10 de jan. de 2024

Dica: como bloquear chamadas indesejadas no iPhone

 As chamadas indesejadas, que abrangem um vasto espetro, não só interferem com o espaço pessoal de cada um, como também perturbam a vida quotidiana. Felizmente, o iOS oferece um conjunto de definições e funcionalidades no seu iPhone que lhe permitem eliminar com êxito estas chamadas. Trazemos algumas delas.

chamada

1. Compreender o bloqueio e a identificação de chamadas

O iOS da Apple fornece uma função nativa de bloqueio e identificação de chamadas. Esta funcionalidade permite aos utilizadores bloquear números específicos e, através de aplicações de terceiros, identificar aquelas que poderão ser spam.

Ativar o bloqueio

Pode bloquear números diretamente a partir da aba "Recentes". Para isso: clique no ícone "i" junto ao número, arraste para baixo e clique em "Bloquear este contacto".




Utilizar aplicações de identificação

Aplicações como HiyaTruecaller e Sync.ME podem ajudar a identificar e bloquear chamadas de spam. Uma vez instaladas, estas aplicações têm de ser ativadas em "Definições" > "Telefone" > "Bloqueio e ID de chamadas".


2. Tirar partido do modo "Não incomodar" para bloquear chamadas

O modo "Não incomodar" pode ser uma ferramenta poderosa para limitar as chamadas durante determinadas horas.

Defina horários específicos para que o modo "Não incomodar" seja ativado automaticamente, como durante reuniões ou durante o sono. Pode permitir chamadas dos "Favoritos" ou de grupos específicos dos seus contactos, garantindo que não perde as importantes. Aceda às "Definições" > "Concentração" > "Não incomodar" > "Adicionar automatização".


3. Utilizar o modo "Silenciar números desconhecidos"

Uma funcionalidade relativamente nova, "Silenciar números desconhecidos", silencia automaticamente as chamadas de números que não constam da sua lista de contactos. Para ativar a funcionalidade, aceda a "Definições" > "Telefone" > "Silenciar números desconhecidos" e ative-a.


4. Atualize regularmente o iPhone

Garantir que o sistema operativo do iPhone está atualizado é crucial para manter a eficácia destas funcionalidades. Para isso: vá a "Definições" > "Geral" > "Atualização de software" e verifique o seu estado. Se estiver disponível uma atualização, siga as instruções para a instalar.


Ao tirar partido das funcionalidades incorporadas no iPhone e de várias aplicações de terceiros, pode conseguir uma diminuição substancial do número de chamadas indesejadas que encontra. Esta integração das ferramentas nativas da Apple com aplicações desenvolvidas externamente cria uma ótima defesa contra operadores de telemarketing e chamadas de spam automáticas.

Para otimizar esta proteção, é crucial que efetue uma manutenção regular, que inclui a verificação periódica e a implementação de atualizações no sistema operativo do dispositivo e nas aplicações de terceiros. Estas atualizações são muitas vezes concebidas para abordar novas táticas utilizadas por "spammers" e operadores de telemarketing.

Fonte: Pplware.

9 de jan. de 2024

Vendas de iPhones na China caem 30% só na primeira semana de 2024

 O iPhone é um dos smartphones mais populares do mundo e também dos mais vendidos em grande parte dos países. Contudo, os dados recentes mostram que a venda de iPhones na China sofreu uma queda de 30% só na primeira semana deste ano de 2024.

iPhones vendem menos 30% na China na primeira semana de 2024

De acordo com as recentes notícias divulgadas pela Reuters, as vendas do iPhone da Apple caíram 30% na China só na primeira semana deste ano de 2024. As informações foram reveladas pelos analistas da empresa Jefferies e este panorama acaba por ser uma consequência das pesadas restrições do território chinês ao smartphone da maçã, que aconteceram devido às crescentes pressões competitivas por causa, em parte, dos bloqueios feitos à Huawei.

Para além disso, é referido que a queda nas vendas da Apple também foi o principal motivo para a queda nos envios de smartphones na China nos primeiros dias de 2024, segundo uma nota publicada pelos analistas no domingo (7). Por sua vez, outras marcas com o sistema operativo Android e a chinesa Huawei conseguiram um crescimento estável nesse mesmo período.

Segundo os analistas, nem mesmo os descontos agressivos por parte da Apple em vários modelos do iPhone nos principais mercados online chineses reverteram a situação de queda. Os detalhes mostram que, por exemplo, o iPhone 15 Pro e o iPhone 15 Pro Max tiveram uma redução de preço de 16% na plataforma de comércio online Pinduoduo na primeira semana de 2024.

iPhone 15 Pro Max

Esta queda de 30% representa uma diminuição de 3% numa comparação ano a ano e a uma diminuição de 0,4% na quota de mercado da Apple, segundo a empresa de análise Jefferies que adianta ainda que a marca da maçã vai continuar a enfrentar estas pressões ao longo deste ano.

A empresa explica que grande parte deste declínio deve-se então às pressões competitivas dos rivais chineses, especialmente da Huawei, uma vez que a marca da China lançou a sua nova linha Mate 60 no mês de agosto. Esta linha é vista como o 'renascer das cinzas' da Huawei depois do período bastante turbulento devido às sanções norte-americanas. Para além disso, no último trimestre de 2023, a participação da Huawei no mercado chinês de smartphones aumentou cerca de 6%.

Para já, nem a Apple nem a Huawei haviam respondido imediatamente aos pedidos de comentários solicitados pela Reuters.

Fonte: Pplware.

7 de jan. de 2024

Apple tem o pior início de ano de sempre! Perdeu $177 mil milhões de valorização

 A Apple, gigante da tecnologia e líder de longa data do mercado de ações, está a enfrentar o seu pior início de ano da história recente. As ações da empresa sediada em Cupertino caíram 0,4% na sexta-feira, o que marcou o quinto dia consecutivo de perdas.

A queda segue-se a relatórios que sugerem que o Departamento de Justiça está a aproximar-se da apresentação de um processo antitrust contra a Apple. Esta potencial batalha legal junta-se aos desafios crescentes que a Apple enfrenta, desde a diminuição das vendas do iPhone até às disputas de patentes sobre o seu inovador relógio.

A Comissão de Comércio Internacional (ITC) considerou a Apple culpada de infringir uma patente detida pela fabricante de oxímetros de pulso Masimo.

Apesar de ter oscilado entre ganhos e perdas na sessão de sexta-feira, as perdas registadas marcam a destruição mais significativa do valor de mercado da Apple no início de qualquer ano de que há registo.

Toda a gente está a vender os seus vencedores e a comprar os perdedores. Está a haver um grande reequilíbrio.

Disse Brian Mulberry, client portfolio manager (gestor de carteiras de clientes) da Zacks Investment Management, referindo-se à "rotação de carteiras" que os investidores normalmente fazem no início do ano.

Apple

Luta acesa entre Apple e Microsoft

A Apple, que detém o título de empresa cotada em bolsa mais valiosa do mundo desde julho de 2022, já viu o seu valor de mercado ser reduzido em 177 mil milhões de dólares este ano. Esta queda na sorte também reduziu a vantagem da empresa sobre a Microsoft, a sua rival tecnológica, para menos de 100 mil milhões de dólares.

As crescentes preocupações com as vendas do iPhone provocaram uma segunda descida da classificação dos analistas esta semana, intensificando o escrutínio sobre o preço das ações da Apple. O valor da gigante tecnológica caiu uns impressionantes 155 mil milhões de dólares, mais de três vezes o valor da Ford, numa única semana.

Embora a Apple continue a deter a coroa de empresa mais valiosa do mundo, com 2,83 biliões de dólares, a Microsoft, com uma avaliação atual de 2,73 biliões de dólares, está a diminuir a diferença.

Numa altura em que o mais recente iPhone da Apple foi apelidado de "o maior fracasso da história da Apple", a Microsoft beneficiou dos seus empreendimentos de inteligência artificial, particularmente do seu investimento de 13 mil milhões de dólares na OpenAI e no ChatGPT.

Para além da dinâmica imediata do mercado, a Apple enfrenta outros desafios na China, sob a forma de concorrentes como a Huawei, que estão a ganhar quota de mercado, e as restrições governamentais à utilização do iPhone impedem ainda mais o crescimento.

Fonte: Pplware.

AirTag 2 não aparecerá antes de 2025 e há 3 razões para o atraso

 Se estava à espera de um AirTag de segunda geração, então tire para já essa ideia. De acordo com um novo relatório da Bloomberg, a Apple inicialmente considerou lançar o AirTag 2 em 2024, mas decidiu esperar até o próximo ano. Desembrulhamos 3 razões para esse adiamento!

Imagem AirTags da Apple

AirTag: Com muito stock, sem concorrência e ainda o melhor do mercado

Na última edição do seu boletim informativo Power On, Mark Gurman, da Bloomberg, explica que a Apple não tem "pressa" em lançar o AirTag 2. Gurman salienta que existem alguns argumentos fortes para a empresa de Cupertino manter para já esta versão em circulação.

Neste mesmo relatório, é indicado que a Apple queria revelar originalmente o AirTag 2 este ano (provavelmente na primavera ou como parte do seu evento anual de outono), mas o novo modelo agora é esperado em 2025. Pelas informações existem três razões pelas quais a Apple não quer lançar o AirTag 2 este ano.

Em primeiro lugar, a empresa produziu em excesso o AirTag, pelo que os seus armazéns já estão cheios do modelo de primeira geração. A Apple não vê razão para começar a produzir um segundo modelo quando ainda tem muito stock não vendido da versão de primeira geração. Espera que 2024 ajude a limpar o inventário, abrindo caminho para uma introdução mais suave do AirTag 2.

Ultimamente, a empresa tem feito grandes descontos no AirTag, provavelmente para tentar vender o maior número possível de unidades antes de iniciar a produção do AirTag 2. Os cortes de preços provavelmente continuarão este ano, embora o preço não caia abaixo dos níveis anteriores, já que a Apple não é conhecida como uma grande fã de descontos.

Em segundo lugar, a Apple acredita que o AirTag ainda tem um pacote completo de recursos, por isso tem pouco a melhorar numa iteração de segunda geração. Um dos principais focos da Apple na próxima geração do AirTag é um chip atualizado, que deverá permitir um maior alcance e uma deteção mais precisa.

Também é verdade que existe uma referência ao chip Ultra-Wideband de segunda geração, que está presente no iPhone 15, Apple Watch Series 9 e Apple Watch Ultra 2. Este chip pode comunicar com outros dispositivos que tenham o mesmo chip a um alcance alargado, em comparação com o chip U1 encontrado na geração anterior de iPhones e AirTags.

Em terceiro lugar, a Apple acredita que não tem concorrência na rede Find My (rede Encontrar), apesar de várias outras empresas terem lançado produtos que oferecem capacidades semelhantes.

As marcas chinesas genéricas já invadiram o mercado com alternativas ao AirTag com capacidade para o Find My, obviamente disponíveis a preços ridículos, mas a Apple não considera estes produtos concorrentes do seu dispositivo.

Claro, uma inspiração que a Apple poderá ter é o sistema da Samsung. Tirando um aspeto basilar, o SmartTag 2 é, em muitos aspetos, melhor que o AirTag. Mas isso são outros quinhentos!

Como tal, a Apple acredita que domina o mercado, pelo que a atualização do AirTag não é uma prioridade, uma vez que o modelo existente já é o dispositivo que a maioria das pessoas escolhe quando procura um localizador.

Espera-se agora que a Apple revele o AirTag 2 em algum momento de 2025, para que os clientes que desejam comprar o localizador não tenham motivos para adiar a compra. É o que a Apple espera que aconteça também, já que a empresa não só está a tentar aumentar a sua participação no mercado neste espaço, mas também está a forçar o máximo de unidades possível para limpar o stock.

A empresa manteve-se calada sobre as vendas do AirTag e sobre os seus planos longo prazo (no que se espera ser uma atualização do produto), pelo que, por enquanto, deve levar tudo com uma pitada de sal. No entanto, não vamos esperar que esta versão atualmente no mercado venha a receber grandes "novidades".

Fonte: Pplware.