emergência via satélite foi o abrir da caixa de pandora. Agora serve para pedir socorro, mas em breve poderá ser o novo modelo de negócio, isto é, a Apple ter a sua própria rede de telecomunicações baseadas na rede de satélites. Contudo, a questão é se o SOS Emergência via satélite do iPhone funciona ou é apenas "engodo"?

Imagem iPhone 14 com SOS Emergência via Satélite da Apple

SOS Emergência via Satélite: Afinal funciona ou não?

O SOS Emergência via Satélite foi apresentado no evento que deu a conhecer ao mundo o iPhone 14. A Apple prometia em setembro de 2022 que o serviço estaria a funcionar nos EUA até ao final desse ano. Em novembro desse ano, o serviço começou a funcionar nos Estados Unidos e Canadá. Em dezembro seguinte, a Europa recebia suporte para este tipo de pedido de socorro e Portugal é incluído no segundo lançamento no continente europeu em março de 2023.

O tempo vai passando e são muitos os testemunhos que creditam nesta funcionalidade o salvamento das suas vidas. Vimos casos de pessoas perdidas nas montanhas, sem qualquer ouro tipo de comunicação para pedir ajuda. Duas mulheres ficaram presas na neve no deserto perto de McBride. Sem saberem onde se encontravam, usaram a nova tecnologia da Apple para pedir ajuda e solicitar o seu resgate.

Mais tarde, o iPhone 14 salvou três estudantes de morrerem congelados num desfiladeiro. Noutro lado do globo, 2 turistas foram resgatados em Itália graças ao SOS Emergência via Satélite do iPhone 14. Nos trágicos incêndios no Canadá, numa zona remota, os habitantes usaram o iPhone para pedir ajuda aos bombeiros e sem outro meio de contacto, usaram as comunicações via satélite.

Mas há mais, há testemunhos de pessoas que se perderam em desfiladeiros, acidentes de carro onde a única solução foi usar esta tecnologia. São cada vez mais os exemplos de como o recurso aos satélites, pode salvar vidas.

 

Socorro por satélite do iPhone 14 ajuda a família no meio de um incêndio florestal

Este ano os fogos estão a assolar regiões que bateram recordes de temperaturas. E há testemunhos incríveis, de zonas varridas pelo fogo. Um caso que nos chega agora é partilhada por Michael J. Miraflor no X (Twitter). Segundo este testemunho, o primo da namorada do seu irmão e a sua família estavam num veículo quando os incêndios florestais "irromperam subitamente à sua volta". Havia cinco pessoas dentro de uma carrinha, mas nenhuma delas conseguiu pedir ajuda porque não havia serviço de telemóvel na zona.

No entanto, felizmente, uma das pessoas na carrinha tinha um iPhone 14, e isso fez toda a diferença para que pudessem ser resgatados do incêndio.

O Apple Emergency SOS foi a única forma de entrarem em contacto com os socorristas. Literalmente, salvou-lhes a vida.

Disse Miraflor.

Quando um utilizador aciona o SOS Emergência via Satélite, o iPhone faz algumas perguntas sobre a situação até estabelecer a ligação com os satélites - o que pode demorar alguns minutos. Depois, toda esta informação é enviada para centros de retransmissão onde especialistas pedem ajuda em nome do utilizador. A transcrição completa também pode ser partilhada com os contactos de emergência do utilizador, e foi exatamente isso que aconteceu neste caso.

Numa captura de ecrã partilhada pela Miraflor, podemos ver como a informação foi enviada para um centro de retransmissão. O proprietário do iPhone informou que o fogo estava "à sua volta" e que a sua visão estava bloqueada. O iPhone partilhou automaticamente a localização do utilizador com o centro de retransmissão e com os contactos de emergência.

Quando o centro de ajuda recebeu todos os pormenores, um especialista confirmou que os bombeiros tinham sido informados da situação e que os primeiros socorristas estavam a caminho. A família foi resgatada com sucesso do incêndio florestal cerca de 30 minutos após o pedido de ajuda.

 

Funciona e salva vidas

A Apple reservou todo o serviço disponível do seu parceiro Globalstar, como parte de um investimento de 450 milhões de dólares do seu Fundo de Fabrico Avançado para o desenvolvimento de infraestruturas. A empresa, ao apresentar o SOS Emergência via Satélite do iPhone referiu que o serviço seria gratuito durante dois anos após a ativação do iPhone 14 ou do iPhone 14 Pro. Depois desse período, não há qualquer indicação de valores ou se a empresa ampliará este serviço de comunicação de via satélite para outras ofertas.

Isto porque, recorrendo uma patente concedida à Apple é sugerido que os planos de satélite da empresa podem ir além do texto e além da utilização de emergência.

Segundo a patente:

Os dados de comunicações via satélite transmitidos por transceptores #28 e radiadores de antena #30 podem incluir dados de meios de comunicação (por exemplo, streaming de vídeo, dados de televisão, dados de rádio por satélite, etc.), dados de voz (por exemplo, dados de voz por telefone), dados de Internet, e/ou quaisquer outros dados desejados.

Portanto, a Apple poderá eventualmente manter o serviço de socorro gratuito, mas o novo produto utilizando esta estrutura de satélites poderá ter, essa sim, um valor de subscrição (como, por exemplo, tem a Starlink, da SpaceX).

A poucos dias da apresentação do iPhone 15 e de mais novidades, quem sabe não será igualmente oportunidade para um balanço do serviço e anúncio de algo mais.

Fonte: Pplware.

Apple muda botão de desligar chamadas de lugar no iOS 17


 O iOS 17 já está no quinto beta, mas só agora uma mudança do primeiro, lançado ainda em junho no WWDC, viralizou. No novo sistema operacional, a Apple mudou o local do botão de desligar as chamadas no iPhone, entre outras reformulações no aplicativo de ligações.

Na nova versão do iOS, o botão vermelho de finalizar chamada saiu do centro para o canto direito, ainda na parte inferior da tela. Acima dele, no meio do display, os usuários tinham duas fileiras de ícones: mudo, teclado, alto-falante, adicionar, FaceTime e contatos.

A nova interface desloca tudo para o terço inferior da tela, com o "Desligar" junto aos outros. Ainda, ficam apenas cinco outros botões, de acordo com imagens divulgadas, com a saída da opção de acessar os contatos.

A Apple está modificando o aplicativo de ligações no iOS 17.A Apple está modificando o aplicativo de ligações no iOS 17.Fonte:  Reprodução 

Além desse redesenho na interface durante a chamada, o sistema operacional vai receber novos recursos, como pôsteres de contato, correio de voz ao vivo e também no FaceTime. O primeiro mostra fotos da pessoa do outro lado da linha. Justamente por causa dele os botões desceram do meio para baixo da tela.

O iOS 17 já tem beta público disponível. A versão estável do sistema operacional para celulares da Apple deve chegar na metade do mês de setembro, junto ou próximo ao lançamento da linha iPhone 15.

Fonte: Tecmundo.