2 de mar. de 2020

Apple paga $500 milhões e resolve processos de desaceleração do iPhone

Vários casos judiciais foram acionados contra a Apple depois de se saber que a empresa de Cupertino desacelerava os iPhones com problemas de bateria. Todas estas ações podem agora estar a chegar ao fim. O acordo prevê que a Apple pague 25 dólares por cada iPhone da versão 6 até ao 7 Plus, incluindo o iPhone SE, que corressem a atualização iOS 10.2.1 ou posterior. Os proprietários do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus que executaram o iOS 11.2 ou posterior antes de 21 de dezembro de 2017 também são estarão abrangidos pela compensação.
Segundo foi referido pela Reuters, o acordo proposto ainda requer a aprovação do juiz distrital dos EUA, Edward Davila.
Imagem iPhone 6 com problema de bateria

Apple: 500 milhões serão um acordo “justo, razoável e adequado”

Os advogados para as ações múltiplas apresentadas chamaram o acordo de classe de “justo, razoável e adequado”. O programa de substituição de baterias com desconto da Apple – agora expirado – ofereceu substituições por 29 dólares por telefone. Nesse sentido, estes advogados querem 93 milhões de dólares, 30% dos 310 milhões de dólares de pagamento. Além disso, querem igualmente 1,5 milhões de dólares em despesas acima e além dos 30%.
A Apple, sobre estas exigências, ainda não teceu qualquer comentário.
Imagem da bateria de um iPhone da Apple

Controvérsia da bateria

Contextualizando o problema, tudo aconteceu quando a Apple em janeiro de 2017 lança a atualização iOS 10.2.1. Tal atualização trazia uma resolução ao problema que estava a afetar milhares de iPhones. Estes, sem razão aparente, desligavam-se, dependendo da voltagem de saída da bateria.
Nos iPhones com uma bateria gasta e quimicamente descarregada que não consegue manter a sua carga com o tempo, uma voltagem muito baixa para a carga de um iPhone poderia fazer com que o smartphone se desligasse inesperadamente, de modo a proteger os seus componentes.
A solução da Apple foi “suavizar os picos instantâneos” onde as baterias gastas eram detetadas, atrasando efetivamente o iPhone no processo solicitado. Depois de admitir em dezembro de 2017 que alguns iPhones eram abrandados por software, para evitar que estes dispositivos se desligassem sem aviso, a Apple pediu desculpas. Além disso, abriu um programa de substituição de baterias fora de garantia ao preço de 29 dólares.
Posteriormente a ter reconhecido que atuava de modo a desacelerar os equipamento, a empresa foi atingida por uma série de tentativas de ação judicial. Segundo praticamente todas as acusações, com esta modificação nos equipamentos, a Apple estaria a desvalorizar o iPhone. Foi há altura uma medida muito mal vista pelos utilizadores.

Além dos muitos processos judiciais, a Apple tornou-se objeto de múltiplas investigações. Agora, a empresa e os oponentes, parecem querer chegar a uma acordo. Portanto, tudo pago deverá rondar a módica quantia de 500 milhões de dólares.
Fonte: Pplware.

1 de mar. de 2020

China controla Coronavírus e Apple reabre fábricas no país

Em uma entrevista à Fox Business que teve seu preview divulgado nesta quinta-feira (27), Tim Cook revelou que a Apple está reabrindo suas fábricas na China, uma vez que as medidas para controlar o Coronavírus têm gerado bons resultados no país.

Nos últimos dias, autoridades chinesas confirmaram que novos casos da chamada Covid-19 (nome da doença gerada pelo vírus) tem sofrido uma redução gradativa. Por outro lado, o coronavírus está se espalhando para outros lugares do mundo — como Coreia do Sul, Irã, Itália e Brasil, que teve seu primeiro caso confirmado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (26).
Diante de seu alcance global, pode-se dizer que os impactos econômicos do coronavírus ainda são incertos. Isso significa que, apesar de a China — e também Tim Cook — estar otimista em relação a seus resultados, o vírus ainda pode afetar viagens, negócios e, sobretudo, a saúde pública de outros países.
Na semana passada, a Apple informou a seus investidores que a receita do segundo trimestre seria menor do que o esperado, devido às baixas na fabricação de iPhones e outros dispositivos da marca. Além disso, também foi divulgado que a empresa já estava começando a reabrir suas fábricas na China fechadas devido ao surto do coronavírus.
Sabendo disso, é possível afirmar que o comentário de Tim Cook foi, em partes, direcionado aos investidores da empresa que ficaram apreensivos com a recente queda das ações da Maçã e de outras grandes empresas de tecnologia.
Fonte: Tecmundo.

Adobe Camera Raw e Lightroom ganham novos recursos em atualização


Fevereiro foi o mês dos apaixonados pelo Lightroom (tradicional ou Classic) e pelo Camera Raw. As últimas grandes atualizações da empresa foram voltadas para esses softwares de fotografia, e alguns dos recursos adicionados foram adaptados também para as versões para Android e iOS.

Tanto o Camera Raw quanto o Lightroom Classic agora têm seus menus de padrões aprimorados. A partir do número serial da sua câmera ou mesmo do modelo, você pode definir vários perfis de uso, o que facilita o trabalho de usuários que não têm certeza de suas variantes. O tempo de edição também deve ser reduzido com as novas configurações de perfil na câmera e os estilos de imagem; não será mais necessário usar o perfil padrão Adobe Color.
A versão completa o Lightroom foi atualizada de maneira diferente para cada sistema operacional. Nos desktops, tanto Windows quanto macOS, passa a ser possível exportar imagens em .DNG, formato popular por preservar o histórico de edições. Também há novidades no compartilhamento de álbuns: você pode escolher se os metadados das imagens serão compartilhados também e pode controlar melhor a privacidade dos dados das suas fotos. Além disso, há novos atalhos: ferramenta de panorama (Ctrl+Shift+M) e HDR (Ctrl+Shift+H).
No iPadOS, agora é permitido usar o Lightroom em tela dividida (split screen), ideal para acompanhar tutoriais. Já no Android, o programa ganhou a importante função de uso de presets e perfis, ideal para estilização de imagens. Sistemas iOS devem receber a mesma atualização em breve.
Fonte: Tecmundo.

Shazam agora tem integração com Apple Music na versão beta

Era de esperar que a Apple integrasse o Shazam nas suas plataformas depois de a ter adquirido em 2018. Os dias do monopólio do Spotify na integração da aplicação terminaram. Isto porque os utilizadores já podem ligar esta app de descoberta de músicas com a sua conta Apple Music. Desta forma, os utilizadores do Shazam, pelo menos para já, têm a opção de ligar duas das maiores plataformas de streaming de música do mundo.
Ao abrirmos a mais recente versão do Shazam, somos logo convidados a adicionar a nova funcionalidade ao Apple Music, com direito a nova lista.
Imagem Shazam no Apple Music
Shazam agora dentro do Apple Music e vice-versa
A Apple concluiu a aquisição do Shazam em 2018. Então, desde essa altura, podíamos ligar a nossa conta do Spotify para trocar lista de reprodução. No entanto, depois da atualização para a versão 13.11, está definitivamente concluído o ciclo. Isto porque podemos agora usar a app de música da Apple como o nosso player de música oficial no Shazam.
Antes desta versão 13.11 (13.10.0), existia o que parecia ser uma versão beta desta funcionalidade dentro da app. Agora, para vermos estas opções disponíveis, abrimos o Shazam e clicamos no ícone no canto superior esquerda em Biblioteca.
Depois clicamos no ícone Definições e lá dentro vemos a opção para nos podermos ligar aos dois serviços de música.
Quando nos ligamos ao Apple Music, ele abre a aplicação, mas para isso temos de ter a assinatura ativa Apple Music. No entanto, caso não tenha, então vai receber uma mensagem de erro. Portanto, com esta opção a funcionar no Apple Music, as músicas identificadas pela app de descoberta de músicas aparecerão numa novas lista de reprodução que se chama As minhas músicas no Shazam.

Além desta, ainda serão esperadas mais integrações noutras áreas do iOS e não só. Provavelmente iremos ver ainda mais funcionalidades nas próximas versões.
Fonte: Pplware.

27 de fev. de 2020

Apple não permite que nos filmes, o mau da fita use um iPhone, eles que usem Android

A Apple, assim como muitas outras empresas, não se importa (e muitas vezes até apoia) o uso dos seus produtos, serviços e marcas no cinema e na TV. Em muitos filmes vemos atores que usam Apple Watch, ouvimos os toques de telefone nas cenas que são o do iPhone, os auscultadores que são os da Apple e outras pistas colocadas com o propósito certo. A empresa tem exigências para que os seus produtos apareçam só em determinadas condições.
Numa revelação muito interessante, o diretor do filme Knives Out, Rian Johnson, refere que, o mau da fita não pode usar um iPhone. Mas há mais revelações interessantes.
Imagem iPhone aparece nos filmes mas não na mão dos vilões

O mau da fita não usa iPhone

Faz parte as marcas comerciais apoiarem as produções cinematográficas. Assim, nas imagens podem aparecer produtos, serviços ou até pequenas mensagens subliminares sobre uma empresa. Inclusive, há marcas que usam esta plateia para revelar, de forma “meio encapotada”, novos produtos e conceitos. Não faltam bons exemplos.
Numa entrevista à revista Vanity Fair, o diretor Rian Johnson revelou que a Apple não permite que os seus produtos apareçam num filme a serem usados por um vilão.
Eles deixam usar iPhones nos filmes mas, e isso é muito importante, se estiver a ver um filme de suspense, os vilões não podem ter iPhones.
Nesta entrevista, Rian Johnson desvenda ainda outras particularidades. No vídeo, que pode ver a seguir, o diretor do filme conta muitas ideias sobre como o Knives Out ganhou vida. Contudo, talvez o mais interessante seja a revelação do iPhone. Aliás, o próprio Johnson hesita em revelar a pista, pois tem implicações abrangentes para uma infinidade de filmes, incluindo outros dele no futuro.
Este é um momento interessante de pequenas revelações. Aliás. Johnson claramente diverte-se a divulgar este “spoiler”. Ele diz mesmo, em tom de brincadeira, que de agora em diante todos os cineastas o vão querer matar.

Para a Apple, o vilão tem de usar um Android?

É curioso, mas não surpreendente, que os esforços da Apple cheguem ao ponto de exigir uma proibição completa dos maus da fita a usar os seus produtos. Como tal, por natureza, força todos os vilões a serem identificados como utilizadores Android ou Google.
Johnson tem vários momentos em que usa e fala dos produtos Apple. Aliás, ele criou recentemente um curta-metragem onde usou apenas o iPhone 11 Pro.

Fonte: Pplware.

Apple vai lançar um Mac com processador ARM já no próximo ano.

Há já muito tempo que se fala que a Apple prepara uma mudança grande na sua linha de computadores. A alteração mais óbvia parece ser a mudança de processadores, algo que ainda deixa muitos pouco confiantes.
As mais recentes informações revelam que este processo poderá já ter sido iniciado, esperando-se para 2021 a chegada do primeiro Mac com processador ARM.
Mac ARM Apple processador

Há um novo Mac a caminho?

A presença dos processadores Intel nos computadores da Apple é algo que nos habitámos a ver. Estes estão presentes em toda a linha e dão suporte a todo o software que a marca tem na sua loja.
Este parece, no entanto, algo que a marca se prepara para ultrapassar em breve. A mudança será feita para os processadores ARM, se bem que com um ligeiro pormenor importante. A marca ainda não confirmou esta mudança, mas tudo aponta para que seja este o caminho.

A Apple vai finalmente abraçar os ARM

Segundo os dados que o conhecido analista Ming-Chi Kuo, da KGI Securities, apresentou, a Apple deverá iniciar a mudança de processadores já em 2021. Já antes tinha sido avançada esta mudança, mas a verdade é que nunca se concretizou.
Mac ARM Apple processador
Dentro do período de 12 a 18 meses deverá surgir um novo Mac, que terá um processador ARM, criado dentro de portas e com o design da própria Apple. A marca abandonará assim a Intel.

Os programadores precisam de se preparar

Há ainda o problema dos programadores, que têm de fazer uma transição completa das suas apps para esta nova arquitetura. A Apple deverá fornecer um kit dedicado a essa mudança e até uma primeira versão do macOS para ARM.
It is not outside of the realm of possibility that Apple could provide an ARM version of macOS for developers to temporarily flash onto iPads to prepare for a Mac transition next year. Even easier if the next iPad has a decent keyboard/trackpad case
The two scenarios:

1) Apple provides developers the tools to make ARM Mac apps at WWDC 2020 (this year), and gives them up to 12 months lead time
2) Apple doesn't announce the ARM switch to devs until June 2021, weeks away from end of H1 when these things are supposed to ship
Veja outros Tweets de Steve Troughton-Smith
Aqui reside também a dúvida de que janela temporal será dada. Se for alargada no tempo, a Apple terá a sua loja pronta para a transição. Por outro lado, se aguardar para o último momento, acabará por ter problemas com a oferta para este novo sistema.

Um processador controlado pela Apple

A decisão de abandonar a Intel vem no seguimento de alguns problemas da Apple no campo dos fabricantes. A marca quer assim chamar a si todo o desenvolvimento do seu hardware, dando-lhe mais liberdade.


É ainda muito cedo para qualquer informação adicional, mas espera-se que quando chegar este processador ARM da Apple, esteja já em uso a tecnologia de 5nm, permitindo ainda mais desempenho. A Microsoft já traçou este caminho, com sucesso aparente, e agora é a vez da Apple marcar a sua posição.
Fonte: Pplware.